“Um passado que não queremos ver de novo”, diz João Azevêdo sobre golpe de 1964

O governador João Azevêdo disse hoje, em postagens nas redes sociais, que 31 de março é um dia para ser lembrado “como um passado que não queremos ver de novo, nem no presente, nem no futuro”.

“Hoje, 31 de março, é um dia para ser lembrado. Que esteja em nossa memória um passado que não queremos ver de novo, nem no presente, nem no futuro. Democracia e liberdade, sempre!”, disse o governador na data da passagem dos 57 anos do golpe de 1964.

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Sessão da CCJ começa com manifestações e pedidos de renúncia a Bia Kicis

Sessão acontece um dia depois de suas publicações sobre um motim da PM contra o governador da Bahia, Rui Costa (PT)

Deputada federal Bia Kicis (PSL-DF)
Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados

Deputada federal Bia Kicis (PSL-DF)

Nesta terça-feira (30), um dia depois da Bia Kicis , presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, publicar em sua rede social que apoia um motim da Polícia Militar contra o atual governador da Bahia, Rui Costa (PT) , a sessão da Casa de hoje foi marcada por manifestações contra a deputada e pedidos de renúncia. As informações foram apuradas pelo Metrópoles.

Nos primeiros momentos da sessão, Maria do Rosário (PT-RS) pediu para que discursasse e declarou que Kicis não poderia continuar no comando da CCJ . “A parlamentar não defende a Constituição, não defender a Justiça e não defende a Cidadania. Os três pilares que fazem a existência dessa comissão são ofendidos permanentemente por essa parlamentar”, compartilhou.

“Neste final de semana, nos deparamos com mais um absurdo, um ataque às instituições, um desrespeito de quem está na cadeira de defesa plena da Constituição. Ela [Bia Kicis] não apenas desconhece a constituição, mas a responsabilidade que tem”, continuou a acrescentou a petista.

Depois, a palavra passou para a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS). Ela disse que a presidente da CCJ não tem mais condições para continuar no comando da Comissão. “Não é possível que os parlamentares se silenciem diante dos seus ataques às instituições”, declarou.

Kim Kataguiri (DEM-SP), se manifestou sobre as pautas defendidas por Bia Kicis. “Assusta ver parlamentares desta casa defende sublevação, defendendo motim, que a Polícia Militar dos estados desobedeça a seus chefes e governadores.”

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Ig




Comandantes das Forças Armadas pedem demissão em protesto contra Bolsonaro

Pela primeira vez na história, os três comandantes das Forças Armadas pediram renúncia conjunta por discordar do presidente da República.

Todos reafirmaram que os militares não participarão de nenhuma aventura golpista, mas buscam uma saída de acomodação para a crise, a maior na área desde a demissão do então ministro do Exército, Sylvio Frota, em 1977 pelo presidente Ernesto Geisel.

Na manhã desta terça, Edson Leal Pujol (Exército), Ilques Barbosa (Marinha) e Antônio Carlos Bermudez (Aeronáutica) colocaram seus cargos à disposição do general da reserva Walter Braga Netto, novo ministro da Defesa.

Braga Netto tentou dissuadi-los de seguir o seu antecessor, o também general da reserva Fernando Azevedo, demitido por Jair Bolsonaro na segunda-feira (29), que também estava na reunião.

Houve momentos de tensão na reunião, segundo relatos. Com efeito, na nota emitida pelo Ministério da Defesa, é dito que os comandantes serão substituídos —e não que haviam pedido para sair.

É uma forma de Bolsonaro asseverar autoridade em um momento conturbado, evocando princípio de hierarquia. Ao mesmo tempo, evitar amplificar a crise.

Na reunião, segundo relatos feitos à Folha, o comandante da Marinha teve um momento de exaltação com o novo ministro da Defesa, Braga Netto. Insatisfeito com a demissão de Azevedo, o almirante apontou que a mudança pode gerar apreensão no país e que afeta a imagem das Forças Armadas.

A tendência hoje é a de que seja indicado o atual secretário-geral do Ministério da Defesa, almirante Garnier Santos, para o comando da Marinha, e o comandante militar do Nordeste, general Marco Freire Gomes, para o comando do Exército. Para a Aeronáutica, ainda não há um nome definido.

A nomeação de Freire Gomes, no entanto, enfrenta forte resistência nas Forças Armadas, uma vez que há seis generais quatro estrelas mais antigos que ele na hierarquia militar. A cúpula militar do Palácio do Planalto tem tentado convencer o presidente a escolher outro nome.

Há reverberações. Generais do Alto-Comando do Exército afirmaram que a pressão pela saída de Pujol vai alienar ainda mais Bolsonaro da Força, o contrário do movimento proposto.

O mal-estar pelo anúncio inesperado da saída de Azevedo, que funcionava como pivô entre as alas militares no governo, o serviço ativo e o Judiciário, foi grande demais.

O motivo da demissão sumária do ministro foi o que aliados dele chamaram de ultrapassagem da linha vermelha: Bolsonaro vinha cobrando manifestações políticas favoráveis a interesses do governo e apoio à ideia de decretar estado de defesa para impedir lockdowns pelo país.

O presidente falou publicamente que “meu Exército” não permitiria tais ações. Enquanto isso, foi derrotado no Supremo Tribunal Federal em sua intenção de derrubar restrições em três unidades da Federação, numa ação que não foi coassinada pelo advogado-geral da União, José Levi —ajudando a levar à sua queda, também na segunda.

Enfrentar medidas de governadores para tentar restringir a circulação do novo coronavírus, que já matou 310 mil pessoas, é a obsessão do presidente desde que ele capitulou ante o governador João Doria (PSDB-SP) e abraçou a causa da vacinação.

As restrições têm menos apoio popular do que a imunização, e o presidente acredita que lockdowns e afins dificultarão ainda mais seus planos de reeleição pelo natural efeito negativo na economia. Sua popularidade vem em queda.

Ele chegou a comparar as medidas a um estado de sítio, uma impropriedade, mas só a referência a um instrumento de exceção levou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, a questionar suas intenções.

Em reuniões na segunda, segundo interlocutores, os três comandantes concordaram que seria importante fazer uma transição pacífica e controlada, com consenso sobre os nomes dos substitutos.

Há o temor de agitação nos quartéis, até porque nesta quarta (31) serão completados 57 anos do golpe que deixou os militares mais de duas décadas no poder, até 1985. A palavra de ordem é acalmar os ânimos.

A lembrança do episódio de Frota em 1977 é viva na cabeça dos oficiais-generais, todos formados em turmas em anos próximos.

Mas há diferenças: vivia-se uma ditadura em abertura por Geisel, e Frota se opunha a isso. Além do mais, ele era ministro —a pasta da Defesa só viria a ser criada em 1999, e ficou com civis à sua frente até 2018. O ministério, aliás, se acostumou com crises: 5 de seus 12 titulares até aqui saíram de forma conturbada.

Os comandantes se encontraram com Azevedo nesta manhã, na Defesa. Braga Netto conversou com eles na sequência.

Todos eles são mais antigos do que o ministro, jargão militar para dizer que se formaram em turmas anteriores à dele. Isso tem um peso grande no esquema hierárquico das Forças.

O mais agastado era Pujol, desafeto de Bolsonaro desde o ano passado, por divergências na condução do combate à pandemia: enquanto o presidente adotava uma agenda negacionista, o general lhe ofereceu o cotovelo em vez de um aperto de mão.

O presidente tentou removê-lo do comando, sem sucesso por falta de apoio de Azevedo. Recentemente, cobrou uma posição crítica ao Supremo Tribunal Federal devido à restauração dos direitos políticos de Luiz Inácio Lula da Silva.

Azevedo e Pujol não repetiram o ex-comandante Eduardo Villas Bôas, que gerou celeuma ao pressionar a corte em 2018 a não conceder um habeas corpus ao ex-presidente, o que abriu caminho para seus 580 dias de prisão.

Pujol também foi duro ao dizer claramente que os militares tinham de ficar fora da política, no fim de 2020. A insatisfação do serviço ativo com a gestão do general Eduardo Pazuello, que não foi à reserva, à frente da Saúde foi outra fonte de estresse.

O trabalho de Braga Netto agora será acertar uma acomodação de nomes. Para Marinha e Aeronáutica, Forças de menor peso relativo, a sucessão deverá ser menos nevrálgica do que no Exército.

Ambas as Forças estão reunidas nesta tarde de terça para discutir os nomes a serem indicados para Braga Netto.

Em reunião na noite de segunda, o Alto-Comando da Força elencou os nomes à mesa, todos os mais longevos com quatro estrelas sobre os ombros.

A partir desta quarta (31), o mais longevo será José Luiz Freitas (Operações Terrestres), que irá à reserva em agosto. O mais antigo, Decio Schons (Departamento de Ciência e Tecnologia), deixa a ativa neste dia.

O segundo mais antigo é o chefe do Estado-Maior, o número 2 da hierarquia, Marco Antônio Amaro dos Santos. Ele trabalhou com Dilma Rousseff (PT), o que dificulta suas chances.

Mais obstáculos se colocam para o terceiro, Paulo Sérgio (Diretoria de Pessoal, que cuida da saúde dos fardados). Ele concedeu uma entrevista elencando as medidas restritivas que fizeram o Exército ter um índice de contaminação muito menor do que o da população, irritando o presidente.

Laerte Souza Santos (Comando Logístico) é o próximo da lista, mas era chefe do general Eugênio Pacelli, que perdeu o cargo após ter portarias de controle de armas derrubadas por ordem de Bolsonaro.

O próximo na fila é o comandante do Nordeste, Marco Antônio Freire Gomes.

Todos são próximos de Pujol, mas Freire Gomes tem simpatia no Palácio do Planalto por ter seguido uma carreira muito próxima à de Luiz Eduardo Ramos (Brigada Paraquedista, Forças Especiais), o general que agora foi para a Casa Civil e é um dos mais antigos amigos de Bolsonaro.

Ele sai como favorito para o lugar de Pujol, portanto. O fato de não ser o mais antigo não é impeditivo: já houve outros comandantes que foram escolhidos na mesma condição.

MINISTROS MILITARES DE BOLSONARO

Casa Civil
Luiz Eduardo Ramos, general da reserva do Exército

Defesa
Walter Souza Braga Netto, general da reserva do Exército

Gabinete de Segurança Institucional
Augusto Heleno, general da reserva do Exército

​Ciência e Tecnologia
Marcos Pontes, tenente-coronel da reserva da Aeronáutica

Minas e Energia
Bento Albuquerque, almirante da Marinha

Infraestrutura
Tarcísio de Freitas, capitão da reserva do Exército

Controladoria-Geral da União
Wagner Rosário, capitão da reserva do Exército

MILITARES QUE JÁ FORAM MINISTROS OU OCUPARAM POSIÇÕES DO ALTO ESCALÃO DO GOVERNO

Secretaria de Governo
Carlos Alberto dos Santos Cruz, general da reserva do Exército

Porta-voz da Presidência da República
Otávio do Rêgo Barros, general da reserva do Exército

Ministério da Defesa
Fernando Azevedo e Silva, general da reserva do Exército

Ministério da Saúde
Eduardo Pazuello, general de divisão do Exército

Secretaria-Geral da Presidência
Floriano Peixoto, general da reserva do Exército

Secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania
Décio Brasil, general da reserva do Exército

Presidente do Incra
João Carlos Corrêa, general da reserva do Exército

Presidente dos Correios
Juarez Cunha, general da reserva do Exército

Presidente da Funai
​Franklimberg Freitas, general da reserva do Exército


SÃO PAULO e BRASÍLIA

Por Igor Gielow, Vinicius Sassine, Gustavo Uribe | Folha de São Paulo




Câmara de João Pessoa segue decretos e suspende atividades administrativas e legislativas

A Câmara Municipal de João Pessoa suspendeu as atividades administrativas e legislativas durante toda esta semana. A decisão segue o que foi determinado nos decretos editados pelo Governo do Estado e pela Prefeitura de João Pessoa. Eles estabelecem medidas restritivas com duração prevista até o dia 4 de abril, em virtude da emergência sanitária. A previsão é que os trabalhos sejam retomados já no dia 5 de abril.

“Entendemos a gravidade do momento que vivemos, com UTIs lotadas e pessoas morrendo em grande número todos os dias. A Câmara de João Pessoa, como é o seu papel, não poderia ficar de braços cruzados. Ela fará sempre a sua parte”, ressaltou o presidente da Casa, Dinho Dowsley (Avante), lembrando que a ocupação nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) na Região Metropolitana de João Pessoa está em 92%.

O período de “pausa sanitária”, previsto para esta semana, foi construído com a criação de um feriado e antecipação de outros três. O feriado criado excepcionalmente por meio de Medida Provisória ocorre nesta segunda-feira (29). Para esta terça-feira (30), será antecipado o feriado de 21 de abril (Tiradentes). Para a quarta-feira (31), foi antecipado o de 3 de junho (Corpus Christi). Para a quinta-feira (1º), o 5 de agosto (fundação da Paraíba). Na sequência vem o já tradicional feriado da Sexta-feira da Paixão (2).

Ao todo, os decretos preveem medidas restritivas por nove dias. Depois disso, a meta é iniciar a reabertura da atividade econômica também para os setores não essenciais. O número de mortes na Paraíba foi de 5.552 pessoas desde o início da pandemia. A situação mais grave é vista em João Pessoa, onde 1.851 vidas foram perdidas neste período. Ao todo, no Estado, 255.502 casos confirmados de contaminação pelo novo Coronavírus já foram registrados.

O comunicado do presidente está sendo publicado no Semanário Oficial da Câmara. Durante o período da “pausa sanitária”, os vereadores poderão ser convocados pelo prefeito ou pelo presidente da Câmara para a apreciação de matérias de interesse público.




Prefeito de Pitimbu Pb continua interno; “O quadro dele é grave , porém estável”

Há poucos instantes familiares e assessores do Prefeito Jorge Luiz de Lima Santos, tiveram acesso ao boletim médico divulgado pela equipe médica do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, no qual consta que ” O quadro dele é grave , porém estável ”

O prefeito Jorge Luiz de Lima Santos tem 42 anos de Pitimbu Pb ( PDT),  está internado com Covid-19 desde o último domingo,28,o qual  precisou ser entubado.  O chefe do Executivo pitimbuense foi transferido  para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena em João Pessoa,  permanece em observações. De acordo com a assessoria , o quadro “requer cuidados”.

A administração municipal ainda informou, que o prefeito foi submetido, no domingo (28), a um procedimento eletivo e preventivo de intubação.

“Os médicos estão confiantes na recuperação do prefeito e a família está confiante com as mensagens de fé, força e solidariedade enviada por todos. Novas atualizações só serão divulgadas mediante autorização da família e respeitando o direito à privacidade do paciente”, diz os assessores.

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Bolsonaro troca comando de 6 ministérios em um só dia; veja quem assume

Foram demitidos ou pediram demissão os ministros Ernesto Araújo, Fernando Azevedo e Silva e José Levi. Já Braga Netto, Luiz Ramos e André Luiz Mendonça foram realocados

Bolsonaro promoveu reforma ministerial inesperada nesta segunda-feira
Anna Beatriz Anjos

Bolsonaro promoveu reforma ministerial inesperada nesta segunda-feira

O governo federal promoveu mudanças no comando de seis ministérios somente nesta segunda-feira (29). São eles: Ministério da Defesa, Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Justiça e Segurança, Casa Civil da Presidência da República, Secretaria de Governo da Presidência da República e Advocacia-Geral da União .

As informações foram confirmadas pela Secretaria Especial de Comunicação Social do Ministério das Comunicações.

Veja quem assume as pastas:

• Casa Civil da Presidência da República : General Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira;
• Ministério da Justiça e Segurança Púbica : Delegado da Polícia Federal Anderson Gustavo Torres;
• Ministério da Defesa : General Walter Souza Braga Netto;
• M inistério das Relações Exteriores : Embaixador Carlos Alberto Franco França;
• Secretaria de Governo da Presidência da República : Deputada Federal Flávia Arruda;
• Advocacia-Geral da União : André Luiz de Almeida Mendonça.

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Bolsonaro demite ministro da Defesa e inicia reforma ministerial

Brasília – O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, foi demitido do cargo nesta segunda-feira pelo presidente Jair Bolsonaro, dando início a uma reforma ministerial. Em nota, Azevedo e Silva disse que sai “na certeza da missão cumprida”, sem explicar o motivo da demissão. Ele também destacou que preservou as Forças Armadas como instituição de Estado em sua gestão. O Palácio do Planalto ainda não se manifestou oficialmente.

“Agradeço ao Presidente da República, a quem dediquei total lealdade ao longo desses mais de dois anos, a oportunidade de ter servido ao País, como Ministro de Estado da Defesa. Nesse período, preservei as Forças Armadas como instituições de Estado”, afirmou no texto.

“O meu reconhecimento e gratidão aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, e suas respectivas forças, que nunca mediram esforços para atender às necessidades e emergências da população brasileira. Saio na certeza da missão cumprida”, acrescentou.

A saída do ministro da Defesa foi vista como inesperada por integrantes do governo e movimentou desde cedo o Palácio do Planalto. Na manhã desta segunda-feira, Bolsonaro já avaliava como recompor o seu primeiro escalão.

O ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, está cotado para assumir a Defesa. No lugar dele, assumiria o ministro Luiz Eduardo Ramos, que está na Secretaria de Governo. Com isso, a pasta responsável pela articulação com o Congresso seria entregue a um político. O nome mais cotado até agora é o do líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO).

Azevedo e Silva deixa o cargo no mesmo dia em que o chanceler Ernesto Araújo decidiu pedir demissão do cargo. A informação foi repassada pelo próprio ministro a seus subordinados. Segundo fontes do Planalto, o chanceler e o presidente terão mais uma reunião às 17h.

Mais cedo, Araújo disse a Bolsonaro que não quer ser um problema ao governo, após uma série de embates com o Congresso. A expectativa é que a saída do ministro seja oficializada ainda nesta segunda-feira.

www.reporteriedoferreira.com.br    O Globo Online




Pressão do Congresso derruba Ernesto Araújo, o chanceler de Bolsonaro

Mais de dois anos depois de ter proferido seu discurso inaugural como chanceler, quando prometeu alinhar o Ministério das Relações Exteriores aos anseios dos eleitores de Jair Bolsonaro, Ernesto Henrique Fraga Araújo deixou o cargo nesta segunda-feira (29) —sob pressão do Congresso.

A informação ainda não foi confirmada pelo governo oficialmente.  Ernesto teria avisado da decisão de deixar o ministério a seus assessores próximos e apresentou o pedido para o presidente Jair Bolsonaro.

Ernesto, que à época de sua posse era um desconhecido diplomata recém-promovido a embaixador, deixa o posto após ter amealhado a aversão de diferentes setores da sociedade e do governo. Das cúpulas do Congresso Nacional aos generais que aconselham Bolsonaro, de grandes empresários a lideranças do agronegócio, todos se uniram nos últimos dias para tirá-lo da Esplanada.

A demissão de Ernesto, um admirador declarado do escritor Olavo de Carvalho, é também um duro golpe na ala ideológica do bolsonarismo, que nos últimos anos conviveu com portas abertas no Itamaraty.

Embora sempre tenha enfrentado resistências por ter promovido uma guinada ultraconservadora no ministério, o destino de Ernesto foi selado após os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), terem se unido à coalizão para afastá-lo do governo.

Em 22 de março, Lira e Pacheco tiveram um encontro em São Paulo com grandes empresários, que não pouparam Ernesto. O chanceler foi chamado de omisso e acusado de executar na política externa o negacionismo de Bolsonaro na pandemia, o que teria feito o Brasil perder um tempo precioso nas negociações por vacinas e insumos para o combate à Covid-19.

Na reunião, a suposta omissão de Ernesto foi apontada como um dos fatores para a situação de calamidade pela qual o Brasil passa, com recordes diários de mortes pelo vírus, risco de escassez de medicamentos e ritmo de vacinação insuficiente para fazer frente aos meses mais duros da doença.

O principal flanco de desgaste de Ernesto em seus meses finais no cargo foi a relação com a China, maior parceiro comercial do Brasil e país exportador da matéria-prima utilizada tanto pelo Instituto Butantan quanto pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) na produção de imunizantes contra o coronavírus.

www.reporteriedoferreira.com.br     Com Folha de S. Paulo




Criminosos usam nome de Cícero Lucena para pedir doações e prefeito faz alerta

O prefeito Jorge Luiz de Lima Santos tem 42 anos de Pitimbu Pb ( PDT), que estava internado com Covid-19 desde ontem,28, precisou ser entubado. O chefe do Executivo foi transferido  para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena em João Pessoa,  permanece em observações. De acordo com a assessoria , o quadro “requer cuidados”.

A administração municipal ainda informou, que o prefeito foi submetido, no domingo (28), a um procedimento eletivo e preventivo de intubação.

“Os médicos estão confiantes na recuperação do prefeito e a família está confiante com as mensagens de fé, força e solidariedade enviada por todos. Novas atualizações só serão divulgadas mediante autorização da família e respeitando o direito à privacidade do paciente”, diz os assessores.

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Trágico acidente no Sertão deixa saldo de três motos e feridos,motorista estava bêbado

A Polícia Rodoviária Federal prendeu, na manhã deste domingo (28), um motorista embriagado que causou um grave acidente de trânsito no município de Itaporanga, município localizado no sertão da Paraíba. Três pessoas morreram no local. Entre as vítimas está uma criança de apenas 5 anos.O acidente ocorreu por volta das 9 horas da manhã na BR 361, km 110. O motorista do automóvel Fiat Argo invadiu a contramão da direção e colidiu frontalmente em uma motocicleta. Na moto estavam três ocupantes que morreram no local. Eles não usavam capacetes.O condutor do carro, um homem de 39 anos, foi submetido ao teste de etilômetro que comprovou a ingestão de álcool. Ele foi preso em flagrante e encaminhado à Polícia Civil de Itaporanga.Morreram no acidente o condutor da motocicleta, um homem de 35 anos, o seu filho de 5 anos e um outro passageiro da moto, um homem de 34 anos.


As três pessoas que perderam á vida são da cidade de Itaporanga. O motorista do automóvel que é de Piancó estava sozinho no carro. (Foto: reprodução)

Segundo informações, um carro modelo Fiat Argo, trafegava no sentido Piancó/Itaporanga, quando se chocou com uma moto que seguia para o Sítio Cantinho, na Rainha do Vale.

As três pessoas que perderam á vida são da cidade de Itaporanga. O motorista do automóvel que é de Piancó estava sozinho no carro.

Equipes do Samu e da Polícia estão no local. Até o momento não se sabe as causas do acidente.

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