Dos tempos passados de 1960, existiam a Guarda Civil Noturna nas principais cidades do país, sendo bem fardados, de quepe, conduzindo cassetete e,apitavam a noite inteira, para mostrar que estão na respectiva área e, se o ladrão falar alto,aí ele corre ligeiro para dar tempo de fugir.Era um bom jogo, parecendo gato e rato, igualzinho à dos vigilantes e dos ladrões famigerados, que se acomodavam com toda comida da cozinha raspada das bocas do fogão, da vítima. Nesse tempo, eu brincava em casa de revolver de brinquedo, em mão Roy Rogers, Buck Jones, Zorro, mais adiante, Django e o consagrado Clint Eastwood.

Sinceramente, o mundo rebolou várias vezes, e as guerras mundiais de consequência inadiável, geraram muitos prejuízos humanos, econômicos, sociais e políticos, atrelado pelo momento histórico do século XX, ousaram manter desordem vinda entre os Estados Unidos e União Soviética, com conflitos decorrente da Guerra Friaenvolvendo Coréia, Hungria e Vietnã, chegando a gerar a Crise dos Mísseis de 1962, destacando-se velha Cuba. Finalmente, as armas biológicas ainda persistem entre orientais versus ocidentais, descontrolados com atentados terroristas, sem previsão e avisos aos contendores, aumentado o quadro da tensão mundial.

Parece-me, que a loucura espalhafatosa brasileira, chegou em tempo de conhecer os assaltos com armas pesadas, munição à vontade e, bandidos destemidos da região, que sabem direitinho, qual a facilidade de saber, quando os cofres estão cheios nos Caixas Eletrônicos, na certeza da rara ausência da passagem dos poucos policiais. As explosões dos shoppings menores, por várias vezes, sem um só arranhão ou beliscão da força pública, é o mesmo que se esmerar em dar biscoito a elefantes doido… Aliás, os policiais são poucos, veículos com gasolina reduzida, armas de calibre pequeno e inadequado para o combate sem medo, até porque, o chamado efeito surpresa, depende da vontade, rapidez e coragem, dos comandos da força maior que erroneamente distribuem os policiais.

Existe, sim, uma frase de origem inglesa que calha bem ao momento atual: “Mataria pela paz, embora seja moderado ao extremo”.

(*) Advogado e desembargador aposentado