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Barracos são qeuimados em reintegração de posse na Capital Paulista

17/11/2013 00:03

Barracos de madeira de um de um terreno invadido ao lado da Marginal Tietê, na região do Bom Retiro, na Capital, foram incendiados na tarde deste sábado (16) em que a Polícia Militar realiza reintegração de posse. O fogo foi extinto por volta das 17h20 e o Corpo de Bombeiros iniciou o trabalho de rescaldo. Até o momento não havia informações sobre vítimas. Cerca de 40 homens trabalharam na operação.

 

Por causa do incêndio, às 16h15 as pistas local e central da Marginal Tietê, sentido Ayrton Senna foram interditadas perto da Avenida do Estado. Também foram interditadas a Avenida do Estado, sentido Santana, junto à Avenida Tiradentes, e a Ponte Governador Orestes Quércia, que passa sobre os barracos.

Às 17h30, a pistal local da Marginal Tietê tinha 1,3 km de lentidão no sentido Ayrton Senna, a partir da proximidade do comunidade 02incêndio. A pista central tinha 700 metros de lentidão e a pista expressa, 400 metros. A Avenida do Estado tinha 850 metros de lentidão no sentido Ipiranga.

A invasão do terreno ocorreu no início de julho. Atualmente, aproximadamente 750 pessoas moravam no local, em barracos construídos com madeira e lona.

A área pertence à Prefeitura de São Paulo, que pediu a reintegração. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a Justiça requisitou que a Polícia Militar auxilie a desocupação.

 

Para auxiliar o cumprimento da decisão judicial, foram destacados 150 PMs e 20 veículos da corporação. Por volta das 7h30, policiais negociavam com os líderes a desocupação da área. Alguns moradores chegaram a bloquear a pista central da Marginal Tietê, no sentido Rodovia Ayrton Senna, causando 1,3 km de filas.

 

comunidade 01Acordo entre a Prefeitura e líderes

comunitários suspendeu por duas vezes a desocupação, prevista inicialmente para agosto. A suspensão, porém, foi revogada pela Justiça no último dia 30 de outubro, quando foi expedido um novo mandado.

O local abrigava parte do Clube de Regatas Tietê, que foi desativado no ano passado após a Prefeitura, dona do terreno, requisitar a devolução da área.

G1