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Deputado acusa diretor e chefe de segurança do Trauma de promover tumulto na ALPB

Aníbal Marcolino prometeu entrar com representação no Comando Geral da Polícia Militar contra a atitude do chefe de segurança, que é cabo da corporação.

8/05/2014 19:39

Edvan Benevides (de branco, à esquerda) tentou entrar na ALPB (Crédito: WSCOM Online)

O deputado estadual Aníbal Marcolino (PEN) acusou, nesta quinta-feira (8), o diretor técnico do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena (HETSHL), Edvan Benevides, e o chefe de Segurança da entidade, o cabo da Polícia Militar de nome Zilvan, de incentivarem a confusão na entrada da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). O parlamentar afirma que asimagens do tumulto mostram “claramente”, que os dois servidores foram os responsáveis pelo ato.

Aníbal Marcolino também acusou os dois servidores de levarem funcionários do próprio HETSHL e do Governo do Estado até a Casa de Epitácio Pessoa, em dia e horário normais de trabalho, para provocar o tumulto. “É lamentável quando um diretor e funcionários de um Hospital de Emergência e Trauma, que deveriam estar trabalhando naquele horário, ajudando a salvar vidas, se ausentam para provocar aquela confusão na entrada da Assembleia”, lamentou o deputado.

Aníbal disse também que a presença do diretor Edvan Gomes em manifestações na ALPB, não era nenhuma novidade. “Ele é reincidente, na abertura dos trabalhos legislativos deste ano, Edvan foi o responsável por levar vários servidores até a Assembleia para bater palmas para o governador Ricardo Coutinho. Ele, que devia coordenar o Hospital e cuidar da saúde das pessoas, está se especializando em coordenar claques”, comentou.

Servidor da Polícia Militar

Sobre o envolvimento de um membro da Polícia Militar no ato, Aníbal prometeu entrar com uma representação no Comando Geral da corporação, cobrando explicações sobre a conduta e a atitude do membro do cabo Zilvan.

O presidente do PSB em João Pessoa, Ronaldo Barbosa (de verde) também tentou entrar na ALPB (Crédito: WSCOM Online)

“O pior é um chefe de segurança, membro da Polícia Militar, incentivar as pessoas a forçarem a entrada no prédio da Assembleia, que está em reforma, com estrutura precária e impossibilitado de receber aquelas pessoas. Vamos acionar o Comando da Polícia Militar para saber porque ele liberou um membro, com gratificação, para comandar a segurança de um Hospital e ele estava ausente de seu posto naquele horário, incentivando aquele tumulto”, complementou.

Por fim, o deputado Aníbal Marcolino também lamentou a presença do presidente do Diretório do PSB em João Pessoa, Ronaldo Barbosa, na confusão. Segundo ele, o dirigente é outro reincidente em atos do tipo. “Desde a época de vereador que eu acompanho Ronaldo Barbosa comandando atos desse tipo na prefeitura e agora ele transfere esse ato para o Estado. Lamentável”, concluiu.

O ato ocorreu antes do início de sessão especial convocada pela Mesa Diretora da ALPB, que contou com a participação do secretário de Estado da Saúde, Waldson de Sousa.

Wscom