STJ prorrogou por 120 dias o afastamento dos conselheiros do TCE-PB

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) prorrogou por 120 dias o afastamento dos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), Nominando Diniz e Arthur Cunha Lima. A decisão foi tomada ontem (19), quando a Corte Especial acatou pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PRG).

A assessoria do TCE-PB informou que não foi comunicada da decisão.

Nominando e Arthur foram afastados do cargo em dezembro do ano passado no âmbito da Operação Calvário. O afastamento ocorreu por decisão também do STJs.

Segundo as investigações da Operação Calvário, os dois receberam propina para aprovar as contas da Cruz Vermelha, usada pelo ex-governador Ricardo Coutinho para desviar recursos de hospitais que administrava no estado.

Os conselheiros foram afastados pelo ministro Francisco Falcão, relator do caso no STJ. decisão que foi confirmada posteriormente pelos demais ministros da Corte Especial.

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Flávio Bolsonaro recorre e tenta barrar investigação contra ele por crime eleitoral

 

Advogados do senador recorreram da decisão do MPF de autorizar a continuidade do inquérito sobre suposto crime eleitoral cometido pelo parlamentar. Filho de Jair Bolsonaro é investigado por suposta falsidade ideológica e lavagem de dinheiro

Senador Flávio Bolsonaro em Brasília (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

 

RIO DE JANEIRO (Reuters) – Os advogados do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) recorreram da decisão do Ministério Público Federal (MPF) de autorizar a continuidade do inquérito sobre suposto crime eleitoral cometido pelo parlamentar, conforme informaram neste sábado.

Na segunda-feira, o MPF havia rejeitado o arquivamento da investigação por alegadas omissões em declarações de bens apresentadas em eleições passadas, e determinado a continuidade do inquérito pela Procuradoria Eleitoral do Rio de Janeiro.

Flávio Bolsonaro, filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro, é investigado por suposta falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, por ter omitido bens nas declarações entregues à Justiça Eleitoral do Rio em 2014, 2016 e 2018.

O MP eleitoral do Rio havia recomendado o arquivamento, mas o juiz eleitoral do inquérito, Flávio Itabaiana, foi contra a paralisação da investigação eleitoral. O caso foi então encaminhado para a 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, em Brasília, que decidiu pela continuidade da investigação.

“A própria Polícia Federal, assim como dois promotores eleitorais, também pediram o arquivamento e declararam que Flávio Bolsonaro não cometeu qualquer irregularidade”, informou a defesa do senador.

“Apesar de todos os pedidos e de todas as provas que isentam o parlamentar, a investigação continua aberta. A defesa quer apenas que se respeite o arquivamento solicitado pelo próprio Ministério Público”, acrescentaram os advogados.

Além da suspeita de crime eleitoral, Flávio Bolsonaro é investigado por suspeita de ter praticado desvio de recursos em seu gabinete quando era deputado estadual do Rio, no caso que ficou conhecido como “rachadinha”.

O parlamentar também já foi ouvido no inquérito do MPF que apura denúncia de vazamento da operação Furna da Onça, em 2018, quando surgiram as primeiras informações relativas a movimentações financeiras atípicas em mais de 20 gabinetes da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

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Cartaxo admite uma possível aliança com PSB do ex-governador Ricardo Coutinho

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV) disse que é um político voltado para o diálogo ao comentar uma possível aliança com o PSB do ex-governador Ricardo Coutinho. “Eu sempre fui um político voltado para o diálogo, essa é a minha marca, desde vereador na cidade de João Pessoa, como deputado estadual, vice-governador, e como prefeito eu entendo que o diálogo faz parte da política, faz parte da vida” disse.

Cartaxo, que também é presidente estadual do PV, reafirmou a candidatura da ex-secretária de educação, Edilma Freira, para a sua sucessão na capital, destacando que ela fez uma revolução no município com a rede de creches e escolas de tempo integral.

Para o prefeito, o governador João Azevedo (Cidadania) terá dificuldades em fazer transferências de votos porque foi eleito no campo da centro-esquerda e agora se aliou ao candidato do centrão, Cícero Lucena (Progressista). O gestor ainda avaliou que João, eleito no primeiro turno em 2018, foi um “receptor de votos”, numa referência ao apoio do então governador Ricardo Coutinho.

“Na eleição passada, o atual governador foi receptor de votos. Houve uma transferência de voto para o atual governador. Agora a gente vai saber qual é a capacidade do governador de transferir os votos que não foram dele, para um outro candidato”, destacou.




Cidadania recebe o companheiro, ex-governador, ex-senador, ex-prefeito e futuro prefeito da cidade de João Pessoa de braços abertos”, diz Guerra

Ronaldo Guerra Foto: Reprodução

O presidente estadual do Cidadania, Ronaldo Guerra, participou da live desta segunda-feira (24) em que o governador João Azevêdo anunciou apoio a pré-candidatura a prefeito de Cícero Lucena em João Pessoa. Na ocasião, Guerra afirmou que a aliança vai “perdurar” para os próximos pleitos.

“Tenho certeza de que essa aliança vai perdurar para os próximos pleitos de forma que a família Cidadania recebe o companheiro, ex-governador, ex-senador, ex-prefeito e futuro prefeito da cidade de João Pessoa de braços abertos”, afirmou.

Segundo o dirigente estadual, essa aliança, firmada na Capital, irá se estender também para os outros municípios paraibanos. “Temos a convicção que essa aliança irá, nesse momento, celada em João Pessoa, logo, logo, irá para outros municípios. Seja bem vindo Cícero”, comentou.




Vice de Cícero Lucena será do Cidadania, Azevêdo ,fará anuncia dentro de 10 dias

 

Foto: Reprodução/YouTube anuncio vai sser feito

O governador João Azevêdo revelou que vai anunciar dentro de dez dias o nome do pré-candidato do Cidadania a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo ex-senador Cícero Lucena, pré-candidato do PP a Prefeitura da Capital. João acrescentou que o nome será definido em comum acordo com Cícero.

“Essa discussão já está sendo feita no partido. Vamos discutir internamente no partido quem será o nome que poderá compor, logicamente com a aprovação do candidato Cícero Lucena, um nome para compor essa chapa. Isso são etapas que serão vencidas e nós, dentro desses próximos dez dias, nós teremos ai um outro momento para anunciar o vice, que nós colocaremos e que será colocado em comum acordo para compor essa chapa que, com certeza, será vitoriosa”, explicou o governador, durante live, após anunciar o apoio do Cidadania a pré-candidatura do ex-senador.




Cidadania cria coordenação eleitoral para articular candidaturas municipais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O presidente estadual do Cidadania na Paraíba, Ronaldo Guerra, assinou na última sexta (21) a resolução orgânica estadual 001/2020, criando a Coordenação Eleitoral Estadual, responsável por apoiar e articular chapas junto aos municípios paraibanos para a disputa eleitoral que se aproxima.

Fazem parte da coordenação os secretários Nonato Bandeira, Tibério Limeira e Deusdete Queiroga. E os filiados Junior Pires, Isis Rafaela Rodrigues da Silva, Ronaldo Benício, Ronaldo Barbosa, José Edvaldo Rosas, Robéria Balbino da Silva e Rubens Freire.

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Corrida eleitoral em Patos vai se afunilando e o eleitor conhece seus candidatos 

Da esq. para a dir. em cima: Dr. Ramonilson Alves, Edjane Araújo, Héber Tiburtino e Ivanes Lacerda. Em baixo: Lenildo Morais, Lucinha Peixoto e Prof. Jacob Souto.

A corrida eleitoral em Patos está tomando forma. Após várias movimentações, como pré-candidato ingressando na chapa de vice de outro, ou a desistência de Dr. Érico (Cidadania) do pleito, atualmente, sete são os pré-candidatos que seguem rumo as eleições municipais em novembro. Confira a seguir quem são eles:

Dr. Ramonilson Alves (Patriota)

Ramonilson Alves é juiz aposentado, e decidiu entrar na política. Sua primeira experiência será concorrendo ao cargo de prefeito de Patos, e para isso, escolheu filiar-se ao Patriota. O pré-candidato já disse que todo e qualquer apoio em nome da reconstrução da cidade será bem-vindo. Dr. Ramonilson está bem cotado nas pesquisas de intenção de voto realizadas por rádios do Sertão. Durante esta semana, foi anunciado que Umberto Joubert (Dem), até então pré-candidato, se uniu com Dr. Ramonilson e será vice em sua chapa.

 

Edjane Araújo (PDT)

Atualmente, Edjane é vereadora do município. É uma das vereadoras de oposição do atual prefeito interino, Ivanes Lacerda, inclusive denunciando ameaças políticas sofridas por seu trabalho. Já atuou como secretária de Desenvolvimento Social do município, durante a gestão do então prefeito interino, Bonifácio Rocha. Em entrevista, Edjane chegou a afirmar que tem afinidade com os eleitores do prefeito eleito e afastado, Dinaldinho, e que irá buscar apoio do governador João Azevêdo (Cidadania). Ex-pré-candidato, Dr. Érico já se mostrou favorável à sua pré-candidatura.

Héber Tiburtino (DC)

Pré-candidato pelo Democracia Cristã, Héber Tiburtino já anunciou, inclusive, sua chapa para a disputa em Patos em novembro. Em entrevista, ele afirmou que tentou contato com outras lideranças políticas, mas que não foi ouvido. Héber decidiu, então, descartar a união de forças para o pleito municipal e tocar a corrida eleitoral com seus projetos e ideais.

Ivanes Lacerda (PRB)

O atual prefeito interino de Patos está na disputa pelo cargo efetivo em 2020 pelo Republicanos. Após bastidores ventilarem que Nabor Wanderley (PRB) seria pré-candidato, desmentidos pelo próprio, coube ao atual prefeito interino encabeçar a chapa do partido. Ivanes assumiu o cargo interinamente em 2019, após o afastamento do prefeito eleito Dinaldinho Wanderley, e a renúncia de seu vice e do então presidente da Câmara de vereadores, Bonifácio Rocha e Sales Júnior, respectivamente. O prefeito interino busca o apoio do governador João Azevêdo (Cidadania) em sua pré-campanha.

 

Lenildo Morais (PT)

Lenildo Morais já assumiu o cargo de prefeito de Patos anteriormente. Em 2016 era vice da então prefeita Francisca (Chica) Motta, que foi afastada do cargo após uma operação da Polícia Federal. Logo, Lenildo assumiu. Também foi secretário da Agriculta Familiar na gestão de Ricardo Coutinho. Lenilson e o diretório estadual do PT esperam uma possível visita do ex-presidente Lula para apoio a sua campanha, que deve vir à Paraíba durante o período eleitoral.

Lucinha Peixoto (PCdoB)

Lucinha Peixoto é a pré-candidata do PCdoB para o cargo de prefeita. Era vereadora do município até pedir licença para concorrer no pleito. Uma parceria recíproca entre PCdoB e PT, como deve acontecer em João Pessoa e em Campina Grande, não deve ser o caso em Patos, já que os dois partidos têm candidatura própria, e até este momento, não abrem mão da condição de cabeça de chapa.

Prof. Jacob Souto (Rede)

O professor Jacob Souto será candidato pelo Rede Sustentabilidade. O professor já foi candidato a Deputado Federal em 2018, sendo o segundo candidato mais votado em Patos, e candidato à prefeitura municipal em 2016.

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Azevêdo adota estilo que “distensiona” ao invés de provocar o confronto

Em pleno andamento do mandato conquistado em primeiro turno nas eleições de 2018, o governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania) impõe-se, naturalmente, por um estilo que colabora para distensionar as “relações institucionais” entre Poderes constituídos. O seu governo também dialoga constantemente com instituições representativas da sociedade civil, com a imprensa, e é respeitoso no convívio com adversários políticos, quer estejam representados por pessoas ou partidos que integram o cenário. Nos meios políticos e sociais em geral a comparação é inevitável com o governo do antecessor, Ricardo Coutinho (PSB), com vantagem para Azevêdo. O estilo de Ricardo era o do confronto permanente, que gerava instabilidade e dificultava a cooperação em torno da governabilidade. Coutinho não dava chance à paz como requisito para a ação administrativa exitosa. Mas o que a Paraíba menos precisa é de estilos vulcânicos com fins midiáticos.

O método conciliador ou moderado do governador João Azevêdo ganha mais fluência ou visibilidade inexoráveis em face da situação de calamidade enfrentada pela Paraíba, a braços com os graves reflexos ocasionados pela pandemia do novo coronavírus. Situações excepcionais dessa natureza, via de regra, exigem que o comando administrativo, além de se revelar eficiente, proativo, na tomada de decisões, oferecendo respostas rápidas e eficazes às demandas de emergência como corolário da crise sanitária, seja pautado pelo equilíbrio, pela serenidade e racionalidade na adoção das medidas. Dos gestores espera-se, também, que pratiquem a relação democrática, compartilhando com outras autoridades a execução das propostas consensuadas para enfrentamento à epidemia de Covid-19. João Azevêdo, pelos depoimentos que têm sido colhidos, porta-se à altura das responsabilidades que lhe são delegadas, pautando-se pelo estilo que é inerente ao seu perfil.

Mesmo na relação com o Palácio do Planalto, que se torna dificultosa pela postura negacionista do presidente Jair Bolsonaro em relação à gravidade da pandemia e, às vezes, pelo tom assumidamente beligerante do mandatário, que não esconde restrições pessoais a governadores tidos como adversários, sobretudo os da região Nordeste, João Azevêdo tem saído incólume porque não incentiva bolsões de atrito que possam redundar em prejuízos para a Paraíba. O gestor paraibano demonstra ter consciência de que, qualquer passo em falso no terreno movediço do diálogo com o governo federal, há de ser fatal para a população, que não pode ser penalizada mais ainda em virtude de divergências político-partidárias ou ideológicas. Ainda que atuando de forma articulada com colegas que compõem o “Consórcio Nordeste”, um movimento não encarado com bons olhos por Bolsonaro, o governante paraibano, pessoalmente, busca aplainar caminhos, fugir de atalhos sinuosos que desembocam em precipício.

Quando foi preciso marcar posição, em documentos conjuntos, perante o governo federal, nas questões ou discussões pontuais envolvendo interesses de Estados e obrigações da União, João Azevêdo aquiesceu à colação como representante qualificado do povo paraibano. Entretanto, posicionou-se objetivamente, sem bravatas ou provocações para o confronto estéril, e colocando na mesa, com toda a transparência possível, as reivindicações justas e imperiosas diante da conjuntura que intranquiliza o país como um todo. Em nenhum momento reclamou privilégios ou concessões além da conta para o Nordeste como um todo e para a Paraíba em particular. No contraponto, balizou que também não seria possível ceder um milímetro a mais que viesse a ser solicitado, em detrimento de necessidades palpáveis ou prementes.

Essa postura de altivez granjeou para o governador paraibano credenciais que possibilitassem à Paraíba respirar em meio à calamidade do coronavírus, associada a uma crise econômica sem precedentes nos últimos anos, ocasionada pela paralisação compulsória de atividades produtivas dentro da estratégia de prevenção do contágio e da filosofia focada em salvar vidas, como tem sido a tônica de quem está à frente do poder público, nas diferentes esferas, neste momento, no Brasil. A par disso, Azevêdo tem atuado, juntamente com a sua equipe, para viabilizar metas que pareciam condenadas a ficar congeladas e que incidem na captação de investimentos e no incremento de obras que são indispensáveis para que não cesse o projeto de desenvolvimento do Estado. Em última análise, tais metas constituem o esboço das ideias que foram apresentadas em praça pública pelo então candidato a governador, na campanha eleitoral, e que tomam forma no resgate de compromissos firmados ou de promessas verbalizadas.

Para manter um ritmo administrativo de resultados, que igualmente são cobrados pela opinião pública, o governo João Azevêdo não tem poupado esforços no sentido de contemplar diferentes frentes ou setores que reclamam investimentos prioritários tendo como subprodutos emprego e renda, em intervenções planejadas para fazer o Estado avançar. O atual chefe do Executivo está atento a essa realidade. Ele sabe que está sendo colocado à prova não apenas no enfrentamento à pandemia, que se traduz em ponto fora da curva para os gestores em geral, mas na administração do contencioso para a qual foi eleito, englobando as demandas da Paraíba. Espera, é evidente, sair-se com louvor na empreitada, até como recompensa pela obsessão em trabalhar pelo Estado e acudir o seu povo na precisão. Ou, como se diz popularmente, no “apertado da hora”…

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Guerra diz que Cidadania anunciará até segunda-feira,decisão sobre posicionamento nas eleições de JP

 

Ronaldo Guerra, presidente estadual do Cidadania

O presidente estadual do Cidadania, Ronaldo Guerra, confirmou nesta sexta-feira (21),  em entrevista à Rádio Correio, que o Cidadania anunciará o posicionamento sobre as eleições em João Pessoa, nesta segunda-feria (24), às 10h, na sede da API (Associação Paraibana de Imprensa). O partido se reúne, nesse fim de semana, para definir os últimos detalhes antes do anúncio.

O Cidadania já bateu o martelo em relação ao apoio à pré-candidatura de Cícero Lucena (PP). A discussão agora, gira em torno do nome do vice para compor chapa. Além de Bruno Farias, os nomes da vereadora Raíssa Lacerda (Avante), de Valquíria Alencar, presidente estadual das mulheres do Cidadania e Fabíola Rezende (Cidadania), ativista em defesa dos direitos dos animais e Odon Bezerra, irmão do deputado Hervázio Bezerra, também entraram na disputa pela vaga.

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O pré-candidato a prefeitura de JP Cícero revela conversas com vereadores do Avante

 

Foto: Marketing e Mídias Digitais da Arapuan

O pré-candidato a prefeitura de João Pessoa pelo PP, o ex-senador Cícero Lucena revelou nesta sexta-feira (21) que depois que o presidente municipal do Avante, Felipe Leitão mandou o recado para que os vereadores declarassem apoio a sua candidatura, ele vem mantendo diálogos com esses vereadores.

Durante entrevista ao Programa Rede Verdade do Sistema Arapuan de Comunicação,  Cícero Lucena não citou o nome dos vereadores  do Avante com quem vem conversando, mas destacou que o seu grande objetivo é formar um grande arco de alianças para consolidar a sua vitória.

“Estamos conversando com todos os partidos e mostrando para eles o nosso projeto de fazer uma gestão transformadora, eficiente e humanizada, ou seja, uma gestão que realmente  tenha o compromisso de respeitar e cuidar das pessoas como elas merecem”,finalizou.

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