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Marcus Vilar exibe na Estação Ciência filme sob torcidas de Campina Grande

O cineasta paraibano Marcus Vilar exibe o documentário “Jogo de Olhar” nesta terça-feira (25), 19h, no auditório 3 da Estação das Artes, novo prédio da Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano.

25/09/2012 22:29

O cineasta paraibano Marcus Vilar exibiu o documentário “Jogo de Olhar” nessa terça-feira (25), 19h, no auditório 3 da Estação das Artes, novo prédio da Estação Cabo Branco Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano.

“Jogo de Olhar” mostra as torcidas organizadas durante um jogo dos times de futebol da cidade de Campina Grande. A direção geral é de Marcus Vilar. A música é a abertura da ópera “A Flauta Mágica”, de Mozart, sequenciada por Carlos Anísio.

Marcus Vilar, paraibano de Campina Grande, tem formação em Cinema Direto, no Nudoc, em 1982, e na Associação Varan, em Paris, nos anos de 85 e 86. Entre os primeiros trabalhos realizados estão “24 Horas” (1987), “Sertãomar” (1994) e “À Margem da Luz” (1996), co-dirigido com Torquato Joel.

Em 1998 dirigiu o seu primeiro filme em 35mm, “A Árvore da Miséria”, que recebeu prêmios em vários festivais, a exemplo do 21º Guarnicê de Cinema e Vídeo do Maranhão, 9º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 25ª Jornada Internacional de Cinema de Bahia.

O filme seguinte também recebeu uma série de premiações. “A Canga” (2001) foi agraciado com prêmios como o Prêmio Especial do Júri, no Festival de Cinema de Santa Maria da Feira, em Portugal, entre outros. Em 2005 lançou “O Meio do Mundo” – detentor de três prêmios em festivais nacionais – e em 2007 “O Senhor do Castelo”, que foi agraciado com o Prêmio de Júri Popular, na 11º Mostra de Cinema de Tiradentes. Marcus Vilar também ministra oficinas sobre “O Processo da Realização Cinematográfica”.