Final da Copa Libertadores de 2024 será em Buenos Aires

Esta será a primeira vez que a decisão da Libertadores será disputada em solo argentino desde que se joga em partida única. Em 2023, o Fluminense foi campeão no Maracanã, vencendo o Boca Juniors.

Fluminese se sagrou campeão da Libertadores em 2023 no Maracanã, no Rio de Janeiro. Foto: Pablo Porciuncula/AFP

A Associação de Futebol Argentino (AFA) divulgou, nesta terça-feira (13), em suas redes sociais, que a final da Copa Libertadores da América deste ano será disputada em Buenos Aires, capital da Argentina.

“É oficial. Que alegria recebermos em nosso país a final da Libertadores”, festejou a entidade argentina em sua conta no X.

Esta será a primeira vez que a decisão da principal competição de clubes da América do Sul será disputada em solo argentino desde que se joga em partida única.

A última vez que Buenos Aires recebeu a final foi em 2018. No primeiro duelo, em La Bombonera, Boca Juniors e River Plate empataram por 2 a 2. O segundo duelo, anteriormente previsto para o Monumental de Nuñez acabou sendo disputado em Madri, na Espanha, no Santiago Bernabéu, com vitória do River por 3 a 1.

Ano passado, o Fluminense se sagrou campeão da Libertadores, pela primeira vez, ao bater o Boca Juniors, no Maracanã, por 2 a 1.

Nas últimas 12 edições, em apenas um ano o campeão não foi um time brasileiro ou argentino. Em 2016, o Atlético Nacional, da Colômbia, ficou com o título.

Os times argentinos somam 25 títulos da Libertadores, contra 23 dos brasileiros. Os uruguaios acumulam oito, enquanto colombianos e paraguaios têm três cada. Chilenos e equatorianos venceram uma vez cada.




Brasil perde para a Argentina está fora dos Jogos Olímpicos de Paris

A Seleção Brasileira está fora dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. O Brasil decidiu o seu destino em um Superclássico em que precisava buscar a vitória para garantir a classificação. Gondou, camisa 9, abriu o placar para a Argentina aos 33 minutos do segundo tempo, em uma bela jogada de Barco, do Boca Juniors, que cruzou pela esquerda na cabeça do atacante. Após o gol, a Seleção não conseguiu buscar o empate, que poderia dar a classificação para a Amarelinha.

Depois de perder para o Paraguai e vencer a Venezuela, a vitória garantiria a vaga para a Seleção, que oscilou bastante seu desempenho durante o torneio. Em caso de empate, o Brasil dependeria do resultado entre Paraguai x Venezuela. O treinador Ramon Menezes sofreu duras críticas pela falta de criatividade do Brasil em campo e termina o Pré-Olímpico pressionado no cargo.

Com a derrota, a atual campeã olímpica terminou o torneio em terceiro lugar, e a Argentina assumiu a liderança com cinco pontos. Apenas os dois primeiros se classificam para Paris.

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São Paulo vence o Palmeiras nos pênaltis e é campeão da Supercopa do Brasil

 

O São Paulo venceu o Palmeiras no estádio Mineirão, na tarde deste domingo, por 4 a 2 nas cobranças de pênaltis, e conquistou o título da Supercopa Rei – batizada com novo nome em homenagem a Pelé. A competição põe frente a frente os campeões da Copa do Brasil e Brasileirão do ano anterior.

Veja as duas defesas de Rafael que deram o título da Supercopa ao São Paulo

Depois de empate sem gols no tempo normal, brilhou a estrela do goleiro Rafael nas penalidades – ele defendeu as cobranças de Murilo e Piquerez. O Tricolor converteu com Calleri, Galoppo, Pablo Maia e Michel Araújo.

A Supercopa do Brasil – como era inicialmente chamada – surgiu em 1990, em uma edição marcada por controvérsias.

Eram o campeão brasileiro de 1989, Vasco da Gama, e o campeão da Copa do Brasil de 1989, Grêmio. Por falta de datas, decidiu-se que a disputa do título seria feita nos jogos da 1ª fase da Libertadores de 1990, em que os times se enfrentariam.

O Grêmio venceu no Olímpico Monumental, empatou em São Januário e sagrou-se campeão, mas o troféu não foi entregue.

Time do São Paulo na disputa da Supercopa — Foto: Marcos Ribolli

Na segunda edição, o Corinthians – campeão brasileiro – venceu o Flamengo – campeão da Copa do Brasil – no Morumbi. E depois dessas duas edições, a competição foi encerrada.

A Supercopa só voltou três décadas depois, em 2020. Ao longo deste hiato, houve uma disputa entre os campeões de 2018 – Corinthians e Cruzeiro – em duas partidas amistosas durante a pausa da Copa de 2018, mas sem valer taça.

Em 2013, surgiu a possibilidade de o torneio ser retomado em 2015, mas isso não ocorreu. Na época, segundo a CBF, o principal problema era o choque de datas no calendário.

Desde 1990, portanto, foram sete edições disputadas – contando com a de 2024 – e o torneio tem o Flamengo como maior campeão, com dois títulos. A última edição, de 2023, havia sido conquistada pelo Palmeiras, quando o time de Abel Ferreira venceu o Flamengo, por 4 a 3, no estádio Mané Garrincha, em Brasília.




Botafogo-PB vence Náutico por 1 a 0 na estreia da Copa do Nordeste

Confronto teve transmissão ao vivo e em multiplataforma pela TV Tambaú/SBT, com narração de Cristiano Sacramento e comentários de Geri Júnior

Dudu Silva fez o primeiro gol do Belo na Copa do Nordeste 2024
Dudu Silva fez o primeiro gol do Belo na Copa do Nordeste 2024 (Foto: Divulgação/Botafogo-PB)

O Botafogo-PB estreou com vitória na Copa do Nordeste 2024, diante do Náutico. A partida aconteceu neste sábado (3), no Estádio dos Aflitos, em Pernambuco. Com o resultado, o time larga bem na luta pela classificação no Grupo A.

O confronto entre Botafogo-PB e Náutico teve transmissão ao vivo e em multiplataforma pela TV Tambaú/SBT, com narração de Cristiano Sacramento e comentários de Geri Júnior.

O início do jogo foi morno nos Aflitos. As duas equipes enfrentaram dificuldades para criar oportunidades e o placar só foi aberto aos 36 minutos. Dudu Silva aproveitou um erro da defesa do Náutico na saída de bola e marcou para o Botafogo-PB.

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Foto: Cristiano Santos/Botafogo-PB

Aos 41 minutos, o Belo reclamou de pênalti, mas a arbitragem não marcou e houve princípio de confusão entre os jogadores. Dudu Silva e Wallace, do Botafogo-PB, e Guilherme Matos, do Náutico, acabaram penalizados com cartão amarelo.

O Timbu quase empatou aos 49 minutos, em chute de Paulo Sérgio, mas Bruno Cardoso conseguiu desviar a bola e o Belo segurou a vantagem no placar. O time do Náutico foi para o vestiário sob vaias da torcida alvirrubra.

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Foto: Cristiano Santos/Botafogo-PB

O Náutico tentou reagir no segundo tempo. Os anfitriões tiveram posse de bola por mais tempo, mas esbarraram na própria falta de criatividade e no articulado esquema defensivo dos paraibanos.

A chance mais clara de empate ocorreu nos acréscimos, aos 51 minutos. Júlio César levantou a bola na área do Botafogo-PB e Rafael Vaz cabeceou, mas o goleiro Dalton estava atento e fez uma super defesa para garantir a vitória alvinegra.

O Belo volta a entrar em campo pelo Nordestão no próximo sábado (10). O adversário será o Juazeirense-BA. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda não definiu o local, mas a partida provavelmente será disputada no Estádio Almeidão, em João Pessoa.

Além do Botafogo-PB, o Treze também representa a Paraíba na competição regional. A estreia do Galo acontece na noite deste sábado, no Estádio Amigão, em Campina Grande, contra o River-PI.

Ficha do jogo

Náutico: Vagner; Arnaldo (Danilo Belão), Rafael Vaz, Robson Reis e Luiz Paulo; Lorran (Igor Pereira), Marcos Júnior, Patrick Allan (Kauan Santos) Leandro Barcia (Thalissinho) Ray Vanegas (Júlio César) e Paulo Sérgio.

Botafogo-PB: Dalton; Sousa Tiribi (Igor), Wendel Lomar e Bruno Cardoso; Lenon, Rodrigo, Júlio Rusch (Thallyson) e Bruno Leite (Pedro Ivo); Dudu (Erick), Kiko (Juan Xavier) e Pipico.

 




Copa do Nordeste começa dia 3 de fevereiro, com Náutico x Botafogo-PB e Treze x River; confira tabela detalhada

Copa do Nordeste vai ser disputada em fase de grupos, quartas de final, semifinal e a final, que vai acontecer em formato de ida e volta.

Taça, Copa do Nordeste, Nordestão

Taça da Copa do Nordeste (Foto: CBF)

Botafogo-PB e Treze conheceram, nessa quinta-feira (25), a tabela da fase de grupos da Copa do Nordeste, principal competição de clubes da região. A tabela da Copa do Nordeste foi definida e divulgada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Confira abaixo os confrontos:

Os clubes paraibanos que estão na Copa do Nordeste são o Treze e o Botafogo-PB. O Galo foi campeão paraibano em 2023 e o Belo conquistou a vaga no Pré-Nordestão.

O Botafogo-PB está no grupo A, junto de América-RN, Ceará, CRB, Maranhão, River-PI, Sport e Vitória. Já o Treze faz parte do grupo B, junto com ABC, Altos, Bahia, Fortaleza, Itabaiana, Juazeirense e Náutico.

Entenda a fórmula de disputa da Copa do Nordeste

Assim como nos anos anteriores, na primeira fase, o Nordestão vai ser disputado da seguinte forma: clubes do grupo A enfrentam os do grupo B em turno único.

Após as oito rodadas, os quatro primeiros colocados de cada grupo se classificam para as quartas de final. As quartas e as semifinais são disputadas em partida única, sempre com o mando de campo ficando com o clube de melhor campanha somando a pontuação das fases anteriores.

O  final da Copa do Nordeste será disputada em ida e volta, com a última partida sendo na casa do clube de melhor campanha geral. O clube campeão da Copa do Nordeste ganha o direito de entrar na Copa do Brasil de 2025 já na terceira fase, onde as cotas de premiação por participação são mais altas.

Confira abaixo quando serão os jogos e a ordem de mando de campo da fase de grupos da Copa do Nordeste

1ª rodada:

3/2 – 16h – Náutico x Botafogo-PB (Aflitos)
3/2 – 16h – Fortaleza x América-RN (Castelão)
3/2 – 19h – Itabaiana x CRB (Etelvino Mendonça)
3/2 – 19h – Treze x River-PI (Amigão)
4/2 – 16h – Altos x Vitória (Lindolfo Monteiro)
4/2 – 16h – Bahia x Sport (Arena Fonte Nova)
4/2 – 19h – Juazeirense x Ceará (Adauto Morais)
4/2 – 19h – ABC x Maranhão (Frasqueirão)

2ª rodada:

9/2 – 19h – Sport x Treze (Arena de Pernambuco)
10/2 – 16h – River-PI x Bahia (Albertão)
10/2 – 19h – Vitória x ABC (Barradão)
10/2 – 19h – Botafogo-PB x Juazeirense (a definir)
11/2 – 16h – CRB x Fortaleza (Rei Pelé)
11/2 – 16h – Ceará x Altos (Arena Castelão)
11/2 – 19h – América-RN x Itabaiana (Arena das Dunas)
11/2 – 19h – Maranhão x Náutico (estádio a definir)

3ª rodada:

14/2 – 19h – Itabaiana x Sport (Etelvino Mendonça)
14/2 – 19h – Altos x Maranhão (Lindolfo Monteiro)
14/2 – 19h – Fortaleza x River-PI (Arena Castelão)
14/2 – 21h30 – Náutico x Ceará (Aflitos)
14/2 – 21h30 – Juazeirense x Vitória (Adauto Morais)
15/2 – 19h – Treze x CRB (Amigão)
15/2 – 19h – ABC x Botafogo-PB (Frasqueirão)
15/2 – 20h – Bahia x América-RN (Arena Fonte Nova)

4ª rodada: datas, horários e locais dos jogos ainda serão detalhados pela CBF.

  • Ceará x ABC
  • Sport x Fortaleza
  • CRB x Bahia
  • Vitória x Náutico
  • Botafogo-PB x Altos
  • América-RN x Treze
  • River x Itabaiana
  • Maranhão x Juazeirense

5ª rodada: datas, horários e locais dos jogos ainda serão detalhados pela CBF.

  • Ceará x Bahia
  • Altos x Sport
  • ABC x CRB
  • Vitória x Itabaiana
  • Botafogo-PB x Fortaleza
  • Juazeirense x América-RN
  • Náutico x River
  • Maranhão x Treze

6ª rodada: datas, horários e locais dos jogos ainda serão detalhados pela CBF.

  • Fortaleza x Ceará
  • Sport x Náutico
  • CRB x Juazeirense
  • Bahia x Vitória
  • Treze x Botafogo-PB
  • América-RN x ABC
  • River x Altos
  • Itabaiana x Maranhão

7ª rodada: datas, horários e locais dos jogos ainda serão detalhados pela CBF.

  • Treze x Ceará
  • ABC x Sport
  • Náutico x CRB
  • Fortaleza x Vitória
  • Itabaiana x Botafogo-PB
  • Altos x América-RN
  • Juazeirense x River
  • Bahia x Maranhão

8ª rodada: datas, horários e locais dos jogos ainda serão detalhados pela CBF.

  • Ceará x Itabaiana
  • Sport x Juazeirense
  • CRB x Altos
  • Vitória x Treze
  • Botafogo-PB x Bahia
  • América-RN x Náutico
  • River x ABC
  • Maranhão x Fortaleza



Nacional de Patos vence Treze de virada e nos acréscimos pelo Campeonato Paraibano

Nacional de Patos vence Treze de virada e nos acréscimos pelo Campeonato Paraibano

Nacional-PB vence a segunda partida seguida em casa e mantém tabu contra o Treze

Nacional-PB vence a segunda partida seguida em casa e mantém tabu contra o Treze

O Nacional de Patos venceu o Treze em jogo realizado neste sábado (27) no estádio José Cavalcanti, pela 2ª rodada do Campeonato Paraibano 2024. Os dois gols da virada do Nacional ocorreram nos acréscimos. O Treze entrou em campo desfalcado e o técnico William de Mattia não pôde contar com jogadores importantes.

Mesmo desfalcado, o Treze marcou o primeiro gol. Edmundo invadiu a área, cruzou e Vitão, mesmo marcado por Jairo, cabeceou forte e marcou. Já aos 46 minutos do segundo tempo, o Nacional conseguiu o gol de empate. Rafael faz jogada pela esquerda e cruzou dentro da área. Romarinho devolveu e Kaio Felipe marcou.

A virada veio aos 51 minutos. Siloé bateu forte e não deu chance para o goleiro Igor Rayan.

O time de Patos começou o jogo indo para cima do adversário. No primeiro minuto, uma armação entre Jair e Siloé quase resultou no primeiro gol da partida, mas o assistente Luis Felipe sinalizou impedimento.

O Nacional de Patos chegou para essa partida vindo de duas vitórias, um empate e duas derrotas nos últimos cinco jogos. Já o Treze vinha de uma série de três vitórias, um empate e uma derrota.

A partida foi recheada de cartões, o primeiro foi amarelo para Siloé do Nacional, após puxar a camisa de Pedrão em uma disputa de bola. Em seguida, o Treze  também amarelou. Roberto recebeu o cartão após uma disputa de bola com Siloé. Além do cartão, Roberto saiu com o nariz sangrando.

O auxiliar técnico do Nacional, Hércules, também ganhou um cartão amarelo. Edmundo levou mais um para o Treze, após falta em Otávio. Em seguida, Matheus Chaves, após falta em cima de Caíque. Luís Fernando aumentou a coleção de cartões amarelos do Treze, bem como  Jan Pieter, após falta dura em Siloé.

O Treze também ganhou um cartão vermelho. Adailson tentou atingir Robinho em uma disputa de bola e recebeu a expulsão de forma direta.




Botafogo-PB sofre gol no último lance e só empata com a Queimadense no Amigão

Belo tem jogador expulso ainda no primeiro tempo, sai à frente no placar, mas sofre o empate no último minuto e segue sem vencer no Paraibano

NO APAGAR DAS LUZES

Queimadense e Botafogo-PB empataram por 1 a 1 na noite desta quinta-feira, no fechamento da quinta rodada do Campeonato Paraibano Betino 2023. O Belo teve um jogador expulso ainda no primeiro tempo e saiu à frente no placar. Mas o Carcará conseguiu empatar no último lance da partida. O resultado não foi bom para nenhum dos lados, já que as duas equipes seguem sem vencer na competição e posicionados na segunda metade da tabela de classificação.

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. (Foto: Estefinho Francelino)

  • PRIMEIRO TEMPO

    Queimadense e Botafogo-PB fizeram um primeiro tempo que, de início, fez parecer que os times nem precisaram da vitória. As primeiras boas chances fora para o Belo, que levou algum perigo em finalizações de Renatinho e Leocovick. Mas o jogo só começou a ter reais emoções aos 24 minutos, quando Natan recebeu o segundo amarelo, foi expulso e deixou o Alvinegro da Estrela Vermelha com um a menos. A Queimadense esboçou uma pressão logo depois disso, mas, aos 29, Renatinho acertou um bonito chute, no canto do goleiro Gabriel Batista e colocou os botafoguenses à frente no placar. Pelo Carcará, o atacante Pará foi o jogador mais perigoso, mas não o suficiente para evitar a vitória parcial do Botafogo-PB.

  • SEGUNDO TEMPO

    Na segunda etapa, houve mais emoção. Logo no ínicio Renatinho, pelo Botafogo-PB, e Matheus, pela Queimadense, criaram as primeiras chances. À medida que os técnicos foram mexendo nos times, o clima do jogo se alternava. E começaram as faltas. E os cartões. Maike chegou a acertar o travessão, quase empatando para o Carcará. Robinho também assustou o goleiro Elias, do Belo. Perto do fim, aos 44, o mesmo Elias saiu mal do gol, quase entregando a paçoca. Parecia até um treino. Porque, aos 51, no último lance da partida, o goleiro botafoguense errou novamente e, dessa vez, não houve perdão: a bola ficou viva na área, e Matheus completou para as redes vazias, empatando o jogo para a Queimadense e frustrando os planos do Botafogo-PB.

    • ESCALAÇÕES

      QUEIMADENSE:

      • 1 Gabriel Batista
      • 2 Yuan (15 Adriel)
      • 3 Duarte
      • 4 Moisés🟨
      • 6 Felipe Silva
      • 14 Léo Garcia
      • 8 Arielton🟨(21 Bernardo🟨) (22 Isaac)
      • 10 Maike (13 Maranhão)
      • 11 Robinho
      • 7 Binho (9 Matheus⚽)
      • 18 Pará

      Téc: Hélio Cabral.

      .

      BOTAFOGO-PB:

      Téc: Francisco Diá 🟨

      1 Elias🟨2 Lucas Mendes (22 Erick)33 Grasson🟨15 Ramon Baiano16 Leocovick🟨32 Natan🟨🟨🟥8 Vitor Braga🟨20 Miller (14 Willian Kaefer)10 Renatinho⚽(9 Tiago Reis)7 Fumaça (4 Daciel)17 Davi (5 Evandro)

    • COMO FICA A SITUAÇÃO?

      Com o empate, os dois times seguem sem vencer no Campeonato Paraibano. O Botafogo-PB agora tem quatro empate em quatro jogos e, com 4 pontos, está na sexta colocação, 3 pontos abaixo do G-4 e 3 acima da zona de rebaixamento. Já a Queimadense, que também fez quatro partidas até aqui, tem três empates e uma derrota e, com 3 pontos, é o primeiro time fora do Z-2, na oitava colocação, dois pontos acima da temida zona.

    • O QUE VEM PELA FRENTE?

      Os dois times voltarão a campo na próxima segunda-feira, pela sexta rodada do estadual. O Botafogo-PB fará o Botauto contra o Auto Esporte-PB, às 19h, no Almeidão, enquanto a Queimadense visitará o São Paulo Crystal no Carneirão, às 19h30.




Corinthians vence o Cruzeiro e conquista o 11º título da Copinha

Jogando em casa, Timão sofreu para bater a Raposa, mas o jovem Kayke Ferrari anotou um golaço para levar o Alvinegro a mais um título

Por

iG Esporte

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Atualizada às 

Corinthians é campeão da Copinha de 2024
Alexandre Battibugli e Rebeca Reis/Ag. Paulistão

Corinthians é campeão da Copinha de 2024

Mais um para a conta! Jogando na Neo Química Arena, o Corinthians sofreu, mas venceu o Cruzeiro por 1 a 0 e conquistou o seu 11º título da Copa São Paulo de Futebol Júnior, nesta quinta-feira (25). O gol do triunfo do Timão foi anotado pelo atacante Kayke.

Resumo do 1º tempo

O Cruzeiro foi melhor nos 45 minutos iniciais. A Raposa aproveitava os erros do Timão e em duas oportunidades quase abriu placar, a mais ‘quente’ foi com Arthur Viana, que pegou mal na bola dentro da pequena área. Isso tudo antes dos 10 minutos de jogo.

A melhor chance do Timão foi aos 45 minutos, com Higor, que não pegou bem na bola após bate e rebate dentro da área. Foi apenas na reta final da primeira etapa que o time da casa foi se acertando aos poucos.

2º tempo

A volta para os 45 minutos finais ficou mais parelha, mas o Cruzeiro seguia sendo superior no ataque. Aos 23, o clube mineiro chegou ao gol, mas o árbitro anulou o lance devido a falta no goleiro Felipe Longo.

O Corinthians foi melhorando na reta final da segunda etapa e se aproximando mais do gol. Foi quando Kayke Ferrari abriu o placar aos 39 minutos, acertando um lindo chute de fora da área no ângulo do gol cruzeirense. Timão na frente

Mais líder do que nunca!

O título de 2024 ampliou ainda mais a vantagem do Corinthians como o maior vencedor da Copinha. Agora, o Timão chegou ao seu 11º troféu (1969, 1970, 1995, 1999, 2004, 2005, 2009, 2012, 2015, 2017 e 2024)




Pré-Olímpico: Endrick marca, e Brasil vence a Bolívia na estreia

Gol do atacante do Palmeiras definiu placar logo nos primeiros minutos de partida

Por

iG Esporte

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Brasil venceu a Bolívia com gol de Endrick
Joilson Marconne/CBF

Brasil venceu a Bolívia com gol de Endrick

Foi sem brilho, mas o Brasil estreou no Pré-Olímpico com vitória. A Seleção bateu a Bolívia por 1 a 0, nesta terça-feira (23), no estádio Brigido Iriarte, na Venezuela. O gol do triunfo canarinho foi anotado por Endrick, do Palmeiras.

Brasil x Bolívia

Brasil x Bolívia

Resumo do 1º tempo

Apesar da vantagem no placar, a Seleção do técnico Ramon não fez um primeiro tempo de brilhar os olhos. Longe disso. Após o gol do atacante Endrick, logo aos três minutos de jogo, o Brasil encontrou dificuldades de encontrar brechas e rodou muito a bola, sem grande efetividade. Jogo bem morno.

2º tempo

O Brasil cadenciou mais a bola, mas seguiu com dificuldades para criar chances claras. As entradas de Maurício e Gabriel Pec deram mais movimentação para o time de Ramon, mas sem mudança no placar. O 1 a 0 permaneceu até o fim da partida.

O Brasil volta a campo na próxima sexta-feira (26) para enfrentar a Colômbia, às 20h




Aos 78 anos morre Beckenbauer, um dos maiores nomes da história do futebol

Franz Beckenbauer, um dos maiores jogadores da história do futebol, morreu aos 78 anos nesta segunda-feira (8). Capitão da Alemanha Ocidental na conquista da Copa do Mundo de 1974, ele voltou a vencer o torneio em 1990, também com a Alemanha Ocidental.

Isso faz dele um dos únicos três que obtiveram a glória maior do futebol em campo e à beira do gramado. Zagallo, que morreu na última sexta (5), aos 92 anos, foi campeão como jogador do Brasil em 1958 e em 1962, antes de erguer a taça como técnico em 1970. O francês Didier Deschamps festejou como atleta em 1998 e como treinador em 2018.

Mais celebrado futebolista de seu país —à frente mesmo de nomes marcantes como Rahn, Gerd Müller, Rummenigge, Matthäus, Lahm e Neuer—, Beckenbauer disputou 103 partidas e marcou 14 gols pela seleção. O porte elegante e a liderança em campo lhe renderam o apelido Der Kaiser (O Imperador).

“Sou Franz, não o Kaiser”, reclamava ele, um tanto incomodado com o cognome que lhe foi imputado no fim da década de 1960 por um jornal. Ele foi fotografado em Viena ao lado da estátua de um antigo imperador austríaco, Franz Joseph 1º, e logo imprensa e torcedores encamparam a novidade —a analogia era perfeita.

O desconforto acabou passando no decorrer dos anos, tanto que, em seu Twitter (@beckenbauer), estampava no topo da página, ao se apresentar: “Some call me #Kaiser” (“Alguns me chamam de Kaiser”).

Beckenbauer, 1,81 m, ostentava um estilo clássico, de encher os olhos. Jogava sempre de cabeça erguida e distribuía passes e lançamentos precisos. Zagueiro, destro, não era somente um excelente marcador ou organizador. É reconhecido como o primeiro grande líbero do futebol moderno: sua visão de jogo, versatilidade, autoconfiança e inteligência privilegiada o permitiam lançar-se de surpresa ao campo adversário.

Seu talento e capacidade física e técnica afloravam, e ele partia para o ataque com impressionante velocidade, driblando e tabelando, arriscando a gol de fora da área com frequência. E o fazia muito bem —e com as duas pernas. Marcou assim, em chute de canhota de antes da meia-lua, na semifinal da Copa de 1966, na Inglaterra, superando o mitológico goleiro soviético Lev Iashin, o Aranha Negra.

Nesse seu primeiro Mundial, aos 20 anos, magrelo e com cabelos curtos (tempos depois adotou o visual “cabeludo e com costeletas”), anotou quatro vezes, algo surpreendente para um defensor, duas delas logo na estreia, na goleada de 5 a 0 na Suíça, e uma nas quartas de final, contra o Uruguai (driblou o goleiro e quase entrou com bola e tudo), além do já citado gol na União Soviética.

Quatro anos depois, anotou mais uma vez em um Mundial, iniciando na metade do segundo tempo das quartas de final uma pouco provável reação da Alemanha, que perdia de 2 a 0 da Inglaterra. O gol deu força aos germânicos, que empataram, levaram a partida para a prorrogação e fizeram 3 a 2, vingando-se do algoz na decisão da Copa de 1966.

Raça e determinação eram características que não lhe faltavam. É reconhecido como um dos momentos mais emblemáticos de sua carreira a partida semifinal da Copa do Mundo de 1970, no estádio Azteca, no México.

Atuou em boa parte do chamado Jogo do Século (Itália 4 x 3 Alemanha, na prorrogação) com parte do corpo imobilizado, o braço direito em uma tipoia, depois de ter fraturado a clavícula ao sofrer uma falta violenta do beque italiano Pierluigi Cera, que interrompeu uma arrancada do craque alemão rumo ao gol aos 23 minutos do segundo tempo.

Outros quatro anos se passaram, e nesse ínterim houve a conquista de uma Eurocopa (em 1972), para que Beckenbauer vivesse o maior momento de sua carreira futebolística. Em seu país, com a tarja de capitão e desta vez com a camisa 5 (usou o número 4 nas Copas anteriores), levantou a novíssima Taça Fifa no estádio Olímpico de Munique.

Ele não fez gol, mas, sob sua liderança, a Alemanha exibiu um futebol sólido, de força e competência, que fez sucumbir na final o mágico Carrossel Holandês e culminou com a obtenção do triunfo em sua cidade natal.

Nascido na combalida Munique pós-Segunda Guerra em 11 de setembro de 1945, Franz Anton Beckenbauer foi um entre tantos garotos alemães que se inclinaram para a prática do futebol na esteira do primeiro título mundial do país, na Suíça, em 1954.

Começou a jogar aos nove anos, no clube SC Munich ’06, e, aos 14, transferiu-se para o Bayern de Munique. Admitiu, entretanto, que torcia para o rival 1860 Munich e que sonhava em vestir sua camisa. Acabou optando pelo Bayern depois de, na decisão de um torneio sub-14 entre o SC e o 1860, ter se desentendido e trocado agressões com um adversário. Não havia mais clima para juntar-se ao time do coração.

Beckenbauer jogou e brilhou no gigante da Baviera de 1964 a 1977, com mais de 400 jogos, seis dezenas de gols, três títulos da Copa dos Campeões (1974-1976, todos como capitão, um feito único), um título mundial (a Copa Intercontinental de 1976, suplantando o Cruzeiro de Raul, Piazza e Jairzinho), quatro do Campeonato Alemão e outros quatro da Copa da Alemanha, além de uma Recopa Europeia.

Em 1977, seduzido pelos dólares norte-americanos, abdicou de seu reinado no Bayern e se juntou a Pelé no Cosmos de Nova York, na tentativa dos Estados Unidos de popularizar o “soccer”. Em quatro temporadas, sagrou-se campeão três vezes. De volta à Alemanha, defendeu por dois anos o Hamburgo, conquistando um Campeonato Alemão. Antes de parar de jogar, em 1983, atuou de novo pelo Cosmos.

Chuteiras penduradas, iniciou a carreira de treinador e de cara assumiu a seleção alemã. Entre 1984 e 1990, foram duas finais de Copa do Mundo, ambas contra a Argentina: derrota por 3 a 2 em 1986, vitória por 1 a 0 em 1990. Após a conquista em Roma, Beckenbauer fez questão de enaltecer, com segurança e orgulho, o próprio trabalho: “Jogamos bem os sete jogos, fomos sempre os melhores”.

Nessa geração, Lothar Matthäus era a personificação de Beckenbauer em campo, quase um “clone” do futebol eficiente e completo do Kaiser. Mas o ótimo Matthäus era a continuação, a parte 2, e, como nos filmes, o original é, 99% das vezes, imbatível.

Beckenbauer também comandou o Bayern —clube do qual desde 2009 era o presidente de honra— em 1993-1994 e 1996, e o Olympique de Marselha, em 1990-1991. E esteve à frente do Comitê Organizador da Copa da Alemanha, em 2006, uma das mais bem-sucedidas, organizacional e financeiramente, da história.

RAIO-X

Nome: Franz Anton Beckenbauer
Nascimento: 11 de setembro de 1945, em Munique (Alemanha)
Altura: 1,81 m
Peso: 77 kg
Posição: Zagueiro/Volante/Líbero
Casamentos: Brigitte (1966-1990), Sybille (1990-2004) e Heide (desde 2006)
Filhos: Stephan, Thomas, Francessca, Noel e Michael

CLUBES
Bayern de Munique (1964-1977)
427 jogos, 60 gols

Cosmos (1977-1980 e 1983)
132 jogos, 21 gols

Hamburgo (1980-1982)
28 jogos, 0 gol

SELEÇÃO
103 jogos, 14 gols (1965-1977)

PRINCIPAIS CONQUISTAS
1 Copa do Mundo
1 Eurocopa
1 Mundial (Copa Intercontinental)
3 Ligas dos Campeões da Europa
1 Recopa europeia
4 Campeonatos Alemães
4 Copas da Alemanha
3 Campeonatos dos EUA

PRÊMIOS INDIVIDUAIS
2 Bolas de Ouro (melhor jogador da Europa)
4 vezes melhor jogador do ano na Alemanha

NA PRANCHETA
Treinou a Alemanha (1984-1990). Ganhou a Copa do Mundo de 1990 e foi vice na de 1986
Treinou o Olympique de Marselha (1990-1991)
Treinou o Bayern de Munique (1993-1994 e 1996). Ganhou um Alemão e uma Copa da Uefa

EXTRACAMPO
Presidente do Comitê Organizador da Copa da Alemanha – 2006

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