Desembargador João Benedito é indicado para compor o TRE-PB




Em Bayeux, vereadores fazem BO e vão à Justiça contra manobra da presidente da Câmara

A manhã e parte da tarde foram de muita confusão em frente à Câmara de Bayeux. Um grupo de vereadores foi à Casa Severaque Dionísio reclamar da publicação de um ato da presidente Jays de Nita que convocou uma sessão extraordinária para esta sexta-feira, 30, para eleger o novo vice-presidente do poder legislativo municipal. A vaga passou a existir quando Jays, que era vice, assumiu a presidência em substituição a Adriano Martins, que morreu no dia 24 de dezembro. O problema com a convocação, segundo o bloco adversário da prefeita Tacyana Leitão, é que ela teria sido publicada com data de 27 de janeiro, mas só foi divulgada ontem dando prazo para inscrição de candidatos até as 14 horas de hoje, mas os parlamentares foram impedidos de entrar na sede da Câmara. Isso só aconteceu no início da tarde quando uma equipe da TV Norte chegou ao local para cobrir a movimentação.

Mesmo depois de entrarem na Câmara, os vereadores não conseguiram protocolar o pedido de retorno do vereador Marcelinho, que gera a exclusão de Gabriel Silva – aliado da prefeita – do mandato e quebra o quórum para a sessão de amanhã, nem tampouco realizar qualquer inscrição de candidatura ao cargo de vice presidente da Câmara.

Diante disso, os vereadores, dentre os quais Eloah Felinto, Adriano do Táxi, França, Nildo de Inácio, Nildo Casa Branca e Rosiene – foram à Polícia Civil registrar um boletim de ocorrência e deram entrada em uma ação pedindo a suspensão da sessão extraordinária convocada para esta sexta-feira, às 10 horas.

Confira o resumo da confusão que foi veiculado pela TV Norte no programa Liga 360 Debate:

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TCE-PB orienta prefeitos sobre registro e transparência dos gastos com festividades




Tovar Correia Lima confirma saída do PSDB e anuncia filiação ao MDB

A declaração foi feita durante entrevista à Rádio CBN João Pessoa.

Foto/ Reprodução
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O deputado estadual Tovar Correia Lima confirmou, na manhã desta terça-feira (27), que deixará o PSDB para se filiar ao MDB durante a próxima janela partidária, prevista para ocorrer nos próximos 30 a 40 dias. A declaração foi feita durante entrevista à Rádio CBN João Pessoa.

Segundo o parlamentar, a decisão é fruto de diálogos internos e do alinhamento com o grupo político ao qual sempre esteve ligado. Tovar revelou que tinha duas opções de migração partidária, mas que a escolha pelo MDB foi construída de forma coletiva.

“Vou sim para o MDB. Eu sempre fui um homem muito de grupo, muito ligado aos aliados com quem caminho politicamente. Temos formado duas chapas para a campanha proporcional, o PSD e o MDB, e após muitas conversas, a decisão foi migrar para o MDB na janela partidária”, afirmou.

O deputado destacou que a mudança vem sendo debatida com importantes lideranças do MDB, entre elas o senador Veneziano Vital do Rêgo, além dos deputados Anderson Monteiro, Dr. Romualdo e Felipe Leitão.

“A gente tem dialogado com o senador Veneziano e com deputados que integram esse campo político. Essa migração deve acontecer nos próximos 30 a 40 dias”, reforçou.

Durante a entrevista, Tovar também confirmou presença no evento político que acontecerá na próxima sexta-feira (30), em Campina Grande, no bairro do Catolé. Na ocasião, o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima deverá declarar apoio à pré-candidatura do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), ao Governo da Paraíba.

“Estarei sim. Já confirmei presença no evento e sigo as decisões do grupo político do qual faço parte”, declarou.

Tovar ressaltou ainda sua forte ligação com o grupo liderado por Pedro Cunha Lima, Romero Rodrigues e Cássio Cunha Lima, reafirmando que suas decisões políticas seguem as orientações desse núcleo.

“Tenho uma aliança muito forte com esse grupo. Está Pedro, está Romero, está Cássio, e é justamente por isso que sigo as orientações políticas deles”, disse.

De acordo com o deputado, o evento também marcará a apresentação de uma carta de compromissos e propostas discutidas entre Pedro Cunha Lima e Cícero Lucena, abordando temas estratégicos para o futuro da Paraíba.

“Todos conhecem as posições claras de Pedro sobre pautas importantes, como a primeira infância e outras questões que ainda serão amplamente debatidas”, concluiu.

Por: Fonte: RepercutePB




Câmara de João Pessoa convoca suplente para assumir mandato

O prefeito Cícero Lucena (sem partido) confirmou, na última  quinta-feira (30), o retorno do vereador João Almeida (PDT) ao comando da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania (Semusb) de João Pessoa. Com ampla experiência na área e histórico de gestão à frente da Pasta, Almeida retorna ao cargo com o compromisso de fortalecer as ações voltadas à proteção do cidadão e à melhoria da convivência urbana na capital paraibana. Quem assume a vaga no lugar de João Almeida na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) é Kleber Geraldo, primeiro suplente do partido.

“Minha vida pública sempre foi pautada pelo serviço à população”, disse o vereador João Almeida (Foto: Olenildo Nascimento/CMJP)
“Minha vida pública sempre foi pautada pelo serviço à população. Estar à disposição do prefeito Cícero Lucena é uma oportunidade de continuar meu trabalho em prol da segurança e cidadania da nossa Capital. Meu foco sempre será contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos pessoenses”, declarou.

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Almeida retorna com o compromisso de começar uma nova fase da Semusb, que será marcada pelo reforço das políticas de prevenção à violência, valorização da Guarda Civil Metropolitana e integração com outros órgãos de segurança.

Ele destacou que o foco do trabalho será promover uma cidade mais segura, humana e cidadã, com ênfase no uso de tecnologia para o monitoramento urbano.

João Almeida é policial rodoviário federal e deixou a Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania de João Pessoa em abril de 2024 para concorrer ao cargo de vereador. No pleito, ele foi eleito para seu quarto mandato, com 4.288 votos.

Kleber Geraldo assume
Com a licença de João Almeida para o cargo de secretário, quem assume na Câmara Municipal de João Pessoa é Kleber Geraldo (PDT), primeiro suplente do partido. Kleber Geraldo recebeu 3.665 votos nas eleições de 2024.

Fonte: PMJP




Empresas de irmãos e primo de Toffoli tiveram como sócio fundo ligado a suspeitas no caso Master

Duas empresas ligadas a parentes do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), tiveram como sócio um fundo de investimentos conectado à teia usada pelo Banco Master em fraudes investigadas por autoridades, de acordo com documentos e dados oficiais analisados pelo jornal Folha de S.Paulo.

O Arleen Fundo de Investimentos teve, ao menos até maio de 2025, ações da Tayayá Administração e Participações, responsável por um resort em Ribeirão Claro (PR) que pertencia em parte à família de Toffoli, e também participação direta na DGEP Empreendimentos, incorporadora imobiliária da mesma cidade que tinha como um de seus sócios um primo do ministro.

A conexão com o caso Master se dá por uma cadeia de fundos. O Arleen foi um dos cotistas do RWM Plus, que por sua vez também recebeu investimentos de fundos ligados ao Maia 95, um dos seis apontados pelo Banco Central como integrantes da suposta teia de fraudes do banco de Daniel Vorcaro. O fundo Arleen em si não é alvo de investigação.

O Arleen e todos os demais fundos da teia têm como administradora a Reag, que administrava também fundos ligados a Vorcaro e é investigada na operação Carbono Oculto, por suspeita de lavar dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital).

A Folha de S.Paulo procurou a assessoria do STF e perguntou se Dias Toffoli tinha conhecimento dessas conexões e se ele considera que as informações criam algum empecilho para a condução do caso, mas o ministro não respondeu até a publicação desta reportagem. Parentes do ministro também não se manifestaram. A Reag não comentou o caso.

Em nota enviada após a publicação da reportagem, a defesa de Vorcaro negou qualquer irregularidade ou envolvimento do Master com fraudes, fundos ilícitos ou operações destinadas a beneficiar terceiros. Disse que a reportagem estabelece “conexões inexistentes e distorce fatos ao sugerir vínculo entre o banco, seus executivos e investimentos mencionados”.

“O banco nunca foi gestor, administrador ou cotista dos referidos fundos”, declarou a defesa, que disse ainda seguir colaborando integralmente com as autoridades.

Com apenas um cotista, o Arleen foi encerrado no fim do ano passado. De acordo com balanço de maio de 2025, ele tinha apenas quatro investimentos: em duas empresas ligadas à família Toffoli (Tayayá e DGEP), em uma holding que não aparece em bases de dados oficiais, e no RWM Plus.

De acordo com investigadores, uma cadeia de fundos administrados pela Reag era usada para desviar dinheiro emprestado pelo Master, com a cumplicidade do banco. Isso acontecia por meio da aplicação dos recursos desses empréstimos.

A partir daí, o dinheiro transitava por uma teia de fundos comprando ativos podres que serviam para inflar artificialmente o valor de ativos, entre outras operações suspeitas.

Dias Toffoli é o relator do inquérito que investiga as fraudes do Master. Ele se tornou responsável pelo caso, no início de dezembro, depois que advogados de Vorcaro recorreram ao STF, argumentando que a investigação deveria ficar concentrada na corte devido à citação de um negócio imobiliário entre Vorcaro e o deputado João Carlos Bacelar (PL-BA).

O ministro manteve a condução do inquérito em sigilo e tomou decisões questionadas no mundo político e no mercado financeiro. Além do segredo imposto ao caso, Toffoli convocou uma acareação entre os investigados e um diretor do Banco Central, responsável pela fiscalização do sistema bancário. Parte das perguntas preparadas por seu gabinete ao tomar os depoimentos apontavam para eventual precipitação do BC na liquidação do Master, como argumenta a defesa de Vorcaro.

O resort Tayayá foi inaugurado em 2008 e teve participações acionárias de diversos integrantes da família Toffoli nos últimos anos. O empreendimento fica às margens do rio Itararé, que separa o Paraná de São Paulo. O hotel tem 4 estrelas e 58 mil metros quadrados.

Em 2017, o ministro recebeu uma homenagem da Câmara de Vereadores local por ter “colaborado para o desenvolvimento e incremento turístico do Município de Ribeirão Claro, notadamente por meio do apoio decisivo na implantação da empresa Tayayá Aquaparque Hotel e Resort”.

O Tayayá Aquaparque, resort de luxo em Ribeirão Claro (PR)
O Tayayá Aquaparque, resort de luxo em Ribeirão Claro (PR) – Reprodução

Dados de 2020 da Junta Comercial do Paraná mostram que a empresa que administra o empreendimento era controlada por Mario Umberto Degani, primo do ministro, e pelo advogado Euclides Gava Junior.

Em dezembro daquele ano, tornou-se sócia do resort a firma Maridt Participações, aberta quatro meses antes por José Carlos e José Eugênio Dias Toffoli, irmãos do ministro do STF. Degani, Gava e a Maridt passaram a deter um terço da empresa cada. A entrada dos irmãos no negócio foi noticiada pelo site O Antagonista.

A composição da Tayayá mudou ao longo dos anos seguintes. Segundo dados da Receita Federal de abril de 2025, permaneciam como sócios o primo Mario Umberto Degani e a PHB Holding, do empresário goiano Paulo Humberto Barbosa. Degani deixou a sociedade desde então. Hoje, a administradora da Tayayá é controlada por Barbosa e por duas empresas ligadas a ele.

Barbosa não respondeu às perguntas feitas pela reportagem. Euclides Gava Junior, que foi sócio de Degani, se apresenta como diretor do Tayayá Resort em seu perfil no LinkedIn. Ele não quis se manifestar.

Os nomes dos sócios das empresas constam em informações oficiais da base de dados da Receita Federal compiladas pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) na plataforma Cruza-Grafos, que exibe as relações entre todas as firmas do país e seus donos. Os parentes de Toffoli aparecem em informações compiladas em abril de 2025, as mais recentes disponíveis na plataforma. A família deixou as empresas desde então.

Já as relações entre os diferentes fundos estão documentadas em papéis da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), responsável por monitorar esse mercado.

O Arleen foi criado em 2021 e tinha ações do Tayayá entre os seus ativos desde que foi constituído. Em novembro daquele ano, uma participação de R$ 20 milhões representava 99% da carteira do fundo. Em 31 de maio de 2025, data do último balanço disponível, a participação do Arleen no Tayayá era de R$ 4,4 milhões.

Uma segunda empresa ligada a um parente de Toffoli aparece no balanço de maio de 2022 da Arleen. Na ocasião, o fundo tinha uma participação de R$ 16,1 milhões na DGEP Empreendimentos. A empresa tinha como sócio, além do Arleen, o primo de Toffoli que também participou do Tayayá, Mario Umberto Degani. Em maio de 2025, a participação do Arleen na DGEP era de R$ 16,4 milhões.

A DGEP é uma empresa de incorporação imobiliária. Sua sede registrada na Receita Federal fica no mesmo endereço do resort Tayayá, e o email informado na criação da empresa foi gerencia@tayaya.com.br.

Apurações da Polícia Federal e do Banco Central apontam para o uso de múltiplos fundos para inflar o patrimônio do Master. Uma operação da PF com base nessas investigações prendeu o banqueiro Daniel Vorcaro em 18 de novembro, quando ele se preparava para deixar o país.

Treze dias antes, em 5 de novembro, uma assembleia geral do Arleen resolveu liquidar o fundo dali a dois dias, em 7 de novembro. Uma outra assembleia realizada em 1º de dezembro do ano passado postergou essa data para 22 de dezembro. Quando o fundo foi criado, em junho de 2021, o prazo previsto de duração era de 20 anos.

Documentos registrados na CVM desenham a conexão entre o Arleen e um dos fundos investigados no caso Master.

O Maia 95, um dos focos da fraude investigada pelo Banco Central, é dono de cotas do Murren 41, que por sua vez era cotista do Money Market. O Money Market e o Arleen tinham cotas de participação no mesmo fundo, o RWM Plus.

Numa auditoria feita no Arleen e registrada na CVM em maio de 2025, a empresa Next Auditores se absteve de emitir um parecer sobre o fundo, apontando falta de documentação societária, confirmações de saldo e demonstrações contábeis. Isso quer dizer que a Next não conseguiu fazer o trabalho de checagem das contas do fundo.

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II Encontro de Câmaras Municipais reuniu mais de 1.600 pessoas




Governador João Azevêdo a Cícero: “Vamos mostrar que ele estava errado”

Governador João Azevêdo (PSB) e prefeito Cícero Lucena (MDB)

O governador João Azevêdo (PSB) disse, na manhã desta segunda-feira (05), que o resultado da eleição deste ano “mostrará”que o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), “errou” ao optar pelo rompimento com a base governista e firmar aliança com a oposição para disputar o Governo da Paraíba em 2026.  Durante o lançamento da revista Paraíba da Gente, com as ações realizadas pelo Poder Executivo Estadual em 2025, Azevêdo lembrou o apoio que deu a Lucena nas últimas eleições municipais.

“Com relação ao prefeito, ele escolheu seu caminho e seguiu. Essa é uma decisão pessoal. Nós não esperávamos que isso acontecesse. Até porque eu tive o prazer de minimamente ajudá-lo na sua caminhada e na sua volta à política, ele estava fora da política e voltou. Todos nosso grupo, não só eu, mas o PP e o Republicanos, fizemos o nosso trabalho, que era dentro daquela aliança fazer o trabalho. Não faço nada para cobrar de ninguém depois. Tudo que faço na minha vida é o que eu acredito que preciso fazer. Não tenho cobrança para quem quer que seja. Quem quiser seguir seus caminhos, que siga. A vida é assim. Somos frutos das nossas escolhas. Temos ônus e bônus de cada escolha. E não tenho preocupação nenhuma com o prefeito. Vamos para disputa e nós vamos mostrar que ele [Cícero] estava errado [ao romper com a base governista]”, afirmou.

Na entrevista coletiva, o gestor estadual também disse que não iria deixar se levar por discussões na oposição e provocou o bloco ao se referir o modo do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União), de administrar.

“Não se faz política pensando em adversário. Se faz pensando no projeto que vamos apresentar para Paraíba. É isso aqui. Daqui pra cima, daqui para mais, daqui para frente. É isso que queremos. Se for me basear pela oposição fica complicado. É a gestão de Campina Grande que a gente quer que volte ao Estado? Vá lá em Campina”, indagou.

Saída do governo 

No evento, o governador reforçou que deve sair do cargo em abril para disputar o Senado. Mesmo com a desincompatibilização, Azevêdo disse que deixará ao vice-governador Lucas Ribeiro (PP) um estado equilibrado e com ações planejadas até o próximo ano.

“O estado está pensado e planejado. Saio com a sensação de que o que foi feito e que vai ser feito está planejado. Nunca se fez uma transição nesse estado com a estabilidade fiscal que vamos fazer”,  citou.

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Cícero Lucena recebe apoio de grupo de oposição em Fagundes na disputa pelo Governo do Estado




Lula dá posse a Gustavo Feliciano no ministério do Turismo; Hugo e João prestigiam solenidade

O novo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, assumiu formalmente o cargo hoje de manhã, durante cerimônia concorrida em Brasília, especialmente considerando que o evento aconteceu na antevéspera do Natal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou o termo de posse, mas não discursou. Ainda prestigiaram a solenidade o presidente da Câmara Federal, Hugo Motta (Republicanos) e o governador da Paraíba, João Azevedo (PSB), a ministra Gleisi Hoffmann, das Relações Institucionais, além de Celso Sabino, ex-titular do Turismo que reassume o mandato de deputado federal, entre outras autoridades.

O novo ministro se disse emocionado por trabalhar ao lado de Lula “[Assumir o cargo] significa fazer parte, mesmo que de forma humilde, de sua monumental trajetória. Fazer parte, mesmo que minimamente, de sua história. O senhor é muito mais que um presidente. O senhor é um marco na história do Brasil e do Mundo”.

“A decisão do senhor de atender a indicação do nome de Gustavo Feliciano demonstra sua sensibilidade política e capacidade de agregar, de poder trazer ao ministério um paraibano jovem, com currículo de dedicação ao Turismo, que conhece a área e não tenho dúvida que dará seguimento a todas as ações elencadas por Celso Sabino para que o Brasil possa aumentar o número de turistas que nos visitam. Ele contará com o apoio da Câmara dos Deputados”, declarou Hugo Motta.