Governador Azevêdo ativa mais 53 leitos para Covid na Frei Damião em João Pessoa

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES) está ampliando a oferta de leitos para o tratamento do novo coronavírus na Paraíba. Neste domingo (28), mais 53 leitos – 40 de enfermaria e 13 de UTI – para tratamento de pacientes com Covid serão instalados na Maternidade Frei Damião, na capital, e estarão prontos, a serviço da população, a partir das 19h.

Para ativar estes 53 leitos, o Estado investiu mais de R$ 2,1 milhões em estrutura, equipamentos (monitor, cardioversor, bombas de infusão, camas). Os respiradores foram doados pelo Ministério da Saúde. Assim, a Paraíba alcança a maior quantidade de leitos desde o início da pandemia.

“Foram mais de 300 leitos ativos apenas em março de 2021, sendo mais de 150 de UTI, o que daria uma média de mais de 10 leitos abertos por dia. Na última semana, o Estado abriu leitos no Hospital Metropolitano, no Hospital de Trauma e agora na Maternidade Frei Damião”, informou o governador João Azevêdo.

Com as novas ativações, a Paraíba totaliza 1204 leitos de enfrentamento da Covid, sendo 672 de enfermaria e 532 de UTI.  “Saímos de 596 pessoas internadas no começo do mês de março para 914 pacientes no último sábado (28), um crescimento de 53% de pessoas internadas. Os novos leitos servirão para atender esse aumento de demanda e impedir que haja fila de espera”, pontuou secretário estadual da Saúde, Geraldo Medeiros.

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Decreto suspende aulas presenciais, transportes intermunicipais e fecha repartições públicas, rodoviárias e estádios de futebol para conter a Covid-19

O Diário Oficial do Estado (DOE) publica, na edição desta sexta-feira (26), o decreto que disciplina o funcionamento de atividades entre os dias 27 de março e 4 de abril, nos municípios classificados com bandeiras vermelha e laranja pelo Plano Novo Normal. Durante o feriado de cinco dias, antecipado em medida provisória pelo Governo, será mantido o toque de recolher das 22h às 5h e ampliada a suspensão das aulas presenciais para as redes públicas e privadas. Além disso, os transportes intermunicipais e a balsa que faz a travessia Costinha/Cabedelo ficarão paralisados e os terminais rodoviários do estado serão fechados entre os dias 29 de março e 2 de abril. As medidas são necessárias para promover o distanciamento social e conter a disseminação da Covid-19 na Paraíba. No dia 3 de abril será realizada a 22ª avaliação do Plano Novo Normal que definirá as diretrizes para a retomada das atividades a partir do dia 5 de abril.

Dentre os serviços considerados essenciais e que poderão funcionar ao longo dos próximos dias estão supermercados, feiras livres, açougues, padarias e lojas de conveniência situadas em postos de combustíveis, ficando vedado o consumo de quaisquer gêneros alimentícios e bebidas no local.

As agências bancárias e casas lotéricas poderão realizar atendimento presencial, exclusivamente para atividades que não possam ser realizadas nos caixas eletrônicos e canais de atendimento remoto, bem como prestar auxílio ao atendimento dos aposentados, pensionistas e beneficiários do Bolsa Família.

Os restaurantes, bares e lanchonetes só poderão funcionar até as 21h30 por meio de entrega em domicílio e retirada de mercadoria. Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral e de medicamentos, além de serviços de transporte de cargas também estão entre as atividades liberadas para funcionar.

Já os estádios, ginásios, centros esportivos e os parques pertencentes ao estado ficarão fechados. As missas, cultos e cerimônias religiosas presenciais também seguirão suspensos no período, ficando asseguradas as atividades de preparação, gravação e transmissão das celebrações, bem como as ações de assistência social e espiritual, atendendo as recomendações sanitárias.

Repartições públicas – As atividades presenciais nos órgãos e entidades vinculadas ao Poder Executivo Estadual ficarão suspensas no período de vigência do decreto, à exceção das Secretarias de Saúde, Segurança e Defesa Social, Administração Penitenciária, Desenvolvimento Humano, Fazenda, Administração, Cagepa, Fundac e Codata.

Uso de máscaras – Permanece obrigatória no estado a utilização das máscaras nos espaços de acesso aberto ao público, incluídos os bens de uso comum da população, vias públicas, no interior dos órgãos públicos, nos estabelecimentos privados e nos veículos públicos e particulares, inclusive ônibus e táxis, cabendo aos órgãos públicos, aos estabelecimentos privados e aos condutores e operadores de veículos  a exigência do item.

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) e os órgãos de vigilância sanitária municipais, as forças policiais estaduais, os Procons estadual e municipais e as guardas municipais ficarão responsáveis pela fiscalização do cumprimento das normas estabelecidas no decreto. O descumprimento sujeitará o estabelecimento à aplicação de multa e poderá implicar no fechamento em caso de reincidência, que pode compreender períodos de sete a catorze dias, e na aplicação de multas que podem chegar a R$ 50 mil.

Confira a relação completa das atividades que poderão funcionar entre os dias 27 de março e 4 de abril:

– estabelecimentos médicos, hospitalares, odontológicos, farmacêuticos, psicológicos, laboratórios de análises clínicas e as clínicas de fisioterapia e de vacinação;

– clínicas e hospitais veterinários, bem como os estabelecimentos comerciais de fornecimento de insumos e gêneros alimentícios pertinentes à área;

– distribuição e comercialização de combustíveis e derivados e distribuidores e revendedores de água e gás;

– hipermercados, supermercados, mercados, açougues, peixarias, padarias e lojas de conveniência situadas em postos de combustíveis, ficando expressamente vedado o consumo de quaisquer gêneros alimentícios e bebidas no local;

– produtores e/ou fornecedores de bens ou de serviços essenciais à saúde e à higiene;

– feiras livres, desde que observadas as boas práticas de operação padronizadas pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, e pela Legislação Municipal que regular a matéria;

– agências bancárias e casas lotéricas, nos termos do Decreto 40.141, de 26 de março de 2020, exceto nos dias 27 e 28 de março e 02, 03 e 04 de abril;

– cemitérios e serviços funerários;

– atividades de manutenção, reposição, assistência técnica, monitoramento e inspeção de equipamentos e instalações de máquinas e equipamentos em geral, incluídos elevadores, escadas rolantes e equipamentos de refrigeração e climatização;

– serviços de call center, observadas as normas estabelecidas no Decreto 40.141, de 26 de março de 2020;

– segurança privada;

– empresas de saneamento, energia elétrica, telecomunicações e internet;

– as lojas de autopeças, motopeças, produtos agropecuários e insumos de informática, durante o prazo mencionado no caput, poderão funcionar, exclusivamente por meio de serviço de entrega de mercadorias (delivery), inclusive por aplicativos, vedado, em qualquer caso, o atendimento presencial de clientes dentro das suas dependências;

– as lojas de autopeças, motopeças, produtos agropecuários e insumos de informática, durante o prazo mencionado no caput, poderão funcionar, exclusivamente por meio de serviço de entrega de mercadorias (delivery), inclusive por aplicativos, vedado, em qualquer caso, o atendimento presencial de clientes dentro das suas dependências;

– assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade;

– atividades destinadas à manutenção e conservação do patrimônio e ao controle de pragas urbanas;

– órgãos de imprensa e os meios de comunicação e telecomunicação em geral;

–  serviços de assistência técnica e manutenção, vedada, em qualquer hipótese, a aglomeração de pessoas;

– óticas e estabelecimentos que comercializem produtos médicos/hospitalares, que poderão funcionar, exclusivamente, por meio de entrega em domicílio, inclusive por aplicativos, e como ponto de retirada de mercadorias, vedando-se a aglomeração de pessoas;

– empresas prestadoras de serviços de mão-de-obra terceirizada;

– comércio atacadista de produtos alimentícios em geral e comércio atacadista de medicamentos;

– serviços de transporte de passageiros e de cargas;

– hotéis, pousadas e similares;

– assessoria e consultoria jurídicas e contábeis;

– indústria;

– restaurantes, bares, lanchonetes e estabelecimentos congêneres somente poderão funcionar até 21:30 horas, exclusivamente por meio de entrega em domicílio (delivery), inclusive por aplicativos, e como ponto de retirada de mercadorias (take away), vedando-se a aglomeração de pessoas. O horário de funcionamento estabelecido não se aplica a restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres que funcionem no interior de hotéis, pousadas e similares, desde que os serviços sejam prestados exclusivamente aos hóspedes com a devida comprovação dessa condição e a restaurantes, lanchonetes e estabelecimentos congêneres que funcionem no interior de rodoviárias, aeroportos, postos de combustíveis localizados nas rodovias, sendo vedada a comercialização de bebidas alcoólicas após as 16h.

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UFPB suspender aulas até 4 de abril seguindo decreto federal

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) mudou de ideia quanto ao funcionamento da instituição. Depois de informar que manteria suas atividades normais, seguindo decreto federal, a reitoria emitiu uma nota na noite desta sexta-feira, 26, esclarecendo à comunidade universitária que, em observância ao Decreto 41.120/2021, publicado no final da tarde de hoje (26/03/2021) pelo Governo do Estado da Paraíba, suspendeu todas as aulas no período de 27 de março a 04 de abril de 2021.

As atividades administrativas serão realizadas remotamente, consonante com a Instrução Normativa SGP/SEDGG/ME No 37/2021. Portanto, todos os campi da UFPB estarão fechados no período citado.

A decisão da UFPB foi tomada depois que o procurador geral do Estado, Fábio Andrade, admitiu recorrer à Justiça para que a instituição seguisse o decreto estadual, que prevê multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento.

O decreto governamental com mais restrições até o dia 4 de abril foi baixado como forma de conter o avanço do novo coronavírus na Paraíba, que atualmente tem uma média de 41 mortes diárias causadas pela doença.

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Butanvac: Butantan envia pedido à Anvisa para iniciar testes clínicos

Instituto pretende ter 40 doses disponíveis para aplicação já em julho deste ano

Butanvac, vacina do Instituto Butantan
Reprodução: BBC News Brasil

Butanvac, vacina do Instituto Butantan

O Instituto Butantan enviou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), na noite desta sexta-feira (26) o pedido para iniciar os testes clínicos da Butanvac, nova candidata a vacina contra Covid-19.

Segundo o Butantan, a vacina será de produção 100% nacional, sem a necessidade de importação de insumos. O Instituto anunciou que o imunizante leva em conta as variantes, como a brasileira, e utiliza a mesma tecnologia da vacina da gripe.

Uma vez obtida a autorização, os testes podem ser realizados já em abril, disse Dimas Covas, diretor do Instituto, em coletiva realizada nesta sexta-feira.

 A expectativa é que a vacina comece a ser fabricada em maio, e que 40 milhões de doses estejam disponíveis a partir de julho, mas dependem de aval da Anvisa para serem usadas.

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Governo publica MP e antecipa feriados para evitar maior propagação da Covid-19

O Diário Oficial do Estado (DOE) irá publicar na edição desta quinta-feira (25) a Medida Provisória 295, que dispõe sobre a antecipação dos feriados de Tiradentes, Corpus Christi e da fundação da Paraíba e institui, excepcionalmente, o feriado no dia 29 de março com o objetivo de conter a disseminação do coronavírus. A mensagem do Poder Executivo também foi encaminhada para apreciação da Assembleia Legislativa.

A Medida Provisória prevê a antecipação do feriado do dia 21 de abril (Tiradentes) para o dia 30 de março; de 3 de junho (Corpus Christi) para o dia 31 de março; e de 5 de agosto (fundação da Paraíba) para o dia primeiro de abril.

No texto enviado ao Poder Legislativo, o Executivo estadual observou que, apesar das medidas mais restritivas adotadas desde o dia 23 de fevereiro e da ampliação significativa de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e de enfermaria, o atual cenário pandêmico exige a adoção de ações para permitir o isolamento e o distanciamento social, que são mecanismos mundialmente adotados pela eficiência no combate à propagação da Covid-19.

A mensagem também aponta o crescimento abrupto e sustentado da demanda por leitos de internação hospitalar para Covid-19, evidenciado pela manutenção da ocupação hospitalar média dos leitos de terapia intensiva de adultos na Paraíba acima de 85% durante o mês de março e a intensa elevação do número de internações diárias, variando de 24 internações em média ao dia no mês de janeiro até 81 internações em média ao dia em março, sendo que nos dias 21, 22 e 23 deste mês houve, respectivamente, 97, 98 e 103 internações ao dia.

A MP alega ainda a aceleração do crescimento do número de óbitos pelo novo vírus na Paraíba, demonstrada pela redução dos intervalos de tempo necessários para a ocorrência de mil novos óbitos, sendo de 100 dias entre 3.000 e 4.000 óbitos acumulados e de 50 dias entre 4.000 e 5.000 óbitos acumulados, gerando projeções atuais do alcance de 6.000 óbitos em intervalo de tempo ainda menor.

Por fim, o Governo do Estado pontuou a crescente demanda por consumo de oxigênio medicinal em todo o país e a escassa disponibilidade nacional e o intenso e contínuo crescimento de consumo dos medicamentos dedicados aos procedimentos de suporte ventilatório como sedativos, bloqueadores neuromusculares e drogas vasoativas, condição de extremo risco à segurança e efetividade dos cuidados necessários aos pacientes moderados e graves da Covid-19.

A antecipação dos feriados não se aplica às unidades de saúde, segurança pública, administração penitenciária, socioeducativa, assistência social e serviço funerário, além de outras atividades definidas como essenciais ou com funcionamento permitido por meio de decreto estadual.

A MP ainda atribui aos Poderes Executivos estadual e aos municipais, de forma suplementar, estabelecerem as regras e proibições de funcionamento no período dos feriados.

Sendo assim a Medida Provisória prevê a antecipação do feriado do dia 21 de abril (Tiradentes) para o dia 30 de março; de 3 de junho (Corpus Christi) para o dia 31 de março; e de 5 de agosto (fundação da Paraíba) para o dia 1º de abril.

Assim, os feriados ficam da seguinte forma:

  • 29 de março – feriado excepcional
  • 30 de março – feriado de Tiradentes
  • 31 de março – feriado de Corpus Christi
  • 1º de abril – feriado da fundação da Paraíba
  • 2 de abril – Paixão de Cristo (feriado nacional já instituído nessa data)

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Mourão descarta lockdown nacional para conter Covid-19: “Vai ficar só no papel”

Segundo o vice-presidente, a medida não funcionaria no Brasil por se tratar de um país “desigual”

Mais uma vez, o vice-presidente da República descartou a ideia da implementação de um lockdown nacional
O Antagonista

Mais uma vez, o vice-presidente da República descartou a ideia da implementação de um lockdown nacional

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB) , descartou a ideia de implementar um  lockdown nacional para frear a pandemia de Covid-19. Segundo ele, a medida não funcionaria, mas ficaria “só no papel”.

“País desigual como o nosso, [lockdown nacional] é impossível de ser implementado, vai ficar só no papel. Eu julgo que essas medidas restritivas têm que ficar a cargo dos governadores e prefeitos, que cada um sabe como é que está a situação na sua área”, disse Mourão.

“O governo federal tem que dar o apoio necessário em termos de recurso financeiro, de medidas na área econômica, como os que foram tomados no ano passado, no sentido de melhorar a situação da população”,

O vice-presidente participou na manhã desta quinta-feira (25) de  reunião dos três Poderes. Após o encontro, Mourão disse que o número de mortes por Covid-19 “já ultrapassou o limite do bom senso” e afirmou que o novo ministro da Saúde vai atuar para para tentar “diminuir a quantidade de gente contaminada”.

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Pressão do Centrão: Bolsonaro avalia que Lira exagerou nas críticas a chanceler

Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo passa por processo de fritura pela forma como conduz a política externa do BrasilArthur Lira, presidente da Câmara, e Bolsonaro

Isac Nóbrega/PR

Arthur Lira, presidente da Câmara, e Bolsonaro

Apesar de ter sido avisado com antecedência do discurso crítico que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), dirigiu ao Planalto na tarde de quarta-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não gostou do tom adotado pelo parlamentar.

Bolsonaro entendeu que Lira precisava marcar posição por estar pressionado, principalmente, pela classe política, que discordou da nomeação de Marcelo Queiroga para o Ministério da Saúde . O presidente, porém, se surpreendeu ao ouvir, no discurso, uma ameaça velada de impeachment , traduzida no trecho em que Lira diz que há “remédios políticos no Parlamento” que são “fatais” .

Mesmo após a dura fala de Lira, Bolsonaro resiste a demitir o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo , e fez uma força-tarefa na manhã desta quinta-feira (25) para manter o aliado no cargo.

Um dia depois de Lira dizer que Araújo perdeu a capacidade de dialogar com países, o chanceler o procurou nesta manhã para dar explicações sobre a atuação do Itamaraty . Em seguida, Lira esteve no Planalto com Bolsonaro, que mais uma vez tentou blindar o auxiliar.

Interlocutores de Ernesto Araújo minimizaram o encontro nesta manhã com Arthur Lira, dizendo que a visita de cortesia estava programada desde que o deputado assumiu a presidência da Câmara.

Na conversa, o chanceler explicou o papel do Itamaraty na aquisição das vacinas, alegando que há uma confusão sobre o que é responsabilidade do Ministério da Relações Exteriores e o que concerne ao Ministério da Saúde.

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Ex-governador RC perde presidência da Fundação João Mangabeira para Márcio França

O ex-governador de São Paulo, Márcio França, foi empossado nesta terça-feira (23) como o novo diretor da Fundação João Mangabeira, no lugar de Ricardo Coutinho, que iniciou como presidente da fundação em janeiro de 2019, mas não chegou ao fim dos três anos de mandato previsto.

Em nota divulgada nas redes sociais, a organização confirmou que o mandato de Márcio França será pelos próximos três anos e que o vice-presidente Alexandre Navarro foi reconduzido ao cargo.

Confira a nota na íntegra abaixo:

Reunido na tarde desta terça-feira (23), o Conselho Curador da FJM elegeu o ex-governador de São Paulo, Marcio França, para dirigir a Fundação João Mangabeira (FJM) pelos próximos três anos. O vice-presidente Alexandre Navarro foi reconduzido ao cargo.

O ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha, passará a ocupar o cargo de Diretor de Organização; para a diretoria de Estudos e Pesquisa será empossada a jovem advogada Amanda Sobreira de Souza; a Diretoria de Finanças será ocupada pelo ex-vereador do Município de Osasco e coordenador da Fundação João Mangabeira no estado de São Paulo Mario Guide. Além da diretoria executiva também foram eleitos novos membros do Conselho Curador da FJM.

Redação




Bolsonaro cria comitê anti-Covid, mas insiste em ‘tratamento precoce’

O presidente Jair Bolsonaro fez pronunciamento ao lado de ministros, governadores e chefes de poderes — Foto: Reprodução/TV Brasi
Após reunião na residência oficial do Palácio da Alvorada com governadores, ministros e chefes de poderes, o presidente Jair Bolsonaro anunciou a criação de um comitê em parceria com o Congresso para definir medidas de combate à pandemia de Covid-19. Ainda de acordo com Bolsonaro, caberá ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), levar ao comitê as demandas dos governadores.

“Resolvemos, entre outras coisas, que será criada uma coordenação junto aos governadores, com o senhor presidente do Senado Federal. Da nossa parte, um comitê que se reunirá toda semana com autoridades para decidirmos ou redirecionarmos o rumo do combate ao coronavírus”, afirmou o presidente em um breve pronunciamento após o encontro, ao lado dos governadores, ministros e chefes de poderes.

O presidente disse também que, na reunião, discutiu o que ele chama de “tratamento precoce”. O método prevê a utilização de medicamentos defendidos pelo presidente, mas que não têm eficácia contra a Covid-19, de acordo com pesquisas científicas internacionais.

“Tratamos também de possiblidade de tratamento precoce. Isso fica a cargo do ministro da Saúde, que respeita o direito e o dever do médico off-label tratar os infectados”, argumentou Bolsonaro.

Vida ‘em primeiro lugar’

O presidente disse ainda que defende “a vida em primeiro lugar”. Desta vez, ao contrário de suas falas habituais, Bolsonaro não equiparou o emprego à vida na categoria de prioridade.

A reunião entre Bolsonaro, governadores, ministros e chefes de poderes ocorre em um momento em que o Brasil chega perto da marca de 300 mil mortos por Covid-19, desde que a pandemia começou, há pouco mais de um ano.

O país vive o momento mais grave da pandemia, com sucessivos recordes diários de número de mortes e de novos casos. Os sistemas de saúde nos estados estão sobrecarregados, com filas na UTI e ameaça de falta de oxigênio hospitalar e de insumos para sedação de pacientes.

Isolamento social

Em nenhum momento de seu pronunciamento, Bolsonaro falou de medidas de isolamento social, defendidas por especialistas como fundamentais para conter o descontrole do contágio, como é o caso atual da pandemia no Brasil.

Bolsonaro é um crítico de medidas de isolamento adotadas nos estados e, nos últimos dias, tentou, sem sucesso, barrar algumas delas na Justiça.

O tema do isolamento, no entanto, foi defendido pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), que também fez um pronunciamento após a reunião. Ao lado de Bolsonaro, ele ressaltou a importância de restringir a circulação de pessoas.

“Pedir a todos que entendam que em situações delicadas e críticas muitas vezes se faz necessário o isolamento social”, disse o governador.

Os governadores presentes à reunião não são críticos declarados do presidente. Além de Caiado, participaram Wilson Lima (Amazonas), Romeu Zema (Minas Gerais), Ratinho Júnior (Paraná), Marcos Rocha (Rondônia), Renan Filho (Alagoas).

Vacinação

Em sua fala, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a articulação entre União, estados e municípios vai ajudar a agilizar a vacinação e diminuir os efeitos da pandemia.

“A conclusão é o fortalecimento do SUS, articulado nos três níveis, União, estados e municípios, para prover à população brasileira, com agilidade, uma campanha de vacinação que possa atingir uma cobertura vacinal capaz de reduzir a circulação do vírus”, afirmou o ministro.

Homenagem às vítimas e aos profissionais de saúde

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, prestou em solidariedade às famílias enlutadas e agradeceu aos profissionais de saúde pelo trabalho realizado.

Fux explicou que o Judiciário, por ter a prerrogativa de “aferir a legitimidade dos atos que serão praticados” pelos governantes, não poderá participar diretamente do comitê. Contudo, o Judiciário vai trabalhar em estratégias para evitar disputas desnecessárias na Justiça.

“Como esses problemas da pandemia exigem soluções rápidas, nós vamos verificar a estratégias capazes de evitar a judicialização, que é o fator de demora na tomada dessas decisões”, disse.

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Empresários e economistas mudam discurso e já sugerem até lockdown em meio ao avanço da pandemia

Lembra-se daqueles segmentos que pregavam à volta da normalidade na indústria e no comércio, mesmo em meio a tantas mortes e contaminações decorrentes do covonavírus? Aqueles que colocavam sempre os lucros acima da vida, alegando que com medidas restritivas a economia não suportaria?

Lembra-se, né?! Eles, sim, empresários, banqueiros, economistas e outros pertencentes ao andar de cima, às classes mais abastadas, que faziam carreatas em seus carrões reluzentes contra as medidas restritivas.

Pois bem, enlouquecidos e encurralados por uma triste realidade que já os alcançou, eles agora mudaram radicalmente de opinião. E (pasmem!) já sugerem até lockdown.

Uma constatação no mínimo curiosa: na primeira onda do coronavírus, apenas as classes mais necessitadas – sobretudo de idade avançada – foram infectadas, inclusive com um grande número de mortes. Agora, nesta segunda onda, o “corona” veio numa versão muito mais contagiosa e letal, passando o rodo geral, independente de idade, classe social e condições de isolamento.

Com a segunda onda começou a sofrer a classe mais abastada. Políticos, empresários, economistas etc. e tal passaram a frequentar a lista das vítimas das contaminações e mortes. Sem falar, nas celebridades, que também (e lamentavelmente) entraram no circuito de infectados.

E, como era de se esperar, agora o tom da conversa é outro…

Em entrevistas a portais e emissoras de rádio e TV de alcance nacional, alguns empresários, ao comentar a carta, sugeriram a adoção até de lockdown, “onde se fizer necessário”.

É a realidade nua e crua se sobrepondo a falta de bom senso…

Contextualizando

Centenas de banqueiros e economistas divulgaram uma carta aberta à sociedade pedindo medidas de combate à pandemia. O documento será enviado ao Ministério da Economia e aos presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado e da Câmara.

Ex-ministros da Fazenda, ex-presidentes do Banco Central, economistas de variadas posições no espectro ideológico, empresários: são mais de 500 assinaturas na carta aberta que cobra do governo Bolsonaro um conjunto de providências para finalmente enfrentar a catástrofe sanitária.

Os signatários do documento afirmam no texto que o Brasil é hoje o epicentro mundial da Covid, que o quadro fica ainda mais alarmante com o esgotamento dos recursos de saúde, que a situação econômica e social é desoladora, que a contração da economia afetou desproporcionalmente trabalhadores mais pobres e vulneráveis. E que esta recessão, assim como suas consequências sociais nefastas, foi causada pela pandemia e não será superada enquanto a pandemia não for controlada por uma atuação competente do governo federal.

A carta lembra que a saída definitiva da crise requer a vacinação em massa da população. Que infelizmente, estamos atrasados. Que no ritmo atual, levaríamos mais de três anos para vacinar toda a população. E que impressiona a negligência com as aquisições.

No Congresso

O presidente Jair Bolsonaro passa a viver um mau momento político desde que perdeu a narrativa da vacina. A opinião é de Ciro Nogueira, um dos principais representantes do Centrão.

Nogueira, entretanto, negou que haja desembarque do Centrão do governo. “Não vejo a menor perspectiva de não estarmos com ele. Vamos estar agora e em 2022”, afirma.

Água

Ao ensejo do Dia Mundial da Água, ontem (22), o deputado estadual Jeová Campos reverenciou o Açude Senador Epitácio Pessoa, de Cajazeiras.

O parlamentar lembra que é também autor de um requerimento que solicita a execução da Emenda nº 95, apresentada por ele ao Orçamento Estadual do ano de 2021, com o objetivo de revitalizar o Açude Grande, com a construção do parque linear no entorno do citado manancial.

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