Defesa Civil alerta para risco de alagamentos por acúmulo de lixo durante período chuvoso 

Chuvas em João Pessoa – (Foto: Imagem ilustrativa – Arquivo)

Com a chegada do período chuvoso, aumentam os casos de alagamento e os riscos de inundação. Um dos principais fatores que causam esses problemas é o lixo jogado de forma errada em via pública, assim como nos rios. Diante disso, a Defesa Civil de João Pessoa faz um apelo à população para evitar esse hábito, uma vez que os próprios moradores são os mais prejudicados.

O secretário Kelson Chaves frisou que a maior consequência do lixo jogado nas ruas e nos rios só é percebida pela população durante as chuvas. “Esse lixo jogado dificulta o escoamento normal das águas, gerando os alagamentos e aumentando o perigo de inundações, devido ao transbordamento da calha dos rios. Tudo isso só é sentido quando aumentam as chuvas”, alerta.

Kelson Chaves ressaltou que as equipes da Defesa Civil, juntamente com outros órgãos da Prefeitura de João Pessoa, fazem constantemente o trabalho de monitoramento e ações de limpeza pela cidade, porém “apenas essas ações não bastam se a população não ajudar”.

“Há recomendações expressas do prefeito Cícero Lucena de não interrompermos os trabalhos de desassoreamento dos rios e monitoramento permanente de encostas e barreiras. Esse trabalho rotineiro é para prevenirmos com eficiência a ocorrência de realojamento de famílias que porventura sejam atingidas mais diretamente pelas chuvas”, enfatiza.

Lixo nos rios- Desde o início do ano, a Defesa Civil vem fazendo permanentemente a limpeza e o desassoreamento dos rios da Capital, sendo retirados mais de 50.000m³ de lixo dos leitos dos rios urbanos. Nesse trabalho são encontrados os mais variados objetos jogados pela população, a exemplo de plásticos, tecidos, pneus, bicicletas, peças de veículos, grades metálicas, portas, geladeiras, fogões, sofás, camas, louças sanitárias, entre outros.

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Decreto disciplina retomada gradual de restaurantes, shoppings, comércio e celebrações religiosas

O Diário Oficial do Estado (DOE) publica neste sábado (3), em edição suplementar, o decreto que irá disciplinar o funcionamento das atividades entre os dias 5 e 18 de abril nos municípios classificados com bandeiras laranja e vermelha pelo Plano Novo Normal. As novas diretrizes para a retomada segura e controlada das atividades econômicas foram possíveis devido à avaliação de dados que apontam para um declínio gradativo da pressão no sistema de saúde nas próximas semanas e a permanência dos protocolos definidos pela Secretaria de Estado da Saúde que enfatizam o uso contínuo de máscaras, a constante higienização das mãos e o distanciamento social, com a finalidade de conter a expansão do número de casos nos municípios paraibanos.

A partir da próxima segunda-feira, os bares, restaurantes, lanchonetes e lojas de conveniência poderão funcionar com atendimento nas suas dependências das 6h às 22h, com ocupação de 30% da capacidade do local, podendo chegar a 50% da capacidade com a utilização de áreas abertas, ficando vedada, antes e depois desse horário, a comercialização de qualquer produto para consumo no próprio estabelecimento. Os serviços de delivery e retirada de mercadoria pelo cliente podem ocorrer até às 23h30.

As missas, cultos e cerimônias religiosas presenciais poderão ocorrer, com ocupação de 30% da capacidade do local, podendo chegar a 50% da capacidade com a utilização de áreas abertas.

Os shoppings centers e centros comerciais deverão obedecer ao horário de funcionamento das 10h às 22h. As atividades da construção civil poderão ocorrer das 6h30 às 16h30. Os estabelecimentos do setor de serviços e o comércio poderão funcionar até dez horas contínuas por dia, sem aglomeração de pessoas nas suas dependências e observando todas as normas de distanciamento social e os protocolos específicos do setor, sendo facultado aos gestores municipais o estabelecimento do horário de funcionamento dos segmentos para melhor atender à realidade local. Também caberá às prefeituras ampliar as áreas destinadas às feiras livres, possibilitando o maior distanciamento entre as bancas e ampliação dos corredores de circulação de pessoas.

Também poderão funcionar salões de beleza; academias; escolinhas de esporte; instalações de acolhimento de crianças, a exemplo de creches; hotéis; pousadas; call centers; e indústrias observando todos os protocolos elaborados pela Secretaria Estadual de Saúde e pelas Secretarias Municipais de Saúde. Os terminais rodoviários, os transportes intermunicipais e a balsa que faz a travessia Cabedelo/Costinha retomarão suas atividades.

Já as aulas presenciais nas escolas das redes públicas estadual e municipais seguirão suspensas. As escolas e instituições privadas de níveis superior, médio, fundamental e infantil também deverão funcionar exclusivamente através do sistema remoto. O Governo do Estado promoverá reunião, por videoconferência, com a participação dos sindicatos e associações dos professores e trabalhadores das redes públicas e privadas, sindicatos patronais, representantes das universidades públicas e privadas e representação de pais de alunos com o objetivo de discutir como se dará o funcionamento das aulas a partir do dia 12 de abril.

Os estádios pertencentes ao Estado voltarão a funcionar apenas para os jogos de futebol profissional, sem público, observando os protocolos específicos para a área. As atividades presenciais nos órgãos e entidades vinculadas ao Poder Executivo Estadual ficarão suspensas no período de vigência do decreto, à exceção das Secretarias de Saúde, Segurança e Defesa Social, Administração Penitenciária, Desenvolvimento Humano, Fazenda, Secretaria de Comunicação, Cagepa, Fundac, Detran e Codata.

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) e os órgãos de vigilância sanitária municipais, as forças policiais estaduais, os Procons estadual e municipais e as guardas municipais ficarão responsáveis pela fiscalização do cumprimento das normas estabelecidas no decreto. O descumprimento sujeitará o estabelecimento à aplicação de multa e poderá implicar no fechamento em caso de reincidência, que pode compreender períodos de sete a catorze dias, e na aplicação de multas que podem chegar a R$ 50 mil.

Uso de máscaras – Permanece obrigatória no estado a utilização das máscaras nos espaços de acesso aberto ao público, incluídos os bens de uso comum da população, vias públicas, no interior dos órgãos públicos, nos estabelecimentos privados e nos veículos públicos e particulares, inclusive ônibus e táxis, cabendo aos órgãos públicos, aos estabelecimentos privados e aos condutores e operadores de veículos a exigência do item.

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Exército tenta conter crise e publica foto de encontro entre comandantes

Em publicação feita nas redes sociais, instituição diz que os chefes da Força têm laços de “respeito, camaradagem e lealdade”

Encontro entre general Paulo Sérgio Nogueira, novo comandante do Exército, Edson Pujol e o ex-comandante Eduardo Villas Bôas
Reprodução/Twitter @exercitooficial

Encontro entre general Paulo Sérgio Nogueira, novo comandante do Exército, Edson Pujol e o ex-comandante Eduardo Villas Bôas

Exército publicou uma foto nas redes sociais nesta sexta-feira (2) de um encontro entre Paulo Sérgio Nogueira , o novo comandante da instituição, com seus dois antecessores, os ex-comandantes Edson Pujol e Eduardo Villas Bôas. A publicação foi um gesto para tentar conter a crise na qual a instituição se envolveu.

“Antigo, atual e futuro comandante do Exército: laços inquebrantáveis de respeito, camaradagem e lealdade”, diz a legenda da fotografia.

Apesar de o foco principal ter sido no Exército, o desgaste das Forças Armadas como um todo com o Palácio do Planalto ocorreu após uma troca supresa no Minisitério da Defesa. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pediu o cargo a Fernando Azevedo e Silva e o entregou a Braga Netto , que estava na Casa Civil e é considerado mais um “cumpridor de ordens”.

A troca, seguida pelo pedido de demissão dos comandantes das Forças Armadas, gerou apreensão em setores da sociedade sobre a possibilidade de o presidente politizar o Exército contra as medidas de restrição decretadas por gestões estaduais e municipais na pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

​Inicialmente, a intenção de Bolsonaro era colocar à frente do Exército um nome afinado ao seu governo e que tivesse uma postura contrária às medidas de distanciamento social. As mudanças abruptas, contudo, geraram reação negativa nas Forças Armadas.

Para evitar agravar a crise, Bolsonaro recuou e Braga Netto utilizou o critério da antiguidade de carreira para selecionar os novos comandantes das Forças Armadas​. O escolhido para comandar o Exército acabou sendo o general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.

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PMJP e Governo da Paraíba se unem em campanha para doação de alimentos

Com o objetivo de levar esperança para a população que está enfrentando dificuldades durante a pandemia causada pelo coronavírus, a Prefeitura de João Pessoa e o Governo da Paraíba se uniram em uma campanha para arrecadar alimentos não perecíveis nos postos de vacinação contra a Covid-19. Os produtos arrecadados serão doados a instituições de caridade e famílias que vivem em comunidades da Capital.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para o prefeito Cícero Lucena, a parceria se trata de uma ação de solidariedade em um momento difícil para muitas famílias de João Pessoa. Ele destaca que, mesmo não podendo doar 1 kg de alimento, todas as pessoas dos grupos prioritários que já podem tomar a vacina, devem comparecer aos locais de imunização. “Se não puder, vá se vacinar assim mesmo, porque estará ajudando na proteção da vida”, afirmou.

Neste sábado (3), a Prefeitura inicia a vacinação para idosos com 60 anos de idade ou mais. Serão disponibilizados 27 postos de imunização em ginásios de escolas e pontos no modo drive thru durante o final de semana, sendo um exclusivo para aqueles que já podem tomar a segunda dose do imunizante.

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Pandemia no Brasil trava voos com insumos para vacinas, diz diretor da Fiocruz

A produção de imunizantes da Fiocruz contra a Covid-19 corre risco de ser suspensa

Órgão admite impacto na produção
Foto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Órgão admite impacto na produção

O aumento de casos e mortes por Covid-19 no Brasil começa a impactar o planejamento da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) para a produção de vacinas contra a Covid-19. Isso porque a crise sanitária já trava voos com insumos para vacinas.

A informação foi revelada por Maurício Zuma, diretor da Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz que produz a vacina Oxford/AstraZeneca, em entrevista ao site Uol, publicada nesta sexta-feira (2).

“Temos produzido imunizantes apesar dos cancelamentos de voos com suprimentos. Além da enorme demanda internacional por esses produtos, existem empresas que atualmente não querem viajar para o Brasil. Isso nos faz acender o ‘alerta amarelo’ para possíveis faltas de materiais”, disse Zuma.

Zuma afirmou que a produção da vacina de Oxford/AstraZeneca na unidade de Bio-Manguinhos pode ser impactada pelos cancelamentos de voos.“Hoje, nos esforçamos para trazer volumes maiores de cargas e evitar a escassez desses produtos. Mas, se tivermos cancelamentos desse tipo à frente, quando a produção [de vacinas] for maior, teremos problemas”, disse.

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Escolha do comando das Forças Armadas reforça distância do Exército da política

Cientistas políticos avaliam que Bolsonaro saiu enfraquecido da troca dos chefes do Exército, Marinha e Aeronáutica

Paulo Sergio Nogueira (Exército), Almir Garnier Santos (Marinha) e Carlos de Almeida Baptista Junior (Aeronáutica)
Marcos Corrêa/PR

Paulo Sergio Nogueira (Exército), Almir Garnier Santos (Marinha) e Carlos de Almeida Baptista Junior (Aeronáutica)

As indicações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para a nova cúpula das Forças Armadas reforçam a distância do Exército da política. Para analistas, Bolsonaro saiu enfraquecido do episódio, já que as dispensas dos chefes de Exército, Marinha e Aeronáutica foram provocadas pela recusa de seus então líderes de aderirem a politização, como queria o presidente.

Para especialistas, a escolha do general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira como novo comandante do Exército é sintomática de que o presidente não terá o controle que gostaria sobre a Força. O general mostrou um posicionamento divergente do presidente no combate à pandemia em entrevista ao jornal Correio Braziliense . Na publicação, Paulo Sérgio apontou a possibilidade de uma terceira onda da Covid-19 e defendeu o isolamento social.

As declarações do general teriam irritado o presidente e se somado a outros desgastes que culminaram com a saída de Fernando Azevedo e Silva do Ministério da Defesa.

“Ele (Bolsonaro) achou que ia mostrar controle sobre as Forças Armadas e colheu o reverso. Não tem controle nenhum. O sinal de que o comandante do exército vai ser o general Paulo Sergio é demolidor. Ele foi o pivô da crise que levou a saída do então ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva”, afirma o cientista político Carlos Melo, do Insper.

“Essa indicação mostra a disposição do exército em relação à constituição e ao combate à Covid-19, o que diverge do presidente. E que são concepções legalistas e científicas e que também divergem do personalismo e negacionismo do presidente. Ele (Bolsonaro) fica falando “meu exército”. Mas ficou claro que o exército é do estado brasileiro”, completa.

VOCÊ VIU?

Ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa, Alcides Vaz, avalia que Bolsonaro buscou uma acomodação para a crise e acabou cedendo a nomeação do general Paulo Sergio, cuja entrevista ele também concorda que foi um dos motivos de conflito entre o presidente e o ex-ministro da defesa.

“O general Paulo Sergio não parece ser esse nome subserviente, como queria o presidente. Sua indicação reforça a perspectiva das forças armadas se afastarem do epicentro da crise política. Não há nada que indique que eles (militares) vão ser mais subservientes do que as lideranças que estavam antes.”

Professor de ciência política da FGV, Marco Antonio Teixeira, vê o presidente isolado em meio a crise com as forças armadas.

“Embora os militares não sejam coesos, a sinalização de momento é que há hoje no exército um grupo que quer distância da política partidária. E outro recado dessas mudanças é que Bolsonaro não é tão forte quanto se imaginava.”

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Chile, Peru e Bolívia restringem entrada de viajantes

Imagem feita antes da pandemia do novo coronavirus. Calle Bandera – Foto: Marília Domingues/Arquivo Pessoal

Para tentar combater o surto de coronavírus, Peru, Chile e Bolívia anunciaram medidas de fechamento de fronteiras ou suspensão de voos nesta quinta-feira (1º).

Bolívia vai fechar a fronteira com o Brasil para tentar conter casos de Covid

Os países enfrentam altas no número de contágios. Cada um adotou medidas específicas. O Chile fechou todas as suas fronteiras. Já a Bolívia proibiu apenas a entrada de pessoas do Brasil. O Peru suspendeu voos do Brasil, Reino Unido e África do Sul.

Fronteiras fechadas no Chile

O Chile decidiu fechar suas fronteiras a partir do dia 5 de abril, informou nesta quinta-feira (1º) o porta-voz do governo Jaime Bellolio.

A princípio, a medida terá validade de um mês, e valerá tanto para cidadãos chilenos como para estrangeiros.

Haverá exceções para situações específicas que serão analisadas pelas autoridades.

Os caminhões que que atravessam as fronteiras terrestres para abastecer o país terão autorização, mas os motoristas precisarão apresentar um teste de PCR negativo feito nas 72 horas anteriores à entrada no Chile.

Voos suspensos no Peru

O Peru prorrogou até 15 de abril a suspensão dos voos do Brasil, Reino Unido e África do Sul para tentar evitar a entrada de novas variantes do coronavírus. O país enfrenta uma segunda onda da pandemia, informou o governo nesta quinta-feira.

“Dado que a situação epidemiológica da Covid-19 está em desenvolvimento com a confirmação de uma variante do Sars-Cov-2, se faz necessário manter a suspensão dos voos de passageiros do Reino Unido, África do Sul e Brasil de 1º a 15 de abril”, afirma decreto publicado no Diário Oficial.

O Peru restringiu os voos do Reino Unido e da África do Sul em meados de dezembro, e do Brasil a partir de 26 de janeiro, devido às novas variantes mais contagiosas do coronavírus que surgiram nesses países.

A suspensão expirou em 31 de março, e o governo avalia a cada 15 dias se a suspende ou mantém, dependendo da evolução da pandemia.

Bolívia fecha fronteira com o Brasil

O presidente da Bolívia, Luis Arce, anunciou pelo Twitter que as fronteiras com o Brasil serão fechadas por sete dias. A expectativa é que isso aconteça a partir da 0h desta sexta-feira (2) e que uma espécie de lockdown seja feito nas cidades fronteiriças.

O objetivo das medidas bolivianas é prevenir a entrada da variante brasileira P.1 no país.

Argentina sem voos, Uruguai proibiu brasileiros

Na Argentina, os voos que fazem ligação com Brasil, Chile e México estão suspensos desde o último dia 27. A medida vale por tempo indeterminado.

O Uruguai fechou a fronteira com o Brasil, mas abrem exceções para cidadãos uruguaios, estrangeiros residentes, parentes de uruguaios ou que esteja em missão humanitária ou por conta de reunião familiar.

www.reporteriedoferreira.com.br    /G1




Paralimpíada: Brasil classifica quatro esgrimistas para Tóquio

Imagem ilustrativa – (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

A Confederação Brasileira de Esgrima (CBE) informou nesta quinta-feira (1) que o Brasil tem quatro atletas da esgrima em cadeira de rodas classificados para a Paralimpíada de Tóquio (Japão). As vagas, definidas pelo ranking mundial da modalidade, serão oficializadas pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) em junho.

Os representantes em Tóquio serão Carminha Oliveira na categoria A (amputados ou coParalimpíadam limitação de movimento, mas com mobilidade no tronco) e Jovane Guissone, Mônica Santos e Vanderson Chaves na categoria B (esgrimistas com menor mobilidade no tronco e equilíbrio). Segundo a CBE, mais três brasileiros podem se classificar de acordo com as variáveis para preenchimento de vagas restantes para equipes nos Jogos: Alex Sandro Souza, Fabiana Soares e Moacir Ribeiro, todos na categoria A.

A situação dos brasileiros foi definida após a Federação Internacional de Esportes para Cadeirantes e Amputados (IWASF, na sigla em inglês) cancelar a Copa do Mundo (marcada para São Paulo, em abril) e decidir que os Campeonatos Regionais das Américas (também cancelado, seria na capital paulista, em maio), da Europa e da Ásia não contariam na classificação paralímpica. Segundo a entidade, as incertezas causadas pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) foram determinantes. O ranking mundial, que fecha em 31 de maio, não será mais alterado.

“Estou um pouco ansioso, devido a essa pandemia, que não passa. Treino todos os dias, tentando, cada vez mais, deixar a minha esgrima mais madura. Nesse ano, é diferente do Rio [de Janeiro, em 2016]. Estou muito bem preparado, sem lesões. Só estou esperando os Jogos para fazer o meu melhor”, disse Jovane, medalhista de ouro na Paralimpíada de Londres (Reino Unido), em 2012, em depoimento ao site da CBE.

O campeão paralímpico competirá nas provas de florete e espada em Tóquio, assim como Carminha, que estará nos Jogos pela primeira vez na carreira. Mônica e Vanderson, por sua vez, classificaram-se nas disputas de florete e sabre. Ambos representaram o país em 2016, no Rio.

“É uma honra representar o Brasil novamente no maior evento paralímpico do mundo. Fico muito feliz por conseguir a vaga. Na minha primeira Paralimpíada, fui um dos atletas convidados após a Rússia ser banida. Ir para os Jogos de Tóquio com a minha própria vaga garantida é uma sensação de dever cumprido”, destacou Vanderson, também à CBE.

Com as classificações da esgrima, o Brasil chega a 113 lugares paralímpicos em Tóquio, entre modalidades individuais e coletivas. Na semana passada, o país obteve quatro vagas no tiro com arco durante o Parapan-Americano de Monterrey (México).

www.reporteriedoferreira.com.br   /Agência Brasil




Aos 42 anos morre vítima de covid-19 Prefeito de Pitimbu Pb Jorge Luiz

Jorge do Povão sentiu-se mal no fim de semana e foi internado no Hospital de Trauma, onde foi intubado. Foto: Reprodução/Facebook

O prefeito Jorge Luiz (PDT), o Jorge do Povão, de Pitimbu, é o quarto gestor municipal a morrer, na Paraíba, vítima da Covid-19 desde o início da pandemia. O gestor tinha apenas 43 anos e estava internado desde o último domingo (29). Antes dele, morreram Chaguinha, de Coremas; Zenóbio Toscano, de Guarabira, e Manoel da Lenha, de Ingá. O mandatário do município do Litoral Sul foi internado depois de passar mal. Ele sentiu falta de ar e foi intubado logo após dar entrada no hospital, em João Pessoa.

A Prefeitura informou que ele vinha se recuperando em casa, respeitando o isolamento social, mas procurou o hospital ao sentir-se mal. Ele estava internado no Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena. Com a morte do titular, o cargo deve ser assumido pela vice-prefeita, Professora Adelma. Jorge foi eleito em 15 de novembro de 2020 com 54,59% dos votos válidos para o seu primeiro mandato como prefeito. Em todo o Brasil, já são mais de 30 gestores mortos.

O falecimento do prefeito ocorre no dia em que o número de mortes na Paraíba bateu novo recorde. Foram 73 nas últimas 24 horas. O número total de mortos desde o início da pandemia é de 5.744. A ocupação nos leitos de UTI (Unidades de Terapia Intensiva) preocupa. Ela é de 82% em todo o Estado. Na Região Metropolitana de João Pessoa, a ocupação é de 86%. Em Campina Grande, a lotação é de 82%, e no Sertão, de 89%.

Em relação aos prefeitos, o presidente da Federação dos Municípios da Paraíba (Famup), George Coelho, disse que a proximidade dos gestores da população tem sido a principal causa das contaminações. “O povo está na porta dos prefeitos. Eles, por isso, integram a linha de frente e muita gente, por isso, tem adoecido. Em relação aos prefeitos que são médicos, eles têm a vantagem de ter se vacinado. Os outros estão vulneráveis. Peço a todos que tomem cuidado”, disse.

www.reporteriedoferreira.com.br   / Suetoni Souto Maior




Prefeitura de João Pessoa rescinde contratos com empresas de coleta de lixo na Capital


A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) decidiu rescindir unilateralmente os contratos com as três empresas que realizavam a limpeza e a coleta de lixo na capital paraibana. A decisão sobre a quebra de contrato foi publicada no Semanário Oficial da PMJP. A PMJP alega que os serviços não vinham sendo cumpridos da forma prevista pelo contrato.

O governo municipal, por meio da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), alega que está se valendo de todos os meios legais para tomar a decisão, visto que as empresas não estavam disponibilizando todos os equipamentos e o pessoal descritos no contrato, o que permite que o contrato seja rompido.

A Emlur informa que vai assumir os trabalhos de coleta de lixo num período de transição. Adianta que cada empresa vinha recebendo uma média de R$ 2 milhões, por mês, até dezembro, mas que a nova gestão suspendeu os pagamentos por perceber que os trabalhos não vinham sendo realizados da forma como prevista.

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