Saiba quem é o piloto de avião gravemente baleado no restaurante Olho de Lula, êle continua internado

Empresário baleado na orla de João Pessoa permanece internado em estado grave

O crime aconteceu na tarde dessa sexta-feira (27), no bairro Cabo Branco

Foto: Divulgação /redes sociais

O empresário e piloto de avião, que foi ferido com aproximadamente cinco tiros, na tarde dessa sexta-feira (27), no bairro Cabo Branco, em João Pessoa, permanece internado. De acordo com o boletim do Hospital de Trauma, o estado de saúde da vítima de 31 anos é grave. O homem está internado na UTI da unidade hospitalar.

A vítima foi atingida com dois disparos no braço, dois na perna e um próximo na região do peito. Inicialmente ele foi socorrido por terceiros, e em seguida, a equipe da polícia conseguiu interceptar o veículo. O empresário foi transferido para uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

De acordo com a Polícia Militar (PM), o crime foi praticado por uma dupla, que fugiu em um carro com placas do estado de Minas Gerais. O veículo utilizado na fuga foi abandonado próximo do local do crime. A Polícia Civil deve investigar o crime.

O major Bruno, comandante da Polícia Militar na região do Cabo Branco, informou  neste sábado, que o atirador continua foragido e que os indícios apontam para a hipótese de execução. O piloto havia mudado de endereço de São Paulo para João Pessoa tempos atrás.

Saiba quem é o piloto de avião gravemente baleado no restaurante Olho de Lula

O Polêmica Paraíba conseguiu com exclusividade a identificação do piloto baleado no restaurante Olho de Lula, no bairro Cabo Branco, em João Pessoa na tarde dessa sexta-feira (27), o nome dele é Victor Hugo Garcia, de 31 anos, com identidade de São Paulo.

Segundo informações conseguidas com exclusividade pelo Polêmica Paraíba, ele estaria aplicando golpes na Paraíba em senhoras de classe média alta. Victor Hugo possuía várias contas no instagram e uma delas foi apagada.

Victor foi socorrido até o Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena e segue em estado grave.

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Mais um 1º Lugar; Cidadania é o partido que mais lançou candidaturas femininas na Paraíba em 2020

Foto

A legislação eleitoral determina que 30% das vagas dos partidos para as eleições sejam destinadas para a candidatura minoritária, em geral, a feminina. Nestas eleições municipais de 2020 foram 4.100 candidaturas de mulheres registradas na Paraíba, representando 32,75% do total (12.519), sendo que 209 (5,10%) foram consideradas inaptas pela Justiça Eleitoral.

Os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que foram 106 postulações femininas para o cargo de prefeita, 149 para o cargo de vice-prefeita e 3.845 disputando uma vaga nas 223 Câmaras Municipais. Ao fim das eleições, 37 prefeitas vão assumir o Executivo a partir do próximo ano e as mais votadas são prefeitas que disputavam a reeleição. Na eleição anterior, em 2016, foram 39 candidaturas vitoriosas. Na lista deste ano, está a prefeita de Bayeux, Luciene Gomes (PDT), que havia sido eleita indiretamente em setembro deste ano.

O partido que mais apresentou candidaturas femininas, entretanto, foi o Cidadania, com 459 mulheres concorrendo ao pleito, ou seja, 11,20% do total. A legenda conseguiu reeleger a prefeita de Mamanguape, Maria Eunice. O segundo partido a lançar candidaturas foi o Progressistas, com 327 (7,98%), seguido pelo Democratas, com 321 (7,83%), e pelo PSDB, com 290 (7,07%).

Já o PSTU só lançou a candidatura de Rama Dantas à Prefeitura de João Pessoa (PMJP), representando 0,02% do público feminino na votação. O UP com cinco candidaturas representou 0,12% do total, seguido pelo PMB com dez (0,24%) e pelo PTC também com dez (0,24%) candidaturas femininas.

Em relação à faixa etária, o TSE aponta uma candidatura para vereadora pelo Psol com mais de 100 anos, no município de Alhandra, mas o presidente do partido, Tárcio Teixeira, informou que o dado está incorreto. O título de mulher mais velha a disputar as eleições na Paraíba, então, coube a Nevinha Caluete (PSD) – na foto –, candidata à vice-prefeita no município de Parari, com 86 anos. Outras cinco mulheres na faixa etária dos 80 anos disputaram as Eleições 2020, representando 0,12% do total.

Segundo as informações da Justiça Eleitoral, o maior número de registro de candidatas ocorreu na faixa etária dos 40 anos. Foram 642 (15,66%) com mulheres até 44 anos, e outras 625 (15,24%) na faixa dos 45 aos 49. Mulheres dos 35 a 39 anos foram responsáveis por 607 (14,80%) dos registros. Já as mulheres mais novas a concorrer neste pleito estavam na faixa etária dos 18 anos. Foram 13 (0,32%) registros, todas para o cargo de vereadora.

Outra informação relevante sobre as candidaturas femininas é a raça. As mulheres que se declararam pardas foram responsáveis por 51,46% do total de inscritas no pleito, ou seja, 2.110. Mulheres brancas representaram 38,27% (1.569), seguidas por mulheres pretas 7,27% (298), amarelas e indígenas com o mesmo número (24 ou 0,59% cada), e outras 75 (1,83%) que não prestaram essa informação.

As mulheres que concorreram ao pleito também apresentaram pouco grau de instrução. Apenas 27,66% (1.134) disseram possuir o ensino superior completo. Outras 175 (4,27%) ainda estão concluindo os estudos de nível superior. Já a maioria – 1.583 (38,61%) – apenas concluiu o ensino médio, enquanto 191 (4,66%) não terminaram. Outras 512 (12,49%) possuem o ensino fundamental incompleto e 354 (8,63%) alcançaram esse nível de aprendizagem. As candidatas que declararam apenas saber ler e escrever foram 3,68% (151) do total de concorrentes.

www.reporteriedoferreira.com.br   Fonte: Espaço PB com jornal A União (Thaís Cirino) – Foto: Justiça Eleitoral – contato@espacopb.com.br




Mais de 700 policiais fazem segurança do segundo turno, em João Pessoa segurança do segundo turno, em João Pessoa

Foto: divulgação/Polícia Militar

A Operação Voto Seguro II, para o 2º segundo turno das Eleições 2020, em João Pessoa, vai contar, ao todo, com 718 policiais militares. Além disso, estarão disponíveis 211 viaturas, entre carros, motos, vans e outros veículos.

A operação começa nesta sexta-feira (27) com comboios circulando pelos bairro utilizando, inclusive, drones.

Os policiais estarão nos mais de 200 locais de votação para receber as urnas que ficarão sob vigilância. O esquema de segurança contempla também o policiamento nas comemorações.

Os policiais vão atuar na segurança das urnas nos locais de votação, rondas ao redor dos locais de votação para coibir condutas proibidas e policiamento para evitar confronto entre militâncias antes, durante o pleito e nas comemorações.

No 1º turno, foram apreendidos mais de R$ 100 mil em ações para coibir a compra de votos, além, de 419 denúncias de crimes eleitorais verificados pela PM, 159 pessoas conduzidas até as delegacias da PF ou Polícia Civil, além de 17 armas de fogo e 70 veículos apreendidos.

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Indicados por prefeitos, parentes fracassam nas eleições na Grande João Pessoa

Luciano Cartaxo, Marcelo Monteiro e Dedé Romão (Foto: Arquivo)

As urnas deram um recado para os gestores que tentaram emplacar um parente na sucessão municipal deste ano, principalmente em disputas na Grande João Pessoa.

Os prefeitos de João Pessoa, Luciano Cartaxo; Lucena, Marcelo Monteiro e Pedras de Fogo, Dedé Romão, recorreram à mesma receita na tentativa de emplacar o sucessor na gestão municipal: tiraram do colete um parente para concorrer na disputa. O detalhe é que todos os três foram derrotados e não conseguiram dar continuidade ao projeto de seus padrinhos políticos.

Em João Pessoa, por exemplo, a candidata Edilma Freire, que é concunhada de Cartaxo, ficou em 5º lugar na disputa, com pouco menos de 13% dos votos válidos.

Já em Lucena, no Litoral Norte paraibano, o prefeito Marcelo Monteiro viu seu projeto desmoronar com a vitória da oposição. Lá, o gestor apostou todas as fichas no sobrinho, Alex Monteiro, que até bem pouco tempo sequer morava na cidade. O resultado das urnas mostrou uma diferença confortável de quase 7% em favor de Léo Bandeira, prefeito eleito.

Em Pedras de Fogo, o cenário foi o mesmo. Dedé Romão apanhou nas urnas com o sobrinho Lucas Romão, que foi derrotado por Manoel Junior com quase 1,4 mil votos de diferença.

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Acidente entre ônibus e carreta deixa morto 41 mortos e vários feridos

Reprodução/Globonews

Na manhã desta quarta-feira (25), uma colisão entre um ônibus e um caminhão deixou pelo menos 41 mortos e 10 feridos no interior de São Paulo . “Prestamos nossas condolências às famílias e pedimos a todos que orem por nós e que estejam torcendo por nós nesse momento tão difícil”, disse um dos médicos da UTI de Santa Casa de Taquarituba. As informações foram dadas pelo G1 .

O acidente ocorreu no km 172 da Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho, entre Taguaí e Taquarituba (SP) . O ônibus levava trabalhadores para uma empresa têxtil em Taguaí. Ainda não se sabe a causa exata da colisão.

Das 41 vítimas fatais confirmadas até o momento, 37 morreram no local e 4 morreram enquanto eram transportadas para hospitais.

O médico intensivista Gabriel Ortega explicou que a transferência de algumas vítimas é necessária, porque a Santa Casa de Taquarituba não possui recursos suficientes.

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“Nós recebemos aqui no nosso serviço seis vítimas . Duas chegaram já infelizmente em óbito, três delas estão internadas em UTI em estado grave e uma delas está internada na nossa enfermaria com apenas escoriações”, contou.

Ortega também explicou que “as vítimas estão sendo colocadas no sistema de transferência ” em decorrência da indisponibilidade de recursos. “Deus nos abençoe”, finalizou.

As vítimas do acidente estão sendo atendidas em hospitais das regiões de Taguaí, Fartura e Taquarituba. Algumas também foram transferidas para o hospital de Botucatu e para o hospital de Avaré.

Governo de São Paulo montou uma força-tarefa para identificar e liberar os corpos. O Coordenador de Defesa Civil do Estado, Coronel Walter Nyakas Júnior, e os Secretários de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, e de Saúde, Jean Gorinchteyn, foram para a região prestar solidariedade aos familiares das vítimas. Além disso, eles também devem coordenar os resgates e visitar os hospitais onde estão as vítimas

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Operação Poço Sem Fundo; servidores do Incra são afastados por participação nas irregularidades investigadas

Quatro servidores do Incra foram afastados nesta quarta-feira (25) por participação nas irregularidades investigadas ligadas aos processos de dispensa de licitação para perfuração de poços no estado. As irregularidades estão sendo investigadas no âmbito da Operação Poço Sem Fundo, deflagrada hoje pela Polícia Federal em conjunto com o Ministério Público Federal e a CGU.

A informação do afastamento dos servidores foi repassada a imprensa pelo superintendente da Controladoria-Geral da União (CGU) no Estado, Severino Souza de Queiroz. O afastamento, segundo ele, foi determinado pela Justiça Federal.

Os servidores vão responder a processo administrativo disciplinar, no âmbito do Poder Executivo Federal, além de responder ao inquérito que está correndo na Polícia Federal.

Sobre as investigações, o superintendente da CGU na Paraíba informou que estão se desenrolando há cerca de 2 ou 3 anos.

“São contratações que vêm desde 2013. A CGU fez uma auditoria em cima de alguns contratos, verificou as irregularidades e passou o caso para a Polícia Federal e o Ministério Público”, disse Severino Queiroz.

A operação

Quinze mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na manhã de hoje em João Pessoa e Araruna, na Paraíba e em Parnamirim, no Rio Grande do Norte, pela Polícia Federal na “Operação Poço Sem Fundo” desencadeada em conjunto com o Ministério Público Federal. A ação contra com a participação da Controladoria-Geral da União (CGU). Na capital da Paraíba, um dos mandados foi cumprido em um condomínio de luxo no Altiplano Cabo Branco.

A investigação aponta para o direcionamento de contratos firmados entre as empresas investigadas, o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Prefeitura de Araruna, mediante procedimentos de dispensa de licitação, cujos contratos giram em torno de R$ 54 milhões. Sinaliza também para a prática de superfaturamento dos contratos, atos de corrupção passiva e ativa, e de lavagem de dinheiro mediante a utilização de contas bancárias de empresas interpostas para dissimulação de movimentações financeiras.

A investigação começou a partir de inquérito instaurado pela Polícia Federal para apurar contratações indevidas promovidas pela Superintendência Regional do INCRA/PB, culminando na realização de fiscalização por parte da CGU, sendo constatada vinculação familiar, financeira e empresarial entre as empresas investigadas, com indícios de direcionamento de contratos firmados, sobreposição dos serviços contratados pelo INCRA/PB com os serviços contratados por outros órgãos, como DNOCS/PB e a Prefeitura de Araruna/PB, já que, em período contemporâneo, as empresas investigadas realizaram serviços similares para os três órgãos, via contratações diretas, por meio de dispensas de licitação.

A investigação aponta, também, para a prática de superfaturamento dos contratos, atos de corrupção passiva e ativa, e de lavagem de dinheiro, mediante utilização de contas bancárias de empresas interpostas, para dissimular a movimentação financeira.

Com a realização da fase ostensiva da Operação, além da reversão ao erário dos valores pagos indevidamente, busca-se responsabilizar os servidores envolvidos nas irregularidades e a punição de todos os envolvidos nas situações investigadas.

Impacto social

As irregularidades investigadas apontam para desvio de recursos destinados à implantação de sistemas de abastecimento d’água para a população carente do interior paraibano, castigada sobremaneira pelos longos períodos de estiagem.

Diligências

Os trabalhos contam com a participação de 7 auditores da CGU e de 70 policiais federais, sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nas cidades de João Pessoa e Araruna, na Paraíba, e Parnamirim, no Rio Grande do Norte, além de indisponibilidade de bens e afastamento de 04 servidores públicos federais de suas funções.




Maísa Félix vence prêmio nacional com programa de combate à violência doméstica na PB

 

A delegada Maísa Félix, coordenadora das Delegacias da Mulher na Paraíba, foi a grande vencedora do Prêmio Viva 2020. O Prêmio chega à sua 3ª edição e é uma celebração pela vida de todas as mulheres. Realizado pelo Instituto Avon e Marie Claire, o evento reconhece e homenageia todas as pessoas que se destacaram neste ano por sua atuação pela defesa dos direitos femininos pelo Brasil.

O resultado foi divulgado na noite desta segunda-feira (23) e confirmou o favoritismo e a excelência do trabalho desenvolvido pela Polícia Civil da Paraíba, através da Coordenação das Delegacias da Mulher no Estado. Maísa Félix agradeceu ao Governo do Estado e à Secretaria da Segurança e Defesa Social, além de instituições parceiras e todos os servidores envolvidos nesse programa vitorioso que deu o prêmio à Paraíba.

A delegada destacou que esse resultado é fruto de um trabalho de toda uma equipe e não só de sua pessoa. “O prêmio é o coroamento do trabalho da Segurança Pública, do Programa Paraíba Unida Pela Paz, de toda a força policial como a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros do Estado da Paraíba e aqui eu faço um registro especial à dedicação de todos os profissionais envolvidos em nosso trabalho, como os profissionais que compõem as Delegacias da Mulher como as delegadas, agentes, escrivãs, auxiliares administrativos, auxiliares de serviços e todo o pessoal de apoio de outras categorias que trabalham conosco, como psicólogas e assistentes sociais. A todos eles, reforço a minha gratidão porque entenderam e tomaram para si todas as políticas adotadas para o combate à violência contra a mulher”, disse a delegada Maísa Félix.

Maísa Félix também destacou as parcerias com outras Secretarias e instituições para o êxito desse trabalho.

“Através do Programa Mulher Protegida nós conseguimos realizar pactuar com outras Secretarias, como a Secretaria da Mulher e Desenvolvimento Humano. A Polícia Civil, através da Delegacia-Geral e a própria Secretaria de Segurança e Defesa Social, nos apoiando no trabalho educativo e preventivo, a Academia de Polícia preparando e qualificando nossos profissionais, enfim, é o trabalho de toda uma rede que está sendo coroado. Quero reforçar também a união de instituições como o Ministério Público, Poder Judiciário e todas as instituições parceiras e ao Governo do Estado como um todo por possibilitar levarmos um atendimento e um serviço de qualidade através do SOS Mulher, a Patrulha Maria da Penha e mais recente, com a pandemia, o atendimento através da Delegacia Online”, concluiu.

Promovida há três anos pelo Instituto Avon e Empresa de Cosméticos Marie Claire, a premiação tem o objetivo de reconhecer o trabalho de autoridades que atuam em defesa dos direitos humanos. Este ano, o Prêmio está contemplando ações criadas para combater a violência doméstica, que aumentou durante o confinamento social imposto pela pandemia causada pelo Covid-19.

 




 Cícero lidera intenção de voto em todas as faixas etárias

 

A pesquisa Opinião divulgada neste domingo (22), pelo Portal Mais PB, traz os números da intenção de voto para a prefeitura de João Pessoa, disputada entre o candidato Cícero Lucena (PP) e o candidato Nilvan Ferreira (MDB).

Analisamos os números da pesquisa:

O candidato do PP, Cícero Lucena apresenta números de intenção de voto superiores em todas as faixas etárias, o que nos faz entender que a campanha tem gerado confiança no eleitor, que se identifica com a mensagem de confrontar experiência x aventura e gestor x apresentador, fazendo sua escolha por experiência e pelo gestor, neste momento.

Liderar em todas as idades é atender a diferentes anseios e expectativas da população, pois cada faixa etária tem suas necessidades próprias. Os eleitores de 16 a 24 anos precisam do primeiro emprego, enquanto os eleitores de 25 a 34 anos precisam de creche, moradia e escola em tempo integral para seus filhos. Os eleitores com mais de 60 anos precisam de uma assistência de saúde eficiente, preventiva, acessibilidade e segurança, por exemplo.

Nos chamou atenção que entre 16 e 44 anos, ou seja, os chamados jovens e adultos, Cícero Lucena tem a preferência de voto de 70,5% desse eleitorado.

Ainda, entre os eleitores entrevistados nessa faixa etária de 16 aos 44 anos, 47,4% declararam que poderiam votar em Cícero.

Dados do IBGE apontam que no que diz respeito à estrutura etária, cerca de 60,8% dos habitantes de João Pessoa tinham de 18 a 59 anos, em 2019. Ou seja, é uma população de aproximadamente 490 mil pessoas.

Esses números apontam para um potencial de mais de 340 mil votos, nessa faixa de idade.

Confira os números

Faixa Etária

Entre 16 e 24 anos:

Entre os eleitores questionados com idade entre 16 e 24 anos, 28,9% disseram votar com certeza em Cícero Lucena e 20,6% disseram votar em Nilvan Ferreira.

Os eleitores que poderiam votar em Cícero nesta faixa etária somam 29,9% e os que poderiam votar em Nilvan Ferreira somam 23,7%.

Entre 25 e 34 anos:

Entre os eleitores questionados com idade entre 25 e 34 anos, 41,6% disseram votar com certeza em Cícero Lucena e 19,7% disseram votar em Nilvan Ferreira.

Ainda, 16,2% disseram que poderiam votar em Cícero e 23,7% que poderiam votar em Nilvan.

Entre 35 e 44 anos:

Entre os eleitores questionados com idade entre 35 e 44 anos, 31,8% disseram votar com certeza em Cícero Lucena e 29,1% disseram votar em Nilvan Ferreira.

Ainda, 20,7% disseram que poderiam votar em Cícero e 25,1% % que poderiam votar em Nilvan.

Entre 45 a 59 anos:

Entre os eleitores questionados com idade entre 35 e 44 anos, 32% disseram votar com certeza em Cícero Lucena e 27,7% disseram votar em Nilvan Ferreira.

Ainda, 25,2% disseram que poderiam votar em Cícero e 19,4% % que poderiam votar em Nilvan.

Eleitores com mais de 60 anos:

Entre os eleitores questionados com mais de 60 anos, 39,3% disseram votar com certeza em Cícero Lucena e 20,7% disseram votar em Nilvan Ferreira.

Ainda, 18,6% disseram que poderiam votar em Cícero e 21,4% que poderiam votar em Nilvan.

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Câmara Municipal de Cajazeiras terá três parlamentares feminina em 2021

O município de Cajazeiras elegeu, no dia 15 de novembro, três mulheres que deverão tomar assento na Câmara Municipal a partir de 1º de janeiro de 2021.

A campeã de mandatos – começará o nono mandato consecutivo – Léa Silva (Cidadania) foi reeleita com 1.322 votos. Outras duas estreantes lhe farão companhia na bancada feminina: Raelsa Borges (PP) foi eleita com 1.212 votos e Luzia Trajano (PSC) ganhou a vaga com 463 votos.

Desde 1951, as seguintes mulheres foram eleitas vereadoras em Cajazeiras: Rita de Cássia Pereira, Anita Caitano, Alba Costa, Léa Silva, Francisca Campos, Maria do Carmo Ribeiro, Lucieide Valêncio, Raelsa Borges e Luzia Trajano.

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TSE aponta, 60 milhões em irregularidades nas contas dos candidatos

 

O TSE também encontrou 1.289 prestadores de serviços que são beneficiários do Bolsa Família, além de 1.227 doadores que recebem outros benefícios sociais do governo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encontrou indícios irregularidades no valor de R$ 60 milhões nas prestações de contas de candidatos às eleições municipais deste ano. A informação faz parte de uma investigação realizada pelo núcleo de inteligência da Justiça Eleitoral.

A maior parte das irregularidades envolve doações feitas por pessoas que não têm emprego formal. Nesse caso, houve 9.068 casos que somaram R$ 33 milhões. Também foram registrados R$ 17 milhões em repasses incompatíveis com a renda e 15 doadores que aparecem como falecidos em um sistema de controle de óbitos.

O TSE também encontrou 1.289 prestadores de serviços que são beneficiários do Bolsa Família, além de 1.227 doadores que recebem outros benefícios sociais do governo. 925 empresários que são parentes de candidatos receberam R$ 1,6 milhão das campanhas.

As irregularidades encontradas pelo grupo inteligência da Justiça Eleitoral serão enviadas para providências dos tribunais regionais eleitorais e do Ministério Público.

O grupo é composto por representantes do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Receita Federal, Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério da Cidadania, entre outros.

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