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Caseiro mata filha e neto de patrão no interior do Amazonas, diz polícia

25/04/2013 10:26

O caseiro foi levado para o 1º Distrito de Polícia Integrado de Manacapuru, onde passará pelos procedimentos legais (Foto: Aduto Silva/TV Amazonas)O caseiro foi levado para o 1º Distrito de Polícia Integrado de Manacapuru, onde passará pelos procedimentos legais (Foto: Aduto Silva/TV Amazonas)

Um caseiro, de 65 anos, confessou ter matado a filha e o neto do proprietário do sítio onde trabalhava, na Zona Rural do município de Caapiranga, a 134 km de Manaus, segundo a polícia. As vítimas tinham 30 e dez anos, respectivamente. O crime aconteceu nesta terça-feira (23), e o homem foi encontrado pela polícia na manhã do dia seguinte.

O caseiro, natural do Maranhão, estava a 100 metros do local do crime com a filha da vítima, de oito anos, como refém. De acordo com a polícia, o homem afirmou que iria estuprar a criança e cortar a garganta dela, como fez com o irmão.

O crime aconteceu na comunidade Cachoeira, no rio Manacapuru, onde as vítimas e o suspeito residiam. Segundo o cabo da Polícia Militar, Carlos Alberto Pacheco, a mãe foi morta com um tiro de espingarda calibre 12 na cabeça, e o menino com várias terçadadas pelo corpo, incluindo um corte na garganta.

Ainda segundo o cabo, a prisão foi feita após uma denúncia anônima. “Ligaram informando o que tinha acontecido e uma guarnição com três policiais militares e dois civis seguiu para fazer as buscas”, contou. Os corpos das vítimas, a criança sobrevivente e o caseiro foram levados para Manacapuru. Os corpos serão avaliados para saber se algum deles sofreu violência sexual antes ou depois de morrer. A criança mantida refém está bem e vai passar por exames médicos.

O caseiro foi levado para o 1º Distrito de Polícia Integrado de Manacapuru, onde passará pelos procedimentos legais. Ele não disse o que o motivou a cometer o crime. O cabo Pacheco informou ao G1 que existe uma grande possibilidade do suspeito ser encaminhado para Manaus, pois a população de Manacapuru está bastante revoltada com a situação. “Queriam linchar o caseiro quando ele chegou no porto da cidade”, informou o policial.

G1