Celso de Mello decide divulgar vídeo de reunião tirando trechos do Paraguai e China, diz TV-Veja Vídeo

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Celso de Mello decidiu por divulgar o vídeo da reunião ministerial, ocorrido no dia 22 de abril, na íntegra e deixará de fora apenas duas citações que relacionam os países do Paraguai e China. A informação foi divulgada pelo analista de política, Fernando Molica, da CNN Brasil na tarde desta sexta-feira (22).

Segundo o canal de televisão, a decisão saiu na madrugada desta sexta e o vídeo já teria sido encaminhado para o STF. A única dúvida no momento é sobre se o acesso ficará publicou ou restrito às pessoas e autoridades envolvidas na investigação.

Nesta semana, Celso de Mello havia dito que assistiria o vídeo da reunião e tomaria a decisão da liberação do conteúdo na íntegra ou de forma parcial ainda nesta sexta. De acordo com a CNN Brasil, a decisão deve sair até às 17h (horário de Brasília).

A reunião ministerial aconteceu há exatamente um mês, no dia 22 de abril e os assuntos abordados nela são peça-chave para apurar possível interferência política do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na PF (Polícia Federal). As investigações começaram após o pedido de demissão do ex-ministro da Justiça, Sergio Moro e também, após seu depoimento à PF no início do mês.

Autorizado pelo STF: assista ao vídeo da reunião ministerial com Bolsonaro

 

 

 Por determinação do ministro do STF Celso de Mello, foi divulgado na tarde desta sexta-feira (22) o vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril.

Segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que participou da reunião, o vídeo prova a tentativa de Jair Bolsonaro de interferir politicamente na Polícia Federal.

Foram subtraídos do vídeo apenas trechos que contém declarações sobre a China e Paraguai.

Assista:

www.reporteriedoferreira.com.br   Por G1




MPPB faz denúncia contra o ex-governador Ricardo Coutinho e mais sete pessoas no âmbito da Operação Calvário

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) protocolou uma nova denúncia contra o ex-governador Ricardo Coutinho e mais sete pessoas no âmbito da Operação Calvário. Desta vez, a acusação envolve o laboratório público Lifesa, responsável pela fabricação de medicamentos.

Também foram denunciados Coriolano Coutinho (irmão do governador); Gilberto Carneiro (ex-procurador-geral do Estado, Daniel Gomes da Silva (Ex-chefe da Cruz Vermelha), Waldson Dias de Souza (ex-secretário de Saúde do Estado; Maurício Rocha Neves, Aluísio Freitas Almeida Júnior e Amanda Araújo Rodrigues, esposa de Ricardo e ex-secretária de Finanças do Estado.

Segundo as investigações, Ricardo teria utilizado o Lifesa para obter vantagens ilícitas.

“Através do ingresso do então governador do estado, Ricardo Vieira Coutinho, na qualidade de sócio oculto do Lifesa, a Orcrim planejou inteligentemente a reestruturação do laboratório, com ludibriamento de parte do corpo gestor através de um falacioso plano de investimento, além de reversão de grande volume de dinheiro público para o aparelhamento do laboratório com o fito de exclusivamente trazer lucro privado aos denunciados”, diz a denúncia.

O ex-chefe da Cruz Vermelha, Daniel Gomes, teria dado todos os detalhes do esquema criminoso envolvendo o Laboratório.

Acusados

(1) RICARDO VIEIRA COUTINHO
(2) CORIOLANO COUTINHO
(3) GILBERTO CARNEIRO DA GAMA
(4) DANIEL GOMES DA SILVA (colaborador)
(5) WALDSON DIAS DE SOUZA
(6) MAURÍCIO ROCHA NEVES
(7) ALUISIO FREITAS DE ALMEIDA JUNIOR
(8) AMANDA ARAUJO RODRIGUES

Clique aqui para conferir a denúncia na íntegra

De acordo com o Gaeco, a ORCRIM teria se apropriado de uma empresa pública – inoperante e inviável economicamente – para, através de aporte substancial de dinheiro dos cofres do Estado da Paraíba, lavagem de capitais e superfaturamento de fornecimento de bens e serviços, camuflar o real intuito de se apropriar de dinheiro público. Isso teria ocorrido através da aquisição de toda a participação privada do LIFESA pela organização criminosa (através de empresa interposta e dominada pela quadrilha), ao mesmo tempo em que a gestão da empresa pública viabilizou uma enorme estruturação material (nova sede e indústria, novos e caros maquinários e insumos etc), possibilitando que, através de procedimentos fraudulentos de dispensa de licitação, a ORCRIM firmasse contratos com a administração de entidades públicas prestadoras de serviços de saúde. Ainda de acordo com a denúncia “toda essa engenhosa artimanha era controlada e supervisionada pelo chefe da ORCRIM, RICARDO VIEIRA COUTINHO, envolvendo inclusive pessoas de sua convivência íntima, a exemplo de sua companheira AMANDA RODRIGUES”.

A denúncia prossegue narrando que a ORCRIM se valeu de seu “know-how”, já que a Organização Social CRUZ VERMELHA BRASILEIRA – gerenciada por DANIEL GOMES DA SILVA (denunciado e colaborador), realizou procedimento similar com o laboratório público de Goiás – IGUEGO SA.

Reproduzimos, a seguir, trecho da denúncia:

“Assim, o laboratório estatal (1) deveria ser estruturado através de investimento público, (2) com a atuação de empresa dominada pela ORCRIM no sentido de adquirir TODA a participação privada na empresa pública, (3) sempre com anuência e conivência da administração do LIFESA em não barrar/dificultar tais procedimentos. Feito isso (4) o LIFESA passaria a celebrar contratos de fornecimento (através de revenda ou fabricação própria) de medicamentos a entidades públicas de prestação do serviço de saúde, controladas por Organizações Sociais – CRUZ VERMELHA e IPCEP -, (5) valendo-se de ilícita dispensa de procedimento licitatório. No caso em comento (6) a ORCRIM utilizou a TROYSP como empresa interposta para entrar no LIFESA, possuindo naquela como sócio oculto RICARDO VIEIRA COUTINHO. Mesmo oculto, a participação de RICARDO COUTINHO era constante e enérgica como efetivo comandante. CUMPRE REGISTRAR: RICARDO COUTINHO ERA O EFETIVO DONO DA TROY, determinando seus passos por meio de DANIEL GOMES”.

“A ORCRIM contava com pessoas que funcionavam como “sócios de fachada” das empresas utilizadas, objetivando encobrir os reais gestores e proprietários; NÃO APENAS NO CASO DO LIFESA/TROYSP, mas também de outras empresas, cujos fatos estão sob investigação. TUDO para atender a vontade insaciável de enriquecer através de desvio de verbas públicas da ORCRIM, e, principalmente, o intuito de RICARDO VIEIRA COUTINHO de gerenciar e participar ativamente da empreitada criminosa. No caso em comento, buscou o gerente PERPETUAR seus ganhos de modo oculto, participando diretamente da sociedade que integra o LIFESA”.




Maioria do STF vota por limitar MP que livra agente público de punição durante pandemia

Por Fernanda Vivas e Márcio Falcão, TV Globo — Brasília

 

A maioria dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quinta-feira (21) a favor de limitar a medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro que livra agentes públicos de punição por equívocos ou omissões no combate ao coronavírus. Até a última atualização desta reportagem, o julgamento não havia terminado, e o alcance desse limite não estava determinado.

Se prevalecer esse entendimento até o final do julgamento, a medida não terá validade para atos de improbidade administrativa.

O texto da medida provisória diz que os agentes públicos somente poderão ser responsabilizados nas esferas civil e administrativa se agirem ou se omitirem com dolo (intenção de causar dano) ou erro grosseiro. Os ministros entenderam como erro grosseiro atos que atentem contra a saúde, a vida e o meio ambiente se o agente público deixou de seguir critérios técnicos e científicos das autoridades reconhecidas nacionalmente e internacionalmente. E nada que não seja comprovadamente seguro pode ser legitimamente feito.

Os ministros julgam sete ações apresentadas por partidos e entidades contra a medida provisória 966/2020, que restringe a possibilidade de responsabilização dos agentes públicos durante a pandemia do novo coronavírus.

As ações argumentam que a proposta viola a Constituição porque contraria a previsão de responsabilidade civil objetiva do Estado – ou seja, o poder público responde por ações e omissões (tem o dever de indenizar) independentemente de dolo (intenção de causar dano) ou culpa no acontecimento.

O texto foi editado na última quinta-feira (14) pelo governo federal. Como se trata de uma MP, uma vez publicada no “Diário Oficial da União”, as regras já têm força de lei, mas necessitam do aval do Congresso Nacional em 120 dias – do contrário, perde a validade.

A MP diz que os agentes públicos somente poderão ser responsabilizados nas esferas civil e administrativa se agirem ou se omitirem com dolo ou erro grosseiro pela prática de atos relacionados, direta ou indiretamente, com as medidas de:

  • enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia da Covid-19; e
  • combate aos efeitos econômicos e sociais decorrentes da pandemia da Covid-19.

A MP classifica como erro grosseiro a ação ou omissão com alto grau de negligência, imprudência ou imperícia.

Segundo a proposta, além do caso de erro grosseiro ou dolo, a responsabilização pela opinião técnica do agente público poderá se dar em caso de conluio, quando há uma combinação ou cumplicidade de mais de uma pessoa.

Quando a MP foi editada, especialistas consideraram o conteúdo “obscuro” e “autoritário”. O ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, por exemplo, disse que o ato foi “desnecessário”.

MP de Bolsonaro livra agentes públicos de punição por equívocos no combate ao coronavírus

MP de Bolsonaro livra agentes públicos de punição por equívocos no combate ao coronavírus

Votos dos ministros

Na sessão de quarta-feira (20), o relator, ministro Luís Roberto Barroso, votou pela manutenção da validade da medida provisória, mas fez uma limitação. Ele descartou que a regra possa ser aplicada para atos de improbidade administrativa.

O ministro defendeu um ajuste na interpretação da MP para caracterizar o que pode ser considerado erro grosseiro: atos que atentem contra a saúde, a vida e o meio ambiente porque o agente público deixou de seguir critérios técnicos e científicos das autoridades reconhecidas nacionalmente e internacionalmente.

“Propinas, superfaturamentos ou favorecimentos indevidos são condutas ilegítimas com ou sem pandemia. Portanto, crime não está protegido por essa MP […] E atos ilícitos, tampouco. Qualquer interpretação que dê imunidade a agentes públicos por atos ilícitos ou de improbidade ficam desde logo excluídos. O alcance dessa MP não colhe atos ilícitos e de improbidade”, disse.

Primeiro a votar na sessão desta quinta, o ministro Alexandre de Moraes foi além das restrições propostas por Barroso e defendeu suspender trechos da MP.

Assim como Barroso, Moraes exclui do texto atos de improbidade administrativa e veta os efeitos para a fiscalização feita por tribunais de contas. Ele votou a favor de suspender a previsão para livrar o agente público de responsabilização por medidas econômicas e sociais para o enfrentamento da crise.

Para o ministro, trechos da MP são genéricos, e a regra é a responsabilização do agente público.

“A regra é a responsabilização, que nós transformaríamos em exceção. A partir dos próximos anos, todas as medidas terão alguma ligação, algum nexo com os efeitos gerados pela pandemia. O mundo hoje só toma medidas relacionadas à pandemia. Não há aqui aquela excepcionalidade que permite um novo tratamento de responsabilização”, afirmou.

O ministro Edson Fachin seguiu o voto de Barroso e defendeu que, em momentos de emergência sanitária e de saúde deve-se prestigiar o conhecimento científico.

A ministra Rosa Weber também votou no sentido de que os agentes públicos precisam observar recomendações com base em princípios científicos.

“Estados partes basearão suas determinações em princípios científicos. Quando evidencias forem insuficientes, informações disponíveis. A qualquer orientação ou diretriz específica da OMS. A disciplina do regulamento sanitário internacional é vinculante, a ser seguido pelo estado parte, Brasil, sob pena de responsabilidade. Os dados científicos serão determinantes seja na ação ou inação do gestor”, afirmou.

“Nessa linha de raciocínio jurídico as medidas tomadas na pandemia hão de se pautar fundamentadamente porém pelos critérios condicionantes da observância de parâmetros e análises científicas”, completou.

O ministro Luiz Fux afirmou que a medida provisória trouxe um critério para a verificação de eventual ato de má fé do agente público durante a pandemia.

Para o ministro, no entanto, a punição para um eventual crime continua ocorrendo independentemente do texto.

“A MP 966 não é válvula de escape para gestores mal intencionados, contrários à ciência”, declarou.

Fux ressaltou que não se pode legitimar, por exemplo, o uso de remédios que em vez de curar venham a produzir efeitos severos para as pessoas.

A ministra Cármen Lúcia acompanhou o voto do ministro Alexandre de Moraes. Ela ponderou que as regras de responsabilidade do poder público e de seus agentes estão previstas na Constituição.

“Registro e apenas registro que o parágrafo 2º, ao afirmar que o mero nexo de causalidade entre a conduta e o resultado não implica responsabilidade, é algo aplicado no caso a caso. A responsabilidade objetiva do Estado e a culpa do agente se dá nos termos da Constituição e não da MP. Uma norma infraconstitucional afirmar que este mero nexo não implica responsabilidade… Não há espaço de irresponsabilidade na República Federativa do Brasil”, afirmou.

O ministro Ricardo Lewandowski afirmou que não há nenhuma hipótese que permita eximir agente público de sua responsabilidade ou de seu dever de prestar contas. O ministro defendeu a fixação de um prazo para a vigência das regras trazidas na MP.

“Faço minhas também as palavras da ministra Cármen Lúcia. Quero manifestar minhas dúvidas relativamente à possibilidade de o legislador ordinário, por meio de uma medida provisória, contrariar frontalmente o que se estabelece na Constituição”, afirmou.

www.repoteriedoferreira.com.br Por G1




Reunião de Bolsonaro com governadores: entenda os pedidos e os acordos

Durante a reunião, o presidente discutiu com os governadores os vetos relacionados ao auxílio financeiro a estados e municípios

Por Brasil Econômico 

Bolsonaro

Carolina Antunes/PR – 27.3.20

Bolsonaro conversou com governadores para acordar socorro a estados e municípios

Na manhã desta quinta-feira (21), Jair Bolsonaro (sem partido) se reuniu com governadores para definir diretrizes para lidar com a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2). Logo no início da conversa, o presidente disse que deve sancionar ainda hoje o projeto de socorro a estados e municípios.

Junto com Bolsonaro, estavam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que pediram união entre os governos federal e estaduais. Boa parte da reunião se destinou a debater sobre este auxílio a estados e municípios , com pedidos de ambos os lados e alguns acordos.

O que Bolsonaro pediu aos governadores

O principal pedido do presidente foi para que governadores o apoiasssem nos vetos que ele propôs ao projeto de auxílio a estados, sobretudo os que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público durante a pandemia do novo coronavírus.

“Nesse momento difícil que o trabalhador enfrenta – alguns perderam seus empregos, outros tendo salário reduzido, os informais que foram duramente atingidos nesse momento – buscar maneiras de, ao restringirmos alguma coisa até 31 de dezembro do ano que vem – isso tem a ver com servidor público da União, Estados e municípios – nós possamos vencer essa crise”, argumentou Bolsonaro.

De acordo com Bolsonaro, é importante que haja um consenso nesse sentido. “O mais importante: se possível, sair uma proposta aqui por unanimidade de nós, ao vetarmos quatro dispositivos, um que é de extrema importância, que esse veto venha a ser mantido por parte do parlamento. Porque é assim que vamos construir nossa política, nos entendendo cada vez mais”, disse o presidente.

O que os governadores pediram a Bolsonaro

Em nome de todos os governadores, o chefe do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), pediu que o presidente inicie os pagamentos a estados ainda este mês. “Pedir, presidente, se for a intenção do senhor a sanção, que realmente, se possível, foi uma unanimidade dos governadores, que possa fazer liberação dessa primeira parcela ainda no mês de maio, isso é crucial para os entes federados, porque estamos vivendo um momento de perda brutal de nossas receitas”, pediu o governador.

Ainda em nome de todos, Azambuja pediu que Bolsonaro não vete a parte do projeto que permite que bancos façam aditivos nos contratos de pagamentos de débitos. “Muito importante que mantenha integralidade do artigo 4º”, afirmou. Ele ainda solicitou que Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BNDES definam, junto a estados e municípios, regras para fazer aditivos nos contratos dessas dívidas.

O que governadores e presidente acordaram

Durante a conversa, Azambuja afirmou que os governadores apoiariam Bolsonaro no veto relacionado aos reajustes salariais. “Acho que é momento da unidade nacional, presidente. Então, a maioria dos governadores entende importante, se assim o senhor achar, vetar esse artigo dos aumentos salariais”, afirmou o governador.

De acordo com Bolsonaro, a sanção do auxílio a estados e municípios deve ser feita ainda hoje, mantendo os vetos. “O governo federal, ao lado aqui dos presidentes da Câmara e do Senado, se Deus quiser sancionará hoje mesmo esse projeto, com vetos, os quais, segundo nosso entendimento e com toda a certeza da maioria senão totalidade dos senhores governadores, deve ser mantido. Isso é bom para todos nós”, afirmou o presidente.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Ig




 Deputados marcam presença nas sessões realizadas pela ALPB através do sistema de videocoferência

Durante o período de isolamento social, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) tem atendido aos protocolos de segurança sanitária e obtido bons resultados nas ações realizadas para beneficiar a população paraibana. O trabalho tem contado com os esforço dos 36 deputados que estão marcando presença efetiva nas sessões e reuniões e redobrado a atenção para resolver as demandas encaminhadas para a Casa.

Além dos parlamentares, a sociedade tem participado ativamente das inúmeras audiências e reuniões remotas de comissões e Frente Parlamentares, realizadas através do sistema de videocoferência. As atividades seguem as recomendações da Mesa Diretora, presidida pelo deputado Adriano Galdino.

“Temos feito um trabalho de qualidade, com grande produtividade, graças ao esforço de todos os funcionários e parlamentares. Nós estamos trabalhando diariamente para que o povo paraibano não fique desassistido, em sessões que chegam a durar mais de três horas. Por isso, temos aprovado projetos importantes que vão contribuir para a saúde e para a economia, entre outros setores, do nosso estado”, destacou Adriano Galdino.

A fim de possibilitar o trabalho remoto, principalmente na realização das sessões, das quais os parlamentares podem participar de onde estiverem, o setores de Informática da ALPB e de Comunicação têm feito os ajustes necessários, como forma de garantir o andamento das atividades parlamentares. “Isso tem facilitado bastante a presença dos deputados, que são em média 33 a 34 por sessão”, disse o presidente Galdino.

A Casa também implementou algumas rotinas internas que permitiram o registro de presença dos parlamentares e a possibilidade de votação. Muitos deputados comemoram a facilidade oferecida por meio tecnológico, já que fez com que não ocorresse qualquer prejuízo na elaboração das ações do Legislativo Estadual. “É um trabalho realizado em parceria entre os integrantes das diversas áreas do Legislativo Estadual”, pontuou o presidente.

“Com a pandemia, aumentou o número de matérias encaminhadas à ALPB, a exemplo do número de decretos e requerimentos. Então, o trabalho feito de forma remota tem sido feito a cada dia com mais qualidade e contribuído para que a gente consiga resolver e aprovar as propostas”, acrescentou Adriano Galdino.

 




Regina Duarte deixa Secretaria da Cultura: “Tá me fritando, presidente?”

O anúncio foi feito por Bolsonaro no Twitter na manhã desta quarta-feira (20)

Por iG Gente 

Na manhã desta quarta-feira (20), o presidente Jair Bolsonaro anunciou por meio do Twitter a saída de Regina Duarte da Secretaria Especial da Cultura . Logo no começo do vídeo, Regina pergunta ao presidente se ela estava sendo “fritada” pelo governo dele, como afirmava a imprensa. Em seguida, a atriz, que havia assumido o cargo no começo de março, anuncia que será responsável pela Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

Regina Duarte e Bolsonaro
Rprodução/Twitter

Regina Duarte deixa a Secretaria da Cultura

Bolsonaro alegou que a ex-secretária está deixando o cargo por estar com saudade da família. ” Regina Duarte relatou que sente falta de sua família, mas para que ela possa continuar contribuindo com o Governo e a Cultura Brasileira assumirá, em alguns dias, a Cinemateca em São Paulo. Nos próximos dias, durante a transição, será mostrado o trabalho já realizado nos últimos 60 dias”, escreveu o presidente.

Regina agradeceu o presidente pelo novo cargo e confirmou, em um vídeo postado por Bolsonaro na rede social, que ela está deixando o cargo em Brasília por sentir falta do convívio com os filhos e os netos. “Acabo de ganhar um presente que é um sonho de qualquer pessoa de comunicação, de audiovisual, de cinema, de teatro. Um convite para fazer Cinemateca, que é um braço da Cultura que funciona lá em São Paulo. É um museu de toda a filmografia brasileira”, falou a ex-secretária.

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Bolsonaro faz piada idiota no dia em que o Brasil supera mil mortes por Covid-19

Bolsonaro disse que o novo protocolo para uso da cloroquina é resultado da democracia, porque “você toma se quiser”. “Quem for de direita toma cloroquina. Quem é de esquerda toma Tubaína”, disse ele. Vídeo

(Brasília - DF, 14/05/2020) Presidente da República, Jair Bolsonaro na rampa do Palácio do Planalto.
(Brasília – DF, 14/05/2020) Presidente da República, Jair Bolsonaro na rampa do Palácio do Planalto. (Foto: Isac Nóbrega/PR)

247 – No dia em que o Brasil registrou 1.179 mortes em 24 horas, causadas pela Covid-19, Jair Bolsonaro debochou novamente da pandemia ao falar sobre o uso da cloroquina contra a doença.

Durante transmissão pelas redes sociais com o jornalista Magno Martins, Bolsonaro disse que o novo protocolo para uso da substância, determinado pelo Ministério da Saúde após a saída do ex-ministro Nelson Teich, é resultado da democracia, porque “você toma se quiser”. “Quem for de direita toma cloroquina. Quem é de esquerda toma Tubaína”, disse ele.

De acordo com o Ministério da Saúde, as novas 1.179 mortes subiram o total de óbitos para 17.971. Essa foi a primeira vez que o país ultrapassou a marca de mil mortes diárias causadas pelo novo coronavírus.

O balanço também mostra que o Brasil agora registra 271.628 casos confirmados da doença, um aumento de 17.408‬ em relação ao que foi contabilizado na segunda-feira (18). A letalidade da COVID-19 no país é de 6,6%.

Assista:

Guilherme Boulos

@GuilhermeBoulos

“Quem for de direita toma cloroquina, quem for de esquerda toma Tubaína”. NO DIA QUE O BRASIL CONTOU 1179 MORTOS, Bolsonaro faz piada…

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“Não quero que infectem nosso povo”, diz Trump sobre brasileiros

Presidente norte-americano cogita suspender voos entre EUA e Brasil

Por iG Último Segundo 

donald trump falando

Agência Brasil

Trump voltou a mencionar a situação do Brasil e expressa preocupação com avanço da pandemia no país

Viagens entre Brasil e Estados Unidos podem ser barradas, afirmou hoje, 19, o presidente norte-americano, Donald Trump , em coletiva na Casa Branca. O país latino-americano é o terceiro com o maior número de casos de Covid-19 no mundo, perdendo para Reino Unido e para os próprios EUA.

O presidente está considerando a proibição por medo do cenário que do novo coronavírus no Brasil. “Não quero que as pessoas venham aqui e infectem o nosso povo. Também não quero pessoas doentes lá. Estamos ajudando o Brasil com ventiladores”, disse Trump. “O Brasil está com alguns problemas, sem dúvida”, continuou”.

Trump já ameaçou a proibição de circulação entre os dois países no último mês. Ele afirmou que o novo coronavírus no Brasil resultou em um “surto sério” e que estava acompanhando o avanço da pandemia.

Ele chegou a criticar a falta de medidas restritivas no país. “Eles também foram em outra direção que outros países da América do Sul. Se você olhar os dados, vai ver o que aconteceu infelizmente com o Brasil”, afirmou Trump anteriormente.

A suspensão não foi feita por pedido do governador do estado da Flórida, Ron DeSantis, que tem ótimas relações financeiras com o Brasil. DeSantis afirmou que ainda não havia necessidade para fazer a suspensão, e Trump informou que ele deveria avisar caso o cenário mudasse.

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Ig




Bolsonaro tenta organizar reunião com STF, Congresso Nacional e governadores

O principal assunto da reunião será os vetos que Bolsonaro pretende fazer em relação ao projeto de auxílio financeiro aos estados

Bolsonaro recebe Dias Toffoli, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre no Palácio da Alvorada
Bolsonaro recebe Dias Toffoli, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre no Palácio da Alvorada (Foto: HANDOUT / REUTERS)

247 – Jair Bolsonaro tenta diminuir o abismo que é seu isolamento político e organiza uma reunião com o STF, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e governadores dos estados. Com informações de Caio Junqueira, da CNN.

O principal assunto da reunião será os vetos que Bolsonaro pretende fazer em relação ao projeto de auxílio financeiro aos estados. O ministro da Economia, Paulo Guedes, orientou que Bolsonaro fizesse vetos ao projeto aprovado no Congresso. Maia e Alcolumbre sinalizaram que as Casas podem derrubar os vetos de Bolsonaro, se ocorrerem.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, do MDB de Pernambuco, disse à CNN que “provavelmente esta reunião será amanhã”.

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Governador João Azevêdo avisa que não irá recuar das medidas restritivas anunciadas no fim de semana

Apesar dos protestos de empresários e outras categorias pela abertura do comércio, o governador João Azevêdo (Cidadania) avisou, durante o programa fala governador desta segunda-feira (18), que não irá recuar das medidas restritivas anunciadas no fim de semana e justificou, reforçando que a prioridade segue sendo salvar vidas.
João também lamentou o oportunismo de políticos que, segundo ele, tentam tirar vantagem da situação se colocando como pré-candidatos e salvadores da pátria.

“Esse tipo de pressão que se faz alguns seguimentos e deputados de oposição, que se aproveitam nesse momento para se apresentar como pré-candidatos e salvadores da pátria, não vai fazer mudança no processo que nos interessa. O que nos interessa é salvar vidas. Quando tomamos medidas como estas sabemos que estamos na direção correta”, disse.

Nesta manhã empresários da construção civil e deputados estaduais promoveram manifestação em frente à Granja Santana, em João Pessoa. Esse é segundo ato promovido em menos de 48h. No sábado, um grupo comandado pelo deputado estadual Cabo Gilberto (PSL) também realizou ato em frente à residência do governador criticando o teor das medidas de restrição adotadas pelo governo do Estado e pela prefeitura de João Pessoa.

 

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