BESSA GRILL
Início » Colunistas » Inclusão social é uma realidade no Tribunal de Justiça da Paraíba: Levi Borges

Inclusão social é uma realidade no Tribunal de Justiça da Paraíba: Levi Borges

6/03/2014 00:02

 

TJPBA inclusão já é uma realidade no Tribunal de Justiça da Paraíba e será uma das marcas da atual gestão do Poder Judiciário estadual, em 2014. “A inserção dos deficientes físicos no quadro de servidores do Poder Judiciário da Paraíba é uma forma de promover a inclusão social desse público”, conforme declarou a presidente do TJPB, desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti. Para isso foi assinado um contrato com a Associação de Deficientes e Familiares, (Asdef).

O contrato firmado com a Asdef é voltado à prestação de serviço de telefonista, por parte da associação, visando atender a necessidade em diversas unidades judiciárias do Tribunal de Justiça do Estado. “O contrato inicial foi assinado no dia 14 de outubro de 2013, com vigência até 14 de outubro de 2014, para uma previsão inicial de contratação de dez deficientes”, divulgou Rui Bezerra, gerente de Contratação do Tribunal.

Nesta primeira, dos dez deficientes físicos contratados, três foram destinados para prestar serviços na sede do Tribunal de Justiça, três no Fórum Cível, dois no Fórum Criminal e, os dois últimos, designados para a Corregedoria Geral de Justiça. Conforme informou Rui Bezerra, os contratados já iniciaram os trabalhos desde o início das atividades no TJPB, em fevereiro deste ano.

O gerente de Contratação de pessoas do TJPB, Rui Bezerra, falou sobre a importância dessas contratações para o Poder Judiciário estadual. “ O deficiente é uma pessoa que já tem por natureza problemas de inserção de sua vida social e a inserção no mercado de trabalho. O mercado ainda é muito relutante à contratação de deficientes, por isso, a própria Lei vem facilitando a inserção desses deficientes. Essa lei permitiu ao Tribunal de Justiça da Paraíba poder contratar essa associação, sem fazer licitação. A vontade do Tribunal é, dentro da sua disponibilidade orçamentária, utilizar esse mecanismo”, explicou Rui Bezerra.

“Particularmente eu fico muito agradecido e também muito satisfeito em trabalhar para uma gestão que tem esse pensamento da sociabilidade, de fazer essa inserção social, de cuidar dos mais carentes. Principalmente agora, por exemplo, uma das políticas do Tribunal é a política voltada a violência contra as mulheres, o Tribunal está tentando fazer a vara de violência contra a mulher. É uma prática dessa gestão, está dando atenção a essas pessoas da sociedade que estão desamparadas”, concluiu Rui Bezerra. Assessoria