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100 dias de Expedito 4: lixo toma conta das ruas de Bayeux

População revoltada com o comportamento da atual administração

10/04/2013 17:10

Bayeux 01Na cidade de Bayeux a chegada dos 100 primeiros dias de administração “a maior obra é cuidar das pessoas” é o assunto mais comentando. Os aliados do prefeito, até por dever de ofício, só têm o que comemorar pela conquista de um emprego. Para eles a cidade entrou num caminho sem volta rumo a dias melhores, prosperidade social,  desenvolvimento econômico, enfim, estes cem dias de gestão do Expedito Pereira (PSB) expressa o início de uma nova era para Bayeux, segundo opinião dos “Expeditistas”.

B ayeux 02Do ponto de vista dos oposicionista, claro, “está tudo como dantes no quartel d’Abrantes”, ou seja, não há nada para comemorar nestes cem dias de governo. O prefeito não conseguiu imprimir a marca de seu governo. Não há obras estruturantes.

Em João Pessoa, Conde e outras cidades os prefeitos comemoram os 100 dias com inaugurações e lançamentos de projetos, em Bayeux não há registro de nenhuma grande ação que possa marcar a data. O prefeito chegou a declarar no início do ano que faria uma coletiva dos 100 dias, mas parece que não temmuito o que apresentar. A impressão que fica para população é que a cidade ainda é administrada por J.Júnior.

Escândalos e polêmicas

A composição do secretariado foi predominantemente por políticos. Depois perdeu por duas vezes a eleição para presidente da Câmara de Vereadores por conta de um voto. 13 vereadores foram eleitos na sua base. Sofreu os primeiros golpes com a rejeição por parte dos vereadores para criação da secretaria de Indústria e Comércio. Preteriu o ambientalista Tarcisio Valério da Secretaria de Meio Ambiente. Afastou-se de aliados históricos. Teve as contas da prefeitura bloqueadas pela Justiça por não repassar o duodécimo à Câmara, fato inédito na história de Bayeux.

O propagado mutirão da limpeza não surtiu efeito. O da Saúde não respondeu às expectativas do povo. O lixo toma conta das ruas da cidade. Na saúde, denúncias de falta de soro, medicamentos, médicos. Contratos com advogados caríssimos. Agiu politicamente forte junto às associações para engessar a atuação das entidades. Denúncias de corte de convênio com entidade que cuida de criança e adolescente, falta de apoio aos Conselhos Tutelares.

A crise chega ao governo

Exoneração de aliados de primeira hora e membros do seu próprio partido. Zezito da Banca, Danyelle Caetano (Finaças), Kelly Bento, esposa de Waldson De souza (Saúde), André Ribeiro (Educação), Naldo da Imaculada (Chefe dos Vigilantes).

Para alguns segmentos da sociedade, falta humildade e competência. “Não dá mais para ficar botando a culpa em quem já saiu. Vai chegar um momento em que a cidade não suporta mais isso. O que a gente percebe é que, em três meses, muitas das coisas pioraram, por falta de humildade de aprender com os servidores que lá estavam e por falta de competência”.

Esse é um resumo dos 100 dias de governo Expedito sob o lema “ A maior obra é cuidar das pessoas (de casa)”.

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