Líderes europeus parabenizam Joe Biden, eleito presidente dos EUA
Emmanuel Macron, da França, falou em ‘superar desafios’; primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, pediu cooperação no combate às mudanças climáticas.
Por G1
Candidato presidencial democrata Joe Biden fala aos apoiadores em Wilmington, Delaware, na quarta-feira (4) — Foto: Paul Sancya/AP
O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, recebeu cumprimentos de lideranças de países aliados na Europa. Momentos depois de os veículos de imprensa anunciarem a vitória do democrata, representantes de Alemanha, França e Reino Unido se pronunciaram nas redes sociais.
Emmanuel Macron, presidente da França, escreveu mensagens em inglês e em francês para dar os parabéns a Biden e à vice eleita, Kamala Harris. “Os americanos escolheram seu presidente”, disse.
“Parabéns, Joe Biden e Kamala Harris! Temos muito o que fazer para superar os desafios de hoje. Vamos trabalhar juntos”, escreveu Macron.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, chamou de “conquista histórica” a vitória dos democratas nos EUA e colocou o meio ambiente em pauta.
“Os EUA são nosso aliado mais importante e eu espero trabalhar bastante junto nas nossas prioridades compartilhadas, das mudanças climáticas a comércio e segurança”, escreveu Johnson, em nota.
Na Alemanha, o ministro de Relações Exteriores, Heiko Maas, comemorou a divulgação dos resultados pelas agências americanas. “Bom que finalmente tenhamos números claros”, afirmou nas redes sociais.
“Estamos felizes para trabalhar com o próximo governo dos EUA. Queremos investir na nossa cooperação para um novo começo transatlântico, um novo acordo”, completou Maas.
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Joe Biden vence na Pensilvânia e é o presidente dos EUA, aponta projeções da AP
Conglomerado de mídia americana confirma Joe Biden como o novo presidente dos EUA.
‘Os números são convincentes, nós vamos ganhar essa eleição’, diz Biden após virada em estados cruciais
Candidato democrata não se declarou vitorioso e reforçou o pedido de calma em um pronunciamento na cidade de Wilmington, em Delaware.
Candidato democrata, Joe Biden, em pronunciamento neste sábado no Delaware, EUA — Foto: Kevin Lamarque/Reuters
O candidato democrata Joe Biden disse que espera vencer a eleição dos Estados Unidos em seu primeiro pronunciamento após a virada em estados cruciais, neste sábado (7).
“Não temos uma declaração final de vitória, mas os números são convincentes, nós vamos ganhar essa eleição”, disse Biden.
Na sexta-feira (6), Biden conquistou a maioria dos votos em dois estados-chave: a Pensilvânia e a Geórgia. Nesses dois estados, a vantagem do democrata sobre o republicano cresceu ao longo do dia.
Na Pensilvânia, ele lidera por 27.174 votos, com 99% da apuração, segundo a projeção da agência Associated Press. A margem na Geórgia é menor, mas Biden lidera por 4.020 votos, com 99% da apuração.
“Vamos vencer com uma grande maioria, tivemos mais de 74 milhões de votos”, disse o democrata. “É mais do que qualquer outra chapa teve na história, e nosso total de votos está crescendo.”
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Joe Biden diz em discurso que vai ganhar a eleição
O ex-vice-presidente repetiu o pedido de calma aos americanos e disse que a contagem é devagar para que todos os votos sejam apurados.
Ele fez comentários também sobre a pandemia do novo coronavírus e disse que já prepara um plano de ação para seu governo, se for eleito.
Os EUA são o país que mais tem casos e mortes por Covid-19 no mundo. São mais de 9,7 milhões de infectados e 236 mil mortos.
www.reporteriedoferreira.com.br / G1
Bolsonaro pode seguir Trump e questionar as eleições de 2022, diz Maia
Presidente da Câmara avalia que judicialização no Brasil pode se espelhar no que está ocorrendo no pleito dos Estados Unidos
Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), avalia que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode seguir o comportamento de Donald Trump e questionar o resultado das eleições de 2022 no Brasil. O comentário foi feito pelo deputado durante live nesta sexta-feira (6).
De acordo com o parlamentar, o governo federal tem cerca de seis meses de implementação de medidas econômicas que definirão o restante do mandato de Bolsonaro.
“Em relação a 2022, temos que esperar seis meses. Temos que entender as decisões do governo. Os próximos seis meses de governo serão decisivos para o fortalecimento ou enfraquecimento. Somado a isso, estamos vendo nos Estados Unidos como os mais radicais trabalham o processo eleitoral, o que pode ser um espelho para o Brasil. O centro precisa procurar um caminho. Tem convergência com a parte liberal da economia do governo Bolsonaro, mas divergência com outras pautas”, disse.
Maia ainda comentou que, a depender dos rumos da economia, Bolsonaro pode terminar o mandato enfraquecido, abrindo espaço para um número maior de candidatos. “A gente deve, e pode, avançar na mudança do sistema eleitoral. O fim das coligações terá impacto em 2022. Podemos construir um acordo para caminhar para um sistema misto. O Brasil é um país continental. Tem chance de poder avançar”, afirmou.
www.reporteriedoferreira.com.b Agência Brasil
Ataque ao STJ foi planejado por três meses e queria invadir o TSE, diz colunista
Ataque ao STJ foi planejado por três meses e queria invadir o TSE, diz colunista
As informações são do jornalista Ancelmo Gois
STJ foi invadido por hackers
O ataque hacker ao Superior Tribunal de Justiça ( STJ ), estava sendo planejado há cerca de três meses. A informação é do jornalista Ancelmo Gois, publicada em sua coluna no jornal O Globo nesta sexta-feira (6).
De acordo com a publicação, os cibercriminosos também tinham como alvo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo Ancelmo Gois, pessoas ligadas ao STJ e TSE acreditam que o ataque tenha conotação política, tentando desestabilizar o sistema eleitoral brasileiro às vésperas das eleições municipais . Vale lembrar que as urnas eletrônicas não são conectadas à internet e, portanto, não podem ser hackeadas.
A apuração do ataque hacker está sendo feita pela área cibernética do Exército, pela Polícia Federal (PF) e pela Microsoft . Na quinta-feira (5), o presidente Jair Bolsonarodisse que a PF já descobriu o autor do crime .
De acordo com o colunista, uma empresa estrangeira foi identificiada como a centralizadora do ciberataque .
Bolsonaro afirma que Trump “não é a pessoa mais importante do mundo”
O presidente ressaltou que a pessoa mais importante é Deus e que “a humildade tem que se fazer presente entre nós”
Donald Trump e Jair Bolsonaro
Nesta sexta-feira (06), em Florianópolis (SC), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que o atual presidente dos Estados Unidos , Donald Trump, “não é a pessoa mais importante do mundo”. Na manhã de hoje, o democrata Joe Biden passou o republicano em mais dois estados considerados importantes para a definição do próximo presidente dos EUA . As informações são do G1.
“Eu não sou a pessoa mais importante do Brasil, assim como Trump não é a pessoa mais importante do mundo, como ele bem mesmo diz. A pessoa mais importante é Deus, a humildade tem que se fazer presente entre nós”, disse.
Como já foi dito por Jair Bolsonaro, o presidente torce pela reeleição de Trump em solo americano. No entanto, as projeções da imprensa dos Estados Unidos têm apontado que Joe Biden está mais próximo de vencer a disputa.
Disputa presidencial
O democrata lidera em 3 dos 5 estados ainda em aberto – Georgia, Nevada e Pensilvânia. Se vencer em qualquer um desses 3, atinge os 270 votos necessários para ser nomeado o novo presidente dos EUA. Para uma possível reeleição, o republicano Donald Trump precisa reverter o resultados nesses três estados e ainda ganhar na Carolina do Norte.
Sem citar números, Bolsonaro afirmou ainda que assiste ao que acontece “na política externa” e que, “em certos momentos, somente uma coisa nos interessa e encoraja e nos fortalece, é Deus sempre acima de tudo.”
Eleições EUA: Biden ultrapassa Trump e assume liderança na Pensilvânia
Depois de garantir primeira posição na Geórgia no início desta sexta-feira, candidato democrata “rouba” mais um estado do rival
Reprodução/Twitter
Projeções da apuração apontam que Biden já atingiu a marca de 290 delegados
Nesta sexta-feira (6), horas após garantir a liderança no estado da Geórgia , Joe Biden acaba de assumir a primeira posição também na Pensilvânia. Caso as posições se mantenham, o candidato democrata será o novo presidente dos EUA.
Segundo informações da Associated Press, a apuração já soma 98% das urnas e aponta que Biden chegou a 3.295.319 votos, contra 3.289.725 de Trump , o que representa uma vantagem de 0,08% percentual.
O republicano vinha liderando durante quase toda a apuração, mas Biden passou à frente graças ao apoio massivo obtido em áreas urbanas como a Filadélfia, onde quase metade da população é negra. No condado homônimo, o candidato democrata tem 80,8% dos votos, contra 18,3% de Trump.
Biden também apresenta bom desempenho no condado de Allegheny (58,7% a 39,7%), onde fica o segundo município mais populoso do estado, Pittsburgh.
Vencer na Pensilvânia é o único caminho para Trump ser reeleito, mas os votos que ainda não foram apurados são provenientes sobretudo de redutos democratas.
Nas últimas horas, o democrata também virou a disputa na Geórgia, feudo republicano desde 1996 e que garante 16 votos no colégio eleitoral. Além disso, lidera em Nevada, que reúne seis delegados. As possibilidades de vitória de Trump passam por uma cada vez mais improvável combinação que inclua a reconquista tanto da Pensilvânia quanto da Geórgia e uma virada em Arizona ou Nevada.
Até o momento, o democrata soma 264 votos. Com um total de 20 votos no Colégio Eleitoral da Pensilvânia e mais os 16 advindos da Geórgia, Biden atingiria um total de 300 delegados, ultrapassando a marca “mágica” de 270, definida em projeções como o número a ser atingido para que um dos candidatos seja considerado vencedor.
Eleições EUA: prevendo vitória, Biden lança site de transição do governo
À frente do republicano Trump na disputa, candidato democrata já planeja seu mandato
Gage Skidmore/Creative Commons
Joe Biden, candidato democrata à presidência nos EUA
Joe Biden , candidato democrata à presidência dos Estados Unidos lançou na noite da última quarta (4) um site para iniciar a transição de governo, que independente do vencedor, se inicia em janeiro de 2021.
Chamado de ” Build Back Better ” (Reconstruir melhor, na tradução), a página contém apenas uma foto de Biden, com uma mensagem, onde se pondera que os votos ainda estão sendo contados, mas que sua equipe já trabalha com uma eventual vitória no pleito.
Confira a mensagem:
“O povo americano determinará quem será o próximo presidente dos Estados Unidos. Os votos ainda estão sendo contados em vários estados do país. As crises que o país enfrenta são graves – de uma pandemia a uma recessão econômica, das mudanças climáticas à injustiça racial – e a equipe de transição continuará se preparando a toda velocidade para que o governo Biden-Harris possa começar a trabalhar no primeiro dia”, diz o comunicado.
Para ser declarado presidente dos Estados Unidos, o candidato precisa de 270 votos de delegados no colégio eleitoral. As projeções variam entre a imprensa americana. Contudo, a Associated Press diz que Joe Biden tem 264 votos, contra 214 de Trump.
Dessa forma, o democrata precisa de apenas mais 6 votos para ser eleito.
Estados chave para a decisão, como Nevada (6 votos), Pensilvânia (20 votos) e Geórgia (16 votos), ainda estão contabilizando os votos e não há definição de vencedor.
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Trump e Biden disputam a Geórgia; vantagem do republicano diminui
Democrata Joe Biden tem chances de virar e ficar mais próximo da presidência dos Estados Unidos
Vantagem de Trump na Geórgia cai para menos de 15 mil votos.
O estado da Geórgia está finalizando a contagem de votos . A primeira atualização desta quinta (5) mostra que a diferença entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , na dianteira, para o democrata Joe Biden caiu para menos de 15 mil votos, segundo a contagem do Washington Post .
Ainda faltam ser contabilizados , aproximadamente, 55 mil votos no estado, que nas últimas eleições tem votado com os republicanos. Cerca de 5 milhões de cédulas já foram apuradas.
Se Biden vencer no Estado, ele levará mais 16 delegados no Colégio Eleitoral, o suficiente para ultrapassar a maioria de 270 para ser eleito o próximo presidente dos Estados Unidos .
Eleição indefinida aumenta tensão nos Estados Unidos
Foto: reprodução/CNBC
Extremamente acirrada, a eleição presidencial nos Estados Unidos (EUA) permanecia indefinida nesta quarta-feira (4), com o democrata Joe Biden liderando em dois estados-chave do Meio-Oeste que podem fazer a corrida pender a seu favor, apesar de o republicano Donald Trump, que concorre à reeleição, ter reivindicado vitória falsamente e feito alegações não comprovadas de fraude eleitoral.
Biden ampliou sua vantagem estreita no Michigan e mantinha hoje pequena dianteira no Wisconsin, de acordo com a consultoria Edison Research. Trump conquistou os dois estados cruciais em 2016. Autoridades do Michigan continuam a contar votos enviados pelo correio, e autoridades do Wisconsin disseram ter concluído a contagem, mas ainda não anunciaram o vencedor.
A campanha de Trump anunciou que vai pedir recontagem de votos em Wisconsin, o que é permitido pela legislação, uma vez que a diferença entre os dois candidatos era menor do que 1 ponto percentual.
Junto como Nevada, em que Biden mantinha uma vantagem pequena, e ainda há votos a serem contados, esses estados dariam ao democrata os 270 votos necessários no Colégio Eleitoral para conquistar a Casa Branca, mas Trump ainda pode vencer, já que tais estados estão oficialmente indefinidos.
Em teleconferências conflitantes com repórteres, membros das duas equipes de campanha insistiram que seu candidato prevalecerá. “Se contarmos todas as cédulas legais, vencemos”, disse o gerente de campanha de Trump, Bill Stepien, o que pode abrir caminho para litígios pós-eleitorais relativos aos votos pelo correio.
A gerente de campanha de Biden, Jennifer O’Malley Dillon, disse a repórteres que o ex-vice-presidente ruma para vencer a eleição, e o conselheiro legal sênior, Bob Bauer, afirmou não haver justificativa para Trump invalidar cédulas depositadas legalmente. “Defenderemos este voto, o voto pelo qual Joe Biden foi eleito à Presidência”, disse Bauer. Segundo ele, a equipe legal da campanha está preparada para qualquer contestação.
Biden deve discursar ainda hoje
Trump continuou a fazer ataques injustificados ao processo de contagem de votos no Twitter nesta quarta-feira, horas depois de aparecer na Casa Branca e declarar vitória em uma eleição longe de estar decidida. Tanto Facebook quanto Twitter assinalaram várias postagens do presidente devido a afirmações enganosas.
“Estamos nos preparando para vencer esta eleição. Francamente, nós vencemos esta eleição”, disse Trump, após alegar que venceu em vários estados cruciais onde a apuração ainda estava em andamento.
“Esta é uma grande fraude contra nossa nação. Queremos que a lei seja usada de maneira apropriada. Então, nós iremos à Suprema Corte. Queremos que toda a votação pare”, afirmou o presidente, sem apresentar qualquer evidência que respaldasse sua alegação.
As urnas fecharam-se, e a votação terminou ao redor do país, mas as leis eleitorais dos EUA determinam que todos os votos devem ser contados. Mais votos precisam ser apurados neste ano do que no passado, devido à grande votação por correio em meio à pandemia de coronavírus.
No momento, Biden tem vantagem de 227 a 213 sobre Trump na contagem de votos do Colégio Eleitoral, segundo a Edison Research, de olho nos 270 votos eleitorais necessários, que se baseiam em parte nas populações dos Estados.
Função dos eleitores
As esperanças de Biden de uma vitória por ampla margem foram embora na noite de terça, quando Trump venceu nos Estados-chave da Flórida, Ohio e Texas. Mas o democrata disse estar confiante de que pode vencer.
“Nós nos sentimos bem onde estamos”, disse Biden no estado de Delaware, onde mora, recebendo como resposta o toque das buzinas dos carros de apoiadores que o ouviam. “Acreditamos que estamos a caminho de vencer esta eleição.”
Durante os últimos dias de campanha, Trump sugeriu que poderia declarar vitória se estivesse à frente na noite da eleição e que buscaria suspender a apuração de cédulas adicionais.
“A declaração do presidente nesta noite sobre tentar parar a contagem de votos devidamente depositados foi ultrajante, sem precedentes e incorreta”, disse a gerente de campanha de Biden, Jen O’Malley Dillon, em comunicado.
Trump tem repetido, sem apresentar provas, que o aumento na votação pelo correio levará a um aumento na fraude, embora especialistas em eleições afirmem que fraudes são raras e que a votação pelo correio é algo comum há tempos nos Estados Unidos.
“Estamos bem na frente, mas eles estão tentando roubar a eleição. Nunca permitiremos que façam isso. Votos não podem ser depositados depois que as urnas fecham!”, escreveu Trump no Twitter antes de sua aparição na Casa Branca. O Twitter rotulou a publicação como enganadora.
“Não é minha função, nem função de Donald Trump declarar um vencedor. É função dos eleitores”, escreveu Biden na mesma rede social em resposta ao presidente.
www.reporteriedoferreira.com.br Agência Brasil
Eleições nos EUA: norte-americanos escolhem entre Joe Biden e Donald Trump
Biden esteve à frente nas últimas pesquisas de intenção de voto, mas estados-chave devem definir chefe da Casa Branca pelos próximos quatro anos; acompanhe:
Por iG Último Segundo | 03/11/2020 22:46 – Atualizada às 04/11/2020 00:54
Reprodução
Trump x Biden
Os Estados Unidos realizam hoje eleições para decidir quem ocupará a Presidência pelos próximos quatro anos: do lado dos Democratas, Joe Biden ; dos Republicanos, Donald Trump , que tenta a reeleição.
Os eleitores também vão escolher cerca de um terço dos senadores e todos os 435 parlamentares da Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados), além de governadores e prefeitos. A votação inclui ainda plebiscitos em 32 estados.
Por se tratar de eleição indireta, para um candidato ser eleito, não basta apenas vencer no total de votos: é preciso sair vitorioso nos chamados delegados para se tornar presidente . São 538 delegados em disputa, sendo que cada estado tem uma quantidade diferente, e proporcional.
Estados já definidos
As apurações já foram iniciadas e, de acordo com as urnas apuradas e as projeções do New York Times , o replublicano Donald Trump já conquistou o estado de Kentucky, Virgínia Ocidental, Carolina do Sul, Mississipi, Alabama e Tennesse, Oklahoma, Arkansas, Dakota do Norte, Wyoming, Dakota do Sul, Nebraska, Indiana, Louisiania e Flórida.
Joe Biden já tem a vitória confirmada nos estados de Vermont, Virginia, Maryland, Delaware, Ilinois, New Jersey, Connecticut, Rhode Island, DC, Massachussets, Novo México e Nova York.
Até o momento, Biden está à frente, com 131 delegados, contra 92 de Donald Trump. Para levar a disputa, um dos candidatos tem que chegar a 270 delegados.
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