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SOBERANIA DAS URNAS OU ESTELIONATO ELEITORAL?: Escrito por Francisco Nóbrega dos Santos

5/10/2016 00:19

Nóbrega 03SOBERANIA DAS URNAS OU ESTELIONATO ELEITORAL?: Escrito por

FRANCISCO NÓBREGA DOS SANTOS

 

O povo brasileiro como sempre, se deixou envolve pelas propostas sociais que induziram à plebe desinformada a reeleger DILMA para um o segundo mandato, com verbas gastas sem controle, sem fiscalização e, sobretudo, sem respeito aos órgãos fiscalizadores da política nacional, sob os olhares omissos de muitos que apenas se preocupam com o status do poder.

E assim, iludida  com as mirabolantes e fantasiosas proposta de governo, a massa que elege (que é mais fácil de iludir), caiu no conto de fada. Muitos, inocentemente, abraçaram os planos eleitoreiros, disfarçados de programas sociais, sufragaram nas urnas todos os sonhos e as esperança de menos miséria.

No decorrer da toda trama e as falcatruas, próprias dos que se escudam no poder -poder de barganha, agasalhados pela força de uma caneta e do diário oficial, trazendo para os governantes que se elegeram usando o verbo para se beneficiarem da verba, em razão de uma corrupção institucionalizada, que reina no Brasil, escudada numa legislação anacrônica, obsoleta, porém intocável, por ser esse arcabouço de normas a forma melhor de eternizar o império da corrupção. Essa é a primeira página de um triste capítulo, com um epílogo previamente ensaiado nos porões do poder.

O desfecho dessa triste história, já estava sendo planejada, com a flexibilização de crédito consignado, para os mais sacrificados, sem qualquer controle  ou disciplina, como um freio à sede de gastos desordenados, que  sempre norteou a classe marginalizada , com a injusta distribuição da renda. E  nos primeiros dias do exercício financeiro do ano pós eleitoral, o governo escancarou  as represas que sustentavam a crise iminente (hoje atual), estouram os escândalos, a agressão violenta à instituições,  e as fortunas adquiridas, em verdadeiros assaltos à Petrobrás, Banco do Nordeste e outros dilapidados pelo peculato e estelionato que ainda não chegaram ao conhecimento público.

Na contra mão da crise pré fabricada, os dignos representantes do povo no Legislativo, em suas retóricas manifestações em palanque, juravam honra e fidelidade para com o povo carente de raciocínio, de alimento e de amor próprio. E logo fechadas as urnas e apurados os votos, já postulavam construção de obras faraônicas e superfaturadas. E numa desfaçatez cínica e desavergonhada, anuncia cortes nos programas sociais, ameaçando, ainda, corta verbas da saúde, que já se encontra na UTI, enquanto o dinheiro do povo escoa pelos ralos da corrupção.

Numa política LEVYANA e desastrosa, liberam os preços de combustível, energia, taxa de juros, impulsionando o flagelo que vinha reinando no seio da família de baixa renda.

Em antítese à choradeira dos governantes e sua base política, sem qualquer disfarce as casas legislativas, subestimando a miséria anunciada, anunciam elevação de despesas em R$ 100 milhões de reais, com a criança de mais cargos comissionados (aspones), para fortalecer as bases e costurar mentiras, preparando seu arsenal para a campanha que se avizinha.

Paradoxalmente os governantes insistem em realizar obras de fachada, construindo teatros e auditórios para milhares de pessoas, enquanto os enfermos padecem em hospitais por falta de leitos, medicamentos e material humano e de serviços, ilujdindo o povo com discursos controvertidos e frases já carimbadas junto a opinião pública.

E o povo indiferente ao flagelo, a miséria ocasionados pela má gestão do dinheiro público, continua esperando um milagre de DEUS, enquanto os bancos internacionais alimentam o capital de giro, as custas do dinheiro extraído da ingênua massa que tem força para colocar seus (in)dignos representantes no poder, mas não sabem que as mesmas prerrogativas, podem decretar o despejo, sem burocracia, sem sangue enquanto ainda resta um pouco de dignidade neste País.

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