Nesta segunda-feira ( 04 ) agências da Caixa Econômica abrirão duas horas mais cedo

A partir desta segunda-feira (4) a Caixa vai antecipar em duas horas a abertura de todas as agências do país. Com a mudança – pensada para agilizar o atendimento e evitar grandes filas e aglomeração de pessoas aptas a receber o auxílio emergencial de R$ 600 – as unidades passarão a funcionar de 8h às 14h. Desde 22 de abril, 1.102 agências já vinham funcionando nesse horário.

O banco também anunciou, a partir desta segunda-feira, um reforço no número de vigilantes nas agências. Serão mais 2.800 que vão se juntar aos 2 mil que já estavam atuando. Além deles, outras 389 recepcionistas vão reforçar orientação e atendimento ao público.

Sábado

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, as filas nas agências do banco ocorrem porque os beneficiários do Bolsa-Família e os informais sem conta demandam atendimento pessoal. No próximo sábado (9) 1,4 mil agências vão abrir para realização do saque do auxílio emergencial, serão 498 a mais que nesse sábado (2), quando 902 atenderam a população.

Segunda parcela

Para que se evite filas, o pagamento da segunda parcela do benefício, deste mês, será reformulado e divulgado após uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro ainda essa semana. Antes disso uma proposta de datas será discutida com os ministros da Economia, Paulo Guedes e da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

Canais Digitais

A prioridade ainda é manter o atendimento digital, por meio do cadastramento por app, site e a movimentação do benefício pelo “Caixa Tem” .A Caixa ressalta a importância de que só devem ir pessoalmente às agências os usuários que precisam realizar serviços essenciais ou os beneficiários que receberam o auxílio na Poupança Social Digital e querem receber o benefício em dinheiro.

O banco orienta que aqueles que receberam o crédito por meio da “Poupança Digital Caixa” devem pagar boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras, bem como fazer transferências para outros bancos por meio do aplicativo.

É importante esclarecer que os beneficiários do Auxílio Emergencial que receberam o crédito em poupança da CAIXA podem movimentar o valor digitalmente pelo Internet Banking ou mesmo utilizando o cartão de débito em suas compras. Os beneficiários do Bolsa Família aptos para o auxílio recebem o crédito no mesmo calendário e na mesma forma do benefício regular, por meio do cartão Bolsa Família nos canais de autoatendimento, lotéricas e correspondentes “Caixa Aqui”; ou por crédito na conta “Caixa Fácil”.

Para quem busca informações sobre o cadastro, os canais são o site auxilio.caixa.gov.br, o app Caixa | Auxílio Emergencial e a central telefônica exclusiva 111.

Histórico

Desde o dia 9 de abril, quando teve início o pagamento, 50 milhões de brasileiros já receberam o crédito do benefício, ou seja, um em cada três brasileiros adultos. Ao todo, mais de R$ 35 bilhões já foram creditados.

Segundo a Caixa, até 18h ontem (2), 50,2 milhões de cidadãos se cadastraram para solicitar o benefício. O site auxilio.caixa.gov.br superou a marca de 606 milhões de visitas e a central exclusiva 111 registra mais de 115 milhões de ligações. O aplicativo Auxílio Emergencial Caixa já registrou 74,3 milhões de downloads e o aplicativo Caixa Tem, para movimentação da poupança digital, ultrapassou 77 milhões de downloads.

 

www.reporteriedoferreira.com.br Por Por Agência Brasil

 




Nesta segunda-feira ( 04 ) HU abre novos leitos de UTI em parceria com a Prefeitrua da Capital

Abertura de mais 14 leitos de UTI para tratamento de infectados pelo coronavírus foi anunciada neste domingo (3), pelo prefeito Luciano Cartaxo.  Leitos começam a operar na segunda-feira (4).

Os novos leitos serão abertos a partir da segunda-feira (4). A requisição da parceria foi oficializada, ainda na tarde desse sábado (2), pela Secretaria Municipal de Saúde, em razão do aumento da demanda na capital e na Grande João Pessoa. “Neste momento de enfrentamento da doença, todo leito aberto é a garantia de que mais vidas serão salvas. O Hospital Universitário atendeu à solicitação da Prefeitura, somando esforços nesta batalha diária que estamos travando contra o vírus. Voltamos a pedir para a população que fique em casa. Teremos um mês difícil pela frente e o isolamento social se faz ainda mais importante”, explicou o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo.

O Hospital receberá pacientes encaminhados pelas Centrais de Regulação estadual e municipal, sempre que houver demandas por pacientes que dependam do tratamento intensivo, a exemplo do que já acontece com o Hospital Santa Isabel, atualmente com 30 leitos. “Como médicos e gestores da área da saúde, não podemos nos furtar, em nenhum momento, à missão que nos foi confiada de salvar vidas. O Hospital Universitário será mais um grande parceiro nesta luta, estando à disposição de João Pessoa e da Paraíba”, disse Ângelo Melo, diretor do Hospital.

Na última quinta-feira (30), a Prefeitura de João Pessoa abriu 10 novos leitos de UTI no Hospital Santa Isabel. Referência no atendimento do público infantil, o Hospital do Valentina seguirá com 10 alas para o tratamento intensivo e outros 30 leitos de enfermaria. “O esforço é grande, estamos enfrentando uma disputa internacional por equipamentos e insumos. Em breve, a cidade terá o Hospital Prontovida, que também vai cumprir um papel fundamental com novas UTIs e leitos clínicos.”, afirmou o secretário de Saúde Adalberto Fulgêncio.

     




    Suspensão de pensões a ex-governadores da PB deve acontecer, decide STF

    O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou os embargos apresentados pela Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) por manter  pagamento de pensões aos ex-governadores e viúvas do Estado.

    Com isso as pensões devem ser suspensas.

    De acordo com o ministro relator Celso de Mello “aquele que não esteja titularizando cargo eletivo de Governador do Estado, extinto que tenha sido o mandato, não pode receber do povo pagamento por trabalho que já não presta”.

     Em 2018 o STF já havia julgado inconstitucional o pagamento de pensão para ex-governadores e seus parentes, na Paraíba.

    O subsídio mensal vitalício, a título de pensão especial, é pago com recursos do tesouro estadual e equivale à remuneração do governador em exercício.

    Os ex-governadores e viúvas de ex-governadores recebem R$ 23.500,82, salário do atual governador João Azevêdo. O MPC entende que a continuidade dos pagamentos não é devida.

    Lista dos ex-governadores e viúvas que recebem pensão:

    Antônio Roberto de Sousa Paulino
    Cícero De Lucena Filho
    José Targino Maranhão
    Milton Bezerra Cabral
    Wilson Leite Braga
    Berenice Maria Ribeiro Coutinho
    Germana Vilar Suassuna
    Glauce Maria Navarro Buriti
    Maria da Gloria Rodrigues Cunha Lima
    Maria Mabel Dantas Mariz
    Maria Sonia Borborema Agripino
    Marlene Muniz Terceiro Neto
    Mirtes de Almeida Bichara Sobreira

    www.reporteriedoferreira.com.br




     Governador vai se reunir com gestores de CG, JP e Famup vai avaliar flexibilização


    O governador da Paraíba, João AzevêdoO governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), confirmou, nesta terça-feira (28), a realização de uma videoconferência amanhã, quarta-feira (29), com os prefeitos de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD) e com o presidente da Federação das Associações de municípios da Paraíba (Famup), George Coelho, às 18h, para deliberar sobre a flexibilização do comércio e dos serviços que podem voltar a funcionar a partir da próxima semana. Na reunião, também não está descartada a possibilidade do endurecimento das medidas de isolamento social no Estado.
    De acordo com o governador, as decisões serão tomadas com base nas orientações do Comitê de Crise do Consórcio Nordeste. O objetivo é apresentar um plano conjunto de reaquecimento da economia nesse período de pandemia.
    “Em uma vídeo conferência amanhã, quarta-feira (29), às 18h, tanto o prefeito de João Pessoa, quanto o prefeito de Campina Grande, como o presidente da Famup, para que a gente possa de uma forma conjunta, com uma discussão clara, dessa necessidade ou não de prorrogação do decreto. Nós temos que tomar essa decisão baseada em fatos, porque somos orientados pelo Comitê Científico dentro do Consórcio Nordeste que faz a projeção de todos os casos e a partir dessas informações é que tomaremos uma decisão conjuntamente, então acredito que até sexta-feira, dia 1º, teremos uma posição definitiva do que é que vai ser possível flexibilizar e como nós vamos apresentar um plano para reaquecimento da economia”, disse.
    A expectativa é que o novo decreto seja divulgado já neste sábado, dia 02 de maio. Entre as novidades, estará a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais públicos.
    “Queremos que neste final de semana já seja divulgado um decreto elencando quais as atividades que podem ser retomadas, além de outras medidas que podem ser oferecidas. Não tenham dúvidas de que a obrigatoriedade de uso de máscaras em lugares públicos será colocada no decreto, porque é um fator preponderante para baixar essa taxa de contaminação”, ressaltou.As declarações do governador foram divulgadas em entrevista ao programa Rede Verdade, da TV Arapuan.



    Fortes chuvas provocam estragos em vários ponto da Capital, Av. Epitácio Pessoa é a mais atingia

    As chuvas que caem na capital paraibana desde a madrugada desta segunda-feira (27) continuam provocando estragos em ruas e avenidas da capital. A barreira do muro do Clube Cabo Branco cedeu e interditou a Avenida Epitácio Pessoa

    Uma quantidade significativa de vegetação e terra desceu sobre o muro do clube e se espalhou na Avenida Epitácio Pessoa no sentido Centro/praia. Duas faixas foram interditadas.

    Vários pontos da cidade acumulam água. São eles:

    • Av. Cabo Branco – Próximo ao nº3506
    • Rua Desportista José Eduardo de Holanda, por trás do Foodpark Cabo Branco
    • Av. Waldemar Galdino Naziazeno, próximo a Central de Polícia
    • Rua Francisco Leocádio Ribeiro Coutinho, Aeroclube
    • Rua Ciro Troccoli, próximo ao Rio, no Colibris
    • Rua Maria do Carmo Guedes Lima, no Colibris
    • Av. Hilton Souto Maior, em frente a A&C
    • Rua Edvaldo Bezerra Cavalcanti Pinto (Rua da Mata, no Cabo Branco)




    Investigado, Carlos Bolsonaro defende a indicação do amigo Alexandre Ramagem para a Polícia Federal

    “Tem que nomear um inimigo?”, questionou o vereador Carlos Bolsonaro, apontado pela própria PF como chefe do esquema de fake news do bolsonarismo

    (Foto: Twitter de Marcelo Freixo)

    Neste sábado, foi revelado que Carlos Bolsonaro passou a virada de 2019 com Ramagem, nomeado por Bolsonaro para chefiar a Polícia Federal.

    No Twitter, uma internauta afirmou:

    “No imbróglio todo, parece que o terrível “crime” do Bolsonaro foi querer exercer uma de suas prerrogativas, que é nomear agentes públicos, e ainda preocupar-se com um inquérito ilegal (que o ministro da Justiça ignorou), feito sob medida para perseguir e calar seus apoiadores”.

    E Carluxo (apontado como chefe do esquema de fake news do bolsonarismo) respondeu:

    “E segundo os imbecis que ignoram as leis, tem que nomear inimigo”.

    www.report3riedoferreira.com.br Por Brasil 247




    Proteção a Flávio Bolsonaro em rachadinha teria causado demissão na PF, diz site

    Segundo o The Intercept Brasil, rachadinhas de Flávio Bolsonaro com Fabrício Queiroz financiaram e lucraram com prédios da milícia

    queiroz e flávio bolsonaro
    Reprodução

    Rachadinhas de Flávio Bolsonaro com envolvimento de Queizo financiaram prédios da milícia e foram cruciais para queda de Moro

    O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, teria financiado e lucrado com a construção ilegal de prédios da milícia erguidos com dinheiro público, de acordo com informações do site The Intercept Brasil divulgadas neste sábado (25) e baseadas em documentos sigilosos e dados levantados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em investigação que corre sob sigilo.

    A investigação, que preocupa a família Bolsonaro, fez com que os advogados de Flávio pedissem por nove vezes que o procedimento fosse suspenso. O andamento do processo, inclusive, é apontado pela publicação do Intercept Brasil como um dos motivos para a pressão de Bolsonaro ao então ministro Sergio Moro pela troca do comando da Polícia Federal no Rio, que também investiga o caso, e em Brasília.

    Segundo afirmam ao site promotores e investigadores sob a condição de anonimato, o investimento para as construções de edifícios da milícia de três construtoras foi feito com dinheiro de “rachadinha” coletado no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio.

    O inquérito do MP do Rio apura fatos de organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato (desvio de dinheiro público) pelo filho de Bolsonaro. Os investigadores dizem que foi realizado o cruzamento de informações bancárias de 86 pessoas suspeitas de envolvimento no esquema, voltado para beneficiar o mercado imobiliário da milícia .

    Os dados da investigação revelariam que Flávio Bolsonaro receberia o lucro do investimento dos prédios por meio de repasses feitos pelo ex-assessor Fabrício Queiroz e pelo ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, executado em fevereiro .

    O papel de “investidor” exercido por Flávio nas construções da milícia ajudaria a explicar a evolução patrimonial  do hoje senador, que teve um salto expressivo entre 2015 e 2017 com a aquisição de dois apartamentos no Rio de Janeiro, sendo um no bairro de Laranjeiras e outro em Copacabana, ambos na zona sul do Rio. Esses investimentos na milícia também permitiram ao filho de Bolsonaro comprar participação societária em franquia da loja de chocolates Kopenhagen, também alvo de investigações.

    Flavio Bolsonaro, que entrou na vida política em 2002, dizia ter à época apenas um carro Gol 1.0, declarado com o valor de R$ 25,5 mil. Em 2018, em sua última declaração de bens, o senador disse ter R$ 1,74 milhão.

    Segundo o Intercept , o esquema estava baseado em Queiroz , que é apontado como o articulador do esquema de rachadinhas , e confiscava em média 40% dos vencimentos dos servidores do gabinete de Flávio Bolsonaro, repassando parte do dinheiro ao ex-capitão do Bope, Adriano da Nóbrega, que seria o chefe do Escritório do Crime, milícia especializada em assassinatos encomendados.

    O lucro com as obras e vendas dos prédios da milícia também seria dividido com Flávio Bolsonaro, por este ser o financiador do esquema usando dinheiro público, apontam as investigações.

     




    Estive doente! doente de tudo; repórter iêdo ferreira

    Estive doente! doente de tudo; repórter iêdo ferreira

    Estive doente,doente de tudo

    Doente dos olhos, da bôca, dos nervos até

    Dos olhos que viram mulheres perfeitas

    Da bôca que disse poemas em brasa

    Dos nervos manchados de fumo e café

    Estive doente, estou descansando

    Não posso escrever

    Eu quero um punhado de estrelas maduras

    Eu quero a doçura do verbo viver

    www.reporteriedoferreira.com.br      Autor desconhecido




    MÚSICA DA PARAÍBA, HOJE; Escrito Por Gilvan de Brito 

    MÚSICA DA PARAÍBA, HOJE;  Escrito Por Gilvan de Brito – Jornalista, advogado e escritor.


    “Quem te viu e quem te vê”, é um sintagma que se aplica muito bem à Música da Paraíba, Hoje. Existe música da Paraíba hoje? A música que marcou presença foi a do passado, que vale a pena lembrar como uma das mais divulgadas, aplaudidas e executadas no Brasil e no mundo, nas décadas de 70 e 80 do último século. Tanto pela qualidade quanto pelo entusiasmo das letras e das músicas, pontuais. A Paraíba é um caso raro no tratamento de seus artistas: morde e assopra. No fim da década de 60, Zé Ramalho veio do sertão, empolgado, com os alforjes cheios de belas composições, e certo de que poderia abafar, marcou um show no teatro Santa Rosa. Nove espectadores compareceram à casa de espetáculos, cinco pagaram. A sua reação mostrou a indignação de um artista que sabia de sua competência e de sua superioridade: virou-se para os objetos de cena, do palco, e destruiu uma TV, daquelas antigas, de enormes tubos de imagens, e cancelou a apresentação. No meio do sentimento de cólera, tomou uma decisão: foi-se para o Rio de Janeiro, com as mesmas músicas.

     

    Viu e venceu, endeusado e apontado como um dos melhores compositores e autores brasileiros, com o que havia de melhor do nosso cancioneiro popular, expressando e traduzindo a cultura do povo através da música. Naquela altura, Vital Farias já fazia estrondoso sucesso no eixo Rio São Paulo e depois em todo o país, depois que uma música sua serviu de tema à uma novela da TV Globo. Elba Ramalho, que vinha patinando na música da Paraíba, quando resolveu partir com Luiz Mendonça, Livardo Alves e Anco Márcio, com a peça “Cancão de Fogo”, e antes de terminar o trabalho, no Rio de Janeiro, disse: “aqui é o meu lugar”. Ficou e abafou, constituindo-se numa das maiores intérpretes nacionais durante muitos anos, com uma voz inconfundível.

     

    Cátia de França, no embalo dos demais, também tentou no Rio de Janeiro, fez shows e marcou sucessos, mas não suportou a distância da Paraíba e voltou e Chico César, com belas canções (ainda resiste, fazendo a ponte com os tempos áureos; Correndo por fora, Livardo Alves, no embalo da “Marcha da Cueca”, liderou as audiências dos festejos carnavalescos durante vários anos, do Rio e São Paulo, além das músicas que marcaram a sua nordestinidade na parceria com Vital Farias e com outros parceiros; Pedro Osmar, com belíssimas composições gravadas por Elba Ramalho. E, ainda, Bráulio Tavares, Antônio Barros e Cecéu, Flávio José, Sivuca, Genival Macedo, Glorinha Gadelha, Marinês, Capilé e Carlos Aranha, vencedor de festivais e autor de belas músicas, o polivalente Dida Fialho, Thadeu Matias. e o regionalismo de Pinto do Acordeom.

     

    Antes destes, o grande compositor e intérprete vencedor de vários festivais do Rio de Janeiro, Geraldo Vandré, cuja biografia eu tive a satisfação de escrever (Não me Chamem Vandré, editora Patmos, 280 p); Jackson do Pandeiro, que mostrou como se marca o ritmo e Zé do Norte, vencedor do prêmio da trilha sonora do filme O Cangaceiro, no festival de Cannes, na França. Não devemos esquecer também de Genival Lacerda, Rosil Cavalcante, Fernando Lélis, Roberto Luna, Jairo Aguiar. Mas havia, ainda, aqueles que se encontravam fora do circuito das grandes gravadoras nacionais, dos velhos Long Plays. Para preencher essa lacuna tive a ideia de produzir um álbum duplo reunindo 29 artistas, entre compositores, autores, arranjadores e intérpretes, nos discos Música da Paraíba, Hoje – 1 e 2 – registrando para a posteridade a música que se fazia na Paraíba entre as décadas de 70 e 80 do século passado, hoje uma relíquia.

    Participaram direta e indiretamente do terceiro grande movimento da música local, intitulado Música da Paraíba, Hoje: Adelino, Alarico Correia Neto, Alexandre Brito, Ari, Babí, Boto, Bráulio Tavares, Cacá Ribeiro, Carlos Aranha, Carlos di Carlo, Chico César, Chico Mendes, Clementino Lins, Dida Fialho, Elias D´Angelo, Eudes Henrique, Eugênio Cavalcante, Fernando Teixeira, Fubá, Gilvan de Brito, Golinha, Hélio Ricardo, Huguinho, Isa Y Plá, Jailson, Janduhy, Janjão, Jarbas Mariz, João Lira, Jorge Negão, José Ariosvaldo, José Cabral, Léo Almeida, Livardo Alves, Lúcio Lins, Lugmar Medeiros, Mário José Pessoa, Mário Lins, Marquinhos Aguiar, Milton Dornelas, Mozart, Nell Blue, Neném Xavier, Nido, Nino da Flauta, Parrá, Paulo Batera, Paulo Paiva, Paulo Ró, Pedro Osmar, Roberto Araújo, Roberto Gabínio, Rubinho, Sérgio Túlio, Sílvio Osias, Unhandeijara Lisboa, Vasconcelos, Waldo do Vale, Walter Galvão, Zé da Flauta, Zé da Viola e Zewagner.

    Este despretensioso ensaio sobre a música paraibana destaca a atividade musical, preferencialmente, daqueles compositores, autores e intérpretes que ao longo do tempo permaneceram distante das grandes gravadoras, que tolheram suas ações, mas inclui também alguns dos grandes nomes, particularmente com os trabalhos que iniciaram sua vida musical. Assim, procuramos mostrar não apenas aqueles que despontaram nacionalmente na música, mas também os que, por motivos diversos, sofreram a ação predatória das Gravadoras do eixo Rio-S. Paulo, ficando à margem do sucesso ao nível do país. Como veremos, a grande maioria teria chances de despontar no cenário nacional. Por isso procuramos nesta produção de meio século de música, lembrá-los e fazer-lhes justiça perante o tempo, para que no futuro saiba-se como foi a Música da Paraíba, Ontem.

    Lembremos também dos participantes do movimento dos festivais, o segundo, da música paraibana, na década de 60: Agápio Vieira, Águia Mendes, Aléssio Toni, Alex Madureura, Ary, Babi, Barreto Neto, Benedito Honório, Bráulio Bronzeado, Bráulio Tavares, Cacá Ribeiro, Carlos Aranha, Carlos Roberto de Oliveira, Chico Mendes, Chico Teotônio, Clementino Lins, CleodatoPorto, Coringa, Costa Neto, D. Martins, Das Bandas da Paraíba, Dida Fialho, Diógenes Brayner, Diógo, Elba Ramalho, Elias D´angelo, Fernando Aranha, Fernando Teixeira, Francisco Zacarias, Fúba, Genival Lacerda, Genival Macedo, Genival Veloso, Gilberto Patrício, Gilson Reis, Gilvan de Brito, Grupo Cabroeira, Huguinho Guimarães, Isa Y Plá, Ivanildo Vila Nova, Jaguaribe Carne, Jairo Aguiar, Jarbas Mariz, Joana Belarmino, João Carlos Franca, João Gonçalves, João Linhares, João Manoel de Carvalho, Jomar Souto, Jorge Negão, José Neves (maestro e compositor), José Rui, Jr. Espínola, Léo Almeida, Lis, Lugmar, Luiz Ramalho, M. Leite, Maestro José Neves, Manoelzinho Silva, Marcos Tavares, Marcus Vinícius, Mário José Pessoa, Marlene Freire, Marquinhos Aguiar, Metalúrgica Felipéia, Milton Dornellas, Moacir Codeceira, Mozart, Natanael Alves, Nell Blue, Neumane Pinto, Nevinha, Nino da Flauta, Oliveira de Panelas, Orquestra de Vilor, Os Quatro Loucos, Pádua Belomont, Parrá, Paulinho Ditarso, Paulo Melo, Paulo Paiva, Paulo Ró, Pepy, Roberto Araújo, Roberto Gabínio, Ronaldo Monte, Rubinho, Rui de Assis, Sérgio Túlio, Shirley Maria, Sindalva, Sônia Maria, Waldo do Vale, Zé Pequeno, Zemaria de Oliveira, Zete Farias e Zewagner.

     

    Depois de Música da Paraíba, Hoje pouco se fez para justificar um quarto movimento da música paraibana. Depois de 1980 sugiram vários intérpretes, instrumentistas, letristas e compositores, que vêm marcando presença na música paraibana, sem que se possa considerar, com honrosas exceções, nestes 32 anos algum movimento aglutinante capaz de lançar nomes além fronteiras, como os anteriores.

     

    A nova geração da música é composta de Adeíldo Vieira, Adeílde Lopes, Ademir Mantovani, Águia Mendes, Alex Madureira, Álice Lumi, Almir do Vale, Altimar Garcia, Anay Claro, Arari, Ariadne Lima, Artur Dionísio, Betinho Muniz, Bob Farias, Byaya, Cacá Santa Cruz, Cassandra Figueiredo, Cachimbinho, Capilé, Carlinhos Cocó, Chikito, Chiquinho Mino, Cícero Caetano, Clementino Lins, Climério, Costinha, Dadá Venceslau, Dario Junior, Dejinha de Monteiro, Déo Nunes, Diana Miranda, Dida Fialho, Dida Vieira, Edinho Arruda, Edmilson Felix, Edson Batera, Eliete Matias, Elisa Leitão, Eric Von Shohsten, Erivan Araújo, Escurinho, Eudimar, Fabíola, Fábio P.C., Fátima Lima, Flávio Boy, Florismar, Fernando Pintassilgo, Francisco Alcântara, Francisco Sobrinho, Geo Ventania, Geraldo Mousinho, Germana Cunha, Gilberto Nascimento, Gilvando Pereira, Gladson Carvalho, Glauco Andreza, Gracinha Teles, Humberto Almeida, Irani Medeiros, Jadir Camargo, Jairo Madruga, Janduhy Finizola, Jeová de Carvalho, Jessé Anderson, Jessé Jel, João Barbosa, João Linhares, João Paulo, João Barbosa, Joca do Acordeão, Jorge Benício, José Francinaldo, José Arimatéia, José Soares, José Neves, Josias Paes, Josiel, Jotinha, Judimar Dias, Junior Natureza, Junior Targino, Kennedy Costa, Lau Siqueira, Leo Meira, Lígia Guerra, Luciene Melo, Luiz Carlos Otávio, Laurente Gomes, Lindevaldo Cipriano, Lis Albuquerque, Lúcio Lins, Luizinho Barbosa, Marder Farias, Marcelo Ferreira, Marcone Barbosa, Marcos Carneiro, Marcos Fonseca, Marcus Milanês, Marcos Tavares, Maúde, Mauro Martins, Mestre Fúba, Mihno Dgil, Milton Dorneles, Mônica Melo, Nanado Alves, Nando Azimute, Nando Santos, Naor Xavier, Natálie Lima, Nau Nunes, Nelson Campos, Nelson Teixeira, Nelson Valença, Neto Guarabira, Osvaldo Nery, Pablo Ramirez, Pádua Belmont, Patrícia Moreira, Paulinho Ditarso, Paulo Barreto, Paulo Batera, Paulo Vieira, Paulo Vinícius, Percival Henrique, Piancó, Pinto do Acordeão, Ranilson Bezerra, Regina Brown, Renata Arruda, Ricardo Anísio, Ricardo Fabião, Rivaldo Dias, Rivaldo Serrano, Ronaldinho Cunha Lima, Rogério Franco, Ronaldo Cavalcante, Ronaldo Monte, Robeldik Dantas, Roberta Miranda, Roberto Ângelo, Roberto Costa, Romero Remígio, Rosildo Oliveira, Ryná Souto, Rubinho Jacob, Samuel Espinoza, Sandoval, Sandra Trajano, Sandoval Moreno, Sandoval de Oliveira, Sandro Pitta, Sandro Targino, Saulo Mendonça, Sérgio Galo, Soraya Bandeira, Tampinha, Tatá Almeida, Tonho Monteiro, Tota Arcela, Totonho, Teínha, Vanine Émery, Walber de Andrade, Walter Galvão, Walter Luís, Walter Santos, Walter Signus, Wandinho Araújo, Wanine, Wilmar Bandeira, Wilson Barreto, Vander Farias, Vavá Dias, Villor Araújo, Virgínia Lombardi, Xisto Medeiros, Yerco Pinto, Zé Badú, Zé Gotinhá, Zé da Viola, Zilma Pinto e Zizi Sanfoneiro, dentre outros.

    Muitos dos que pertenceram ao movimento anterior continuaram, como Alberto Arcela, Benedito Honório, Clementino Lins, Chico César, Elias D´angelo, Pedro Osmar, Paulo Ró, Poty Lucena, Rubinho, Fúba agora chamado Mestre Fúba, e Milton Dornelas.
    Nestes tempos de pandemia, no qual ficamos em casa sem fazer nada, resolvi escrever este leve ensaio, que por ser um pouco extenso, sei que poucos vão se aventurar a lê-lo. Mesmo assim, fica o registro para a História.

    A imagem pode conter: 28 pessoas, pessoas sentadas e criança



    Aras pede que STF investigue Bolsonaro após fala de Sergio Moro

    Procurador-geral da República decidiu pedir investigação após pronunciamento do ex-ministro nesta sexta (24) no qual ele pediu demissão

    Augusto Aras e Jair Bolsonaro

    Isac Nóbrega/PR

    Augusto Aras e Jair Bolsonaro

    O procurador-geral da República, Augusto Aras , pediu nesta sexta-feira (24) que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue o presidente Jair Bolsonaro após as falas do ex-ministro Sergio Moro durante pronunciamento no qual ele pediu demissão da pasta da Justiça e Segurança Pública.

    O objetivo é apurar eventual ocorrência de crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.

    “A dimensão dos episódios narrados revela a declaração de Ministro de Estado de atos que revelariam a prática de ilícitos, imputando a sua prática ao Presidente da República, o que, de outra sorte, poderia caracterizar igualmente o crime de denunciação caluniosa”, diz o procurador-geral.

    “Indica-se, como diligência inicial, a oitiva de Sergio Fernando Moro, a fim de que apresente manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão. Uma vez instaurado o inquérito, e na certeza da diligência policial para o não perecimento de elementos probatórios, o procurador-geral da República reserva-se para acompanhar o apuratório e, se for o caso, oferecer denúncia”, completa Aras no pedido.

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