Trump diz que Biden “não pode derrubar” muro de fronteira com México

 

Seu sucessor, o democrata Joe Biden, toma posse da presidência no dia 20 deste mês

Gage Skidmore/Creative Commons

Trump tem apenas mais 7 dias de mandato como presidente dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cujo mandato se encerra no dia 20 deste mês, disse, sem citar o nome de Biden , que “o próximo presidente não pode derrubar” o muro que separa o Texas do México. “O próximo governo não pode derrubar este muro”, afirmou.

O muro foi uma das primeiras promessas de Trump desde que assumiu a presidência dos Estados Unidos. Segundo o republicano, a construção aumentou a segurança na fronteira sul dos EUA. “Antes, não havia segurança”, disse.

Ele afirmou, ainda, que “terroristas do Oriente Médio” estavam entrando no país, e que “se revertermos a proteção às fronteiras, será péssimo”.

O presidente falou também que os preparativos para seu impeachment no Congresso são “absolutamente ridículos” e que estão causando “uma raiva tremenda” . “É a continuação da maior caça às bruxas da história da política”, declarou.

www.reportriedoferreira.com.br     Por Ig

 

 

 

 

 




João Azevêdo anuncia abertura das pré-matrículas digitais para alunos da Rede Estadual de Ensino

O governador João Azevêdo anunciou nesta segunda-feira (11), durante o programa semanal ‘Conversa com o Governador’, transmitido em cadeia estadual pela Rádio Tabajara, o lançamento da pré-matrícula digital para os estudantes da Rede Estadual de Ensino. Ao todo, serão 250 mil vagas oferecidas em 668 escolas espalhadas pelas 14 Gerências Regionais de Ensino da Paraíba. A pré-matrícula será efetivada por meio do site pbeduca.see.pb.gov.br e ficará disponível para os alunos veteranos entre os dias 11/01 e 15/01. Já para os estudantes novatos, o período será de 25/01 a 29/01.

O cadastro anterior à matrícula é necessário, pois a solicitação do aluno, novato ou veterano, passará por uma análise na Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia (SEECT), para só então ser inserida nos cadastros das escolas. Ao fim deste processo, a matrícula será efetivada. Os alunos que não tiverem acesso à internet poderão realizar o cadastro nas escolas, que contarão com pontos de apoio presenciais.

Documentos necessários – Para realizar a pré-matrícula, os alunos veteranos precisam ter o código de matrícula, que está disponível no perfil do aluno no Sistema Saber, além de disponibilizar um endereço de e-mail e um número de telefone. Já os estudantes novatos precisam estar munidos dos seguintes documentos: histórico escolar, cédula de identidade (RG) ou certidão de registro civil, CPF (opcional), comprovante de residência com data, carteira de vacinação (para Educação Infantil), cartão do SUS (opcional) e uma foto 3×4.

O secretário de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia, Cláudio Furtado, reforçou que todos os estudantes serão contemplados no processo de matrículas. “Esse processo será todo on-line, via plataforma Paraíba Educa, mas reforçamos que as escolas estarão abertas para os alunos que eventualmente não tenham acesso à internet. Mas é importante lembrar a necessidade de manter os cuidados contra a covid-19. Os responsáveis devem usar máscaras e manter o afastamento social quando estiverem nas escolas. Reforçamos, mais uma vez, que a Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia está trabalhando para que todos os estudantes veteranos e novatos tenham acesso à Educação. Ninguém ficará sem vaga na Rede Estadual de Ensino”, disse.

Enem 2020 – Para atender aos 30.200 estudantes da rede inscritos no Enem 2020, que se submeterão às provas na versão impressa nos 17 e 24 de janeiro de 2021 e na versão digital nos 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021, a Secretaria de Educação irá montar tendas em pontos estratégicos para servir de apoio aos alunos que farão o exame presencial.

Ao longo do ano passado, a gestão adaptou o sistema de ensino para atender as necessidades dos estudantes e egressos da rede pública estadual. Dentre as ações realizadas estão o Se Liga no Enem Revisão On-line, simulados, vídeoaulas na TV Paraíba Educa, lives e revisões no Youtube, Desafio Nota 1000, Podcast em áudio para o Classroom e Google forms com questões inéditas.

O governador João Azevêdo desejou êxito aos estudantes da Rede Estadual de Ensino que farão as provas do Enem.  “Nós torcemos para que todos os nossos alunos sejam aprovados. Tenham tranquilidade, se protejam, coloquem em prática o que aprenderam e iremos, em breve, celebrar a vitória de cada um”, comentou.

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Mourão diz que tomará vacina da Covid-19 e pode ‘furar fila’ para servir de exemplo

Curado da Covid-19, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, comentou nesta segunda-feira (11), que, diferente do presidente Jair Bolsonaro, vai tomar a vacina contra a Covid-19, mas não vai “furar a fila” para receber o imunizante antes das pessoas que têm prioridade, segundo os critérios definidos pelo Ministério da Saúde, a não ser para servir de exemplo, em ação propagandística.

O vice-presidente ficou 12 dias em isolamento no Palácio do Jaburu para o tratamento da doença e defendeu que a imunização é uma questão coletiva, e não individual.

“[Pretendo tomar a vacina] dentro da minha vez. Eu sou grupo dois de acordo com o planejamento [do Ministério da Saúde]. Não vou furar a fila, a não ser que seja propagandística”, disse o vice-presidente se referindo à possibilidade de tomar vacina ante do prazo para incentivar outras pessoas a aderirem à campanha de imunização.

Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro disse que não tomaria o imunizante, porém o Palácio do Planalto pediu sigilo de 100 anos para a carteira de vacinação do político.

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FPF e grandes clubes vão se reunir e pode definir os rumos do Campeonato Paraibano

Uma reunião entre a Federação Paraibana de Futebol (FPF) e os oito clubes garantidos na primeira divisão estadual, que será realizada nesta semana, pode definir os rumos do Campeonato Paraibano em 2021. Isso porque o encontro, que ainda não possui caráter decisivo de ser um arbitral, deve estabelecer se o torneio será realizado no primeiro ou segundo semestre do ano – ou se irá realmente acontecer.

Conforme o Estatuto do Torcedor, as competições só podem ser iniciadas 60 dias após a realização do arbitral, que define o regulamento da competição e a tabela de jogos. Por isso todos estão correndo contra o tempo, já que times como Botafogo-PB, Campinense e Treze já têm jogos para disputar a partir de fevereiro e precisam montar seus elencos.

O grande impasse para a indefinição acerca do Campeonato Paraibano tem sido o não pagamento de programas do Governo do Estado, como o Gol de Placa e o Paraíba Esporte Total. Acontece que o Governo alega, se baseando no Ministério Público, que as equipes burlaram o antigo Gol de Placa e utilizaram o dinheiro para outros fins que não o futebol. Já os dirigentes negam.

Enquanto alguns dirigentes se recusam a assinar o acordo de leniência afirmando que a verba foi aplicada totalmente no futebol, como é o caso do presidente do Nacional de Patos, Cleodon Bezerra, outros buscam o Governo do Estado para regularizar sua situação e receber seu pagamento do Paraíba Esporte Total de 2021 – todos os times perderam o direito de receber a verba de 2020 por renúncia fiscal, já que não regularizam suas situações a tempo ou não deram entrada no pedido a tempo.

O fato é que ainda não se sabe se o Campeonato Paraibano irá ocorrer e, caso aconteça de fato, quando ele irá iniciar. A reunião da FPF com os cartolas nesta semana definirá os rumos do estadual.

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Congresso avalia reduzir poder de governadores sobre PM e polícia civil

O Congresso se prepara para votar dois projetos de lei orgânica das polícias civil e militar que restringem o poder de governadores sobre braços armados dos Estados e do Distrito Federal. As propostas trazem mudanças na estrutura das polícias, como a criação da patente de general, hoje exclusiva das Forças Armadas, para PMs, e de um Conselho Nacional de Polícia Civil ligado à União.

O novo modelo é defendido por aliados do governo no momento em que o presidente Jair Bolsonaro endurece o discurso da segurança pública para alavancar sua popularidade, na segunda metade do mandato.

Os projetos limitam o controle político dos governadores sobre as polícias ao prever mandato de dois anos para os comandantes-gerais e delegados-gerais e impor condições para que eles sejam exonerados antes do prazo. No caso da Polícia Militar, a sugestão é para que a nomeação do comandante saia de uma lista tríplice indicada pelos oficiais. O texto prevê que a destituição, por iniciativa do governador, seja “justificada e por motivo relevante devidamente comprovado”.

Na Polícia Civil, o delegado-geral poderá ser escolhido diretamente pelo governador entre aqueles de classe mais alta na carreira. A dispensa “fundamentada”, porém, precisa ser ratificada pela Assembleia Legislativa ou Câmara Distrital, em votação por maioria absoluta dos deputados.

Os textos foram obtidos pelo Estadão e esses mecanismos são vistos nas polícias como formas de defesa das corporações contra ingerência e perseguição política. Estudiosos do tema alertam, no entanto, que o excesso de autonomia administrativa e financeira – e até funcional, como proposto para as PMs – pode criar um projeto de poder paralelo. A avaliação é que, dessa forma, os governadores se tornam “reféns” dos comandantes.

O sociólogo Luis Flávio Sapori, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), considera que as propostas estão em “sintonia ideológica” com o governo Bolsonaro. “É um retrocesso o que está para ser votado no Congresso, e a sociedade brasileira não está sabendo. São acordos intramuros. O projeto está muito de acordo com a perspectiva do governo Bolsonaro: há um alinhamento ideológico claro pela maior militarização e maior autonomia das polícias militares em relação ao comando político”, disse Sapori.

Para o pesquisador, isso cria um problema grave em relação aos governadores, “uma autonomia política e administrativa absurdas”. “A PM se torna uma organização sem controle político e civil, mais próxima do modelo de Forças Armadas e afastada do cidadão. As PMs vão sendo dominadas por interesses corporativos, para ter ganhos, e se afastando da sociedade”, observou.

A maior evidência disso, no diagnóstico de Sapori, é a proposta de criação de um novo patamar hierárquico, equivalente ao posto dos oficiais-generais, por “simetria” com o padrão das Forças Armadas. Haveria, assim, três níveis: o mais alto seria o tenente-general, seguido do major-general e do brigadeiro-general. Atualmente, a hierarquia das PMs vai até os oficiais-superiores; a patente no topo é a de coronel. Enquanto na Aeronáutica, no Exército e na Marinha, os comandantes são considerados generais, nas PMs e nos Corpos de Bombeiros eles são coronéis.

“Por mais relevantes e por mais que sejam instituições de Estado, e não de governo, as polícias são executoras de política pública e o governador precisa ter controle para definir as linhas e quem serão os gestores. A política não é Judiciário, nem Ministério Público. Mandato não vai resolver perseguição”, afirmou a advogada Isabel Figueiredo, consultora do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e ex-diretora de Ensino e Pesquisa na Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), órgão do Ministério da Justiça.

Uma das entidades consultadas para o projeto de lei, a Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais e do DF (Feneme) argumenta que a similaridade deve existir porque os policiais e os bombeiros militares constituem a força auxiliar e reserva do Exército. A legislação das polícias é de 1969 e, de acordo com a Feneme, as leis aprovadas nos Estados – sem uma padronização nacional – acabam desfigurando as polícias por “interesses particulares”. A federação compara a situação dos militares estaduais à da advocacia, do Ministério Público e da magistratura, classes do sistema de Justiça que já possuem leis orgânicas.

Apesar da restrição da liberdade de escolha e de demissão sugerida, a entidade alega que os governadores não perdem autonomia sobre a PM, que continua vinculada aos Estados, e que não há no projeto de lei “nenhuma premissa ideológica ou partidária”.

O Palácio do Planalto vem sendo consultado e chegou a dar sugestões para os projetos de lei orgânica desde a gestão do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro. Questionado sobre o apoio político aos projetos, o atual titular da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, disse que “os pontos de discussão encontram-se sob análise”.

O ministério confirmou ao Estadão que foram realizadas reuniões com conselhos nacionais, associações e sindicatos das polícias estaduais para discutir e receber sugestões ao texto.

Na eleição de 2018, Bolsonaro, que é capitão reformado do Exército, encampou o discurso de endurecimento na segurança pública e valorização de policiais, uma plataforma de campanha que também impulsionou a representação da classe no Legislativo.

No ano passado, um motim de PMs no Ceará expôs a politização latente pró-Bolsonaro entre policiais militares. O movimento grevista ilegal não foi condenado pelo presidente e ocorreu contra um governo de esquerda, de Camilo Santana (PT), que denunciou a “partidarização” nos batalhões. Em agosto, uma pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e da empresa de inteligência digital Decode identificou que 41% dos praças das PMs interagiam em ambientes virtuais bolsonaristas no Facebook e 25% deles ecoavam ideias radicais.

Em dezembro de 2019, o Congresso aprovou uma proposta de reforma previdenciária para as Forças Armadas, de autoria do governo Bolsonaro, e equiparou as regras aos policiais e bombeiros militares estaduais, por lobby dos comandantes e da bancada da bala, os deputados eleitos pelo voto dos profissionais da segurança pública. A lei foi sancionada sem vetos por Bolsonaro.

No fim de 2020, o presidente também assinou, pelo segundo ano consecutivo, indulto de Natal que beneficia com o perdão da pena agentes de segurança condenados por crimes culposos – aqueles cometidos sem intenção. O presidente já fez outros acenos à categoria, como o reajuste em maio, durante a pandemia da covid-19, para as forças de segurança do DF, Amapá, Rondônia e Roraima, enquanto outros servidores teriam aumentos congelados. Além disso, virou “habitué” de formaturas de policiais egressos das academias e também costuma ir a velórios ou homenagear nas redes sociais policiais mortos.

Das duas leis orgânicas, o projeto mais adiantado politicamente é o das PMs. O texto vigente, porém, ainda não foi formalmente apresentado na Câmara.

O relator do projeto é o deputado Capitão Augusto (PL-SP), líder da bancada da bala no Congresso – que reúne cerca de 300 parlamentares – e aliado do governo. Havia acordo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para votá-lo ainda no ano passado, mas a pandemia e as eleições municipais adiaram a pauta. Além disso, falta consenso sobre boa parte das mudanças previstas, entre elas a padronização nacional de viaturas e uniformes.

Capitão Augusto admite que seu texto ainda deve passar por mudanças. O deputado apontou, por exemplo, a resistência da PM de Minas Gerais a adotar um fardamento padrão nacional diferente do atual, na cor cáqui, e a contrariedade da PM de São Paulo em exigir curso superior para ingresso na corporação.

Em algumas praças, há diferentes critérios de promoção e os PMs conseguiram benefícios no plano de carreira similares ao dos servidores estaduais. Se alterados por uma lei orgânica de alcance nacional, esse grupo poderia sair prejudicado.

“Está difícil chegar a consenso. Falta aparar algumas arestas para ter o texto pronto, mas, se não tiver consenso, vou pedir para pautar da mesma forma. A gente retira o que não tem acordo e aprova-se o resto”, disse Capitão Augusto. “Desde a Constituição, faz 32 anos que estamos aguardando uma lei orgânica básica.”

 

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Cícero garante vagas para todos e reitera que não é necessário pernoitar na porta das escolas

As matrículas para novos alunos na rede municipal de ensino de João Pessoa serão iniciadas nesta segunda (11) com a garantia, do prefeito Cícero Lucena, de vagas para todos que procurarem as escolas e Centros de Referência de Educação Infantil (Creis). O gestor também tranquiliza os pais para que eles não durmam nas portas das escolas. “Nós entendemos que muitos pais, nos últimos 16 anos, tiveram que madrugar nas filas para garantir as vagas de seus filhos. Eu garanto, não existe mais essa necessidade na rede municipal de ensino de João Pessoa. Estamos aqui para assegurar vaga para todos. E também, nesse momento de pandemia, o faremos com a máxima segurança sobre a prevenção do contágio pelo Covid-19”, assegurou.

O compromisso do prefeito, como já ocorreu em suas gestões anteriores, é de garantir que ninguém fique sem escola na cidade de João Pessoa. A Educação é prioridade no governo Cícero Lucena, que pretende modernizar o ensino e implantar tecnologia para que a rede municipal se torne referência em qualidade e eficiência.

A secretária municipal de Educação, América Assis, explicou que a equipe já deu início, antes mesmo das matrículas, na identificação de locais, inclusive com apoio do Governo do Estado, para a expansão da capacidade de receber alunos. Isso vai dar tempo para a expansão de salas de aulas e construção de outras unidades nos bairros de maior demanda. “A Secretaria vai atender a todos os alunos que procurem matrícula. Nesse momento, estamos esclarecendo aos pais sobre isso para que as pessoas não insistam em pernoitar na porta das escolas. Vamos atender e com calma acolher a todos nas nossas unidades”, explicou.

Os diretores das unidades de ensino estão sendo orientados, juntamente com toda a equipe da Secretaria de Educação, para estabelecer uma rotina de atendimento a essas famílias acerca das matrículas que podem ser organizadas com fichas de atendimento. A quantidade de fichas vai depender do porte de cada unidade.

Creis – Nos Centros de Referência de Educação Infantil (Creis), o ano letivo terá início com a Colônia de Férias na próxima terça-feira (12), com atividades remotas para os alunos. Os pais ou responsáveis, inclusive, poderão receber kits de higiene pessoal e material didático nas unidades.

Documentação – Para a matrícula de alunos novatos, é necessária a apresentação de cópia da Certidão de Nascimento, histórico escolar, duas fotos 3×4 e comprovante de residência. Para a matrícula nos Creis, é preciso também apresentar o cartão de vacinação. O horário de atendimento nas unidades de ensino para matriculas será das 8h às 11h, manhã, e das 13h às 17h, no período da tarde.

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Ministério da Saúde e Butantan fecham acordo para distribuição de vacina no SUS

 

De acordo com comunicado, processo de vacinação deve começar após aprovação da Coronavac pela Anvisa

Divulgação/Instituto Butantan

Pedido para uso emergencial da Coronavac deve ser analisada pela Anvisa em até 10 dias

Ministério da Saúde informou na tarde deste sábado (09) que assinou um acordo com o Instituto Butantan para distribuir doses da Coronavac para todos os estados. O imunizante, de acordo com a pasta, vai fazer parte do Programa Nacional de Imunização e deve ser distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) .

Em comunicado, o ministério disse que a vacinação deve começar “tão logo os imunizantes receberem a autorização da Anvisa”. O Butantan  enviou a documentação para a agência reguladora na última sexta-feira (08) e deve receber a sinalização para o uso emergencial da vacina em até 10 dias.

O acordo entre o Ministério da Saúde e o instituto foi firmado após uma reunião realizada na sexta-feira, em que técnicos e membros do Butantan discutiram a eficácia da vacina, fabricada em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Na quinta-feira (07), o Governo do Estado anunciou que a Coronavac tem 78% de eficácia .

“Assim, brasileiros de todo o país receberão a vacina simultaneamente, dentro da logística integrada e tripartite, feita pelo Ministério da Saúde e as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde”, afirmou a pasta comandada por Eduardo Pazuello .

Em coletiva para informar a negociação com farmacêuticas para a aquisição de imunizantes, Pazuello afirmou que o Governo Federal requisitou a compra de 46 milhões de doses da vacina do Butantan . O instituto, horas depois do anúncio, confirmou o pedido.

No comunicado emitido neste sábado, o Ministério da Saúde informa que as doses da Coronavac serão distribuídas conforme a população de cada estado. Entretanto, ainda não há uma data prevista para o repasse dos imunizantes.

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Novos secretários são nomeados pelo prefeito Cícero Lucena 

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O prefeito Cícero Lucena anunciou no início da tarde desta sexta-feira (08) mais quatro nomes de auxiliares que irão compor o seu governo em João Pessoa. Os novos nomeados são Marcos Souto Maior Filho (executivo da Semob), Igo Franklin de Morais (executivo da Emlur), Djalma Pereira de Castro Filho (executivo da Semam) e Jair de Queiroz Pires Júnior (executivo do Procon-JP).

O prefeito tomou posse há uma semana vem compondo a sua equipe com base em critério de experiência e capacidade técnica para desempenhar as respectivas funções.

Perfil do escolhidos

Marcos Antônio Souto Maior Filho. Advogado com mais de 16 anos de atuação, tem experiência na área de Direito Constitucional, Civil, Eleitoral e Administrativo. Exerceu vários cargos no Poder Judiciário, dentre eles coordenador de jurisprudência do TRE-PB; assessor chefe da Corregedoria Regional Eleitoral do TRE-PB e secretário da Escola Judiciária da Justiça Eleitoral na Paraíba. Atuou como professor de Direito Eleitoral, Direito Civil e Processo Civil. Foi conselheiro e secretário-geral do Colégio Permanente de Juristas dos TRE’s, juiz substituto e ouvidor regional substituto do TRE-PB, membro da Comissão Nacional de Estudo da Reforma Política no CFOAB.

Igo Franklin de Morais. Graduado em Ciências Contábeis, foi secretário da Comissão de Orçamento, Fiscalização, Tributos e Transparência da Assembleia Legislativa da Paraíba. Exerceu os cargos de superintendente-adjunto do Patrimônio da União, coordenador geral distrital da Secretaria Especial de Saúde Indígena na Paraíba e gerente executivo de Administração e Finanças da Agência de Regulação do Estado da Paraíba.

Djalma Pereira de Castro Filho. Graduado em Estudos Sociais, com pós-graduação em Administração Pública e de Cidades. Foi secretário adjunto de Meio Ambiente de João Pessoa e secretário de Planejamento, Administração e Finanças de Pilar-PB. Tem larga experiência como gerente de finanças em vários órgãos da administração pública estadual e municipal.

Jair de Queiroz Pires Júnior. Advogado com expertise nas áreas de Direito Administrativo, Penal e Eleitoral; com atuação nos Tribunais Regionais e Superiores. Foi chefe de gabinete das secretarias de Governo e Comunicação Institucional do Estado da Paraíba.

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Mallaguty e Raniery têm reunião e afinam discurso de oposição em Guarabira

O vice-presidente municipal do MDB, Armando Rodrigues (Mallaguty), e o deputado estadual Raniery Paulino se reuniram nesta quinta-feira (7), na sede da Fundação Ulysses Guimarães da Paraíba (FUG-PB), em João Pessoa, ocasião em que discutiram projetos para Guarabira a afinaram o discurso de oposição na Rainha do Brejo paraibano.

Em contato com a editoria de Fato a Fato, Mallaguty disse que as últimas eleições na cidade mostraram uma oposição forte, inclusive com um percentual de votos maior que o do atual gestor e 9 vereadores eleitos contra apenas 6 do bloco governista.

– Esses dados acima mostram a superioridade da oposição, por isso vamos observar a administração municipal, os atos da gestão e do bloco governista para em seguida cobrar o que foi prometido durante a campanha – avisou.

Durante a reunião, Mallaguty reafirmou o compromisso de permanecer no MDB e, ao lado de Roberto Paulino, Raniery e os vereadores, fazer uma oposição responsável, vigilante e criteriosa.

– Mostrei também ao deputado que o “modus operandi” do MDB e da oposição deve ser reavaliado. Se somos fortes separados, imagine todos unidos em prol de um projeto único para Guarabira – afirmou.

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ProUni oferece quase 2,5 mil bolsas na primeira seleção de 2021, na PB; inscrições começam na terça

As instituições particulares de ensino superior que aderiram ao Programa Universidade para Todos (ProUni) oferecem 162.022 bolsas de estudo na primeira seleção de 2021 em todo o Brasil. Na Paraíba são 2.497, entre totais e parciais. O Gestor do programa, o Ministério da Educação (MEC) informou que, deste total, 76.855 serão bolsas integrais e 85.167, parciais, com 50% de desconto sobre o valor do curso.

A relação das instituições e dos cursos disponíveis pode ser consultada na página do programa, na internet. Também é possível pesquisar as opções oferecidas por cidades, por tipo de bolsa (integral e parcial) e modalidade (presencial e a distância).

As inscrições começam na terça-feira (12) e se encerram na sexta (15). De acordo com o MEC, os estados com o maior número de bolsas ofertadas são: São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.

Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo (R$ 1.650) por pessoa. Para as bolsas parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até 3 salários mínimos por pessoa (R$ 3.300). É preciso ainda que o candidato tenha feito a edição mais recente do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), tenha alcançado, no mínimo, 450 pontos de média das notas e não tenha tirado zero na redação.

Além disso, é necessário que o interessado tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou da rede privada, desde que na condição de bolsista integral. Professores da rede pública de ensino também podem disputar uma bolsa – neste caso, não se aplica o limite de renda exigido dos demais candidatos.

Como o resultado do Enem do ano passado só será divulgado após o término do processo seletivo, neste semestre, excepcionalmente, os interessados serão selecionados de acordo com as notas do Enem de 2019. O MEC pretende aplicar as provas do Enem a partir do próximo dia 17, mas algumas entidades, como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), tentam obter, na Justiça, o adiamento das provas em virtude dos reflexos da pandemia de covid-19.

O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 19 deste mês.

O ProUni oferece ainda duas oportunidades para os candidatos concorrerem às bolsas de estudo, que são a segunda chamada e a lista de espera. O cronograma completo também pode ser consultado na página  do programa.

Veja abaixo a tabela de oferta de vagas por estado:

Estado Bolsas integrais Bolsas parciais total
SP 24.564 16.773 41.337
MG 7.056 11.190 18.246
PR 5.822 8.845 14.667
RS 5.272 5.253 10.525
BA 3.993 5.929 9.922
RJ 3.090 4.979 8.069
GO 2.221 5.072 7.293
SC 3.793 2.138 5.931
MA 1.320 4.608 5.931
PE 2.298 3.013 5.311
PA 2.971 1.340 4.311
ES 1.917 2.669 4.162
CE 1.917 2.186 4.103
DF 1.498 2.480 3.978
PB 1.180 1.317 2.497
RO 959 1.348 2.307
MT 1.332 965 2.297
PI 737 1.092 1.829
MS 929 853 1.782
AC 554 792 1.346
RN 729 463 1.192
AM 1.008 147 1.155
SE 297 703 1.000
AL 513 462 975
TO 566 298 864
AP 378 132 510
RR 365 120 485
TOTAL 76.855 85.167 162.022

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