Ao final deste ano 2016, me parece que a maioria do nosso povo, não teve qualquer desejo que fosse para o feriado derradeiro, quer com o dinheiro do décimo terceiro no bolso, ou mesmo abatendo os pepinos gastos que ficaram nos cofres dos bancos ou mesmo, escondido debaixo do folgado colchão do quarto de dormir. Eis que, o Dia de Natal, em 25 de dezembro, para nós brasileiros e católicos, é a principal celebração religiosa apresentada pelos cristãos. Aliás, os evangelhos canônicos, de Lucas e Mateus eram portadores da província romana da Judeia, do acontecido de uma bela mãe, ainda virgem que terminou viajando de Nazaré para Belém, a fim de comparecer a um censo e Jesus, que nasceu simples como nós todos, numa casa simples e pequena.

A tradição do nosso Natal, de muito tempo, que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo, com todos esmeros em procurar tudo o que Deus nos deu, a fim de manter tradição imorredoira e simples, porém que nossos olhos abertos para participar e ver, na decoração de casas, edifícios particulares e públicos, postes, árvores e pontes, todos prontos para engajar tudo, nas luzes, pinturas e guirlandas! Algumas sempre esmeram fazer em competições para decidir nas suas respectivas cidades, até o dia 25 de dezembro, pela decoração melhor apresentada, com o lídimo direito de receber a melhor de todos peças premiadas com os fortes aplausos dos premiados. Era uma participação, que eu também fazia e ajudava, com todos os esforços de minha mãe e professora, Adélia Dias Souto Maior, do colégio do SENAC/PB, fazia parte de amigas católicas da nossa cidade João Pessoa, armava o presépio da nossa casa, chamava parentes e amigas para a novenas, que as vezes chegava e, usava sempre o escapulário!

Atualmente, sinto a ausência sentida de minha querida mãe Adélia, ela tudo perguntava o que desejava fazer, afora ser uma dona de casa impecável, quando ela ia até a cozinha da nossa casa da Santos Dumont n.º 146, no centro da cidade de João Pessoa, onde marcada por meu pai Hilton, com pé de manga rosa límpida, gostosa e bela. Posteriormente e à jato, inventou para mim, a vez de plantar um filhote de Jambo-vermelho do Pará, que trazemos com alegria, deixando o chão vermelho das pétalas denossas calçadas,ao redor das ruas do Parque do Cassino que se transformou apenas ser restaurante. Entretanto, estamos em tempo desta fruta de valor calórico, fósforo, proteínas, ferro e, vitaminas A, B1 e B2, tudo de graça para quem comer, além da coloração púrpura, aromática e, finalmente os tapetes de flores.

Hoje, sinto muito na minha mente, pela falta das presenças dos familiares e amigos do peito, que também não se falam mais, até porque, no centro da cidade, a Lagoa dos Patinhos, o Clube Cabo Branco da sede no centro da cidade poucos vão tomar o famoso cafezinho onde a conversa era para tudo e todos, principalmente, nos tempos de eleições federais, estaduais e municipais, nos respectivos tempos. Todos os associados, aos poucos foram deixando a vontade de ir e falar na nossa sede, entretanto, os tempos são outros e difíceis para todos e, sabemos que os tempos mudam como o sopro pesado dos ventos em todo sentido.

Falamos sobre o Natal, mas nem o Papai Noel se veste com paletó e gravata, contudo ficou com a bolsa que não saberemos se vai dar presente a todos ou não!

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