Comissão convida presidente do TRE para posse do novo Procurador do MPPB

O desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho confirmou presença e destacou o bom relacionamento institucional

#PraTodosVerem: Na fotografia, aparecem seis pessoas, sendo quatro homens e duas mulheres.

A comissão de transição da nova gestão do Ministério Público da Paraíba (MPPB) fez uma visita de cortesia ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Oswaldo Trigueiro, na manhã desta terça (26). Na ocasião, o promotor Leonardo Quintans Coutinho, eleito e nomeado o novo procurador-geral de Justiça, convidou o desembargador para participar da solenidade de posse dele na próxima segunda-feira (1).

O promotor Leonardo Quintans enfatizou a parceria entre os órgãos para garantir eleições legítimas. “A visita teve o intuito de mostrar a forma de gerir da nova gestão em parceria com todas as instituições do Estado. O TRE-PB não pode ficar de fora, já que temos vínculos de trabalhos em conjunto. Afinal, próximo ano, teremos as eleições 2026 e precisaremos estar conectados e afinados nessa relação para desempenhar um melhor serviço à sociedade”, declarou.

O presidente do TRE-PB, O desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, reiterou o bom relacionamento institucional com o novo procurador-geral de Justiça do MPPB. “Além de um grande amigo, Leonardo Quintans é extremamente competente, habilidoso e tem uma trajetória impressionante no MPPB. Leornardo também tem algumas características cruciais para um bom gestor”, frisou.

Também estiveram presentes na visita a presidente da Associação Paraibana do Ministério Público da Paraíba (APMP), Adriana França; a vice-presidente da Associação, Ana Maria França e o promotor de Justiça, Francisco Bergson Formiga. O secretário de Gestão de Pessoas do TRE-PB, Océlio Mendes, também participou do momento.

Sobre Leonardo Quintans Coutinho

É bacharel em Direito e especialista em Direito Público. Pessoense, tem 44 anos e começou no MPPB como promotor de Justiça de Sousa. Ao longo da carreira já presidiu a APMP e foi diretor do Nordeste da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), além de coordenador do Fórum Paraibano de Combate à Corrupção (Focco). A programação de posse dele inclui uma missa às 10h30 na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Miramar, e a solenidade em si, a partir das 17h, no teatro Paulo Pontes do Espaço Cultural.

#PraTodosVerem: Na fotografia, aparecem o presidente do TRE de o promotor de justiça Leonardo Qu...

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CPMI do INSS ouvirá ministros de Dilma, Temer, Bolsonaro e Lula

Comissão aprovou plano de trabalho com investigações a partir de 2015 e previsão de conclusão dos trabalhos para março de 2026

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Carlos Viana preside a CPMI, ao lado do vice-presidente, Duarte Jr., e do relator, Alfredo Gaspar
Agência Senado

Carlos Viana preside a CPMI, ao lado do vice-presidente, Duarte Jr., e do relator, Alfredo Gaspar

Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura as fraudes no  Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) iniciou os trabalhos nesta terça-feira (26). Nesta primeira reunião, o colegiado aprovou o plano de trabalho apresentado pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (União), em que detalha a linha de inquérito, com foco nos fatos ocorridos a partir de 2015 , abrangendo quatro gestões governamentais; as ações a serem desenvolvidas; e o cronograma das atividades, que prevê a conclusão das investigações e entrega do relatório para 28 de março de 2028.

O plano de trabalho é considerado um ponto de partida para as investigações. “O plano de trabalho é, por definição, uma linha inicial de investigação que, naturalmente, será incrementada e enriquecida pelos depoimentos, perícias, estudos e documentos oficiais que serão reunidos ao longo das atividades da CPMI”, ressaltou Gaspar, durante a leitura do documento na sessão desta terça-feira.

“A magnitude e a duração do esquema apontam para uma fraude sistêmica, facilitada por fragilidades institucionais dentro do próprio INSS. O caso envolveu não apenas pessoas externas, mas também servidores públicos, inclusive o então Presidente do INSS, que foi afastado por decisão judicial e posteriormente demitido. A investigação de uma CPMI é fundamental para identificar e corrigir essas falhas, aprimorando os mecanismos de controle e fiscalização do órgão”, justificou o deputado.

De acordo com o plano de trabalho, as investigações envolvendo as fraudes vão apurar os fatos relacionados ao esquema a partir de 2015, abrangendo o segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), os governos dos ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL) e o atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Convocações

A CPMI já conta com mais de 950 requerimentos protocolados. Nesta terça-feira, o colegiado analisou 42 desses pedidos e aprovou 34. Outros oito foram prejudicados ou retirados de pauta.

Entre os requerimentos aprovados, está a convocação de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. O colegiado também atendeu aos pedidos para ouvir os ex-ministros da Previdência dos últimos governos, sendo eles: Carlos Eduardo Gabas (Dilma Rousseff), José Carlos Oliveira (Jair Bolsonaro) e Carlos Lupi (Lula). Do mandato de Temer, foi convidado Marcelo Abi-Ramia Caetano, ex-secretário de Previdência do Ministério da Fazenda.

De acordo com o plano de trabalho, a CPMI pretende realizar oitivas e convocações abrangentes para apurar as responsabilidades e obter informações relevantes. Além dos ex-ministros, devem ser convocados servidores do INSS, da Dataprev e do Ministério da Previdência Social.

Além disso, agentes públicos em cargos de gestão ou de viés operacional estão na mira das investigações, para prestarem esclarecimentos sobre medidas de controle adotadas ou omitidas em suas gestões. Membros dos poderes constituídos que se aliaram a organizações criminosas; empresários integrantes do mercado financeiro e outros agentes infratores; agentes externos, como intermediários, associações ou empresas terceirizadas, e possíveis redes criminosas organizadas, também devem ser ouvidos.




Barreira do idioma ou estratégia? Ancelotti despista sobre Neymar

O técnico italiano não conseguiu explicar o que pensa sobre o futuro do astro do Santos na Seleção

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Atualizada às 

O italiano Carlo Ancelotti  anunciou a sua segunda convocação como técnico da  Seleção Brasileira , nesta segunda-feira (25), para os últimos jogos do Brasil nas eliminatórias da Copa do Mundo . Mais uma vez fora da lista, Neymar Jr. foi assunto na coletiva de imprensa do treinador.

O astro do Santos aparecia na pré-lista de 50 nomes entregue pelo italiano à FIFA. Porém, não foi chamado para a convocação final para as partidas contra o Chile, no Maracanã, e Bolívia, em El Alto.  (Veja lista).

Ancelotti fez questão de se comunicar com os jornalistas em português e tentou explicar por que Neymar Jr. não foi convocado.

“É uma lista mudada com relação a primeira convocação. São 9 jogadores que não estão. A ideia é que preciso conhecer novos jogadores tanto pessoalmente quanto pelo perfil técnico. Neymar teve um pequeno problema na última semana. Não precisamos testá-lo. Todos o conhecem. Neymar tem que chegar em uma boa condição física para tentar fazer o melhor na Copa do Mundo” , comentou.

Entretando, a resposta não foi suficiente para entender qual a expectativa do treinador em relação ao atleta. Na sequência, ele foi novamente questionado sobre Neymar. O jornalista da ESPN Pedro Ivo Almeida quis saber se “não fosse o problema físico, Ancelotti consideraria chamá-lo para a Seleção”. Contudo, o italiano se enrolou no idioma e usou termos em inglês para responder sem sucesso a pergunta.

“A ideia é ter uma lista muito maior. Depois, nos últimos jogos, no último weekend, preparamos a lista, mas pode acontecer que os jogadores se lesionem” , disse.

Neymar Jr.

O astro do futebol Neymar Jr. não é convocado para a Seleção Brasileira há quase 2 anos. Vítima de uma série de lesões, o jogador deixou o Al-Hilal da Arábia Saudita no começo do ano para defender o Santos.

Contudo, apesar de conseguir sequência de jogos nos últimos meses com a camisa 10 do Peixe,  o desempenho do jogador tem sido alvo de críticas. Neymar Jr. não conseguiu até agora livrar o Santos do risco de rebaixamento na tabela do Brasileirão.

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Por 9 votos a 2, Zambelli é condenada pela segunda vez no STF

Por 9 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta sexta-feira (22) condenar a deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) a cinco anos e três meses de prisão pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo.

A Corte finalizou o julgamento virtual da ação penal na qual a parlamentar é ré pelo episódio em que ela sacou uma arma de fogo e perseguiu o jornalista Luan Araújo às vésperas do segundo turno das eleições de 2022. A perseguição começou após Zambelli e Luan trocarem provocações durante um ato político no bairro dos Jardins, em São Paulo.

Prevaleceu no julgamento o voto proferido pelo relator, ministro Gilmar Mendes. O entendimento foi seguido pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Dias Toffoli, Edson Fachin, Luiz Fux e Luís Roberto Barroso.

Nunes Marques e André Mendonça não seguiram o relator e apresentaram divergências.

Marques votou pela absolvição quanto ao crime de porte ilegal de arma de fogo e desclassificou o crime de constrangimento ilegal para exercício arbitrário das próprias razões. Com o entendimento, a pena está prescrita.

Mendonça absolveu a deputada do crime de porte ilegal de arma de fogo e condenou Zambelli a oito meses de prisão em regime aberto por constrangimento ilegal.

A execução da condenação não é imediata porque ainda cabe recurso ao próprio Supremo.

Prisão

Esta é a segunda condenação de Zambelli no Supremo. No mês passado, ela foi presa na capital da Itália, onde tentava escapar do cumprimento de um mandado de prisão emitido pelo ministro Alexandre de Moraes.

Por ter dupla cidadania, Zambelli deixou o Brasil, em maio deste ano, após ser condenada pelo STF a 10 anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrido em 2023. A deputada também terá que pagar R$ 2 milhões em danos coletivos.

De acordo com as investigações, Zambelli foi a autora intelectual da invasão para emissão de um mandato falso de prisão contra Alexandre de Moraes. Segundo as investigações, o hackeamento foi executado por Walter Delgatti, que também foi condenado e confirmou ter realizado o trabalho a mando da parlamentar.

Após a fuga para a Itália, o governo brasileiro solicitou a extradição da deputada para o Brasil. O pedido de extradição de Carla Zambelli foi oficializado no dia 11 de junho pelo ministro. Em seguida, o pedido foi enviado pelo Itamaraty ao governo italiano.

Defesa

Em nota à imprensa, o advogado Fábio Pagnozzi declarou que Zambelli manifesta “surpresa e profundo desacordo” com a condenação.

Segundo a defesa, a condenação será “firmemente contestada” por violar princípios básicos do devido processo legal e revelar “interpretação extensiva e arbitrária da competência da Suprema Corte”.

“A deputada reafirma sua inocência e que é vítima de perseguição política, justo às vésperas de seu pedido de extradição, em um julgamento recorde”, disse o advogado.

Por Agência Brasil

Foto: Lula Marques/Agência Brasil




Oposição prevê condenação de Bolsonaro e diz que seguirá lutando

Nos bastidores, a avaliação é que o ex-presidente não vai ser poupado pelo STF

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Jair Bolsonaro e Silas Malafaia

Joédson Alves/Agência Brasil

Jair Bolsonaro e Silas Malafaia

Após a Polícia Federal (PF) indiciar Jair Bolsonaro (PL), na noite de quarta-feira (20), aliados e apoiadores do ex-presidente esperam uma condenação por parte do Supremo Tribunal Federal (STF). A avaliação é que o ex-mandatário está sendo cercado “ por todos os lados ” e não há saídas para que ele seja poupado ao final do julgamento que se inicia em 2 de setembro, por suposta tentativa de golpe de Estado.

Bolsonaro foi indiciado pela PF no âmbito do inquérito que apura a atuação de seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL), nos Estados Unidos. O ex-presidente é apontado como financiador da estadia do parlamentar em solo estadunidense e o principal beneficiário das articulações que levaram a sanções a autoridades brasileiras e aumento das tarifas sobre produtos do Brasil importados pelo país norte-americano.

Por isso, o inquérito contra Eduardo Bolsonaro tem o ministro Alexandre de Moraes como relator e inclui o ex-presidente no escopo da investigação, uma vez que as condutas do deputado também configuram, segundo a PGR, uma tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Nesse sentido, para integrantes da base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), essa apuração envolvendo a permanência do parlamentar nos Estados Unidos é um “golpe continuado”, ou seja, faz parte da trama golpista que iniciou em 2022.

Diante desse contexto, a oposição no Congresso Nacional encara a condenação de Bolsonaro como uma certeza. O julgamento da ação penal sobre a tentativa de golpe começa em 2 de setembro e, no entendimento dos aliados do ex-presidente, a sentença já está definida antes mesmo da conclusão do processo. Apesar disso, os parlamentares afirmam que não deixarão de lutar “contra todas as injustiças”.

Silas Malafaia

Alguns deputados da oposição avaliam que o indiciamento de Bolsonaro não foi uma surpresa. Para eles, existe uma perseguição política por parte do STF, em especial do ministro Alexandre de Moraes, contra parlamentares ligados à direita e figuras próximas ao ex-presidente.

Depois que o Supremo fechou o cerco contra Bolsonaro e ordenou o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente, aliados do líder da direita apontam que “nada mais surpreende”. No entanto, o que causou espanto no recente indiciamento foi a inclusão do pastor Silas Malafaia no âmbito da investigação.

A PF realizou busca e apreensão contra o pastor e apontou a participação de Malafaia nas articulações para tentar intimidar autoridades brasileiras e atrapalhar o andamento da ação contra Bolsonaro. O entendimento foi embasado por trocas de mensagens entre o líder religioso, o ex-presidente e o deputado Eduardo Bolsonaro.

Sobre isso, a oposição alega que o “indiciamento do ditador da toga” — em referência a Alexandre de Moraes — apresenta agora “ingrediente de perseguição religiosa”. A medida foi classificada como “parte de uma engrenagem autoritária” que teria como objetivo “intimidar e calar o pastor” e o povo brasileiro e, por isso, configura “uma vergonha nacional”.

Anistia

A única saída para Bolsonaro seria a aprovação do projeto de lei que prevê anistia para os presos pelo 8 de janeiro de 2023. A oposição quer uma “anistia ampla e irrestrita”, além do fim do foro privilegiado.

Essa é uma pauta da oposição há dois anos, mas que ainda não obteve o apoio político necessário para avançar. Agora, depois do inquérito da PF revelar conversas de Bolsonaro e aliados, a avaliação é que não existe “clima” para avançar com essas propostas.

Do lado do governo, a percepção é de que não vai adiantar a insistência da oposição para votar esses projetos, principalmente a anistia, nesse momento em que o país aguarda o julgamento de Bolsonaro.




Durval Ferreira propõe atualização da lei para ampliar jornada especial a servidores com deficiência

O vereador Durval Ferreira (PL) apresentou dois Projetos de Lei que atualizam a legislação municipal, reforçando o cuidado e o respeito com a pessoa com deficiência no serviço público.
A iniciativa amplia o benefício já previsto na Lei Municipal nº 12.456/2012, que garante a flexibilização da jornada de trabalho a servidores efetivos com deficiência ou com dependentes nessa condição. Pela proposta, o direito passa a ser estendido também a comissionados, contratados temporários e prestadores de serviço, de forma permanente e sem compensação de horário, mediante laudo médico oficial.
Outro projeto altera o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais (Lei nº 2.380/1979), assegurando que a redução ou adaptação da jornada seja definida caso a caso, conforme a necessidade comprovada.
Durval Ferreira ressaltou que a atualização reafirma seu compromisso com a inclusão:
“Estamos modernizando a lei para ampliar direitos, garantir dignidade e respeitar o servidor com deficiência e sua família. É uma medida humana, sem impacto para o município, mas de grande alcance social.”



Na Câmara, deputado bolsonarista ameaça Alexandre de Moraes: “nós vamos acabar com a sua vida”

Zé Trovão fez a defesa do pastor Silas Malafaia na Câmara dos Deputados. Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

O deputado federal Zé Trovão (PL-SC) ameaçou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) durante sessão na Câmara, nesta quarta-feira (20). A declaração foi feita enquanto discursava em defesa do pastor Silas Malafaia, alvo de um mandado de busca e apreensão determinada pela Corte. O bolsonarista disse que a oposição “acabaria com a vida do magistrado”.

“Que dia para se dizer mais uma vez ao Supremo Tribunal Federal. Continuem perseguindo as pessoas. Estão no caminho certo para que, daqui a pouco tempo, este país seja uma desgraça definitiva. Alexandre de Moraes, presta atenção, o seu dia, o seu fim está próximo e nós vamos acabar com a sua vida”, disse Zé Trovão.

O deputado, no entanto, modulou a fala momentos depois, provavelmente por medo de responder criminalmente pelas declarações. “Quero fazer uma correção na minha fala quando citei o Moraes. Eu disse ‘destruir a sua vida’ e isso não é verdade de maneira nenhuma. Nós não estamos aqui para destruir vidas, e sim as ações erradas que ele tem tomado, então eu quero retirar a minha palavra. Nós iremos acabar com a injustiça que ele comete”, afirmou o parlamentar.

Malafaia foi abordado pelos agentes da Polícia Federal (PF) quando desembarcou no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. O líder religioso retornou ao país após participar de eventos da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, em Lisboa, capital de Portugal.

Segundo decisão de Moraes, as condutas de Malafaia, “em vínculo subjetivo” com o ex-presidente Jair Bolsonaro, “caracterizam claros e expressos atos executórios” dos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa.

Também nesta quarta-feira, a PF indiciou Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por coação no âmbito desta mesma investigação que atinge Malafaia. Moraes determinou no mês passado que o ex-presidente use tornozeleira eletrônica e proibiu o contato com autoridades estrangeiras e com Eduardo.

Por Suetoni Souto Maior




TRE-PB marca presença no XVII ECOJE com atuação da Ouvidoria da Mulher

Juíza Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão representou o Tribunal em encontro nacional que reuniu Ouvidorias da Justiça Eleitoral em Pirenópolis/GO

#PraTodosVerem: Na fotografia aparece uma mulher, em um auditório, participando de um evento.

A Ouvidoria da Mulher do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) marcou presença no XVII Encontro Nacional do Colégio de Ouvidores da Justiça Eleitoral (ECOJE), realizado em Pirenópolis/GO, entre os dias 13 e 15 de agosto. O evento reuniu representantes das Ouvidorias Eleitorais de todo o país com o objetivo de promover reflexões, debates e troca de experiências sobre o fortalecimento desse canal de diálogo essencial entre a sociedade e a Justiça Eleitoral.

O TRE-PB foi representado pela ouvidora da Mulher, juíza Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão, que participou ativamente das discussões e painéis voltados ao aprimoramento das práticas de escuta, acolhimento e resposta às demandas da sociedade.

Foto 1: #PraTodosVerem: Na fotografia aparece uma mulher, usando óculos, em pé em frente a um pa...
Foto 1
Segundo a juíza Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão, o XVII ECOJE representou muito mais do que uma reunião institucional. Foi um espaço de aprendizado mútuo e de troca de experiências que fortalece nossas práticas e amplia nossa visão sobre o papel da Ouvidoria. “Ao compartilharmos desafios e soluções, renovamos nosso compromisso de escutar com qualidade, acolher com sensibilidade e transformar as demandas da sociedade em ações concretas. É dessa união de saberes que nasce uma Justiça Eleitoral mais transparente, próxima do cidadão e comprometida com o fortalecimento da democracia”, destacou.

Encerrado na sexta-feira (15), o encontro contou com palestras, painéis e momentos de integração, reforçando a importância da atuação das Ouvidorias como instrumentos de aproximação entre a Justiça Eleitoral e a população em todo o Brasil.

Foto 2: #PraTodosVerem: Na fotografia aparece um grande grupo de pessoas, entre homens e mulhere...
Foto 2
Capa: #PraTodosVerem: Na fotografia aparece uma mulher, em um auditório, participando de um evento.

Foto 1: #PraTodosVerem: Na fotografia aparece uma mulher, usando óculos, em pé em frente a um painel de evento. O painel divulga o “XVII Encontro Nacional do Colégio de Ouvidores da Justiça Eleitoral” e a frase “Seja bem-vindo!”.

Foto 2: #PraTodosVerem: Na fotografia aparece um grande grupo de pessoas, entre homens e mulheres, posando para uma foto oficial em um evento. Eles estão em pé e agachados em um salão. Ao fundo, um painel de LED exibe a logo do “XVII ECOJE”.

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A Cobrapol está em Brasília para tratar de temas relacionados aos policiais civis de todo o Brasil

COBRAPOL EM AÇÃO!

A Cobrapol está novamente em Brasília para tratar de temas relacionados aos policiais civis de todo o Brasil.

Nesna terça (19), estamos em reunião com a senadora Professora Dorinha, relatora da PEC 76/19, que propõe a criação da Polícia Científica. A Cobrapol tem posicionamento firme sobre o tema, defendendo que nenhum policial tenha seus direitos perdidos.

Na quarta-feira, dia 20 de agosto, estaremos presentes em um ato promovido pelo Sinpol-DF em defesa da paridade salarial dos policiais civis do DF com os policiais federais, um pleito histórico que vem sendo conduzido com responsabilidade e compromisso pela diretoria do sindicato.

Também estamos monitorando todos os estados que estão em processo de implementação da LONPC. Nossa atuação permanece firme para garantir que essa legislação prevaleça e assegure direitos importantes aos policiais civis de todo o Brasil.

Além disso, a PEC da Segurança Pública também está no radar da nossa diretoria. Estamos na luta por uma legislação que fortaleça a atuação dos operadores de segurança pública.

Saiba mais detalhes sobre esses temas no vídeo: https://bit.ly/4mlbRGN

COBRAPOL BRASIL 🇧🇷
Somos a voz e a força dos policiais civis!

No Estado da Paraíba

Os representantes do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado da Paraíba (SINDSPOL-PB), SINDÃO/PB, SINAIEP e SINEPEP participaram, nos dias 06 e 07/08/2025, do I Seminário Estadual da Polícia Civil/PB, promovido pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado da Paraíba, com organização e coordenação da Delegacia Geral de Polícia, comandada pelo delegado-geral André Rabelo.

O evento contou com a participação de mais de 600 policiais civis de todas as regiões e seccionais de polícia. Os palestrantes foram os mais renomados do Brasil, e o seminário foi considerado pelos participantes o maior da história da Polícia Civil paraibana.

O evento foi amplamente prestigiado por autoridades civis, militares, do judiciário, legislativo e pelo Tribunal de Contas da Paraíba (TC/PB). A abertura foi realizada pelo Vice- Governador Lucas Ribeiro, no auditório do Garden Hotel em Campina Grande/PB.

Concluiu Antônio Erivaldo Henrique de Sousa, presidente do SINDSPOL-PB.

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Ônibus com torcedores do Palmeiras sofre emboscada na Dutra

Ataque aconteceu no km 206, no sentido Rio de Janeiro, em Guarulhos; comboio com palmeirenses era escoltado pela PRF

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Ônibus com torcedores do Palmeiras sofre emboscada na Dutra
Reprodução/Instagram

Ônibus com torcedores do Palmeiras sofre emboscada na Dutra

Um comboio com 14 ônibus, que levava torcedores do Palmeiras para o Rio de Janeiro para a partida contra o Botafogo, pelo Campeonato Brasileiro, foi alvo de uma emboscada. O fato aconteceu por volta de 9h da manhã de hoje (17), na altura do km 206, na via Dutra, em Guarulhos.

Os veículos estavam sendo escoltados por viaturas da Polícia Rodoviária Federal (PRF), quando foram surpreendidos pelos ataques. De acordo com a PRF, os agressores desembarcaram de outros veículos e utilizaram bombas e rojões para atacar os palmeirenses.

Ainda segundo a polícia, “a situação foi prontamente controlada pelas equipes operacionais da PRF, permitindo que o comboio retomasse o trajeto de forma segura e seguisse conforme o planejamento para o estado do Rio de Janeiro”.

Na nota divulgada pela PRF, não foi informado se algum agressor foi detido e se faziam parte de alguma torcida organizada rival a do Palmeiras. O caso será investigado pelo Ministério Público de São Paulo.

A partida entre Botafogo e Palmeiras acontece hoje (17), às 20h30, no estádio Nilton Santos.

O caso aconteceu no final do mês de setembro do ano passado. Torcedores do Palmeiras armaram uma emboscada contra cruzeirenses, que retornavam a BH após a partida contra o Athletico no Paraná.  Foram mais de 100 homens envolvidos no confronto, dois ônibus foram atingidos, e um deles incendiado.

Segundo a polícia, 18 pessoas foram encaminhadas ao hospital Anjo Gabriel em Mairiporã. Outros três torcedores foram levados ao Pronto Socorro de Franco da Rocha.  José Victor Miranda,  de 30 anos, não resistiu aos ferimentos e queimaduras, e faleceu.