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China isenta turistas em trânsito de visto; lista inclui Brasil e mais 44 países

Medida só vale para Pequim e por um período máximo de 72 horas; lista de beneficiados foi feita com base em países que mais enviaram turistas à China entre 2009 e 2011

5/12/2012 19:56
AP

Polícia paramilitar chinesa marcha na Praça de Tiananmen, em Pequim, onde vigorará benefício a turistas em trânsito (foto de arquivo)

O governo chinês anunciou a isenção de visto de entrada para turistas em trânsito que desejem ficar no país por um período máximo de 72 horas. O Brasil está entre os 45 países que integram a lista. A facilidade, no entanto, só vale para a cidade de Pequim.

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De acordo com as autoridades chinesas, o objetivo da medida é estimular o turismo, e a lista foi compilada levando em consideração os países que mais enviaram turistas à China entre 2009 e 2011.

A particularidade é que a regra só vale para os estrangeiros que entrarem no país pelo Aeroporto Internacional de Pequim e que não estarão autorizados a deixar a capital dentro dos três dias do benefício.

O número anual de turistas em Pequim é de 5 milhões e, com a nova isenção de vistos para estrangeiros em trânsito, a expectativa do governo é de que o número dobre. “Uma política de relaxamento de vistos é prática comum para aumentar o fluxo de turistas”, disse Wang Yue, vice-diretor da Comissão Municipal de Desenvolvimento do Turismo de Pequim.

“Em média, visitantes estrangeiros sempre ficam em Pequim por três dias e quatro noites, e seus gastos pessoas giram em torno de US$ 1 mil, duas vezes mais do que os visitantes domésticos”, diz Wang.

Xu Jianqiang, economista-chefe da Air China, companhia aérea estatal do país, diz que Tóquio e Seul ainda são os dois principais locais de escalas para estrangeiros na Ásia, mas que cada vez mais visitantes devem fazer turismo e participar de eventos de negócios em Pequim.

Para isso, espera-se que companhias aéreas internacionais aumentem o número de escalas de seus voos em Pequim, fazendo com que a cidade melhore sua capacidade de hub de transferência.

A capital chinesa deve criar produtos turísticos específicos tendo como alvo os visitantes que devem ficar dois ou três dias na cidade, incluindo novos free shops no aeroporto internacional.

 

Do Ig