Quem tem ou não tem o que fazer, até mesmo preguiça mansa de escrever, no máximo, saem de casa para desopilar a mente e ver o que se passa no tempo. Assim, abrindo os olhos devagar, todos correm para armazenam o que lhes interessam na vida, a fim de determinar o que desejaria em todas horas do dia e da noite. Antigamente, a gente ousava preparar as famosas escarcelasde papel, que eram sempre determinadas para os assuntos importantes e, até perigosas,arquivando segredos íntimos e perpétuos! Os cuidados do que se ouve e se fala dos amigos, colegas e familiares, mesmo nos tempos atuais,nem sempre são o que de verdade se aplica nas redes estridentes da internet, com grande alcance, velocidade e desenvoltura.Quando comecei a crônica “Perambulando”, até hoje, ainda guardo bons pedaços de jornais e revistas, que flagraram a parte boa nosso país, quer na política suja, no futebol brasileiro de100%, na insegurança pura, e o modelito da pobre e depreciada educação pública que sempre exigimos…

Suspirei mais uma vez, bem em cima do meu antigo computador DELL e,olhando a normal nostalgia dos papeis importantes,que conheço a tempo, no íntimo daqueles que chegaram anos luz e alguns novatos de completares primárias da sequência que não deve parar, porque saudamos e entramos,os momentos de todo tipo e sabedoria possível, de agora e a goda hora! Abri os olhos ainda mais abertos, limpei as lentes dos meus únicos óculos de grau, e resolvi perambular diuturno, com força e vontade inimaginável, assim ocupando o bom tempo que tenho, a fim de escrever com satisfação e luzes, até porque, assim gostamos do que realizamos. Um eloquente colega da advocacia paraibana, deu-me os pontos específicos para as coisas incomparáveis do passado, onde poucas tendências,que são apagadas,podem bem entrar no tempo remoto. Ousei completar, a escrita complexa e nostálgica, para jogar no tipo perambulardo amor, dizendo que:“apenas em três passos simples, um homem olha detido e apaixonado, aparecendo no mundo, quando logo se pega a mulher sorridente e, em pouco tempo, os valores tornaram-se coisas inexplicáveis”.

O restante de tudo,ou outros passos, poderiam ser besteira perambulante nossas, no entanto, entendi e sustentei que, de leva-las aos momentos inesquecível, o Dalai Lama, Prêmio de Doutor Honoris Causa de 1989, em Washington, explicou direitinho o porquê dos regidos dos tempos onde: “Só existem dois dias no ano, que nada pode ser feito. Um se chama ONTEM, e o outro AMANHÃ portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente, viver.”

O povo brasileiro, bem que espera acontecer momentos propícios para valorizar as coisas possíveis, simples e sentimentais de viver, com o sorriso motivado nas ruas e praças públicas, exercendo a felicidade, o amar e, com isso, viver tranquilos sob as bênçãos de DEUS !

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