De acordo com o Inmet, João Pessoa registra mais de 83 milímetros de chuvas em 24 horas

A cidade de João Pessoa registrou nas últimas 24 horas — entre esta sexta-feira (17) e sábado (18) — mais de 83 milímetros de chuvas. De acordo com o coordenador da Defesa Civil do município, Noé Estrela, chuvas tendem a diminuir ao longo deste sábado.
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Os bairros com maior acumulo de chuvas foram o Cuiá e o Altiplano. No Cuiá, um muro caiu por conta das chuvas, segundo a Defesa Civil.
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Além da ocorrência no Cuiá, a Defesa Civil também registrou o comprometimento de uma casa, localizada em uma depressão no bairro do Valentina. Segundo Noé Estrela, uma equipe foi enviada ao local para verificar a situação.
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De acordo com o Inmet, João Pessoa está com um alerta de acumulado de chuvas até o 12h deste sábado (18). O coordenador da Defesa Civil também informou que o clima na cidade deverá ser normalizado ao longo do dia.
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Em casos de alagamentos na capital paraibana, a população deve acionar o atendimento 24 horas da Defesa Civil através do número 0800 285 9020.

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 Cartaxo busca apoio do PP junto a Aguinaldo Ribeiro para eleições em João Pessoa

Foto: arquivo

O prefeito Luciano Cartaxo e o irmão, Lucélio Cartaxo se reuniram, nessa sexta-feira (17), com o deputado federal, Aguinaldo Ribeiro (PP), no apartamento do deputado, no Altiplano, em João Pessoa. Luciano e Lucélio foram vistos por articulares políticos ligados a partidos de oposição

Os irmãos abrem diálogo com Aguinaldo e buscam o apoio do PP ao projeto político do PV em João Pessoa  nas próximas eleições que se avizinham apesar de Cícero Lucena ter anunciado sua pré-candidatura a prefeito da capital.

Focado na pandemia nos últimos meses, Cartaxo, iniciou nos últimos dias, o processo de articulação de apoio à candidatura do PV, que ainda não tem nome definido. Essa semana, aliados do prefeito e do governador João Azevêdo (PSB) se reuniram tentando construir uma aliança política. Tanto Luciano quanto João admitiram a aproximação. Não sabemos o que pode sair desta conversa, mas certamente, qualquer tipo de acordo dessa magnitude passa por 2022.




Ministério da Saúde já admite mudar recomendação contra a cloroquina

Remédio sugerido por Jair Bolsonaro é inútil contra o coronavírus e condenado pela Sociedade Brasileira de Infectologia

Cloroquina
Cloroquina (Foto: REUTERS/George Frey)

(Reuters) – O Ministério da Saúde afirmou nesta sexta-feira que avalia diariamente as novas evidências relativas ao uso da cloroquina no tratamento da Covid-19 e reconheceu que provavelmente mudará sua orientação atual, depois que a Sociedade Brasileira de Infectologia cobrou que os medicamentos sejam abandonados no tratamento de qualquer fase da doença.

“Estamos vendo quais são as evidências mais novas publicadas na literatura universal, então já somamos mais de 1 mil evidências em quase 70 boletins de evidências científicas, esses boletins são atualizados diariamente. E se mudará as orientações? Provavelmente sim. A ciência, ela muda dia após dia”, disse Hélio Angotti Neto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do ministério, em entrevista coletiva.

Ele não detalhou qual tipo de mudança de orientação pode ser feita pelo ministério, mas disse que muitos artigos têm se posicionado contra o uso da cloroquina em pacientes em fase tardia da doença, quando “o vírus praticamente já não está mais presente” e a pessoa está sofrendo processos inflamatórios muito fortes.

“O ministério vai continuar acompanhando essas evidências diariamente e trazendo o melhor que se tem de informação atualizada. Se houver informação a favor, pode ser que uma nota informativa vire até uma orientação mais formalizada. Se vier uma orientação contra, pode ser que a nota informativa traga uma orientação diferente daquela que hoje se encontra. Da nossa parte não há problema nenhum em mudar a orientação”, acrescentou.

Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19 em todas as etapas da doença, apesar da falta de comprovação científica de eficácia.

Inicialmente o medicamento era recomendado pela pasta apenas para casos graves, mas o ministério ampliou a orientação em maio para todas os estágios da Covid-19 por pressão do presidente Jair Bolsonaro, um defensor do medicamento assim como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Desde que anunciou ter testado positivo para coronavírus na semana passada, Bolsonaro afirmou que estava tomando o remédio e tem defendido o uso pelas pessoas contaminadas, mesmo reconhecendo a falta de comprovação científica de eficácia.

Nesta sexta-feira, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) divulgou um informe em que disse ser urgente e necessário que a hidroxicloroquina seja abandonada no tratamento de qualquer fase da Covid-19, citando dois estudos internacionais divulgados nesta semana que se somaram a outros afirmando que o medicamento não é eficaz e pode provocar efeitos colaterais.

Segundo a SBI, os estudos completam a avaliação de eficácia e segurança do seu uso nas três fases da doença: profilaxia, tratamento precoce e pacientes hospitalizados, sem mostrar qualquer benefício clínico e ainda provocando eventos adversos.

“Com essas evidências científicas, a SBI acompanha a orientação que está sendo dada por todas sociedades médicas científicas dos países desenvolvidos e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) de que a hidroxicloroquina deve ser abandonada em qualquer fase do tratamento da Covid-19”, afirmou.

A nota da SBI foi divulgada após a revelação, na véspera, de que o Ministério da Saúde enviou ofício à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pedindo que a instituição dê ampla divulgação ao tratamento com cloroquina nos primeiros dias de sintomas de Covid-19.

A recomendação foi dada apesar de a OMS ter suspendido testes com o medicamento em vários países, inclusive o Brasil, depois que os resultados de outros estudos não mostraram benefício do medicamento contra malária para tratar a doença respiratória provocada pelo novo coronavírus.

“A Fiocruz está ciente das orientações do Ministério da Saúde sobre o uso ´off label´ (quando o fármaco é utilizado para uma indicação diferente daquela que foi autorizada pelo órgão regulatório, a Anvisa) da cloroquina e da hidroxicloroquina contra a Covid-19. A Fiocruz entende ser de competência dos médicos sua possível prescrição”, disse a Fiocruz em nota.

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Ministro Ricardo Salles destitui secretário-executivo que o denunciou à CGU

O ministro Ricardo Salles destituiu o secretário que o denunciou à CGU (Controladoria-Geral da União), à CEP (Comissão de Ética da Presidência) e ao TCU (Tribunal de Contas da União)

Ricardo Salles
Ricardo Salles (Foto: Mauricio Vieira/Secom)

247 – Dois dias após ser acusado de esvaziar a Comissão de Ética do Ministério do Meio Ambiente, Ricardo Salles destituiu Marcelo Grossi do cargo de secretário-executivo do órgão interno.

A reportagem do portal Uol informa que “no mesmo ato, Salles fez ainda novas nomeações para a comissão, que esperava há mais de um ano pela substituição de suplentes. Os nomes escolhidos desconsideram um processo seletivo interno no ministério, conduzido entre novembro de 2019 e março de 2020, para escolher membros do órgão. Os três membros titulares designados por Salles são servidores da Coordenação-Geral de Apoio Administrativo, departamento vinculado ao gabinete do ministro. Nenhum dos três participou da seleção.”

A matéria ainda acrescenta que “a Comissão de Ética é responsável por apurar denúncias de má conduta de servidores no ministério e zelar pelo cumprimento do Código de Ética no setor público. Entre as atribuições do órgão está a de recomendar a demissão de agentes públicos que tenham violado regras da administração pública.”

 

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Azevêdo vê debate precoce sobre junção de forças com Cícero ou Cartaxo em João Pessoa.

Principal estrela do Cidadania na Paraíba, o governador João Azevêdo voltou a julgar precoce o debate em torno da possibilidade de junção de forças políticas com os grupos encabeçados, seja pelo ex-senador Cícero Lucena (PP), seja do prefeito Luciano Cartaxo (PV) na disputa pela prefeitura da Capital, nas eleições desse ano. Segundo ele, pelo menos por enquanto, não há nenhuma discussão com nenhum desses agentes políticos.

“Fica difícil se fazer conjecturas em cima de coisas que nesse momento não há nenhuma discussão ainda com nenhuma dessas forças políticas que têm aqui, nem esses pré-candidatos”, ressaltou.

O governador destacou que o partido tem avançado no debate interno e que, em breve, não apenas os pessoenses, mas também os paraibanos conhecerão e entenderão a posição do Cidadania.

“Nós estamos discutindo sim internamente no partido e eu lhe digo que muito rapidamente vocês entenderão e conhecerão a posição do partido, se vamos ter candidatura própria, se vamos fazer alianças, em todas as cidades da Paraíba”, ressaltou.

Em Campina Grande, diferentemente de João Pessoa, a tese de candidatura própria é mais improvável, visto que o partido tem aliados no páreo.

“Em Campina Grande temos dois candidatos que são da base. Um é Ana Cláudia e outro é Inácio Falcão e que estamos ainda evoluindo numa conversa para saber quem vai se consolidar. Tudo isso são coisas que precisam acontecer em termos de diálogo”, ressaltou. As declarações do governador repercutiram no Sistema Arapuan FM.

De acordo com o presidente da sigla, Ronaldo Guerra, nesta quinta-feira (16) deverá ser realizada uma reunião com a cúpula da legenda justamente para aparar arestas sobre a participação do partido e a viabilidade de composições com outras forças para as eleições desse ano.

 




O DEM corre por fora para tentar garantir apoio do Cidadania a Raoni em JP

Após dar como certa a pré-candidatura do ex-vereador Raoni Mendes à Prefeitura Municipal de João Pessoa, o Democratas tenta agora uma aliança que pode ser fundamental para bater o martelo sobre a presença do partido na majoritária. Em entrevista à emissora de rádio, o presidente estadual da sigla, o deputado federal Efraim Filho, declarou que o partido pretende dialogar com o governador João Azevêdo.

Efraim Filho afirmou ter colocado como meta conversar também com Nonato e Ronaldo Guerra, líderes do Cidadania, partido de João Azevêdo, em busca de apoio para Raoni. “Essa é uma missão que eu particularmente tenho, de conversar com o governador, com os dirigentes Nonato Bandeira e Ronaldo Guerra, principalmente, que cuidam dessa articulação política porque Raoni é hoje, dos que compõem a base governista, o candidato melhor posicionado nas pesquisas qualitativas, quantitativas e estratégicas”, declarou.

Segundo o parlamentar, o objetivo do DEM é convencer João Azevêdo de que Raoni é o melhor nome e o mais viável projeto para assumir o Executivo da Capital paraibana. “Se chegar essa apoio da envergadura do governo e dos partidos aliados, ele pode ir e vai vencer com suas ideias, é essa a linha que iremos seguir e, como coordenador da bancada federal e líder nacional do DEM, estarei dialogando com o governador para que ele creia nesse projeto que não pertence mais a Raoni ou aos Democratas, mas a toda João Pessoa”, arrematou.

 

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Flamengo vence o Fluminense e conquista o bicampeonato carioca de 2020

Flamengo conquistou o seu 36º título estadual (Foto: Reprodução / FlaTV)

Foi com um gol de Vitinho aos 49 minutos do segundo tempo que o Flamengo venceu mais uma vez o Fluminense e conquistou, na noite desta quarta-feira (15), o seu 36º título do campeonato carioca de futebol. No último domingo (12), o rubro-negro havia vencido a primeira partida da final por 2 a 1.

A partida foi marcada por algumas confusões e os holofotes em cima do técnico Jorge Jesus, que está sendo sondado pelo Benfica, de Portugal, para deixar o comando do time brasileiro.

Flamengo aumenta hegemonia

Com mais um título estadual, o Flamengo se isola na hegemonia do futebol carioca, com 36 edições conquistadas. Em segundo lugar aparece o Fluminense, que soma 31 campeonatos. A última conquista do tricolor foi há oito anos, em 2012.

Na terceira colocação do ranking dos maiores campeões do Rio de Janeiro está o Vasco, com 24 títulos, e em 4º lugar, o Botafogo, em 21.




Assembleia vai recorrer para manter suspensão do pagamento de consignados dos servidores do Estado

Assembleia Legislativa da Paraíba. Foto: Divulgação/ALPB

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), através da Procuradoria da Casa, vai informar ao Juiz Gustavo Urquiza, responsável pela decisão que permitiu ao Banco Bradesco realizar a cobrança de empréstimos consignados de servidores estaduais durante a pandemia, que existe no âmbito do Tribunal de Justiça da Paraíba uma decisão anterior que suspendeu a discussão da matéria até julgamento no Supremo Tribunal Federal, de relatoria do desembargador Osvaldo Trigueiro.

Na Ação Direta de Inconstitucionalidade, que  também questiona a mesma lei estadual no âmbito do Tribunal de Justiça da Paraíba, o Desembargador Osvaldo Trigueiro disse que “tendo em vista a relevância da situação noticiada, determino o sobrestamento da presente Ação Direta de Inconstitucionalidade até o julgamento final da ADI 6451 junto ao STF, em que é questionada a mesma norma impugnada na presente ADI, até o desfecho final da medida no STF”.

O Procurador-Chefe da Assembleia, Newton Vita, enfatizou que “não é possível a existência de decisões conflitantes e contraditórias, a primeira enfatizando a suspensão da matéria no âmbito do Tribunal, para aguardar a manifestação do Supremo Tribunal Federal, de relatoria do Desembargador Osvaldo Trigueiro, e uma segunda decisão, posterior, de relatoria do Juiz Gustavo Urquiza, suspendendo os efeitos da norma, sob a alegação de inconstitucionalidade”.

O juiz Gustavo Leite Urquiza foi convocado para substituir a desembargadora Maria das Graças Morais Guedes, do Tribunal de Justiça da Paraíba, e deferiu pedido de liminar para suspender a decisão que proibiu o Banco Bradesco de realizar a cobrança dos empréstimos consignados de servidores estaduais da Paraíba. A Lei Estadual nº 11.699/2020 determinou a suspensão por 120 dias do pagamento de contratos de crédito consignado com servidores públicos estaduais.

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Ministro Gilmar Mendes volta a associar militares a genocídio

 

Foto: STF/Divulgação

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, voltou a criticar, nesta terça-feira (14), o envolvimento das Forças Armadas na gestão da saúde pública do país.

Apesar da reação do governo, o magistrado não recuou sobre a declaração de que o Exército pode estar se associando a um genocídio por ter integrantes nos principais cargos do Ministério da Saúde durante a pandemia do novo coronavírus.

Para o ministro, o debate sobre a responsabilidade das Forças Armadas na crise sanitária está posto e é necessário evitar que a instituição caia “nos triques que são naturais da política”.

Na segunda-feira (13), o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e os chefes do Exército, general Edson Leal Pujol, da Marinha, almirante Ilques Barbosa Junior, e da Aeronáutica, brigadeiro Antonio Carlos Bermudez, rebateram o ministro e anunciaram que irão acionar a Procuradoria-Geral da República contra Gilmar.

O vice-presidente, general Hamilton Mourão, disse que Gilmar deveria se retratar.

O ministro tentou amenizar a situação e disse que a declaração dada no sábado (11) ocorreu em um “contexto puramente acadêmico”. Apesar disso, ele manteve a mesma posição.

“São 28 militares nos cargos da cúpula do ministério, dificuldade de executar o orçamento, colapso portanto do serviço de saúde”, listou.

O ministro disse que participou recentemente de uma videoconferência com o fotógrafo Sebastião Salgado e que a ameaça aos índios é uma realidade do país.

– Participamos recentemente de um webinar com Sebastião Salgado e a temática foi toda de ameaça aos povos indígenas. Salgado liderou um grupo apontando que o Brasil pode estar cometendo genocídio. Então, é esse debate. A responsabilidade que possa ocorrer – disse.

Ele lembrou que o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e o médico Dráuzio Varella participaram da mesma videoconferência no sábado e também seguiram esse raciocínio.

“O ministro Mandetta inclusive usou uma expressão dizendo que se o general que lá está (Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde) e que é especializado em logística, talvez fosse mais especializado em balística, tendo em vistas o número de mortes que ele conseguiu. Portanto, foi nessa conversa que se desenvolveu”, disse o ministro em videoconferência transmitida ao vivo.

Gilmar soltou uma nota oficial nesta terça para comentar o tema. O ministro reafirmou “o respeito às Forças Armadas”, mas ressaltou que é preciso fazer uma “interpretação cautelosa do momento atual”.

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Pesquisa Vox: 82% defendem troca de general por profissional da área médica

 

Um levantamento divulgado pelo Instituto Vox Populi nesta terça-feira (14) apontou que mais de 80% da população discordam da iniciativa do governo Jair Bolsonaro de nomear um militar (general Eduardo Pazuello) para comandar o Ministério da Saúde

Jair Bolsonaro e Eduardo Pazuello (Foto: Marcos Corrêa/PR | Erasmo Salomão/MS)

247 – Um levantamento divulgado pelo Instituto Vox Populi nesta terça-feira (14) apontou que 82% dos entrevistados discordam da iniciativa do governo Jair Bolsonaro de nomear um militar (general Eduardo Pazuello) para comandar o Ministério da Saúde.

De acordo com a pesquisa, 15% acham que foi uma boa solução e 3% não souberam ou não responderam.

As estatísticas mostraram que 31% não confiam nos militares, 17% confiam pouco, 32% confiam mais ou menos, 18% confiam muito e 3% não souberam ou não responderam.

Segundo os dados, 65% acham que os militares não devem participar do governo, não devem se envolver com política. Para 30%, eles estão certos de integrar a gestão. E 5% não souberam ou não responderam.

A pesquisa nacional Vox Populi foi realizada entre 25 de junho e 3 de julho. Foram realizadas 1.500 entrevistas por telefone.

 

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