Bolsonaro pode indicar Ciro Nogueira para outro ministério, afirma jornalista

Presidente estaria avaliando sua nomeação e, nos próximos dias, pode conversar com o senador sobre o assunto para mudar o acertado, indicando-o não mais para a Casa Civil, mas para outro ministério

Ciro Nogueira
Agência Brasil

Ciro Nogueira

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode estar reavaliando sua indicação do senador Ciro Nogueira (PP-PI), líder do Centrão no Congresso, para o comando da Casa Civil . A informação é do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles. Segundo o jornalista, nos próximos dias, o mandatário poderia mudar a nomeação e indicar o senador para outro ministério.

Segundo o colunista, o presidente teme perder a articulação de Nogueira junto ao Centrão devido ao trabalho mais intenso da Casa Civil, na coordenação dos ministérios, em comparação com outras pastas. Interlocutores de Bolsonaro já podem estar comentando que, na Secretaria-Geral, por exemplo, o senador continuaria ligado ao Palácio do Planalto, mas teria mais tempo para articulações políticas.

Um outro motivo também pode ser o tempo que Ciro Nogueira, que é o presidente nacional do Progressistas, teria para preparar uma possível candidatura ao governo do Piauí em 2022.

“O principal motivo é não drenar totalmente as energias do Ciro com atividades internas do governo e dar mais liberdade para ele articular e preparar o terreno para candidatura dele”, teria dito um auxiliar presidencial ao colunista do portal Metrópoles. Bolsonaro pode se reunir com Ciro Nogueira nos próximos dias para discutir a alteração.

www.reporteriedoferreira.com.br    – Com informações do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles.




Ciro Nogueira é investigado pela PF por suspeita de beneficiar empreiteiras

Investigações apuram se o senador beneficiou empresas no Senado e na Caixa; Ele nega as acusações

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
Isac Nóbrega/Presidência/20-05-2021

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir a Casa Civil, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), líder do Centrão, é alvo de cinco investigações originadas na operação Lava-Jato, sendo duas delas sigilosas. A Polícia Federal apura a suspeita de Nogueira beneficiar empreiteiras.

Em um dos casos investigado sob sigilo na PF, Nogueira teria recebido pagamentos da OAS em troca do apoio a uma medida provisória em tramitação no Senado. Em outro, ele pode ter exercido influência na liberação de um financiamento para a Engevix na Caixa Econômica Federal. Ciro Nogueira nega as acusações e diz que não tem nenhum envolvimento em irregularidades.

Além delas, nas outras três investigações, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou duas denúncias contra o parlamentar: acusando-o de receber propina de R$ 7,3 milhões da Odebrecht em troca de apoio no Congresso; e por obstruir investigações ao atuar para mudar o depoimento de um ex-assessor do PP que estava colaborando com a Justiça. Esses dois casos ainda não foram julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ele também é investigado pela PF por suposto envolvimento em esquema de propina do grupo J&F para compra de apoio do PP à reeleição de Dilma Rousseff.

– Com informações de O Globo.




De olho em 2022: José Dirceu retoma articulações políticas e prega união com Centrão e igrejas

José Dirceu

No momento em que as pesquisas indicam alta intenção de voto no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para as eleições de 2022, o ex-ministro José Dirceu, todo-poderoso no início do primeiro governo petista, retomou as articulações políticas e tem realizado encontros com sindicalistas, prefeitos e caciques partidários.

Nos últimos meses, Dirceu se reuniu com a cúpula da Força Sindical, com o ex-presidente José Sarney (MDB), com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, e com o prefeito de Diadema, José de Filippi Júnior, entre outros.

Além disso, recentemente, o ex-ministro da Casa Civil participou de atos contra o presidente Jair Bolsonaro em Brasília e em São Paulo. Na última semana, anunciou que entrou para o TikTok, aplicativo de vídeos curtos. Dirceu está com os direitos políticos suspensos por causa das condenações judiciais que o enquadram na Lei da Ficha Limpa e, por isso, não pode disputar eleições.

Apesar de manter contato com as mais diferentes figuras do PT, o ex-ministro, segundo petistas, não tem mais o capital político interno que já teve. Ainda assim, é uma figura respeitada. Um líder de outro partido avalia que Dirceu ainda influencia posições assumidas pelo PT. No fim do ano passado, quando tentava obter o apoio dos petistas par sua candidatura à Presidência da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) procurou o ex-ministro.

Dirceu disse que faz “visitas para agradecer o apoio e solidariedade” que recebeu no período em que esteve preso. “Não tenho mandato nem sou da direção do PT e não tenho delegação para tanto”, afirmou.

Na conversa com a cúpula da Força Sindical, em São Paulo, no dia 13, aconselhou os dirigentes a buscarem alianças fora do campo da esquerda nas manifestações contra o governo. Enfatizou a necessidade de união das forças democráticas para retirar Bolsonaro da Presidência e disse que as eleições são assunto para 2022.

Segundo o secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves, o Juruna, Dirceu defende uma mobilização que inclua partidos de centro, adversários como o PSDB, o movimento estudantil e entidades como a OAB.

“Ele (Dirceu) disse que a esquerda não vai resolver as coisas sozinha. Falou de fazer uma aliança forte e abrir diálogo com outros campos. Também frisou que temos que procurar não só o apoio da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), mas encontrar entendimento com os evangélicos”, disse Juruna.

Alvo da Lava Jato
No dia 18 de maio de 2016 Dirceu foi condenado pelo juiz federal Sergio Moro, a 23 anos e três meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, recebimento de vantagem indevida e lavagem de dinheiro na operação Lava Jato.

Em março de 2017, ele foi condenado novamente a 11 anos e três meses agora pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A soma das condenações no esquema de corrupção da Petrobras, investigados pela Operação chegam a 31 anos.

Em maio de 2017, a segunda turma do STF composta por Edson Fachin (relator), Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski decidiu por 3 votos a 2 conceder liberdade ao José Dirceu, preso preventivamente e condenado a mais de 30 anos pelo juiz Sérgio Moro.




PF não encontra inquéritos sobre fraudes em urnas eletrônicas nas últimas duas décadas

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“PF procura e não acha caso de fraude em urna eletrônica”, diz a manchete do Estadão.

Segundo a reportagem, os policiais bolsonaristas encontraram até agora um único inquérito sobre o assunto nas últimas duas décadas, mas se referia a uma tentativa de estelionato, e não de fraude real nas eleições.

“Um criminoso tentou obter dinheiro de um candidato a prefeito em Vila Velha prometendo ‘vender’ votos, mas sem nenhuma prova de que conseguiria concretizar a fraude.”

 

www.reporteriedoferreira.com.br    O Antagonista




João Azevêdo inaugura Corpo de Bombeiros de Sumé, inspeciona obras e visita restaurantes do ‘Tá na Mesa’ no Cariri

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Fotos: Francisco França

Ogovernador João Azevêdo entregou, nesta sexta-feira (23), a sede do Corpo de Bombeiros e conheceu o local do programa Tá na Mesa, em Sumé. Em seguida, foi à Serra Branca onde também verificou o trabalho do Tá na Mesa e inspecionou a pavimentação e sinalização da Travessia urbana do município, uma obra com investimento de R$ 1,5 milhão. Já em São José dos Cordeiros, o chefe do Executivo Estadual inspecionou as obras da rodovia PB-148, que representa mais de R$ 17 milhões de investimento; do esgotamento sanitário e visitou a Escola Estadual Bartolomeu Maracajá, que passará, em breve, por uma grande reforma. Prefeitos, deputados e auxiliares do Governo acompanharam as visitas.

Na oportunidade, o governador João Azevêdo ressaltou que o Programa Tá na Mesa representa segurança alimentar para a população. “Temos que cuidar das pessoas e este programa tem essa característica de beneficiar a população mais carente. Inclusive, esse programa vai atender 83 cidades e, aos poucos, queremos que seja ampliado”, observou o governador.

Programa Tá na Mesa – O Tá na Mesa, programa idealizado pelo Governo do Estado, executado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), já chegou a 60 dos 83 municípios que não possuem Restaurantes Populares e que serão contemplados, com o objetivo de fornecer refeições diárias, ao preço de R$ 1,00, para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

O programa teve início em Sumé e Serra Branca no dia 28 de junho, ambos disponibilizam 250 refeições, de segunda a sexta-feira, a partir das 11h. O Governo está investindo R$ 4,4 milhões, levando o programa para 83 cidades. A iniciativa do Governo do Estado tem o objetivo de promover assistência alimentar aos segmentos mais vulneráveis da população e de fomentar as economias locais com a contratação de restaurantes dos municípios contemplados para o fornecimento das marmitas.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), Tibério Limeira, falou que o programa tem recebido elogios e feito a diferença na vida das pessoas. “Até agora o Tá na Mesa funciona em 60 cidades, mas vamos chegar a 83 municípios. O governador fez visitas nestes dois locais, Sumé e Serra Branca, e viu o funcionamento. A população tem uma alimentação de qualidade por apenas um real”, comentou.

“Nesse período de pandemia eu estou desempregado e, faço bicos para conseguir algum dinheiro. Com esse programa fica mais fácil garantir uma refeição de qualidade. Eu estou almoçando todos os dias da semana aqui”, disse João Ribeiro, morador de Sumé.

Corpo de Bombeiros – Ainda em Sumé, o chefe do Executivo Estadual inaugurou a sede do Corpo de Bombeiros, edificação pertencente ao município, totalmente reformada e ampliada. “Esse é um equipamento de grande importância para a população e vai ajudar a salvar muitas vidas”, disse o governador João Azevêdo.

O Corpo de Bombeiros ficou responsável em operacionalizar com efetivo necessário, viaturas, operacionais e administrativas, equipamentos e materiais para ações de combate a incêndio, busca e resgate. Isso representa um investimento de aproximadamente R$ 273 mil. Para operacionalizar os atendimentos, será destinada à Subunidade Bombeiro Militar uma ambulância (resgate) e uma viatura de combate a incêndio que está sendo recuperada com investimento de R$ 100 mil.

Pavimentação e sinalização da Travessia urbana de Serra Branca – O governador também visitou esta obra que tem 2,3 km de extensão e contempla uma avenida e cinco ruas da cidade. O investimento é de R$ 1,5 milhão com recursos do Tesouro Estadual, beneficiando mais de 13 mil pessoas da região. “A cidade vai ficar mais bonita, com uma melhor infraestrutura e mais adequada para o trânsito de veículos e de pedestres”, observou o governador João Azevêdo.

Pavimentação da rodovia PB-148 – A obra tem 17,8 km de extensão no trecho de São José dos Cordeiros/Livramento. Cerca de 34 mil habitantes serão beneficiados com essa estrada que tem investimento de R$ 17 milhões.

Esgotamento sanitário de São José dos Cordeiros – João Azevêdo visitou também esta obra que consiste na execução de 7.779 metros de rede coletora de esgoto. Esta rede será composta por 689 ligações domiciliares. O valor estimado da obra é de R$ 3,2 milhões.

A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) já está executada, porém ainda há uma readequação de projeto a ser aprovada pela Funasa, que consiste na troca de solo do local das lagoas para sua adequada execução. O material arenoso foi retirado e trazido de empréstimo de jazida material de granulometria fina, mais adequada.

“Essa obra é um ganho extraordinário para a saúde e para a qualidade de vida da população. Espero voltar aqui, em breve, para entregar essa obra tão aguardada pelo povo dessa região”, falou João Azevêdo.

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Em Monteiro, João Azevêdo assina Ordem de Serviço para implantação do Restaurante Popular e visita obras

Em Monteiros, João Azevêdo assina Ordem de Serviço para implantação do Restaurante Popular e visita obras

O governador João Azevêdo esteve, nesta sexta-feira (23), na cidade de Monteiro onde assinou a Ordem de Serviço para implantação do Restaurante Popular e  visitou diversas obras do Governo do Estado, a exemplo do Condomínio Cidade Madura, que representa um investimento de R$ 4,6 milhões; a Escola Estadual José Leite de Souza, que passou por uma grande reforma no valor de R$ 3,8 milhões; o Centro de Referência da Renda Renascença; o matadouro e ainda o Hospital Regional Santa Filomena.

A prefeita de Monteiro, Anna Lorena, além de outros prefeitos, o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, os deputados estaduais João Gonçalves, Ricardo Barbosa e Inácio Falcão, o deputado federal Efraim Filho e auxiliares do Governo acompanharam as visitas.

Em Monteiros, João Azevêdo assina Ordem de Serviço para implantação do Restaurante Popular e visita obras

Na oportunidade, o governador João Azevêdo falou da satisfação de visitar a cidade de Monteiro. “É um prazer estar de volta a este município, visitando diversas obras importantes e assinando a Ordem de Serviço do Restaurante Popular. Gosto de visitar e dar sugestões no andamento das obras. Ainda não estamos fazendo grandes solenidades para evitar aglomerações. É preciso lembrar que, apesar dos números estarem baixando, precisamos continuar com os cuidados preventivos contra a Covid”, observou.

O Restaurante Popular de Monteiro deve ser implantado em cerca de 120 dias, e vai funcionar de segunda a sexta-feira. A obra tem valor total estimado em R$ 1,5 milhão.

A prefeita Anna Lorena destacou a importância de parcerias entre prefeitura e Governo e agradeceu pela visita. “Hoje estamos realizando várias visitas a obras na cidade ao lado do governador João Azevêdo. E fiquei muito feliz por ver a Ordem de Serviço sendo assinada e assim, saber que, em breve, nossa cidade vai ganhar um Restaurante Popular”, disse.

Em Monteiros, João Azevêdo assina Ordem de Serviço para implantação do Restaurante Popular e visita obras

Condomínio Cidade Madura – Possui área total de aproximadamente 7.730 m2 e possui 40 unidades habitacionais que apresentam área individual de 49,40 m2, sendo compostas por terraço, sala, banheiro, cozinha e área de serviço. Todas as unidades habitacionais são adaptadas para as necessidades do idoso, conforme Normas de Acessibilidade vigentes.

A presidente da Companhia Estadual de Habitação Popular (Cehap), Emília Correia Lima, ressaltou que o objetivo do Cidade Madura é promover acesso à moradia digna e adequada para idosos que não possuem moradia própria. “A obra está bastante adiantada e em novembro provavelmente estará concluída. Será mais um condomínio que vai trazer qualidade de vida para os idosos”, garantiu.

O Condomínio contará com toda a infraestrutura básica de Saneamento, Rede Elétrica, Rede de Abastecimento de Água e Pavimentação em Blocos Intertravados. O projeto do condomínio apresenta itens, como: Núcleos de Vivência e de Assistência à Saúde; um bloco destinado à Guarita; Praça, entre outros. No interior do Condomínio existirá também uma horta integrada à parte urbanística. Na infraestrutura do empreendimento existe ainda solução voltada a práticas de sustentabilidade: Sistema de Energia Solar (Fotovoltaico). A área do empreendimento foi doada pela Prefeitura Municipal à Cehap.

Escola José Leite de Souza – O governador João Azevêdo também foi até a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio José Leite de Souza, cuja reforma recebeu investimentos na ordem de R$ 3,8 milhões e foi concluída no ano passado.

Em Monteiros, João Azevêdo assina Ordem de Serviço para implantação do Restaurante Popular e visita obras

Entre as ações executadas, estão: serviços de movimento de terra, estrutura, paredes, esquadrias, coberta, impermeabilização, pisos, instalação sanitária e hidráulica, pintura, entre outros. Foram contemplados com a obra, 16 salas de aula, laboratórios, sala de professores, secretaria, diretoria, cozinha, bateria de banheiros, passarela interligando o Ginásio com vestiários à Escola, entre outros.

Centro de Referência da Renda Renascença – O Crença, está sendo instalado num prédio histórico na cidade de Monteiro, que está passando por restauração e, além de uma vitrine para a produção local do Artesanato em Renda Renascença, será um ponto de encontro das artesãs que poderão ali obter informações, orientações, cursos e fazer oficinas. É um equipamento gerenciado de forma compartilhada entre Rendeiras e Parceiros: Associações das Rendeiras do Cariri, Sebrae, Prefeitura de Monteiro e Governo da Paraíba, através de dois Programas: Procase e PAP.

O local vai atrair turistas e clientes que queiram comprar produtos extremamente tradicionais e de rara beleza, bem como conhecer o processo de elaboração das peças e a história de luta dessas mulheres que resistem e preservam a cultura regional.

Apesar da sede ser em Monteiro, outros municípios do arranjo produtivo também serão contemplados: Camalaú, Zabelê, São Sebastião do Umbuzeiro e São João do Tigre. Cerca de três mil rendeiras devem ser beneficiadas com as ações do Centro de Referência da Renda Renascença.

Hospital Regional Santa Filomena – O governador João Azevêdo também visitou o Hospital Santa Filomena, que conta com 26 leitos para tratamento da Covid-19, sendo 20 leitos de enfermaria e 6 leitos de UTI dedicados ao agravo. A unidade de saúde passou a fazer parte dos hospitais de referência Covid-19 da 2ª macrorregião de saúde, que contava apenas com o suporte do município de Campina Grande.

Em Monteiros, João Azevêdo assina Ordem de Serviço para implantação do Restaurante Popular e visita obras
Em Monteiros, João Azevêdo assina Ordem de Serviço para implantação do Restaurante Popular e visita obras
Em Monteiros, João Azevêdo assina Ordem de Serviço para implantação do Restaurante Popular e visita obras
Em Monteiros, João Azevêdo assina Ordem de Serviço para implantação do Restaurante Popular e visita obras
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Eleições são inegociáveis, diz Pacheco; senadores reagem a Braga Netto

Rodrigo Pacheco – (Foto: Agência Senado)

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, reagiu às ameaças à realização de eleições em 2022 atribuídas ao ministro da Defesa, Walter Braga Netto. Reportagem publicada nessa quinta-feira (22), do jornal O Estado de S. Paulo, sustenta que Braga Netto disse ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que não haverá eleições no próximo ano sem a aprovação do voto impresso pelo Congresso. Em nota, o ministro da Defesa emitiu opinião sobre o sistema eleitoral e negou que tenha usado interlocutores para se comunicar com o presidente da Câmara.

Em sua manifestação, o presidente do Senado ressaltou a clareza do texto constitucional. “Discussões sobre o sistema político-eleitoral, formas de financiamento de campanhas, voto eletrônico ou impresso, entre outros temas, cabem ao Congresso Nacional, a partir do debate próprio do processo legislativo e com respeito às divergências e à vontade da maioria”, ressaltou Pacheco em postagem no Twitter.

O presidente do Senado acrescentou: “Seja qual for o modelo, a realização de eleições periódicas, inclusive em 2022, não está em discussão. Isso é inegociável. Elas irão acontecer, pois são a expressão mais pura da soberania do povo. Sem elas não há democracia e o país não admite retrocessos”.

“Constantes ameaças”
O senador Humberto Costa (PT-PE) ressaltou que não é papel das Forças Armadas discutir temas políticos e disse esperar que Braga Netto seja ouvido pelo Congresso a respeito da ameaça que teria dirigido a Arthur Lira.

“Bolsonaro vem preparando o terreno para um golpe. É fundamental que todas as forças democráticas do país manifestem o seu total repúdio a essas ameaças golpistas. E a melhor maneira de respondermos a essas tentativas é por meio da resistência e mobilização popular”, manifestou-se.

Ele também encaminhou ofício ao procurador-geral da República, Augusto Aras, cobrando apuração dos fatos narrados na reportagem do Estado de S. Paulo, que expõem ameaça às instituições constitucionais “por mensagens de quarteladas, contra as eleições livres, solapando a democracia aqui urdida por duras batalhas e que tantas vidas custaram e sofrimento trouxeram ao povo brasileiro”.

Também no Twitter, outros parlamentares atacaram a ameaça às eleições. A senadora Simone Tebet (MDB-MS) condenou “constantes ameaças às instituições, às eleições e à democracia”. O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) afirmou que não é a primeira vez no governo de Jair Bolsonaro que as Forças Armadas “se sujeitam ao papel de quinta-coluna do golpismo”. Para a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), se verdadeiras, as denúncias “colocam as Forças Armadas em clara posição de ameaça à Constituição e à sociedade”.

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) declarou que Braga Netto deve ser exonerado, pois “foi colocado onde está exatamente para isso: para ameaçar as instituições”; ele também acusou Bolsonaro de “manter a sociedade refém de sua obsessão continuísta”. O senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) perguntou se “Braga Netto é o dono do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”. O senador Paulo Rocha (PT-PA) entende que o ministro da Defesa está “mergulhado na pauta ideológica do bolsonarismo e flertando com a inconstitucionalidade”. E o senador Jaques Wagner (PT-BA) contrastou a posição atribuída a Braga Netto com a de dez ex-secretários de defesa dos Estados Unidos, que rejeitaram os “rompantes golpistas” do então presidente Donald Trump.

Desmentidos
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Roberto Barroso declarou pelo Twitter que, em conversas com Walter Braga Netto e com Arthur Lira, “ambos desmentiram, enfaticamente, qualquer episódio de ameaça às eleições”. O deputado Arthur Lira afirmou que o voto popular, secreto e soberano será exercido “a despeito do que sai ou não na imprensa”.

Em nota oficial, Braga Netto disse que a reportagem é “desinformação que gera instabilidade entre os poderes da República, em um momento que exige a união nacional”, negou fazer uso de interlocutores para comunicar-se com chefes de outros poderes, afirmou o exercício do papel das Forças Armadas dentro dos limites da Constituição e ratificou a competência do Parlamento para deliberar sobre o “voto impresso e auditável”.

O senador Humberto Costa observou que a manifestação de Braga Netto não nega a ameaça de golpe e “não sublinha respeito à decisão do Congresso” sobre a proposta do voto impresso.

Após as manifestações de Braga Netto e de Arthur Lira, o jornal O Estado de S. Paulo publicou nota em que reafirma o conteúdo da reportagem.

www.reporteriedoferreira.com.br    Agência Senado




Mourão afirma que é ‘lógico’ que Brasil terá eleições mesmo sem voto impresso

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O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quinta-feira que é “lógico” que o Brasil terá eleições no ano que vem mesmo sem a aprovação do voto impresso, defendido pelo presidente Jair Bolsonaro. Mourão ainda disse que o país não é uma “república de banana” e questionou quem iria “proibir eleição”.

Há duas semanas, Bolsonaro afirmou que não haverá eleição no ano que vem se a disputa não for “limpa”. O presidente não explicou o que ele considera uma eleição “limpa”, mas ele tem defendido uma mudança no sistema de votação, apesar de nunca ter apresentado nenhuma prova de fraude no modelo atual

— É lógico que vai ter eleição (mesmo sem voto impresso), pô. Quem é que vai proibir eleição no Brasil? Por favor, gente. Nós não somos república de banana — disse Mourão, ao chegar no Palácio do Planalto no início da tarde.

Mourão também questionou uma reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo” que afirmou que o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, teria feito uma ameaça e condicionou as eleições de 2022 ao voto impresso. De acordo com a publicação, Braga Netto enviou o recado ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), por meio de um interlocutor que não teve o nome revelado.

— Eu conheço o ministro Braga Netto há muito tempo, sei que ele não manda recado e não é, vamos dizer, da forma dele proceder que as coisas ocorressem dessa forma, até porque é um assunto que não diz respeito (a ele).

Braga Netto negou que tenha feito ameaças às eleições e afirmou que a discussão e a decisão acerca do voto impresso cabem exclusivamente ao Congresso Nacional, onde tramita uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema.

www.reporteriedoferreira.com.br /O Globo




Crítico durante a campanha eleitoral, Bolsonaro agora diz: “Sou do Centrão”

Presidente defende indicação de Ciro Nogueira ao ministério da Casa Civil e declarou que acha o termo “centrão” pejorativo

Crítico do 'Centrão' durante a campanha eleitoral, Bolsonaro agora diz:
Reprodução/Youtube

Crítico do ‘Centrão’ durante a campanha eleitoral, Bolsonaro agora diz: “Sou do Centrão”

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) concedeu uma entrevista à Rádio Banda B, de Curitiba-PR, na manhã desta quinta-feira (22) e defendeu a indicação do senador Ciro Nogueira para o ministério da Casa Civil . Durante a sua fala, Bolsonaro foi enfático: “Eu sou do Centrão”.

“Centrão é um nome pejorativo. Eu sou do Centrão . Fu fui do PP metade do meu tempo, fui do PTB, fui do então PFL. No passado, integrei siglas que foram extintas, como PRB, PPB. O PP, lá atrás, foi extinto. Depois, nasceu novamente da fusão do PDS com o PPB, se não me engano”, declarou o presidente.

Crítico ferrenho do grupo durante as campanhas eleitorais de 2018, Bolsonaro aproveitou a entrevista para ressaltar que não há governabilidade sem a negociação com o “Centrão”.

“Nós temos 513 parlamentares. O tal Centrão, que o chamam pejorativamente disso, são alguns partidos que lá atrás se uniram na campanha do Alckmin e ficou, então, rotulado Centrão como algo pejorativo, algo danoso à nação. Não tem nada a ver, eu nasci de lá”, explicou Jair.

Em 2018, seu atual ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, cantou durante uma convenção do PSL que lançou a sua candidatura à presidência a seguinte música: “Se gritar pega Centrão, não fica um meu irmão”. Na versão original, o trecho ‘centrão’ contém a palavra ‘ladrão’.

www.reporteriedoferreira.com.br  / Ig

 




Governador João Azevêdo cumprirá agenda em Cajazeiras na próxima semana com visita a obras e assinatura de contrato

A informação é do líder político, Marcos Barros

O governador João Azevêdo (Cidadania) deverá cumprir agenda em Cajazeiras nessa quarta-feira (28). A informação é do ex-vereador e líder político, Marcos Barros (Cidadania).

A agenda do governador, incluirá:

– Assinatura da Ordem de Serviço da interligação e pavimentação asfáltica da Avenida João de Souza Maciel/Avenida Francisco Arcanjo de Albuquerque até a BR-230;

– Visita as instalações do Hospital Regional de Cajazeiras, com inauguração da Sala do Tomógrafo Elcio Pires Gonçalves, no mesmo hospital;

– Assinatura do contrato com a empresa que irá gerir o restaurante popular de Cajazeiras;

– Início do programa de segurança alimentar “Tá na mesa”;

– Visita as obras de pavimentação asfáltica da PB-394, (Estrada de Boqueirão de Piranhas).

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