Seleção brasileira é convocada para jogos contra Equador e Paraguai; veja lista
Técnico do time canarinho, Dorival Júnior divulgou a lista nesta sexta-feira
Por
iG Esporte
|
Staff Images / CBF
Dorival Júnior comanda a Seleção desde janeiro de 2024
O técnico Dorival Júnior divulgou, nesta sexta-feira (23), na sede da CBF, no Rio de Janeiro, a lista dos convocados da seleção brasileira para a disputa das duas próximas rodadas das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026.
Em setembro, a Seleção terá dois compromissos pela frente. No dia 6, encara o Equador no Couto Pereira. Já no dia 10, enfrenta o Paraguai no Defensores del Chaco.
Confira abaixo todos os convocados:
Goleiros
Alisson (Liverpool), Bento (Al-Nassr) e Ederson (Manchester City).
Laterais
Danilo (Juventus), Yan Couto (Borussia Dortmund), Guilherme Arana (Atlético-MG) e Wendell (Porto).
Zagueiros
Beraldo (PSG), Éder Militão (Real Madrid), Gabriel Magalhães (Arsenal) e Marquinhos (PSG).
Meio-campistas
André (Fluminense), Bruno Guimarães (Newcastle), Gerson (Flamengo), João Gomes (Wolverhampton) e Lucas Paquetá (West Ham).
Atacantes
Endrick (Real Madrid), Estêvão (Palmeiras), Luiz Henrique (Botafogo), Pedro (Flamengo), Rodrygo (Real Madrid), Savinho (Manchester City) e Vini Jr (Real Madrid).
Depois de queda precoce na Copa América, a Seleção volta suas atenções para recuperar o caminho das vitórias nas Eliminatórias. Com apenas 7 pontos em 6 jogos disputados, o Brasil figura na sexta colocação da tabela.
Botafogo-PB perde para o Náutico, mas segue na liderança da Série C
Foto: Ascom/Botafogo-PB
O Botafogo-PB perdeu por 2 a 0 para o Náutico neste domingo no Estádio dos Aflitos, em Recife, em jogo válido pela 17ª rodada da Série C do Campeonato Brasileiro.
Os gols do Timbu pernambucano foram marcados por Marco Antônio e Gustavo Maia, sendo um em cada tempo.
Apesar do revés, o time paraibano, que entrou em campo classificado por antecipação, segue líder da competição, com 35 pontos. Já o Náutico, com o triunfo, segue vivo na briga pela classificação para a próxima fase.
Ajudado pelos resultados dos concorrentes diretos, a equipe alvirrubra volta a se aproximar do G-8, agora com 22 pontos somados.
Na próxima rodada, o Náutico volta a jogar nos Aflitos, enfrentando o Ferroviário, que briga contra o rebaixamento, sábado, às 17h. Já o Botafogo-PB fará mais um jogo fora de casa, visitando o Tombense, segunda-feira, às 20h.
Ficha Técnica
Náutico
Jeferson Romário (Deivity); Arnaldo (Mateus Ludke), Islan, Perema e Kaike; Sousa, Marco Antônio (Marco Carvalho) e Patrick Allan; Gustavo Maia, Bruno Mezenga (Paulo Sérgio) e Felipe Ferreira (Matheus Melo). Técnico: Bruno Pivetti
Botafogo-PB
Paris 2024: Brasil se aproxima de recorde de medalhas e encerra participação com três ouros
Com a prata no futebol feminino e o bronze no vôlei feminino, o Brasil encerrou sua participação nos Jogos Olímpicos de Paris neste sábado (10). Embora ainda haja medalhas a serem definidas no domingo (11), último dia da Olimpíada, nenhuma delas tem brasileiros na disputa. Com isso, já se sabe a quantidade oficial de pódios brasileiros em 2024. Foram 20 no total: três ouros, sete pratas e dez bronzes. O país se despede sem registrar o melhor desempenho em boa parte dos critérios, embora tenha se aproximado em alguns casos.
O desempenho em Tóquio 2020 seguirá, pelo menos por mais quatro anos, como o parâmetro a ser batido. No Japão, tivemos a maior quantidade de ouros (sete, empatado com os Jogos do Rio, em 2016), o maior total de medalhas (21), a melhor posição no quadro geral (12º), assim como o maior número de modalidades diferentes subindo ao pódio (13).
A principal queda na performance em Paris está no número de ouros. Além de Rio e Tóquio, o desempenho em Atenas, quando o Brasil conquistou cinco primeiros lugares, também foi superior. Neste critério, o resultado é igual a Atlanta (1996), Pequim (2008) e Londres (2012), todas com três ouros. De 1996 para cá, apenas em Sydney, em 2000, o país teve menos ouros. Naquela edição, na realidade, o Brasil não subiu ao lugar mais alto nenhuma vez.
No número total de medalhas, no entanto, Paris fica atrás apenas de Tóquio. Agora são duas edições consecutivas na casa dos 20 pódios.
Ainda é preciso esperar o fim dos Jogos para saber em que posição o país termina no quadro de medalhas. Porém, já se sabe que serão onze as modalidades medalhistas, atrás de Tóquio e Rio (em casa, doze esportes medalharam). No final das contas, nenhuma modalidade estreou como medalhista para o Brasil em Paris.
A Olimpíada de Paris chegará ao fim neste domingo (11), com a cerimônia de encerramento, prevista para começar às 16h (horário de Brasília). no Stade de France. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou que a dupla Duda e Ana Patrícia, campeãs olímpicas no vôlei de praia, ficará responsável por carregar a bandeira do país no evento.
Agência Brasil
Paris 2024: Brasil sofre com “carrasco”, perde para EUA e fica com a prata pela 3ª vez
Seleção brasileira feminina faz bom 1º tempo, mas peca nas finalizações e amarga mais um vice-campeonato
Por
iG Esporte|Pedro Sciola de Oliveira
|
Luiza Moraes/COB
Brasil e Estados Unidos se enfrentam em uma final de Olimpíadas pela 3ª vez
A seleção brasileira feminina de futebol terminou com a prata nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 . Neste sábado (10), o Brasil até fez um jogo competitivo, mas foi derrotado pelos Estados Unidos por 1 a 0, em final disputada do Parque dos Príncipes, estádio do PSG.
A equipe treinada por Arthur Elias mostrou a mesma organização dos últimos jogos. No primeiro tempo, além de se defender bem, a seleção brasileira conseguiu incomodar com ataques, quase sempre pelas beiradas. No segundo tempo, porém, os EUA equilibraram, foram eficazes e marcaram com Mallorry Swanson.
Com o resultado, o time norte-americano aumenta a fama de carrasco do Brasil. Dos cinco ouros conquistados na história das Olimpíadas, três foram obtidos em finais diante das brasileiras – as outras duas aconteceram em 2008 e em 2012.
Brasil tem as melhores chances no 1º tempo
Mesmo com a Rainha Marta começando o duelo no banco de reservas, a seleção brasileira foi mais criativa na etapa inicial. Utilizando bem os lados do campo, o Brasil deu trabalho para as estadunidenses com Ludmilla e Gabi Portilho.
Logo no primeiro minuto, Ludmilla tabelou com Jheniffer, saiu na cara do gol e parou na goleira Naeher. Já aos 15, a atacante chegou a balançar as redes com uma linda jogada individual pela esquerda, mas a auxiliar flagrou o impedimento da jogadora.
Melhor nos 25 minutos iniciais, o Brasil ainda reclamou de uma penalidade na disputa entre Adriana e Dunn. O VAR chegou a paralisar o jogo para checar, mas não chamou a árbitra para analisar o lance.
Com o passar do tempo, os Estados Unidos equilibraram o duelo e quase marcaram com Mallorry Swanson, que parou em boa defesa da goleira Lorena. Apesar disso, a melhor oportunidade do primeiro tempo saiu com Portilho – a atacante exigiu um milagre da arqueira norte-americana, já aos 46 minutos.
EUA voltam bem e são eficazes
A partida mudou de rumo no retorno do intervalo. Sem conseguir manter a posse de bola no ataque, o Brasil passou a ter dificuldades no setor criativo. Para piorar, os Estados Unidos foram letais na primeira grande chance. Aos 11 minutos, Mallorry Swanson foi lançada nas costas da defesa e tirou de goleira para abrir o placar.
Atrás do placar, Arthur Elias decidiu colocar Marta, Angelina e Priscila nas vagas de Ludmilla, Duda Sampaio e Jheniffer. Apesar disso, as estadunidenses continuaram melhores, explorando os espaços no campo de defesa brasileiro – Smith e Rodman conseguiram arrematar em boas oportunidades, mas mandaram para fora.
No fim, o Brasil esboçou uma pressão para tentar levar a disputa à prorrogação, mas não conseguiu. Seis vezes melhor do mundo, Marta teve uma falta perto da área para cobrar e mandou por cima. Já Adriana cabeceou à queima-roupa, mas Naeher fez excelente defesa.
É bronze! Brasil vence Turquia no vôlei feminino e sobe ao pódio nas Olimpíadas de Paris
Equipe de Zé Roberto Guimarães consegue vitória por 3 sets a 1
Por
iG Esporte
|
Miriam Jeske/COB
Brasil garante medalha de bronze no vôlei feminino
Neste sábado (10), o Brasil venceu a Turquia por 3 sets a 1, e garantiu a medalha de bronze no vôlei feminino nos Jogos Olímpicos de Paris.
Em um confronto que teve seus momentos de tensão e competitividade, as brasileiras mostraram garra e habilidade, superando as adversárias turcas com parciais de 25×21, 27×25 e 25×15. O destaque da partida ficou por conta de Gabi, que mais uma vez foi fundamental na vitória da seleção brasileira com 26 pontos. Apesar de terem enfrentado um set desafiador, onde a Turquia mostrou sua força, o Brasil se manteve focado e determinado para a conquista da medalha de bronze.
Com essa conquista em Paris, o vôlei feminino do Brasil alcança a marca histórica de seis medalhas em Jogos Olímpicos.
Confira abaixo todas as medalhas brasileiras no vôlei feminino em Olimpíadas:
Brasil é ouro no vôlei de praia: Ana Patrícia e Duda vencem canadenses em Paris
Ana Patrícia e Duda comemoram ponto na final do vôlei de praia
Crédito: Foto: Luiza Moraes/COB
Duda e Ana Patrícia conquistaram a medalha de ouro no vôlei de praia nos Jogos Olímpicos de Paris!
O jogo
As canadenses começaram melhor no jogo. Com um bom saque, a dupla do Canadá abriu vantagem de 8 a 2 logo no início do primeiro set. Duda e Ana Patrícia tiveram dificuldade principalmente com as bolas rápidas de segunda, um dos fortes de Melissa e Brandie. Mas a dupla brasileira conseguiu se recuperar e entrar no jogo, tirando a vantagem das canadenses, que começaram a ter dificuldade para passar e virar. O set foi tenso até o fim, com Duda e Ana Patrícia fechando em 26 a 24.
O segundo set começou mais equilibrado do que o primeiro, com as duplas trocando pontos. Duda foi mais uma vez procurada no saque pelas canadenses, mas correspondeu à altura, passando e virando bolas importantes. Desde o primeiro set, as brasileiras passaram a buscar Brandie no saque, que apresentou maior dificuldade para passar, dificultando as viradas de bola da dupla canadense.
O equilíbrio prevaleceu até metade do segundo set. A partir daí, as canadenses conseguiram abrir vantagem, mais uma vez usando a bola de segunda para surpreender as brasileiras e forçando o saque em Ana Patrícia, que teve dificuldade em passar e, consequentemente, virar bolas. Melissa e Brandie empataram o jogo vencendo o set por 21 a 12.
Apesar da reta final do segundo set muito abaixo, Duda e Ana Patrícia voltaram bem para o tie break. As brasileiras conseguiram encaixar o saque e Duda, assim como na semifinal, brilhou no fundo de quadra. As canadenses estavam bem nas viradas de bola no início do set, mas enfrentavam dificuldades no passe e começaram a errar também nos outros fundamentos. Brandie chegou a mandar direto para a rede um ataque de segunda, sua marca registrada.
No décimo segundo ponto do Brasil, Ana Patrícia e Brandie se desentenderam na rede e a arbitragem precisou interferir. A canadense acabou levando cartão amarelo. Apesar do desentendimento, as brasileiras não saíram do jogo e fecharam o set em 15 a 10, garantindo a terceira medalha de ouro para o Brasil.
Caminho até a final
Duda e Ana Patrícia chegaram à final sem nenhuma derrota e com apenas um set perdido, justamente na semifinal para a dupla australiana Mariafe e Clancy.
Da fase de grupos às quartas, a dupla brasileira venceu todos os jogos por 2 a 0. Nas quartas de final, superaram Tina e Anastasija, da Letônia, enquanto nas oitavas, venceram as japonesas Akiko e Ishii.
Na fase de grupos, as brasileiras venceram as italianas Gottardi e Menegatti, as espanholas Liliana e Paula e as egípcias Marwa e Elghobashy.
É campeã! Bia Souza brilha no judô e conquista 1º ouro do Brasil nas Olimpíadas de Paris
Brasileira venceu a israelense Raz Hershko na final do torneio acima de 78 kg
Por
iG Esporte|
Victor Meira
Alexandre Loureiro/COB
Bia Souza conquista medalha de ouro ao derrotar isralense em final do judô
Bia Souza venceu a israelense Raz Hershko na final do torneio acima dos 78 kg do judô dos Jogos Olímpicos de Paris nesta sexta-feira (2), e garantiu a primeira medalha de ouro do Brasil nas Olimpíadas.
A brasileira derrubou a israelense no início da luta, conquistando o wazari. Bia foi inteligente, esfriou a luta, e conseguiu manter a vantagem até o final, conquistando o ouro.
Rebeca Andrade é prata, e Simone Biles fatura o hexa no Mundial
Americana retoma posto de número 1 do mundo, e brasileira conquista medalha no primeiro pódio do individual geral formado 100% por mulheres pretas em um Mundial
Simone Biles e Rebeca Andrade ficaram lado a lado para receber suas medalhas. Pela primeira vez as duas estrelas da ginástica artística dividiram um pódio em uma prova individual. Nesta sexta-feira, a americana retomou o posto de número 1 do mundo e conquistou o hexa do individual geral no Mundial da Antuérpia. Campeã no ano passado, a brasileira também brilhou com a prata. A americana Shilese Jones completou o primeiro pódio 100% de mulheres pretas da prova mais nobre de um Mundial. Flávia Saraiva acabou na 15ª posição depois de ter sofrido duas quedas.
Simone Biles fez uma competição à parte, como de costume. Nem precisou apresentar seu novo salto homologado, o Yurchenko Double Pike. Se deu ao luxo de tropeçar no solo, uma cena raríssima que não a tirou dos trilhos. A americana de 26 anos já era recordista de títulos e estendeu seu reinado para seis ouros no individual geral, somando 58,399 pontos.
Campeã no Mundial de 2022, Rebeca Andrade também deu show. Pequenos erros na trave e um passinho para fora na última acrobacia do solo a impediram de se aproximar de Simone, mas não tiraram da brasileira a prata. Somou 56,766 pontos, superando o duelo com Shilese Jones. A americana, vice-campeã no ano passado, acabou com o bronze somando 56,332 pontos.
Recorde para Rebeca
Com a prata desta sexta-feira, Rebeca chegou a seis medalhas em Mundiais, isolando-se como recordista do Brasil na história da competição. Bicampeão mundial do solo, Diego Hypolito era o recordista antes do Mundial da Antuérpia, com cinco conquistas.
Rebeca Andrade no Mundial de ginástica artística — Foto: Ricardo Bufolin/CBG
Mais chances de medalhas
Depois de conquistar a prata inédita por equipes femininas na quarta-feira e a prata do individual geral nesta sexta, o Brasil ainda tem mais cinco chances de pódio no Mundial da Antuérpia. No sábado, às 9h (de Brasília), Rebeca está na final do salto, aparelho em que é a atual campeã olímpica. No domingo, também às 9h, Rebeca está na decisão da trave e do solo. Flavinha está na final do solo. Arthur Nory fecha o Mundial na decisão da barra fixa.
O sportv transmite ao vivo todas as finais do Mundial da Antuérpia, e o ge acompanha em tempo real os brasileiros nas disputas por medalhas.
Rebeca Andrade no Mundial de ginástica — Foto: REUTERS/Yves Herman
A final
Primeira rotação
As favoritas ao título começaram no salto. Simone Biles optou por não apresentar o novo salto que homologou na classificatória do Mundial. Em vez do Yurchenko Double Pike, fez um Cheng cravado e conseguiu 15,100 pontos. Também com um Cheng, Rebeca também voou, só deu um passo para o lado na chegada e tirou 14,700. Flavinha fez um bom Yurchenko com dupla pirueta e tirou 13,833, acabando a primeira posição na nona posição. À frente de Simone e Rebeca, só mesmo a argelina Kaylia Nemour, que deu show nas barras assimétricas, aparelho em que é especialista: 15,200.
Segunda rotação
Nas barras, Simone conseguiu 14,333. Rebeca, que havia errado nesse aparelho na classificatória, optou por fazer uma série com dificuldade um décimo menor (6,1 pontos) para focar na boa execução. Deu certo. A série cravada rendeu à brasileira 14,500 pontos e a segunda posição, atrás apenas da americana. A americana Shilese Jones também simplificou para executar bem sua série e tirar 14,633, assumindo o terceiro posto. Flavinha sofreu uma queda nas barras e conseguiu 12,633, caindo para a 11ª posição ao fim da rotação.
Terceira rotação
Simone Biles abriu a disputa da trave com um notão em uma série muito difícil: 14,433. Rebeca teve pequenos desequilíbrios, mas se manteve firme na trave e conseguiu 13,500 pontos, caindo para a terceira posição. Shilese Jones cravou sua série e tirou 14,066 pontos, passando a brasileira por pouco mais de dois décimos. Flavinha se recuperou da queda nas barras com uma grande série no seu principal aparelho. Conseguiu 14,033 na trave e subiu para a oitava posição.
Quarta rotação
Flavinha abriu as apresentações das favoritas no solo. Ela sofreu uma queda na segunda acrobacia e simplificou o final da série: 12,200 pontos. Rebeca deu show no solo e aumentou a nota de dificuldade com um triplo giro. Só na última acrobacia acabou pisando fora do tablado e teve um desconto de três décimos. Ainda assim conseguiu 14,066 pontos, um notão para se garantir no pódio. A seleção brasileira ainda protestou, mas a arbitragem não alterou a nota. Nem precisou. Shilese Jones cometeu falhas no solo e só conseguiu 13,400, ficando com o bronze e deixando a prata nas mãos de Rebeca.
O ouro já estava nas mãos de Simone Biles, que deu um show no solo com acrobacias muito altas. Em uma cena rara, ela tropeçou e quase caiu em um elemento simples. Ainda assim tirou 14,533 para selar o hexa do Mundial.
Paris 2024: Espanha bate França em final frenética no futebol masculino
Partida que parecia se encaminhar para uma vitória tranquila dos espanhóis teve reviravolta com pênalti no fim e decisão na prorrogação
Por
Esporte News Mundo
|–
Atualizada às
Reprodução/@fifaworldcup_es
Espanha e França se enfrentaram no Parque dos Príncipes
A Espanha conquistou o Ouro Olímpico no futebol masculino em Paris, ao bater a França na final, em partida com muitos altos e baixos. Os franceses abriram o placar no início, mas sofreram a virada em menos de 15 minutos depois. A Espanha abriu 3×1, mas no segundo tempo os donos da casa reagiram e levaram o jogo para a prorrogação, em pênalti nos acréscimos.
A França começou melhor o jogo, com muita posse de bola, deixando a Espanha desconfortável no jogo. Não à toa, os donos da casa abriram o placar com 11 minutos de jogo, em um chute na lateral da grande área de Enzo Millot. Pelo ângulo surpreendente, o goleiro Arau Tenas falhou no lance e cedeu o 1×0 para a França.
Depois disso, os franceses recuaram e deram espaço para os espanhóis trocarem passes. Com uma posse de bola muito longa, a Espanha foi avançando gradualmente, até que Baena deu uma bela assistência para Fermín López, que finalizou livre na entrada da área para empatar o jogo, com 18 minutos.
Com a confiança de volta, a Espanha conseguiu a virada já aos 25 minutos do primeiro tempo, após mais uma jogada em trabalhada. Juan Miranda avançou pela lateral-esquerda e cruzou para Abel Ruíz, que chutou em cima do goleiro Reestes. Entretanto, o arqueiro francês acabou dando rebote, que caiu nos pés de Fermín López. O meia não perdoou em fez o seu segundo gol do dia para selar o 2×1.
A França sentiu psicologicamente a virada e a Espanha se empolgou de vez. Tanto que no ataque seguinte ao segundo gol, os espanhóis fizeram o terceiro. Mais um golaço, desta vez com Baena, em cobrança de falta. O goleiro Reestes nem pulou na bola. Com isso, o jogo foi para o intervalo com 3×1 para a seleção espanhola.
Na volta para a segunda etapa, a França conseguiu voltar melhor, finalizando mais e retomando um pouco mais da posse de bola. Mas, a Espanha se manteve forte defensivamente no início do segundo tempo.
Com 28 minutos do segundo tempo, o técnico Santi Denia, da Espanha percebeu que a França vinha ganhando cada vez mais volume de jogo e decidiu mudar a equipe. Entraram Juanlu Sánchez e Benabé para adicionar mais energia para marcação e quem sabe recuperar o controle da partida.
Mesmo com as substituições, a Espanha não conseguiu conter a pressão francesa. Os donos da casa diminuíram o placar com 34 minutos do segundo tempo, em jogada de bola parada. Olise cobrou uma falta lateral no meio da área, a desviou em Akliouche, que fez o gol do 3×2 e mateve a França viva para o fim da partida.
Após cobrança de escanteio aos 44 minutos, o VAR chamou o árbitro brasileiro Ramon Abatti para rever um possível pênalti para a França. O juiz foi até a tela e marcou a penalidade já nos acréscimos. Jean-Philippe Mateta, que é um dos atletas com mais de 23 anos convocados, foi o escolhido para a cobrança. O atacante deslocou o goleiro e levou a partida para a prorrogação de forma heroica.
Prorrogação
O atacante Sergio Camello jogou ‘água no chopp’ da torcida francesa ao colocar a Espanha à frente no placar. De cavadinha, o espanhol decretou o 4×3 aos 10 minutos do primeiro tempo da prorrogação, mostrando novamente a força mental da ‘Fúria’.
O segundo tempo da prorrogação foi de muita posse de bola para a França, mas já sem muita força para levar perigo. A seleção espanhola colocou números finais ao jogo no último lance, em contra-ataque que Camello teve campo livre e ficou cara a cara com o goleiro francês. O atacante marcou seu segundo gol no jogo, sendo os dois de cavadinha.
A Espanha conquistou o Ouro, após ter perdido a final de Tokyo 2020 para o Brasil. Jogando em casa, os franceses ficaram com o Prata, de uma geração muito promissora, mas que esteve desfalcada de seus principais nomes.
Ginasta brasileira se machuca, é carregada por equipe e deixa tablado aos prantos
Victória Borges lesionou a panturrilha minutos antes do início da segunda série
Por
iG Esporte
|–
Atualizada às
Foto: Divulgação/CBG
Victória Borges foi consolada por colegas de equipe
O público que marcou presença na Arena La Chapelle nesta sexta-feira (09) para acompanhar as classificatórias da ginástica rítmica dos Jogos Olímpicos, vivenciaram um momento emocionante envolvendo a equipe do Brasil de Ginástica Rítmica.
Victória Borges lesionou a panturrilha minutos antes do início da segunda série, que consiste no uso de fitas e bolas. Mesmo com dificuldades, ela conseguiu concluir a prova. Assim que a música parou, ela começou a chorar, foi carregada pelas companheiras e viu o ginásio aplaudi-la em pé.
Em seguida, Victória foi encaminhada para o centro médico do Ginásio, mas já estava cinte que sua nota foi afetada por conta da lesão. Com o 24.950 na segunda rotação, o Brasil ficou fora da fase final.
Vale destacar que na primeira apresentação, com o arco, o time brasileiro foi bem e pontuou 35.950, e terminou na 4ª colocação. Mesmo com o problema enfrentado com Victoria Borges, o Brasil terminou em 9º lugar – os oito primeiros se classificavam.
Em comunicado, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) esclareceu que a atleta teve uma contratura no músculo gastrocnêmio.
“Usem esse post para despejar o máximo de amor e carinho que vocês têm, comunidade ginástica! Elas merecem! Infelizmente durante o aquecimento para a série mista, a nossa Victoria Borges sofreu uma contratura muscular na panturrilha. Assim, nossas guerreiras entraram em quadra na garra, finalizaram sua apresentação e terminaram a classificatória em nono lugar. Leoas, nosso máximo respeito por vocês. Vocês foram GIGANTES! Guerreiras e com um propósito maior que tudo. ESSE é o verdadeiro espírito olímpico. Gratidão. Gratidão. Gratidão”, disse a Confederação Brasileira de Ginástica nas redes sociais.
A equipe conta com ginastas reservas, mas qualquer substituição só pode ser feita antes do início da competição. Uma vez que as cinco atletas entram em campo, não é permitido fazer alterações para as fases seguintes.
A equipe brasileira é composta por Maria Eduarda Arakaki, Deobrah Medrado, Sofia Pereira e Nicole Pircio, além de Victória Borges.
Para a grandefinal que acontece no sábado, pela manhã, estão classificadas: Bulgária, Itália, Ucrânia, França, China, Israel, Uzbequistão e Azerbaijão.