TCE confirma irregularidades e manda prefeito de Alhandra suspender contrato de quase R$ 1 milhão com serralharia que foi aberta após eleições
Mais irregularidades foram confirmadas pelos auditores do Tribunal de Contas da Paraíba (TCE) em licitações da Prefeitura de Alhandra, no Litoral Sul da Paraíba.
Desta vez, a gestão do prefeito Marcelo Rodrigues contratou por quase um milhão, através do Pregão Presencial 00028/2021 a serralharia de THALLIS THONY SILVA DE MOURA, CNPJ: 41.021.184/0001-53, para prestar serviços de mão de obra e o fornecimento de insumos.
Ocorre que ao analisar o contrato, foram detectadas diversas irregularidades, mostrando claramente que o valor total contratado de R$ 874.394,90 supera aqueles da SINAPI, divulgados pela Caixa Econômica, e não o desconto de 6% (seis por cento) linear por item, ofertado pelo vencedor.
Indícios de sobrepreços, portanto, confirmados. O TCE aponta que a Administração deve se acautelar em suas contratações, e verificar, para além das certidões que são apresentadas nos certames, a estrutura física da sede das empresas contratadas, notadamente aquelas abertas, praticamente às vésperas, cerca de três meses da sessão de abertura.
O relatório mostra também que antes do contrato de quase R$ 1 milhão com a Prefeitura de Alhandra, a empresa de THALLIS THONY SILVA DE MOURA fez apenas pequenas manutenções (soldas em cavaletes e suporte para escada), no valor total de R$ 17.600,00, incompatível com as quantidades da contratação em análise, R$ 874.394,90.
Por fim, ao constatar os indícios de irregularidade, bem como o perigo na demora, capaz de causar danos ao erário, em decorrência do prosseguimento de uma contratação, cuja licitação traz vícios insanáveis em sua origem, o TCE-PB solicitou a SUSPENSÃO CAUTELAR dos atos decorrentes do Pregão Presencial n° 00028/2021, no estado em que se encontrar, até ulterior manifestação do Tribunal de Contas.
Citando o prefeito Marcelo Rodrigues da Costa, com fins de que, querendo, apresente DEFESA.
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Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) vai retomar as atividades de forma híbrida a partir do próximo dia 5 de outubro. A Mesa Diretora da Casa apresentou um Projeto de Resolução que foi aprovado na sessão desta terça-feira (28) com as normas para o retorno gradual dos trabalhos no Poder Legislativo paraibano, que vai acontecer, inicialmente, na terça e quarta-feira, no horário de 8 às 13h.
Com o aumento de casos de Covid-19 nos últimos dias e da taxa de ocupação de leitos no Hospital Regional de Cajazeiras (HRC), o prefeito Zé Aldemir (PP) está convocando uma reunião com o comitê de acompanhamento da doença para definir novas medidas para o combate a proliferação do vírus. A informação foi repassada pelo prefeito em participação, na manhã desta segunda-feira (27), no programa Bom Dia Notícias da Difusora AM.
Os integrantes da CPI da Banda Larga na Câmara Municipal de João Pessoa aprovaram nesta segunda-feira (27) a convocação das primeiras empresas operadoras de internet com atuação na capital. A lista inclui Vivo, Oi, TIM e Claro. Foram aprovados requerimentos também para convocação de representantes da Energisa, da Defensoria Pública e da Sky. O grupo investiga as queixas de clientes que reclamam da não entrega dos serviços de banda larga com a velocidade contratada.
Com o avanço da vacinação para a Covid-19, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, determinou o retorno dos servidores com 60 anos ou mais e os que possuem comorbidades, a retornarem ao trabalho na modalidade presencial 21 dias após a aplicação da segunda dose da vacina ou da dose única.
Um policial militar foi preso, em flagrante, na tarde desta sexta-feira (24), suspeito de participar de um sequestro e execução de um jovem, em João Pessoa. O corpo foi encontrado na Praia de Jacarapé, nas proximidades da Estação Cabo Branco.


O Tribunal de Contas da União (TCU) reprovou as contas do ex-prefeito de Pedras de Fogo, Derivaldo Romão (Dedé Romão) por irregularidades na aplicação de recursos transferidos para o município, no exercício de 2016, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), no valor de R$ 422.968,90.
