Tite anuncia convocados da seleção brasileira para as Eliminatórias

Gabigol, Éverton Ribeiro e Daniel Alves foram lembrados pelo treinador

Tite convoca Seleção Brasileira para as partidas contra o Equador e o Paraguai, pelas Eliminatórias
Reprodução / CBF

Tite convoca Seleção Brasileira para as partidas contra o Equador e o Paraguai, pelas Eliminatórias

O técnico Tite aunciou nesta sexta-feira a lista de jogadores da seleção que enfrentarão Equador e Paraguai, nos dias 4 e 8 de junho, respectivamente, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022.

Como esperado, o treinador voltou os olhos para o atual campeão brasileiro, o Flamengo. Gabigol e Éverton Ribeiro foram lembrados e estão de volta.Daniel Alves, do São Paulo, também retorna.

A lista da Copa América será comunicada no dia 9 de junho.

Foto: @lucasfigfoto / CBF
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Os jogadores convocados se ausentarão dos dias 1 a 9 de junho e desfalcam o Flamengo no jogo de ida da Copa do Brasil, contra o Coritiba, na partida diante do Grêmio, no Rio Grande do Sul, pelo Brasileirão, e dependeriam de uma logística particular para participarem do embate decisivo do torneio de mata-mata.

Líder das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo após o melhor início na competição em mais de 50 anos, a Seleção Brasileira contabiliza 12 pontos conquistados em quatro jogos disputados. É a única equipe com 100% de aproveitamento até aqui. Na última rodada, o Brasil derrotou o Uruguai, fora de casa, por 2 a 0, há seis meses, em meio a paralisação durante a pandemia.

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Agência O Globo




Portaria eleva salário de Bolsonaro, Mourão e ministros em até 69%

Uma regra editada pelo governo Jair Bolsonaro que autoriza uma parcela de servidores a receber mais do que o tetconstitucional fará com que o próprio presidente e membros do primeiro escalão tenham aumentos de salário.

A medida, colocada em vigor enquanto o funcionalismo está com salários congelados, deve beneficiar Bolsonaro, o vice-presidente, Hamilton Mourão, ministros militares e um grupo restrito de cerca de mil servidores federais que hoje têm remuneração descontada para respeitar o teto constitucional.

Publicada no dia 30 de abril, a portaria da Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia começou a valer neste mês e terá efeito para os pagamentos realizados a partir de junho.

A Constituição define que a remuneração para cargos públicos, pensões e outras vantagens não pode exceder o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje em R$ 39.293,32.

A portaria inova ao criar uma espécie de teto duplo. Ela estabelece que o limite remuneratório incidirá separadamente para cada um dos vínculos no caso de aposentados e militares inativos que retornaram à atividade no serviço público.

Com isso, a medida significa que o teto total para essas pessoas passa a ser de R$ 78.586,64 por mês. Entre os membros da cúpula do Executivo que serão beneficiados pela mudança, Bolsonaro deve ter o aumento mais modesto.

Hoje, ele recebe R$ 30,9 mil pela função de presidente e tem mais R$ 10,7 mil em outros benefícios, mas é feito um corte de R$ 2.300 para que o teto seja obedecido.

Com a nova norma, a remuneração bruta do presidente deve passar de R$ 39,3 mil para R$ 41,6 mil, uma alta de 6%.

Mourão, que é general da reserva, terá aumento de quase 64%. A remuneração mensal bruta deve deixar de ter um abatimento feito atualmente, de R$ 24,3 mil, para respeitar o teto. Com isso, o valor bruto passa de R$ 39,3 mil para R$ 63,5 mil, diferença de 62%.

Entre os ministros militares, o maior salto no salário fica com o chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos. O governo deve deixar de fazer um desconto mensal de R$ 27 mil, levando a remuneração a R$ 66,4 mil, a alta de 69%.

Na lista, também aparece o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, com aumento de R$ 22,8 mil, totalizando R$ 62 mil por mês (alta de 58%).

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, deve passar a receber um adicional de R$ 23,8 mil. O salário irá para R$ 63 mil (60%).

Há ainda o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, com elevação de R$ 17,1 mil, indo a R$ 56,4 mil por mês (aumento de 44%).

De acordo com o Ministério da Economia, das mil pessoas que serão beneficiadas pela regra, mais de 70% são médicos e professores. O teto duplo vale para profissionais dessas áreas que acumulam funções.

O impacto fiscal da medida pode variar, mas é estimado pelo governo em aproximadamente R$ 66 milhões ao ano. Isso significa que cada um dos mil servidores alcançados receberá em média R$ 5.000 a mais por mês. Portanto, o benefício à cúpula do governo será maior do que para o restante dos atingidos.

Como exemplo, o gasto anual estimado seria suficiente para pagar 66 mil beneficiários do auxílio emergencial por quatro meses, considerando valor médio de R$ 250.

Na avaliação do secretário-geral da Associação Contas Abertas, Gil Castello Branco, o governo é contraditório ao adotar uma medida que aumenta salários de uma pequena parcela do funcionalismo ao mesmo tempo que os servidores públicos estão com salários congelados. Para ele, a decisão vai na contramão dos planos para a reforma administrativa e o fim dos supersalários.

“Em plena pandemia, no momento de graves dificuldades fiscais, causa surpresa a criação da possibilidade de um servidor ganhar até dois tetos. O ajuste fiscal será somente em cima do barnabé?”
Castello Branco afirmou que essa é mais uma medida para driblar o teto remuneratório, que já é desrespeitado há mais de 30 anos por decisões judiciais e interpretações de interesses corporativos.

Em audiência no Congresso na última terça-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo está apenas respeitando a decisão do STF. Ele ressaltou que, para acabar com os pagamentos acima do teto, o Legislativo precisa aprovar um projeto com essa definição.

“Foi falado muito sobre a decisão dos supersalários, dinheiro para presidente e vice-presidente. Estamos simplesmente cumprindo uma decisão do Supremo. Sou obrigado a cumprir uma decisão do Supremo. A lei a gente obedece”, disse o ministro.

Apesar da afirmação desta semana, Guedes já afirmou, em setembro do ano passado, que os salários da alta administração brasileira são muito baixos. Bolsonaro, por sua vez, disse, em dezembro de 2019, que os ministros aceitaram trabalhar “basicamente como voluntários” e, na avaliação dele, “sem ganho nenhum”.

No Congresso, há projetos para regulamentar o trecho da Constituição e impedir que o teto seja descumprido. Hoje, apesar da existência do limite, diversos penduricalhos ficam fora dessa conta e acabam inflando as remunerações. As propostas de lei, no entanto, nunca tiveram aprovação concluída pelos parlamentares.

Procurados, o Ministério da Defesa e a Casa Civil ressaltaram que a portaria regulamenta decisões do STF e do TCU. Sem mencionar que apenas uma fração do funcionalismo será beneficiada, as pastas disseram que todos os servidores do Executivo serão abarcados pela medida. Os dois ministérios não comentaram os aumentos de Braga Netto e Ramos.

O Gabinete de Segurança Institucional e a Vice-Presidência da República afirmaram que não iriam se manifestar. O Palácio do Planalto e o Ministério da Ciência e Tecnologia não haviam respondido até a conclusão desta reportagem.




João Azevêdo e embaixador dos EUA estabelecem parcerias em áreas estratégicas para o desenvolvimento do estado

O governador João Azevêdo e o embaixador dos Estados Unidos da América (EUA) no Brasil, Todd Chapman, assinaram, nesta quinta-feira (13), um memorando de entendimento que tem como objetivo o estabelecimento de cooperação entre o Governo da Paraíba e o país nas áreas de educação, saúde, ciência e tecnologia, segurança pública, agricultura, turismo, comércio e investimentos. O documento assinado hoje, em cerimônia virtual, facilita a colaboração entre o estado e os EUA na definição de metas e parâmetros, visando o intercâmbio de boas práticas nos referidos segmentos.

A cooperação entre o Governo da Paraíba e a Embaixada dos EUA, representada pelo Consulado Geral em Recife, se dará por meio da constituição de um grupo de trabalho composto por autoridades públicas e equipes técnicas, responsáveis por identificar e priorizar as áreas de colaboração, organizar temas para discussões e intercâmbios sobre ações cooperativas de interesse mútuo e definir itens para o desenvolvimento de projetos.

A assinatura do memorando de entendimento é resultado da visita do embaixador Todd Chapman e da cônsul-geral dos Estados Unidos em Recife, Jessica Simon, à Paraíba, em setembro do ano passado, oportunidade em que o governador João Azevêdo apresentou os potenciais econômicos e as oportunidades de investimentos em áreas estratégicas, como o turismo, ciência, tecnologia e inovação.

Durante o evento virtual, o chefe do Executivo estadual ressaltou que o memorando assinado nesta quinta-feira representa a geração de emprego e renda e a inserção do estado nas rotas nacional e internacional de negócios. “Nós poderemos incrementar em grande medida o fluxo de nosso intercâmbio comercial nos próximos anos, com resultados positivos para nós e para o país. Precisamos todos produzir mais oportunidades para os nossos cidadãos. Mais do que nunca é fundamental estreitarmos esses laços e promovermos uma integração econômica maior. As nossas equipes estão disponíveis para desenvolver cada etapa do memorando e vamos ampliar as parcerias”, frisou.

João Azevêdo também destacou os avanços do estado em áreas estratégicas para o desenvolvimento, a exemplo da atração de empresas e de centros de distribuição, bem como as obras de pavimentação de rodovias e de mobilidade urbana. “São ações que geram emprego, renda e impulsionam a economia, se somando a tantos outros investimentos. O resultado é o saldo positivo de emprego com carteira assinada”, comentou.

O gestor ainda ressaltou as ações em educação, saúde e segurança pública que também estão inseridas no projeto de cooperação. “A Paraíba celebra esse memorando assinado hoje com a Embaixada dos Estados Unidos. Esse documento não representa apenas uma formalidade institucional, mas nos dá a certeza de que o nosso trabalho tem valido a pena e de que as nossas ações contemplam o povo”, acrescentou.

O embaixador dos Estados Unidos da América no Brasil, Todd Chapman, evidenciou a satisfação de celebrar o memorando de entendimento com a Paraíba. “Essa ação representa o nosso compromisso de compartilhamento de projetos de interesse mútuo. A Paraíba é um bom lugar para se fazer negócios e queremos diversificar nossa cooperação e as parcerias que estão por vir. A partir de agora, o momento será de trabalho e de parcerias por longas datas”, comentou.

 

A cônsul-geral interina dos Estados Unidos em Recife, Catherine Griffith, elencou diversas parcerias entre o país e instituições da Paraíba. “Nós identificamos centenas de paraibanos com conexões com os Estados Unidos em áreas estratégicas para o desenvolvimento e reconhecemos os esforços na saúde, educação, segurança pública. Eu desejo à Paraíba um futuro de saúde e prosperidade, alimentada por parcerias que serão fortalecidas por meio do memorando de entendimento”, falou.

O evento virtual foi prestigiado por diversas autoridades, dentre elas, o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino. Também participaram secretários de estado e da Prefeitura de João Pessoa; Promotoria do Ministério Público do Trabalho; pesquisadores; e representantes de instituições.

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João Azevêdo lidera pesquisa estimulada com 33,8% e Romero é 2°, com 10%, aponta Data Qualyt

O governador João Azevêdo (Cidadania) também lidera a intenção de votos dos pessoenses na pesquisa Data Qualyt estimulada. A consulta feita exclusivamente com os moradores de João Pessoa, mostra João com 33,8%, três vezes mais que o segundo colocado, que é o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), que aparece com 10,1%.

Daniella Ribeiro (PP) vem em terceiro lugar, com 6,4%, seguida por Pedro Cunha Lima (PSDB), com 6%.

Disseram que vão votar branco ou nulo, 13,3%. Os que não sabem somam 26%. Tem, ainda, os que não informaram, 4,4%.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada entre os dias 7, 8 e 9 de maio de 2021. Foram entrevistados 500 eleitores com base em uma amostragem aleatória simples com um nível estimado de 95% de confiança e uma margem de erro estimada de 4,5 pontos percentuais sobre os resultados encontrados no total da amostra.

Foram selecionados 34 pontos amostrais proporcionalmente ao tamanho, visando abranger toda a cobertura geográfica do município.

Zona Leste: Aeroclube, Bancários, Bessa, Cabo Branco, Castelo Branco, Jardim Oceania, Manaira, São José e Tambaú;

Zona Norte: Alto do Céu, Estados, Ipês, Mandacaru, Padre zé, Roger, Torre, Treze de Maio;

Zona Oeste: Alto do Matheus, Cristo Redentor, Cruz das Armas, Jaguaribe, Oitizeiro e Varjão;

Zona Sul: Costa do Sol, Costa e Silva, Ernesto Geisel, Funcionários, Jardim cidade Universitária, Jardim Veneza, João Paulo II, José Américo, Mangabeira, Paratibe e Valentina.




Wajngarten é acusado por senador de mentir na CPI: “desinformou o Brasil”

Rogério Carvalho (PT) mostrou durante a sessão trecho de uma live onde o ex-secretário diz que aprova campanhas da Secom, indicando contradição com depoimento anterior

Fábio Wajngarten durante depoimento na sessão da CPI da Covid no Senado
Reprodução: iG Minas Gerais

Fábio Wajngarten durante depoimento na sessão da CPI da Covid no Senado

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) subiu o tom contra o ex-secretário de Comunicação da Presidência Fábio Wajngarten durante  sessão da CPI da Covid no Senado nesta quarta-feira (12). “O senhor mentiu nessa oitiva”, declara o parlamentar.

Munido de capturas de tela de publicações da Secom , órgão do governo federal, que continham informações exaltando o uso da Cloroquina e do tratamento precoce contra a Covid-19 , ainda que não haja nenhuma comprovação cientifica da eficácia desses medicamentos, além disso, Carvalho mostrou um print de um outro post da Secom, na época chefiado por ele, dizendo que “ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina”.

Na opinião do senador petista, Fábio atuou “negando ao brasileiro a informação correta”:

“Vossa excelência desinformou o Brasil durante todo período que esteve frente da Secom. Toda sua atuação foi na mesma linha do presidente Jair Bolsonaro de levar o povo a se contaminar e adquirir naturalmente a imunidade e levar aos 425.711 mil mortos”

Durante a fala, Rogério Carvalho mostrou um vídeo que circula nas redes sociais onde Wajngarten, durante transmissão ao vivo com o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), diz que aprovou campanhas da Secom e teve contato com publicitários,

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Pazuello terá habeas corpus produzido pela AGU para poder manter silêncio na CPI

O depoimento do ex-ministro da Saúde está marcado para o dia 19

AGU prepara habeas corpus para Pazuello, como aval de Bolsonaro
O Antagonista

AGU prepara habeas corpus para Pazuello, como aval de Bolsonaro

Com o aval do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a Advocacia-Geral da União (AGU) está preparando um habeas corpus que será apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello tenha o direito de ficar calado durante seu depoimento na CPI da Covid, respondendo apenas as perguntas que quiser. A presença de Pazuello no Senado está marcada para o dia 19.

Um ex-ministro da Saúde ser assessorado pela AGU é um fato inédito. O Planalto avalia que proteger Pazuello na CPI seria proteger também Jair Bolsonaro. Segundo apuração da CNN Brasil, o Planalto avalia que a CPI já condenou o governo e, principalmente, a gestão Pazuello.

Apesar de o general ter sido convocado como testemunha, o que lhe obriga a falar, há jurisprudência no STF para que tenha o direito do silêncio. Em 2019, o ex-ministro Celso de Mello autorizou que uma ex-funcionária da Câmara de Comércio Exterior ficasse em silêncio durante depoimento na CPI do BNDES. O presidente da Vale, Fábio Schvartsman, também conseguiu o mesmo direito na época.

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Em contraste com ministro Queiroga, Barra Torres expõe na CPI divergências com Bolsonaro

Barra Torres – (Foto: Agência Senado)

O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, expôs nesta terça-feira (11), em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, divergências com o presidente Jair Bolsonaro em relação a métodos de enfrentamento da pandemia do coronavírus.

Barra Torres é o quarto depoente da comissão de inquérito. Ele foi convocado a prestar esclarecimentos principalmente sobre a autorização de vacinas contra a Covid-19.

Durante a audiência, o chefe da Anvisa foi questionado sobre diversos comportamentos recentes do presidente da República — com quem disse ter “amizade” — relativos à pandemia, como aglomerações que provoca em eventos públicos e críticas à vacinação.

Barra Torres evitou envolver Bolsonaro nas respostas, mas evidenciou posição contrária às atitudes do presidente.

Ele chegou a demonstrar arrependimento por ter aparecido ao lado do presidente em uma manifestação pró-governo no início da pandemia, em março de 2020.

Questionado se compartilha do posicionamento do presidente contrário às medidas de distanciamento social e à utilização de máscara, Barra Torres ressaltou a “amizade” que mantém com Bolsonaro, mas disse que a conduta do presidente difere da dele.

“As manifestações que faço têm sido todas no sentido do que a ciência determina. Na última ‘live’ de que participei com o presidente, inclusive, permaneci o tempo todo de máscara, o que causou até uma certa estranheza por parte de alguns integrantes da imprensa. Então, são formas diferentes, de pessoas diferentes”, afirmou.

A atitude contrasta com o posicionamento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que, em depoimento à comissão na semana passada, evitou discordar do presidente em diversos temas – por esse motivo, senadores defendem que o ministro seja novamente convocado a falar à CPI.

Barra Torres está na Anvisa por indicação de Bolsonaro. O mandato dele na agência vai até o final de 2024.

Questionado pelo senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) sobre como reagiria diante da possibilidade de Bolsonaro ficar descontente com suas declarações à CPI, Barra Torres disse que não mudará de posição.

“Minha reação é continuar vivendo como sempre fiz. Não modifico absolutamente nada. Acho que as amizades existem para atravessar qualquer tipo de problema — se é que está havendo um tipo de problema. Da minha parte, não há o que ser mudado. Estamos trabalhando numa linha que parece ser adequada, e é nela que nós vamos continuar. Vou manter a minha conduta”, disse Barra Torres.

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Deputado Tião Gomes afirma que Avante se fortalecerá com nome de Galdino na chapa majoritária de Azevêdo

O vice-presidente do legislativo paraibano, deputado Tião Gomes (Avante), afirma que o nome de Adriano Galdino tem todas as condições para compor a chapa majoritária do governador João Azevêdo (Cidadania), rumo às eleições 2022.

Adriano já declarou que irá deixar o PSB para ingressar no Avante, partido comandado na Paraíba pela sua esposa, a prefeita de Pocinhos Eliane Galdino.

Tião adiantou que além dele, diversos deputados e filiados do Avante, querem Adriano na disputa majoritária.

“Adriano Galdino é um grande nome, agregador, conciliador, atuante, sempre lutando pela união dos bons políticos pelo desenvolvimento da Paraíba. Além disso, acredito que chegou a hora dele alçar voos mais altos, ele tem potencial e bagagem política para disputar qualquer cargo na chapa majoritária, ao lado do governador João Azevêdo”, disse Tião Gomes.

Além de amigo, Tião foi um dos principais articuladores que trabalhou pela ascensão de Adriano ao comando da Casa de Epitácio Pessoa.

“Cabe a Adriano avaliar o cenário e decidir se enfrenta esse desafio, mas o importante é que ele tem dentro da Assembleia a maioria absoluta dos deputados ao seu lado e a aceitação popular. Acredito que o nome dele fará parte da chapa encabeçada por João Azevêdo, rumo à reeleição ao Governo do Estado”, argumenta Tião.

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Governador João Azevêdo visita obras do Hospital Infantil de Santa Rita

O governador João Azevêdo realizou, nesta terça-feira (11), uma visita técnica às obras de construção do Hospital Infantil do município de Santa Rita, juntamente com o prefeito Emerson Panta.

O empreendimento contará com uma parceria entre o Governo do Estado e a Prefeitura Municipal, que permitirá a expansão do atendimento em saúde na nova unidade hospitalar e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

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Na ocasião, o chefe do Executivo estadual ressaltou a importância do investimento e o compromisso do Governo da Paraíba para garantir parcerias que resultam em obras e ações importantes para o município. “Santa Rita tem esse sonho de ter um hospital infantil e em função do equipamento que temos, a UPA, queremos, por meio da parceria entre o estado e a prefeitura, trazer para a novo hospital o espaço do atendimento infantil que é prestado hoje na Unidade de Pronto Atendimento. Eu espero que até o final do ano, o hospital entre em funcionamento, bem como a ampliação dos serviços da UPA. O Hospital Infantil vai atender pessoas da região e a população pode ter a certeza de que vamos ajudar a gestão municipal a colocá-lo em funcionamento”, frisou.

João Azevêdo também destacou as obras de infraestrutura anunciadas pela gestão estadual e a instalação da unidade industrial da Kappesberg em Santa Rita. “A obra de ligação entre o município e o Bairro das Indústrias já está em processo de licitação e trará desenvolvimento para a região. Nós faremos a via, e a prefeitura a iluminação. Além disso, a Kappesberg já está operando aqui, irá construir uma fábrica e serão R$ 250 milhões em investimentos e mais de mil empregos gerados na região, colocando Santa Rita como o maior polo moveleiro do estado, gerando emprego e renda para o município”, acrescentou.

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O prefeito de Santa Rita, Emerson Panta, enalteceu o compromisso do Governo do Estado de assegurar a qualificação do atendimento em saúde no município. “É motivo de orgulho para nós termos o governador no nosso município e agradecemos pelo cuidado e zelo que o nosso povo precisa e merece. Essa obra foi pensada e sonhada por nós com muito carinho e é fundamental essa parceria com o estado porque sem ela não teríamos a condição de colocar em prática esse sonho, com o compromisso do governador que estendeu a mão para o que representa a esperança do nosso povo, que são nossas crianças. A nossa população se sente acolhida pelo Governo do Estado”, comentou.

A deputada estadual Jane Panta também agradeceu a parceria firmada entre as gestões estadual e municipal. “Nós víamos a necessidade das crianças, começamos a obra e pensávamos como ela seria mantida e Deus colocou o senhor e esse ato deixará a sua marca na nossa cidade porque o que estamos fazendo tem uma representatividade, pois salvará vidas. O valor dessa obra é imensurável e Santa Rita tem um potencial imenso e pode crescer ainda mais e eu só tenho a agradecer”, falou.

O secretário executivo da Gestão da Rede de Unidades de Saúde da Paraíba, Daniel Beltrammi, lembrou que a UPA de Santa Rita atende diariamente mais de 70 crianças e a abertura do novo hospital irá assegurar a melhoria na prestação do serviço à população. “Nós estamos executando o planejamento de expansão da oferta de saúde em Santa Rita numa parceria entre a prefeitura e o estado. A UPA será uma unidade destinada ao cuidado de adultos e no Hospital Infantil vamos fazer o atendimento de urgência, emergência, exames e consultas ambulatoriais, qualificando o jeito de cuidar numa cidade tão importante para a Região Metropolitana. Nós também temos uma parceria com o município no primeiro atendimento dos casos de Covid-19 que tem trabalhado muito bem junto ao Centro de Regulação Estadual”, evidenciou.

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CPI da Covid: Novo foco será na recusa de 70 milhões de doses da Pfizer

Com próximas testemunhas, senadores da comissão querem apurar a responsabilidade do governo federal no atraso da vacinação

 Rejeição de 70 milhões de doses da Pfizer por gestão Bolsonaro será novo foco da CPI da Covid
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Rejeição de 70 milhões de doses da Pfizer por gestão Bolsonaro será novo foco da CPI da Covid

Fonte de grande ansiedade na população, o lento avanço da vacinação contra o coronavírus no país é o foco principal desta semana na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid .

Estão previstos os depoimentos do presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Antonio Barra Torres, do ex-secretário de Comunicação do governo Jair Bolsonaro , Fábio Wajngarten, e de executivos da farmacêutica americana Pfizer.

Com a sabatina dessas testemunhas, os senadores querem apurar a responsabilidade do governo federal na demora da imunização da população, já que a gestão Bolsonaro inicialmente recusou em 2020 ofertas de vacinas da Pfizer , do Instituto Butantan e do consórcio Covax Facility.

O tema vacinas deve continuar no centro da CPI também na semana seguinte, quando será ouvido o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, sobre negociações internacionais para aquisição de imunizantes.

Além disso, está marcado para dia 19 o depoimento do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello.

Wajngarten responderá sobre recusa a Pfizer

O depoimento mais aguardado da próxima semana é o de Fábio Wajngarten, que ocorre na quarta-feira (12/05). Em entrevista recente à revista Veja, ele fez duras críticas ao ex-ministro Pazuello, que serão exploradas pelos senadores.

Segundo Wajngarten, a recusa do governo à oferta de 70 milhões de vacinas pela Pfizer em agosto do ano passado foi resultado da “incompetência e ineficiência” da gestão do general, que comandou o ministério entre maio de 2020 e março de 2021.

O ex-secretário de Comunicação disse que tomou a dianteira das negociações com a farmacêutica americana diante do desinteresse da pasta da Saúde pela oferta da empresa. Ele afirmou à revista inclusive ter documentos que provam isso, como e-mails e registros telefônicos.

Na entrevista, Wajngarten eximiu o presidente de responsabilidade, atribuindo toda a culpa à equipe de Pazuello. Para críticos de Bolsonaro, a tentativa de separar a responsabilidade do presidente da do general é difícil porque o próprio Pazuello disse em vídeo ao lado dele estar cumprindo fielmente suas ordens.

Até o momento, Pazuello não se manifestou publicamente sobre estas acusações.

O vice-presidente da CPI da Covid, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), quer depois marcar uma acareação entre Wajngarten e Pazuello, para confrontar a versão de cada um. A proposta ainda precisa ser aprovada pela maioria da comissão.

Antes disso, porém, será realizado o depoimento do ex-ministro da Saúde em 19 de maio. Sua ida à CPI estava prevista para dia 5 deste mês, mas foi adiada após Pazuello argumentar que havia tido contato com duas pessoas diagnosticadas com covid-19.

Contrato com a Pfizer saiu só em março deste ano

Diante da recusa inicial, apenas em março deste ano o governo federal firmou contrato para compra de 100 milhões de doses da Pfizer, previstas para entrega até o final do terceiro trimestre. Por enquanto, foram recebidas 1,628 milhão dessas vacinas .

O Ministério da Saúde negocia a compra de mais 100 milhões que seriam entregues ainda em 2021, segundo o atual chefe da pasta, ministro Marcelo Queiroga.

www.reporteriedoferreira.com.br   Por BBC News Brasil