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EUA estão incomodados com ação militar russa na Ucrânia, diz Obama

2/03/2014 00:03

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez um discurso sobre a crise na Ucrânia nesta sexta-feira (28), e disse que os Estados Unidos estão muito “incomodados” com a ação militar russa na Ucrânia.

Obama faz discurso sobre a crise na Ucrânia nesta sexta, na Casa Branca. (Foto: Brendan Smialowski/AFP PHOTO)Obama faz discurso sobre a crise na Ucrânia nesta sexta, na Casa Branca. (Foto: Brendan Smialowski/AFP PHOTO)

“Qualquer violação na soberania da Ucrânia será profundamente desestabilizadora”, disse Obama. “Os EUA vão estar ao lado da comunidade internacional afirmando que haverá custos para qualquer intervenção militar na Ucrânia”, disse Obama.

“Estamos agora profundamente incomodados com os relatos de movimentações militares feitos pela Federação Russa dentro da Ucrânia”, disse o presidente a jornalistas na Casa Branca.

Embaixadora
A embaixadora dos EUA na ONU, Samantha Power, pediu também nesta sexta o envio urgente de uma missão internacional de mediação para tentar acalamar a crise na região da Crimeia e pediu à Rússisia que volte atrás em relação a sua presenaça na região.

Ela também disse que o governo está “muito preocupado” com as informações de que há forças russas no território ucraniano e condenou “qualquer movimento” que que busque “minar a integridade territorial” do país.

O presidente interino da Ucrânia, Olexander Turchinov, pediu nesta sexta que o presidente russo, Vladimir Putin, “pare imediatamente com sua agressão não dissimulada e retire seus militares da Crimeia”, em declarações transmitidas pela televisão.

Turchinov denunciou uma provocação de Moscou, pois, segundo ele, “provoca-se o conflito e, em seguida, anexa-se o território”. Ele fez uma comparação dessa situação com a intervenção da Rússia na Geórgia em 2008, antes da guerra que acometeu o país.

Nesta sexta-feira, pelo menos 20 homens vestindo o uniforme da frota russa do Mar Negro e armados com rifles cercaram um posto de fronteira da Ucrânia, perto da cidade portuária de Sebastopol, na região ucraniana da Crimeia.

G1