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HORA DO PROTAGONISMO:  Por Lena Rolim Guimarães 

1/09/2019 17:24

HORA DO PROTAGONISMO:  Por Lena Rolim Guimarães

Arena, PDS, FL e PFL estão nas origens do DEM, que ganhou essa denominação em 2007, no esforço de seus líderes para modernizar sua imagem e se comunicar melhor com os eleitores.

Quando PDS, participou da primeira eleição direta para governador do regime militar, em 1982, e elegeu Wilson Braga, e no ultimo ano do mandato, Milton Cabral para mandato-tampão.

A abundância de partidos disputando eleições desde então – temos 35 registrados no TSE – favoreceu o encolhimento do DEM. Nos últimos anos o cargo eletivo mais importante que ocupou foi uma vaga no Senado, com Efraim Morais. Atualmente, tem um deputado federal, Efraim Filho e um estadual, Felipe Leitão, que se filiou ao partido depois de eleito.

Mas, a nível nacional, a maré favoreceu o DEM. A eleição de Jair Bolsonaro e o anúncio de Onyx Lorenzoni para ministro-chefe da Casa Civil criaram condições para o partido que tem apenas a 10ª bancada na Câmara Federal (elegeu 29 deputados no País), mantivesse o deputado Rodrigo Maia na sua presidência.

No Senado, onde tem apenas seis senadores em 81, conseguiu o que parecia impossível: derrotou o poderoso Renan Calheiros (MDB) e elegeu como presidente o até então pouco conhecido Davi Alcolumbre.

Controlando as pautas do Poder Legislativo e com três ministros em pastas poderosas – além de Lorezoni (Casa Civil), tem Tereza Cristina (Agricultura) e Luiz Henrique Mandetta (Saúde) – o DEM ganhou fôlego a nível nacional, e o presidente estadual, Efraim Filho, quer aproveitar o bom momento para transformar o partido de coadjuvante em protagonista na política paraibana.

É com essa visão que realizou encontro estadual com a presença do presidente nacional, ACM Neto, no qual filiou cinco prefeitos, entre eles o de Cabedelo, 6° maior colégio eleitoral do Estado e com o 3° orçamento entre as prefeituras paraibanas.

Não é tudo. Efraim Filho garante que o DEM vai disputar mais de 80 prefeituras em 2020, inclusive a de João Pessoa, onde tem três nomes para escolher: o dele, o do deputado Felipe Leitão e o do ex-deputado Raoni Mendes. Diz que vai trabalhar para que o partido saia das eleições 2020 como um dos três maiores do Estado. Uma volta por cima, assim como ocorreu nacionalmente.

TORPEDO

“Eu acho que esse ato é daqueles que acreditam na luta do povo pela Transposição. Tem gente que não acredita e prefere não ir. Tem gente que não acredita e prefere vir com um discurso aguado, azedo, amorfo, de que se é um ato técnico ou um ato político.”

Do ex-governador Ricardo Coutinho, sobre ausências já anunciadas de políticos, inclusive do PSB, no ato que convocou para hoje, em Monteiro.

Ele vai?

Quando questionado se convidou João Azevedo, RC recomendou que a pergunta fosse feita ao governador “se ele vai, se ele não vai”. E mais: “O convite é público. E o governador já foi convidado por muita gente”.

Alfinetada

Ainda Ricardo, em entrevista a Correio FM de Campina: “A Transposição não tem um problema técnico, tem um problema político”. E arrematou: “Como é que alguém é político e renega a política?”

Tributo

O III Congresso Internacional de Direito, Governança e Inovação, que será aberto quinta-feira, em João Pessoa, terá como presidente de honra o desembargador federal Rogério de Meneses Fialho Moreira (TRF-5).

Estrelas

Na lista de palestrantes e debatedores, Robson Maia Lins (PUC), Jonathan Barros Vita (Unimar), deputado Hugo Motta, Walter Agra Júnior (UFPB), Rubén Miranda Gonçalves e Fábio da Silva Veiga (USC).

Conciliação

As inscrições para adesão à XIV Semana Nacional da Conciliação 2019 estão abertas e podem ser feitas até o dia 06 de setembro. A do TJPB foi feita por meio do Ato nº 64/2019, do desembargador Márcio Murilo.

Esperança

Após a reunião do Secretário de Saúde com Diretores do Napoleão Laureano, a expectativa é que o governador João Azevedo garanta recursos para o Hospital continuar tratando pacientes com câncer.

ZIGUE-ZAGUE

< Em razão do crescimento das despesas obrigatórias, o governo analisa alternativas para evitar descumprimento do teto de gastos, entre elas, gatilho para salários.

> Será necessária a aprovação de PEC que admita redução da jornada de trabalho e de salários dos servidores. Também está em análise mudanças no Sistema S.