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Candidato à presidência do Palmeiras, Perin pede profissionalização do clube

Para Décio Perin, mudanças nas áreas de marketing e finanças são importantes para que cube saia da situação incômoda

7/12/2012 14:58

Gazeta Press

Perin garantiu que, caso eleito, manterá o técnico Gilson Kleina (f)

Candidato à presidência do Palmeiras em 2013, Décio Perin afirmou que o clube precisa de profissionalização em algumas áreas, como na de marketing e na de finanças, se quiser sair desta incômoda situação. O candidato também criticou a atual gestão do time, que estaria “sem vontade” de administrar.

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“O Palmeiras sempre foi inovador. Após a Era Parmalat, nós esperamos uma profissionalização, mas recuamos e deixamos os concorrentes avançarem. Faltam profissionalização, competência e vontade política. A atual gestão não conseguiu fazer um trabalho à altura do Palmeiras”, criticou Perin à Rádio Bradesco Esportes .

Décio Perin revelou que já pensa em alguns nomes que podem o acompanhar em uma possível presidência. “Não vamos ficar parados e esperando as coisas acontecerem. Viemos para o futebol. As pessoas que vêm conosco são sérias. Não viemos com ‘poetas’”, garantiu. Na Série B do Campeonato Brasileiro de 2013, o Palmeiras precisa se espelhar em alguns rivais, como o Corinthians, por exemplo. Sem querer citar o nome de diretores rivais, Décio Perin afirmou que o marketing é eficaz e precisa ser estudado pelo Verdão.

“O marketing alavanca recursos e cria novos caminhos. É uma das áreas mais importantes do clube. Não preciso falar nomes, mas precisamos nos espelhar em rivais”, pediu o presidenciável.

Já dentro das quatro linhas, Décio Perin falou sobre o técnico Gílson Kleina, que, caso seja eleito, será mantido no cargo. “Ele é o meu técnico. Sinto vontade, honestidade e firmeza nele. E ele ainda nem mostrou trabalho. Até agora, foi só pressão”, analisou.

Sobre o meia Valdívia, que passou boa parte desta temporada sofrendo com as lesões no departamento médico, o candidato disse que a vontade do chileno em jogar precisa ser analisada, antes mesmo de qualquer exame médico sobre a condição física.

“Eu não sou médico, mas um jogador ficar 120 dias no departamento médico não dá. Tudo precisa ser apurado por uma equipe médica, mas também temos que analisar a vontade do jogador”, finalizou Décio Perin.

*Com Gazeta Esportiva