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Bomba! Ésper diz que Clodovil foi “assassinado” e que já namorou jogadores de futebol e um famoso político brasileiro.

Estilista disse que Clodovil foi assassinado por garotos de programa ou militância política

18/08/2014 17:49

O estilista Ronaldo Esper, que esteve na manhã desta segunda-feira no programa Balanço Geral, da Rede Record, voltou a tocar em um assunto que foi deixado de lado pela polícia e pela mídia: o suposto assassinado do também estilista Clodovil Hernades, ocorrido há cinco anos.

Antes de terminar sua participação, Esper abriu o coração e deu sua opinião sobre a morte de Clodovil Hernandes.

– Não sei se ele morreu por algum motivo político ou por ele ter se envolvido com meninos de programa, mas ele foi assassinado. Eu não tenho provas, mas é o que eu acho. Eu queria pedir a exumação do corpo dele se eu fosse político. Disseram que ele teve um derrame hemorrágico. Mas a cama dele tinha 40 cm e o tapete 20 cm.

Como deu afundamento craniano? Eu acho que foi um crime, sim


O deputado federal, ex-apresentador de televisão e estilista Clodovil Hernandes morreu no dia 17 de março de 2009, aos 71 anos, em Brasília. Inicialmente a causa mortis anunciada teria sido morte cerebral. Ela foi revelada pelo diretor técnico do hospital Santa Lúcia, Cícero Henrique Dantas Neto. Dias depois, porém, o colunista Claúdio Humberto levantoua suspeita de assassinato em sua coluna nacional.

VEJA A NOTA NA COLUNA DE CLAUDIO HUMBERTO:

Conforme noticiamos em primeira mão às 21h20 de ontem, a Polícia Legislativa, da Câmara dos Deputados, lacrou o apartamento em que residia o falecido deputado Clodovil Hernandes, em Brasília, sob a alegação que será necessário realizar perícia para verificar a suspeita de que o parlamentar teria sido vítima de assassinato, e não de um acidente vascular cerebral (AVC), conforme atestaram os médicos. Assessores do deputado estavam gravando entrevista para o programa “Fantástico”, da Rede Globo, pelas 21h, quando agentes da Polícia Legislativa irromperam no apartamento, interrompendo as gravações e afirmando que todos deveriam sair porque o imóvel seria lacrado para perícia. A repórter que fazia a matéria era Poliana Abritta.

Clodovil Hernandes foi encontrado desacordado às 7h da manhã de segunda-feira (16) por seus empregados, que foram ao quarto recolher a cadela do deputado para administrar-lhe remédios prescritos pelo veterinário. Eles encontraram Clodovil deitado de bruços, nu, parcialmente sob uma escrivaninha. Ele perdeu 135 ml de sangue. Muito assustados, porque o corpo de Clodovil estava “duro”, conforme relatariam depois, os empregados despertaram Glaucio Hagabiti, o “Claus”, amigo dele há cerca de quarenta anos, e que estava em outro quarto.

Reporteriedoferreira.com  Por ConexãoJornalismo