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Maioria do STJD rejeita ação do Treze e libera semifinal do Campeonato Paraibano

Quatro dos sete auditores alegaram que o Galo entrou com a ação fora do prazo e pediram o arquivamento do processo.

19/05/2016 16:37

Créditos: Reprodução / WEB

O Campinense e o CSP vão finalmente disputar a última semifinal do Campeonato Paraibano. Foi o que decidiu o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) em julgamento realizado na manhã desta quinta-feira (19), no Rio de Janeiro, mesmo com o pedido de vistas de um auditor para analisar melhor o processo no qual o Treze pede a saída do Campinense do Campeonato.

Na ocasião, quatro dos sete auditores alegaram que o Galo entrou com a ação fora do prazo e pediram o arquivamento do processo; mas, com o pedido de vistas, o mérito da ação do Alvinegro ainda será julgado. Ainda assim, o colegiado entendeu que havia urgência para a Federação Paraibana de Futebol (FPF) indicar seus dois representantes para a Série D do Brasileiro e, por isso, autorizou a sequência da competição estadual.

Após os advogados de Treze, FPF e Campinense apresentarem seus argumentos, o procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, tomou a palavra e disse que, se a Raposa fosse punida, não seria o Galo o beneficiado.

Começada a votação, o auditor-relator Ronaldo Botelho Paciente disse que o Treze entrou com a ação fora do prazo e, por isso, pedia o arquivamento do processo. Porém, Fávio Zveiter pediu vistas do processos, alegando que o caso é mais complicado do que parece e que isso pode interferir na sequência das próximas competições.

Na oportunidade, o presidente do STJD, Caio César Rocha, determinou que a votação seguisse para haver um parecer parcial sobre o caso. Paulo Valed e o próprio Caio César Rocha decidiram aguardar a análise de Zveiter. A isso, seguiram-se mais três votos – Gabriel Martiniano, Alexander Macedo e Paulo César Salomão Filho -, todos contra o Treze, alegando entrada da ação fora do prazo.

Com quatro votos contra o Galo (e um pedido de vistas e duas esperas pelo pedido de vistas) o colegiado decidiu abrir votação para definir se a competição continuaria suspensa ou não. Cinco auditores votaram pela retomada da competição, já que a FPF precisa indicar os seus dois representantes na Série D.

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