PGR vai ao STF contra pensão de viúvas de ex-governadores e ex-deputados da PB

O procurador-geral da República, Augusto Aras, ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (23/2), ação constitucional contra legislação do estado da Paraíba que autoriza a concessão de pensão especial a viúvas de ex-governadores, ex-desembargadores, ex-juízes e ex-deputados estaduais, com atrelamento dos valores das “benesses” de 50% dos vencimentos atribuídos aos atuais ocupantes dos cargos de desembargadores.

Em arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF 793), o chefe do Ministério Público afirma que as duas leis estaduais questionadas “contrariam o princípio republicano (art. 1º da Constituição Federal) e os princípios da igualdade (art. 5º, caput, da CF), da moralidade e da impessoalidade (art. 37, caput, da CF); a vedação constitucional de equiparação de espécies remuneratórias (art. 37, XIII, da CF); e, ainda, quanto aos ex-governadores e ex-deputados estaduais, o art. 40 da CF, que submete ao regime geral todos os ocupantes de cargos temporários ou em comissão”.

Na petição inicial, Augusto Aras pede que o STF fixe, em definitivo, tese no sentido de que “é incompatível com preceitos fundamentais da Constituição Federal a concessão e, principalmente, a continuidade do pagamento de pensões mensais vitalícias a dependentes de governadores, desembargadores, juízes e deputados estaduais, em razão do mero exercício do cargo/mandato eletivo”.

Ele lembra ainda que, em recente julgado declarou a declarou a inconstitucionalidade do artigo 305 da Constituição do Estado do Pará, que previa subsídio mensal e vitalício a ex-ocupante do cargo de governador, “ressaltando a temporariedade do exercício de tais cargos” (ADI 4.552/DF, Rel. Min. Cármen Lúcia, DJe de 14.2.2019).




ALPB realizou audiência e debateu o retorno às aulas presenciais e vacinação de servidor

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(ALPB) realizou audiência pública, nesta quinta-feira (25), para debater o retorno às aulas presenciais nas redes de ensino pública

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou audiência pública, nesta quinta-feira (25), para debater o retorno às aulas presenciais nas redes de ensino pública e privada do Estado. A reunião, proposta pelo presidente da Casa de Epitácio Pessoa, Adriano Galdino, permitiu aos participantes discutir protocolos de prevenção à covid-19, parâmetros para o ensino remoto, além da imunização contra o coronavírus para professores e funcionários das unidades de ensino.

Na última terça-feira (23), o Governo do Estado publicou decreto suspendendo o retorno das aulas presenciais nas escolas da rede pública estadual e municipais, devendo manter apenas o ensino remoto. No caso da rede privada de ensino, de acordo com o decreto, entre os dias 14 de fevereiro e 10 de março, as escolas e unidades de ensino superior, médio e fundamental das séries finais funcionarão apenas através de meio remoto. No caso das séries iniciais do ensino fundamental o decreto permite o sistema híbrido.

O presidente Adriano Galdino destacou que a falta de segurança sanitária no ambiente escolar representa um risco não só a saúde de professores, funcionários e alunos, mas compromete também a educação dos estudantes. Adriano ressalta que as aulas precisam ser retomadas, porém, desde que haja segurança, prevenção e imunização contra a covid-19. “É uma doença nova e não há nenhuma verdade absoluta sobre ela. Por mais que o coronavírus venha sendo estudado, ainda não há certezas sobre seus efeitos e sobre suas variantes. Buscamos, com esse debate, o consenso junto as autoridades estaduais e municipais, dialogando com o povo paraibano para construirmos uma Paraíba melhor e mais justas para todos”, declarou o presidente.

Adriano avaliou que o debate foi de extrema importância para ouvir o ponto de vista das autoridades, dos profissionais e dos sindicatos, diante da atual crise sanitária global que, segundo o presidente, afeta de forma mais brusca os mais necessitados. “Temos dois vetores: a preservação da vida, que é o vetor principal e que dever ser analisado com muita atenção e como prioridade. O outro vetor é o do conhecimento e desse não podemos abrir mãos, especialmente para os filhos do povo. Esses, se não estiverem preparados intelectualmente, não vão conseguir superar os desafios. Os filhos do povo não podem perder um dia sequer na construção de seus aprendizados”, alertou Galdino.

Já o deputado Anísio Maia, que preside a Comissão de Educação da ALPB, parabenizou o presidente Adriano Galdino pela iniciativa da discussão e relatou que ouviu de todos os profissionais da educação que dialogou que o sistema educacional da Paraíba não está preparado para voltar à rotina de aulas. “Essa segunda onda vem mais forte do que a primeira, com o desgaste da população com tantas normas sanitárias. Além disso, todos têm consciência que é muito díficil implantar um sistema que dê segurança a todos nesse momento de pandemia, resumiu.

O deputado Chió enfatizou que não há, de forma alguma, condições de retomar as aulas presenciais enquanto a comunidade escolar, professores e servidores, não forem vacinados. “A nossa educação não está preparada o bastante para conviver com esse momento de pandemia. “Como membro da Comissão de Educação desta Casa, defendo que as aulas presenciais só retornem com a vacinação”, pediu o deputado.

A sub-secretária estadual de Saúde, Renata Nóbrega, lembrou que ainda no mês de dezembro de 2020 foi necessário realizar o Inquérito Sorológico em todo o estado. Segundo ela, o estudo comprovou que as crianças em idade escolar de até 11 anos foram as que mais tiveram contato com o coronavírus. “Desta forma, no Plano da Retomada da Educação, apontamos que este é publico que deve iniciar a volta às aulas considerando os dados técnicos que temos”, explicou a sub-secretária.

Sobre a possibilidade de imunização dos profissionais da área da Educação, Renata Nóbrega explicou que é preciso aguardar as fases de imunização estabelecidas pelo Ministério da Saúde, que tem anunciado que “até junho consegue vacinar todo o público que está presente nesta primeira etapa do plano [de Imunização]”. “São 1,3 milhão de habitantes, então, esses professores estão na perspectiva de até junho receberem a vacina. Essa é a informação mais concreta que temos”, concluiu Renata Nóbrega.

O secretário estadual de Educação, Cláudio Furtado, informou que o retorno da atividade no ambiente escolar vem sendo discutida com sindicatos, autoridades estaduais e, principalmente, com os órgãos de Saúde. De acordo com o secretário, o Inquérito Sorológico realizado pelo Governo Estadual vem observando o contato da comunidade escolar com o coronavírus para que possa ser elaborado o plano de retorno gradual às aulas.

“É um plano lento, que vem olhando questões de testagens a cada 15 dias e que será apresentado a todas as redes, não só na rede pública, para que possamos ver como irá se desenvolver a covid-19”, esclareceu Furtado. O secretário alertou que, com a comprovação da circulação de novas cepas do novo coronavírus na Paraíba, foi preciso reavaliar novos rumos. “Estamos preparando as condições para que no momento ideal possamos voltar de forma híbrida”, resumiu o secretário.

Presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado da Paraíba (SINTEP–PB), Antônio Arruda se posicionou contra o retorno das atividades presenciais nas unidades de ensino. Segundo Arruda, no momento atual, o principal debate é o direito a vida, já que a contaminação pelo coronavírus vem causando a morte de mais de 250 mil pessoas em todo o país. “O posicionamento do Sintep-PB, após reunião realizada no último dia 5 deste mês, é contrário ao retorno às atividades presenciais nesse momento. Conteúdo se repõe, aprendizagem se recupera, vidas humanas não e isso é óbvio”, alertou o sindicalista.

O coordenador Geral do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino Privado (SINTEEMP), professor Avenzoar Arruda, reforçou que o funcionamento escolar só será seguro com a vacinação, no entanto, a questão da sustentabilidade financeira das escolas também precisa ser debatida. “Não há nenhum critério que assegure a segurança sem a vacina. O problema é que isso interfere na questão financeira e isso tem que ser discutido abertamente, pensando a partir de um ponto de vista pedagógico, pois não é a mesma coisa, uma aula presencial e uma aula virtual, em termos de conteúdo”.

O sindicalista opinou que é preciso levar em consideração ainda que nem todas as escolas e professores possuem estrutura para fornecer o ensino remoto. “As vezes o professor não tem o equipamento, não tem as condições e nem o ambiente adequado e isso precisa ser levado em consideração”, analisou Avenzoar.

Também participaram da audiência os deputados Camila Toscano, Cida Ramos, Estela Bezerra, Moacir Rodrigues e Tovar; o representante do Comitê de Educação em Defesa da Vida, Felipe Baunilha; o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município de João Pessoa (SINTEM), Daniel de Assis; a representando o Ministério Público da Paraíba, a promotora de Justiça, Juliana Couto Ramos; o presidente da Associação dos Professores de Licenciatura Plena (APLP), professor Bartolomeu Pontes; o presidente do Sindicato dos trabalhadores Públicos municipais do Agreste e Borborema (SINTAB), Giovanni Freire; o representando o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides o diretor do Fórum Cível da Capital, José Hebert Luna Lisboa; e a vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Elida Elena.




Entenda como a PEC da Imunidade garante foro privilegiado e enfraquece a Ficha Limpa

Entenda como a PEC da Imunidade garante foro privilegiado e enfraquece a Ficha Limpa
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Além de restringir as hipóteses de prisão em flagrante e busca e apreensão sobre deputados e senadores, a proposta que amplia a imunidade parlamentar também garante a manutenção do foro privilegiado para eles e ainda enfraquece a Lei da Ficha Limpa.

O texto insere na Constituição o atual entendimento do Supremo que restringe o foro a “processos relativos a crimes cometidos durante o exercício do cargo e relacionados às funções parlamentares”.

A regra, porém, vai de encontro ao teor de outra PEC, que extingue de vez o foro privilegiado de todas as autoridades, incluindo parlamentares. Apesar de ter sido apresentada em 2017, a proposta nunca foi pautada para votação no plenário da Câmara.

A PEC da Imunidade foi apresentada hoje e já entrou na pauta da sessão deliberativa.

Além de garantir o foro privilegiado para casos relacionados ao mandato, a proposta também diz que somente o STF poderá autorizar buscas e apreensões nos gabinetes e residências dos parlamentares, mesmo de investigações não relacionadas ao mandato e que tramitarem na primeira instância. O afastamento do mandato, hoje permitido, fica proibido.

Medidas que restrinjam o exercício do mandato não poderão ser decretadas por um único ministro do STF, como ocorre atualmente, e só terão validade se forem confirmadas pelo plenário da Corte.

Quanto à Ficha Limpa, o texto da PEC da Imunidade estabelece que os políticos condenados só ficarão inelegíveis “com a observância do duplo grau de jurisdição”. A lei diz que, para impedir um político de se candidatar, basta que a condenação seja feita por um órgão colegiado.

Com isso, a lei garante que, nos casos em que um processo contra um político se inicia num tribunal — onde ele é julgado por um grupo de magistrados (como na maioria dos casos, em razão do foro privilegiado) –, basta uma condenação para barrá-lo das eleições.

Com a PEC, essa condenação deverá ser confirmada numa instância superior para que ele fique inelegível.

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Antagonista




“Rachadinhas”: Quinta Turma do STJ anula quebra de sigilo de Flávio Bolsonaro

Defesa de Flávio Bolsonaro pede, também, anulação do relatório do Coaf que acusou movimentações do ex-assessor Fabrício Queiroz e derrubar decisões tomadas antes da Justiça reconhecer o foro privilegiado do senador

Flávio Bolsonaro, investigado no caso das
Beto Barata / Agência Senado

Flávio Bolsonaro, investigado no caso das “rachadinhas”

Os Ministros da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) votaram, nesta terça-feira (23), a favor de um pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) para anular a quebra de sigilo fiscal e bancário do  filho do presidente Jair Bolsonaro no caso das “rachadinhas”.

As decisões anuladas foram autorizadas em abril de 2019 pelo juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio, e se estendia a cerca de cem pessoas e empresas suspeitas de envolvimento no esquema de desvio de recursos do gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Os votos favoráveis ​​a Flávio partiram dos ministros João Otávio Noronha, Reinaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas e Joel Ilan Parcionik. Os três divergiram do ministro Felix Fischer, relator do caso, que optou por negar o pedido da defesa e foi pelos colegas do colegiado.

Declarada nula, a decisão pode impactar outros procedimentos utilizados pelo Ministério Público (MP) do Rio na investigação sobre a devolução de salários de ex-funcionários de Flávio, que resultou em denúncia oferecida contra o político e outras 16 pessoas em outubro do ano passado. A quebra de sigilo colheu informações que serviram como base para a autorização de outras diligências para o caso.

Os cinco ministros da Quinta Turma analisam nesta terça-feira três pedidos de habeas corpus encarregados dos advogados de Flávio no ano passado.

Além da quebra de sigilo, já analisada pelo colegiado, também estão em discussão relatórios emitidos pelo Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf) com dados do parlamentar e a totalidade das decisões de Itabaiana, que causou o impacto do caso em junho do ano.

www.reporteriedoferreria.com.br    Por Agência O Globo 




Exclusivo; bandidos fortemente armados promovem terror no Zé Américo

Na tarde desta terça-feira,23, indivíduos fortemente armados promoveram um verdadeiro festival de terror no Conjunto Residencial José Américo de Almeida, mas precisamente no residencial Bougain Villeas II. 0s indivíduos de armas em punho fizeram vários disparos contra o prédio e por sorte não atingiu nenhum morador.

No momento do ataque criminoso, várias pessoas se encontravam no prédio e foram surpreendios pelos tiros. Crianças e pessoas adultas começara a correr temendo serem atingidas pelos disparos.

A polícia está investigando o crime e  a motivação. Ninguém foi preso.

VEJAM A CHEGADA DOS BANDIDOS

MARCAS DA VIOLÊNCIA PROMOVIDA PELOS MARGINAIS

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Presidente da Câmara reforça segurança nas atividades legislativas que começaram hoje,23

O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), vereador Dinho (Avante), comandou a sessão de abertura dos trabalhos legislativos na manhã desta terça-feira (23). Ele ressaltou que todas as atividades serão realizadas seguindo todos os protocolos sanitários para combater a disseminação do novo coronavírus (Covid-19). A sessão contou com a presença do prefeito da Capital, Cícero Lucena (Progressistas) de forma remota.

Dinho explicou que as sessões ordinárias acontecerão de forma híbrida. “O vereador que não se sentir seguro, pode participar de sua residência, de forma remota. Todos os vereadores terão seu espaço regimental”, garantiu acrescentando que as sessões acontecerão às terças e quintas-feiras, com rodízio de vereadores, e as reuniões de comissão às segundas e quartas-feiras.

A duração da sessão será de 2h30, podendo ser prorrogada por mais 30min. “Precisamos ter cautela. Não podemos ficar seis, sete horas em um ambiente fechado como antigamente. Precisamos poupar nossos servidores. Não haverá problemas na funcionalidade da Casa”, destacou Dinho lembrando a troca de piso e a sanitização da Casa realizadas para receber com segurança os vereadores e servidores.

O presidente destacou que, apesar da pandemia, vai trabalhar para garantir a proximidade da Casa com o pessoense. “A marca da gestão será se aproximar da população. A CMJP infelizmente não pode receber a população na Câmara como antes, mas vai criar ferramentas para a participação do povo, a fim de que a população tenha voz inclusive em período de pandemia. Essa será a nossa marca, além da construção de nossa nova sede”, enfatizou.

Todos os parlamentares da Casa Napoleão Laureano participaram da sessão de abertura dos trabalhos, seja de forma presencial ou remota.




João Azevêdo detalha decreto, que prevê multa e fechamento de estabelecimentos

O governador joão Azevêdo detalhou na manhã desta terça-feira (23) parte das medidas que vão constar no decreto que será publicado ainda hoje com restrições mais duras contra o novo coronavírus. O decreto prevê multa de té R$ 50 mil e fechamento de estabelecimentos que descumprirem as regras.

“Um estabelecimento, um bar, que não cumprir os protocolos de segurança será multado, se for reincidente será fechado por sete dias e se for pego mais uma vez descumprindo as medidas sanitárias, terá o estabelecimento fechado por 14 dias”.

Segundo o governador, a fiscalização será reforçada, principalmente nos municípios que se encontram em bandeira vermelha e laranja, de acordo com o Plano Novo Normal.

“É um momento difícil o que estamos passando. É um momento em que precisamos ter a consciência coletiva mais aguçada possível, para que a gente possa desenvolver ações de proteção, principalmente a vida.

João Azevêdo disse que a colaboração e participação da população nesse processo é fundamental.

As medidas irão valer do período entre 24 de fevereiro a 10 de março. Ao final desse período serão feitos reavaliações que vão apontar se é necessário manter algumas medidas ou se podem retomar algumas atividades.

Conforme detalhou o governador, primeiro haverá o toque de recolher, das 22h até às 5h da manhã do dia seguinte, para os municípios que se encontram em bandeira vermelha e laranja, de acordo com o Plano Novo Normal.

Comércio e shoppings continuam funcionando, mas os horários de funcionamento devem ser alterados, ficando o funcionamento das 9h até às 21h. A definição será feita pela prefeitura de João Pessoa, segundo o governador.

Bares, restaurantes e similares vão funcionar das 6h até às 16h.

Haverá a suspensão do retorno das aulas presenciais para toda a rede estadual e municipal de ensino. O Ensino pode ser de forma remota, on line. Também está suspensa as aulas presenciais no ensino superior.

Quanto as crianças do nível básico e infantil, as escolas podem oferecer método que possibilite aos pais ter a opção de mandar ou não a criança para a escola nesse período.

Todo o setor de salão de beleza, barbearia, continuarão funcionando, seguindo os protocolos já estabelecidos.

Algumas prefeituras tomarão, através de decretos próprios, medidas complementares, segundo o governador, citando o caso da Prefeitura de João Pessoa, que decidiu juntamente com os demais municípios da região metropolitana, fechar as praias para que possa reduzir a quantidade de pessoas que estão se aglomerando.

O governador afirmou ainda que até o dia 8 de março serão reabertos 91 novos leitos, sendo 49 de UTI e 42 de enfermaria para tratamento de pacientes com covid-19.

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Prefeito Cícero Lucena determina escalas para servidores e agendamento para todos os serviços

O prefeito Cícero Lucena reuniu todo o seu secretariado, na noite desta segunda-feira (22), para tratar de ações e medidas para reforçar no enfrentamento à Covid-19. O encontro aconteceu no Centro Administrativo Municipal (CAM) até por volta de 21h30 e encerrou uma intensa agenda de reuniões com diversos setores que tomou todo o dia. Na ocasião, o prefeito orientou os gestores de cada pasta sobre medidas que precisam ser tomadas para evitar aglomerações no serviço público e dar o exemplo à população.

“É urgente que tenhamos ações para enfrentarmos a grave situações que vivemos. Nós precisamos fazer a nossa parte e levar à população a mensagem de que cada um deve fazer a sua, seguir as exigências sanitárias, evitar aglomerações, não sair de casa quando não for necessário. A responsabilidade é nossa e de cada um individualmente”, alertou Cícero Lucena.

Entre as orientações repassadas estão a de elaboração de escalas para o funcionamento de todos os setores da gestão e a adoção de métodos de agendamento para todos os serviços de atendimento ao público. “É claro que todos os setores têm suas particularidades, mas o propósito é um só: evitar que haja aglomerações nas repartições e também no transporte”, explicou. O horário do atendimento não deve passar por modificações, mantendo-se estendido para não concentrar a procura.

O vice-prefeito Leo Bezerra aproveitou para pedir dedicação redobrada. “A equipe da saúde está trabalhando quase 24 horas e hoje queremos fazer o chamamento para que todos entrem nesse ritmo. O momento é delicado e precisamos cumprir esse papel de agora em diante”, convocou.

Cícero também destacou uma série de ações que estão sendo tomadas para evitar uma superlotação da rede de saúde. Entre as medidas estão a restrição das UPAs para o atendimento exclusivo da Covid e a criação de 50 novos leitos de UTI em espaços como o Hospital Santa Isabel e o Prontovida. A PMJP 5 usinas para produzir próprio oxigênio e não haver risco de colapso. Compra de novos equipamentos.

Agenda – A agenda do prefeito nesta segunda (22) foi totalmente dedicada à situação da pandemia de Covid-19. Durante a manhã, o gestor se reuniu com o governador João Azevedo e equipes técnicas para discutir detalhes de um decreto que vai enrijecer as medidas de prevenção. Além disso, o prefeito se reuniu com gestores de cidades da região metropolitana da Capital para discutir ações em comum.

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Enem será reaplicado nesta terça-feira (23) e quarta-feira (24)

Prova vale para os alunos que estavam infectados pela covid-19 ou por outras doenças contagiosas e para os que tiveram problemas logístico

Exame Nacional do Ensino Médio 2020
Agência Brasil

Exame Nacional do Ensino Médio 2020

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 será aplicado na terça-feira (23) e na quarta-feira (24) para candidatos que tiveram as provas canceladas por conta do agravamento da pandemia do novo coronavírus, para aqueles que não puderam fazer o exame por estarem com sintomas da covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa e para os participantes prejudicados por questões logísticas.

O Enem 2020 regular foi aplicado nos dias 17 e 24 de janeiro no formato impresso, e nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro no formato digital. Agora, será aplicado o Enem PPL (Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade e Jovens sob Medida Socioeducativa que inclua privação de liberdade).

Na mesma data, as provas serão reaplicadas aos candidatos do Enem regular, tanto do impresso quanto do digital, que tiveram os pedidos aprovados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira ( Inep ).

Prevista no edital, a reaplicação do Enem pode ser solicitada por participantes que se sentiram prejudicados por conta de algum problema logístico, como falta de luz no local de prova. Neste ano, por conta da pandemia, puderam também pedir a reaplicação os participantes que apresentaram sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa.

Também por conta da pandemia , a aplicação do Enem regular foi suspensa no estado do Amazonas, onde mais de 160 mil estudantes fariam a prova, em Rolim de Moura (RO), onde estavam inscritos 2.863 e em Espigão D’Oeste (RO), com 969 inscritos. Esses participantes poderão fazer o Enem também na data da reaplicação.

Os horários de aplicação serão os mesmos do Enem regular. Os portões abrem às 11h30 e fecham às 13h. A prova começa a ser aplicada às 13h30. No primeiro dia, os participantes farão a redação e as provas objetivas de linguagens e ciências humanas. O tempo de prova é 5h30. No segundo dia, terão cinco horas para resolver as questões de matemática e ciências da natureza.

Desde a última sexta-feira (19), está disponível o cartão de confirmação com os locais de prova da reaplicação do Enem 2020 na Página do Participante. No cartão também constam o número de inscrição, data, hora das provas, opção de língua estrangeira e atendimento especializado ou tratamento por nome social, caso essas solicitações tenham sido feitas e aprovadas. Apesar de não ser obrigatório, o Inep recomenda que os participantes imprimam o cartão de confirmação e levem nos dias do exame.

Os resultados finais, tanto do Enem digital quanto do Enem impresso e da reaplicação, serão divulgados no dia 29 de março.  As notas do Enem poderão ser usadas para ingressar no ensino superior e para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (ProUni), e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

www.reporteriedoferreira.com.br      Por Agência Brasil




Toque de recolher na Paraíba por conta do covid-19 será por 15 dias

Suspensão da circulação na orla de João Pessoa, com o fechamento das praias, aumento na frota de ônibus, compromisso de fiscalização mais intensa em bares e restaurantes, toque de recolher, proibição de shows, festas e eventos que causem aglomerações, redução do funcionamento de bares e restaurantes até as 16 horas, fechamento de igrejas e suspensão do início das aulas da rede pública estadual presencial.

Estas são medidas anunciadas hoje e que serão detalhadas em decretos publicados nas próximas horas tanto pelo governo do Estado quanto pela Prefeitura Municipal de João Pessoa para tentar conter o novo avanço do coronavírus no Estado.

O governador João Azevêdo (Cidadania) reuniu na manhã de hoje,22 representantes da Secretaria de Estado da Saúde e de diversos órgãos do setor sanitário do Estado, bem como da Procuradoria Geral do Estado, além do prefeito Cícero Lucena (PP) e representantes da prefeitura de João Pessoa para definir os termos de um decreto que deve ser publicado ainda no fim da tarde de hoje prevendo medidas de contenção ao avanço do novo coronavírus no Estado.

“As medidas podem parecer duras, mas são necessárias”, destacou o governador João Azevêdo.

O decreto, segundo o governador, não vale apenas para João Pessoa, vale para todo o Estado.

“Temos um plano que recomenda aos municípios que os prefeitos adotem as medidas de acordo com as bandeiras que são atualizadas e publicadas a cada quinzena”, continuou o governador.

As medidas anunciadas terão validade por p15 dias, para, segundo frisou o governador, “evitar o excesso visto nos últimos dias”.

Igrejas

Está definido que os templos religiosos poderão funcionar com horário restrito e também com apenas 30% da capacidade de cada templo. Mas, a Arquidiocese da Paraíba decidiu fechar totalmente as igrejas por um período de 15 dias.

Aulas

As aulas presenciais da rede pública estão suspensas e serão iniciadas no dia 1º de março apenas de forma remota. “Tínhamos uma programação de retorno, mas precisávamos avaliar a pandemia no Estado. Com os últimos números e vendo que as redes públicas contribuem muito para a circulação de pessoas, não tínhamos como manter o modelo híbrido. Voltaremos da forma remota e depois isso será reavaliado”, informou o secretário de Educação, Cláudio Furtado.

Ainda não ficou estabelecido se a rede particular de ensino também será afetada pelo decreto governamental. Já o toque de recolher será aplicado apenas a João Pessoa.

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