João Azevêdo nomeia mais votado para procurador-geral de Justiça

O governador João Azevêdo escolheu, nesta quinta-feira (12), o promotor Antônio Hortêncio Rocha Neto para ocupar o cargo de procurador-geral de Justiça no biênio 2021-2023. O ato governamental com a nomeação será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (13).

A decisão do chefe do Executivo estadual atendeu a escolha do candidato mais votado nas eleições do Ministério Público da Paraíba (MPPB) para a composição da lista tríplice e aos pedidos da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), Associação Paraibana do Ministério Público (APMP) e Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Estado da Paraíba (SINDSEMP-PB) em defesa do postulante que recebeu mais votos no pleito ocorrido no dia 29 de julho.

O critério de escolha pelo candidato mais votado tem sido respeitado pelo governador João Azevêdo em diversas eleições, a exemplo da Defensoria Pública do Estado da Paraíba, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e do próprio Ministério Público do Estado, acolhendo a vontade da maioria dos votantes nos processos democráticos.

Perfil – Antônio Hortêncio Rocha Neto é 7º promotor de Justiça de João Pessoa, com atribuições na área criminal; secretário-geral do MPPB (2017-atual); secretário do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) e membro das comissões de Elaboração Legislativa (CEL), de Análise do Quadro de Membros, de Gestão do Teletrabalho e integrante do Núcleo de Inovação e do Comitê de Tecnologia da Informação do MPPB. Ele ingressou na instituição em 2 de maio de 2000 e já ocupou os cargos de promotor de Justiça nos municípios de Sumé, Monteiro, Santa Rita, Bayeux e João Pessoa; assessor técnico da Procuradoria-Geral de Justiça do MPPB (2003, 2005-2007 e 2009-2011) e promotor corregedor da Corregedoria-Geral do Ministério Público da Paraíba (2011-2015).




Depoimento de Ricardo Barros tem bate boca, acusações e sessão é suspensa

O depoimento do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), à CPI da Covid causou bate-boca entre os senadores, o que levou a sessão ser suspensa por 15 minutos para acalmar os ânimos. Ex-ministro da Saúde e um principais nomes do Centrão, o deputado federal foi convocado para prestar esclarecimentos sobre suspeitas de ilegalidades no processo de compra da vacina Covaxin. Ele responde a um processo de improbidade administrativa, herança da época que comandava o ministério.

O atrito entre senadores governistas e da oposição começou após Barros rebater a acusação de que ele teria sido citado pelo deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) em seu depoimento à comissão. Segundo o parlmantar, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), indicou que Barros poderia estar envolvido nas irregularidades que envolvem a compra da vacina.

Barros entrou na mira da comissão após o Miranda e seu irmão, o servidor do servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, terem denunciado que houve pressão do alto escalão do Ministério da Saúde para a aquisição da Covaxin. Eles contaram que levaram o caso, pessoalmente, ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), numa reunião no Palácio Alvorada no dia 20 de março. Na ocasião, segundo os irmãos Miranda, o presidente lamentou o ocorrido e indicou que Ricardo Barros participava de um esquema na pasta.

O relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou um vídeo do depoimento de Miranda, em que o deputado afirma que foi Barros quem foi citado por Bolsonaro. Calheiros e o líder do governo, então, começam um princípio de desentendimento

— O deputado Luis Miranda não afirmou em nenhuma de suas entrevistas, nem no depoimento da Polícia Federal, que eu tivesse participação no caso Covaxin — disse Barros.

O deputado reclamou da “narrativa” que estava sendo criada. Omar Aziz reagiu:

— Por favor, Vossa Excelência responda as perguntas. Os seus comentários sobre a CPI, fale daquela porta para fora.

O atrito gerou um bate-boca generalizado entre Aziz, senadores da oposição e governistas, o que fez o presidente da CPI suspender a sessão por 15 minutos.

Barros e senadores governistas argumentaram que Bolsonaro citou o líder do governo em outro caso, que envolvia um contrato com a Global Serviços, quando era ministro da Saúde na gestão de Temer. E que o fez porque Luis Miranda havia levado uma foto e apresentado ao presidente. Omar Aziz, então, suspendeu a sessão e pediu que seja colocado o vídeo em que Miranda declara à CPI que Bolsonaro citou espontaneamente Barros no caso Covaxin.

Conflito de versões

A versão apresentada no depoimento de Luis Miranda à CPI em julho, contradiz a defesa apresentada por Ricardo Barros nesta quinta-feira:

— Eu levei para a pessoa certa, na minha opinião, que deveria dar o devido provimento ao assunto, que é o Presidente da República. Presidente esse que não nega, é impossível negar, que nós estivemos com ele. Ele nos recebeu num sábado, por conta de que eu aleguei que a urgência era urgente, urgentíssima, devido à gravidade das informações trazidas pelo meu irmão para a minha pessoa. O Presidente entendeu a gravidade. Olhando os meus olhos, ele falou: “Isso é grave!” Não me recordo do nome do Parlamentar, mas ele até citou um nome pra mim, dizendo: “Isso é coisa de fulano”. Não me recordo. E falou: “Vou acionar o DG da Polícia Federal, porque, de fato, Luis, isso é muito grave, isso que está ocorrendo”.

Na mesma sessão, em momento posterior, Luis Miranda afirmou que o deputado citado por Bolsonaro foi Ricardo Barros. O presidente nunca negou a acusação feita por Miranda.

Nesta quinta-feira, Barros disse que foi citado por Bolsonaro em outro contexto, não no caso Covaxin.

Renan Calheiros acusou Barros de manipular a verdade e reiterou a pergunta:

— O depoente [Barros] chegou ao cúmulo de agradecer Luis Miranda, porque nunca citou o nome. Não dá para manipular a verdade desta forma. Estamos aqui reunidos para esclarecer fatos. Nada mais. Então em função do que aqui se colocou: a que atribui a menção do presidente?

Barros então citou então o depoimento de Miranda à PF. O líder do governo disse que o contexto foram matérias de imprensa sobre o caso Global com foto dele. Mas disse que Miranda não foi até Bolsonaro acusá-lo de envolvimento em irregularidades no caso Covaxin.

Relação com dono da Precisa

Barros disse não ter relação pessoal com o empresário Francisco Maximiano, dono da Global e da Precisa:

— Não tenho relação pessoal com Maximiano, o o recebi no gabinete como ministro com a nossa equipe de compras. Está nos registros aqui que ele alegou, e eu também aleguei, que a última vez que nos encontramos foi quando eu era ministro. Portanto, nunca tratei de Covaxin.

Questionado por que não comprou da Sanofi diretamente, que tinha a patente, ele disse que a Global apresentou preço menor.

Barros alegou que havia um mercado selvagem, com laboratórios tentando impedir a atuação de algumas empresas. Seria o caso, por exemplo, da relação entre Sanofi e Global. Ele, como ministro, disse ter enfrentado esse problema.

Outras suspeitas

A CPI também enxerga suspeitas em outro episódio que envolve Barros, mais recente, já durante a pandemia. Ele é o autor de emenda a uma Medida Provisória para acrescentar a Central Drugs Standard Control Organization (CDSCO) — o equivalente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na Índia — no rol de órgãos habilitados a autorizar vacinas que podem ser importadas pelo Brasil. A Covaxin não tem registro na Anvisa, mas, como tem na Índia, a emenda poderia autorizar sua importação. Barros e os governistas vêm apontando que outros parlamentares, entre eles Omar Aziz, também apresentaram emenda para incluir a agência indiana na medida.

Renan questionou porque Ricardo Barros apresentou uma emenda em medida provisória do governo para acrescentar a Central Drugs Standard Control Organization (CDSCO) — o equivalente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na Índia — no rol de órgãos habilitados a autorizar vacinas que podem ser importadas pelo Brasil. A Covaxin não tem registro na Anvisa, mas, como tem na Índia, a emenda poderia autorizar sua importação.

— A Índia é o maior fabricante de vacinas no mundo. Então era absolutamente natural — responde Barros.

Ele negou saber naquele momento que isso poderia beneficiar a Precisa. Também disse que sua emenda não abrangeu agências de outros países porque isso já estava contemplado em outras emendas.

— Nem sabia que a Precisa representava a Covaxin no momento em que apresentei a emenda — afirmou o deputado.

Barros e os governistas vêm apontando que outros parlamentares, entre eles o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), também apresentaram emenda para incluir a agência indiana na medida. A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) destacou na CPI que os otros parlamentares incluíram várias agências em suas emendas, enquanto Barros pôs apenas a indiana, o que beneficiaria a Precisa. O deputado reagiu:

— Eu não vou aceitar ilação.

Após críticas de Randolfe, Barros disse que o senador estava mentindo.

— O senhor fez a emenda para a Covaxin. Não fez nenhum tipo de posicionamento sobre a Pfzer, pela CoronaVac, pela AstraZeneca, sobre as outra vaicnas que temos. Fez apenas emenda para a Covaxin — disse Randolfe.

— Eu não fiz nenhuma emenda para Covaxin. É mentira — rebateu Barros.

Barros também negou que tenha atuado para aproximar a empresa Belcher, representante da vacina Cansino, do Ministério da Saúde. A empresa é de Maringá, cidade da qual Barros já foi prefeito.

Barros rebate acusação

Barros também disse que o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias, suspeito de receber propina, não é indicado seu, tendo chegado à pasta durante a gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. O deputado reclamou do dano à imagem provocado pela CPI.

— A missão de servir é o que me move. Vocês causaram um dano à minha imagem muito grande. Espero reparar isso. O senador Humberto Costa já foi vítima de linchamento moral. O senador Renan Calheiros também. Senador Omar Aziz também. Muitos aqui já foram vítimas de linchamento moral — disse Barros.

Antes do depoimento, o líder do governo disse que Bolsonaro nunca relacionou seu nome ao caso Covaxin. Ele também contou jamais ter participado dessa negociação e que seu interesse sempre foi de ter mais vacinas o mais rápido possível para os brasileiros. Em entrevista coletiva antes da sessão da CPI, Barros primeiramente colocou em dúvida a declaração de Luis Miranda:

— O presidente Jair Bolsonaro nunca afirmou que eu estava envolvido no caso Covaxin. Em todas as narrativas do Luis Miranda, ele repete a mesma coisa. Eles mostraram minha foto ao presidente no caso Global, e o presidente perguntou se eu estava envolvido no caso Covaxin. Em todos as narrativas do Luis Miranda, inclusive no depoimento na Polícia Federal. Portanto não houve afirmação do presidente, se é que ele falou do meu nome. Porque o irmão de Luis Miranda disse que não estava na sala quando meu nome foi citado.

Depois, porém, disse que as afirmações de Luis Miranda são corretas, mas foi criada uma “narrativa” a partir disso.

— Sou um terceiro citado numa conversa de outros em que uma parte não confirma a conversa. É apenas uma versão que Luis Miranda colocou. E tenho que admitir, ele sempre colocou corretamente, dizendo que o presidente perguntou sobre minha participação, mas criou-se uma versão, repetida muitas vezes pelos senadores da CPI, que até pediu para o presidente desmentir. O presidente não pode desmentir o que nunca disse.

Segundo ele, tudo será esclarecido:

— Era importante para a CPI ter alguma coisa para se apegar. Hoje vamos encerrar esse grande mal entendido.

Barros disse que defendeu a permanência do ex-ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, no cargo. Ele saiu em março, após ser muito criticado pela forma como a pasta lidou com a pandemia. O senador Omar Aziz reagiu:

— Pelo amor de Deus, deputado!

Caso Global

Também em sua fala inicial, Barros defendeu sua atuação como ministro da Saúde, no governo de Michel Temer (MDB). Sobre o contrato da Global, ele disse que o atraso foi em parte culpa da empresa, mas também da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que teria atrasado a autorização para a importação. Segundo Barros, a Global também ganhou ações na justiça para manter o contrato.

Renan exibiu o vídeo de uma reportagem mostrando o atraso na entrega dos remédios que deveriam ser fornecidos pela Global, mostrando inclusive uma paciente com doença rara que morreu. Barros negou ter reponsabilidade sobre qualquer morte e disse que houve óbitos mesmo com a disponibilidade de medicamentos, porque alguns deles apenas melhoram a qualidade de vida, mas não curam.

— Quando a Global não conseguiu, entregou parte, mas não o todo, foi chamada a [empresa farmacêutica] Sanofi, que é detentora da patente, e também está no processo, a Sanofi também atrasou na entrega. Então não posso aceitar que venham relacionar a minha responsabilidade à morte de qualquer brasileiro — disse Barros.

Barros alegou que há acórdãos do Tribunal de Contas da União (TCU) permitindo a adoção do pagamento antecipado de medicamentos, como ocorreu no caso da Global. Disse ainda que a Pfizer recebeu de forma antecipada. Ele também afirmou haver outro acórdão do TCU dizendo que não havia impedimento para a contratação da Global ou da Precisa. Renan disse que não seria possível comparar Global e Pfizer. Já o senador governista Marcos Rogério (DEM-RO) lembrou que o Consórcio Nordeste pagou antecipadamente, mas não recebeu os respiradores comprados. Entre os integrantes do consórcio está o governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), que é filho do relator da CPI.

Presidente não desmentiu

Segundo o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), Bolsonaro poderia ter evitado a presença de Barros na CPI:

— As acusações foram feitas pelo deputado Luis Miranda, não desmentidas pelo presidente da República. O presidente poderia ter evitado esse constrangimento para seu líder. Não desmentiu. Por isso a presença aqui.

À PF, Luis Miranda falou do caso envolvendo a Global, empresa sócia da Precisa que em 2018 recebeu dinheiro para fornecer medicamentos para doenças raras, mas nunca os entregou.

— Porque o meu irmão focou em falar para o presidente do histórico da empresa, ele era testemunha desses problemas e conhecia muito profundamente o caso. E o presidente não olha para mais nada, olha para as matérias, bate o olho na matéria (do jornal “O Estado de S. Paulo”, que tem foto do Ricardo Barros em destaque) — disse Miranda, acrescentando: — O presidente bate o olho na matéria e diz assim: “Esse cara de novo? Vocês sabem me dizer se ele está envolvido nesse procedimento, nesse caso?”. As palavras do presidente nesse sentido, perguntando se a gente sabia alguma coisa do Ricardo Barros. E a gente fala assim, desculpa, presidente, a gente não tem nomes de pessoas para lhe dar.

Notificação judicial

O vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que Barros o notificou extrajudicialmente por declarações dadas ao programa “Profissão Repórter”, da TV Globo. “Notifica-se o senador Randolfe Rodrigues ainda nesta data quanto aos fatos falsamente veiculadas”, diz trecho da notificação lida pelo parlamentar. Randolfe lembrou então que os parlamentares têm garantida imunidade para poder fazer declarações sem medo de retaliação.

— O senador Randolfe foi notificado porque fez declarações que não são verdadeiras. E vou provar isso aqui — afirmou Barros.

Vítimas do tratamento precoce

O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), disse ter recebido defensores públicos para tratarem de uma estratégia em defesa de pessoas que tiveram problemas em razão de remédios sem eficácia comprovada contra a Covid-19, ou das famílias de quem morreu após ingerir esses medicamentos. Na sessão de quarta-feira, ele, o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e o relator Renan Calheiros (MDB-AL) defenderam ações judiciais para indenizar as vítimas e famílias.

Na sessão desta quinta-feira, a CPI também aprovou requerimento para tirar o sigilo do contrato da Covaxin. Ele era público e chegou a ser fornecido à CPI. Depois, o Ministério da Saúde impôs um sigilo de 100 anos.

Os senadores fizeram um minuto de silêncio pela morte do ator Tarcísio Meira, vítima da Covid-19.

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Câmara aprova a cassação do mandato da deputada Flordelis

Na tarde desta quarta-feira (11), por maioria dos votos da Câmara dos Deputados, foi aprovada a cassação do mandato da deputada Flordelis , por 437 votos a 7. Outros 12 deputados se abstiveram. Além de perder o cargo, a deputada ficará inelegível por determinação da Lei da Ficha Limpa.

Para que a decisão fosse tomada, eram necessários pelo menos 257 votos favoráveis. Flordelis é acusada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo , em junho de 2019, em Niterói (RJ).

O relator do processo, deputado Alexandre Leite (DEM-SP), afirmou que a deputada usou o mandato para coagir testemunhas e ocultar provas. Ele ressaltou que a análise do Conselho de Ética se limitou a fatos considerados antiéticos, sem entrar no mérito de quem é o culpado da morte do pastor Anderson do Carmo.

O relatório, segundo ele, comprova o uso indevido do mandato pela deputada. “O que se extrai desse processo no âmbito de Conselho de Ética são os fatos antiéticos, como o uso do mandato para coação de testemunha e para ocultação de provas”, disse Alexandre Leite.

Nesta quarta, a parlamentar foi pessoalmente ao plenário se defender e discursou, implorando aos deputados que não votassem favoráveis à cassação . Na ocasião, ela afirmou que sairia de cabeça erguida, caso perdesse o mandato.

“Caso eu saia daqui hoje, saio de cabeça erguida porque sei que sou inocente, todos saberão que sou inocente, a minha inocência será provada e vou continuar lutando para garantir a minha liberdade, a liberdade dos meus filhos e da minha família, que está sendo injustiçada”, declarou.

Flordelis também disse que seus colegas na Câmara não se interessaram em ouvir sua defesa, e que se arrependeriam do resultado. “O Tribunal de Júri vai me absolver e vocês, quando colocarem suas cabeças no travesseiro, vão se arrepender”.

E depois implorou para que os parlamentares a ajudassem : “Não me cassem. Vocês não têm todos os elementos necessários para pedirem minha cassação. Então, me ajudem, sejam justos e não me cassem”.

www.reporteriedoferreira.com.br Com informações da Agência Câmara de Notícias




Famintos: MPF pede condenação de quatro ex-secretários e mais 17 investigados durante a gestão de Romero, em CG

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou ontem (10) as alegações finais no processo que apura o envolvimento de servidores (e ex-servidores) da gestão do ex-prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) em fraudes na merenda escolar de Campina Grande. A ação faz parte da ‘Operação Famintos’, que apontou irregularidades e resultou na condenação, em 1º grau, de um vereador e mais 15 empresários.

No documento, o MPF pede a condenação do ex-secretário de Administração da prefeitura de Campina Grande, Paulo Roberto Diniz, e dos ex-secretários de Educação Rodolfo Gaudêncio, Iolanda Barbosa (ex-cunhada de Romero e ex-titular da Educação) e Verônica Bezerra (Educação); além de mais 17 investigados. Vela lembrar que o atual prefeito de Campina Grande até o ano passado era fiel defensor da ex-cunhada de Romero e ex-titular da Educação de Campina Iolanda Barbosa. “Eu confio completamente na lisura do processo que foi tomado pela ex-secretária Iolanda Barbosa”, dizia o ex-Chefe de Gabinete de Romero e atual prefeito de Campina Grande Bruno Cunha Lima sobre a idoneidade de Iolanda Barbosa que teve o pedido de condenação pelo MPF. Veja detalhes: https://paraibaonline.com.br/2019/08/chefe-de-gabinete-sobre-a-operacao-famintos-confio-completamente-na-lisura/

O MPF aponta supostos desvios na merenda superiores a R$ 11 milhões e coloca o ex-secretário Paulo Roberto Diniz como “líder” do suposto grupo. “O denunciado Paulo Roberto Diniz de Oliveira, consciente e voluntariamente, exerceu a liderança do núcleo político da organização criminosa, desde 2013, atuando diretamente nos contatos com o líder do núcleo empresarial, Frederico de Brito Lira, em ação coordenada para dispensar indevidamente as licitações, frustrar-lhes o caráter competitivo e viabilizar o desvio dos recursos públicos em benefício das empresas da ORCRIM”, relata a procuradora da República Acácia Suassuna.

Nas alegações são apontados crimes de organização criminosa, fraude licitatória, peculato e corrupção passiva (para alguns investigados), a depender dos investigados.

Confira a íntegra das alegações – Parte 1

http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/plenopoder/wp-content/uploads/sites/34/2021/08/parte-1-ALEGA%C3%87%C3%95ES-FINAIS-Opera%C3%A7%C3%A3o-Famintos-AP-0801826-86.2020.4.05.82011.pdf

Confira a íntegra das alegações – Parte 2

http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/plenopoder/wp-content/uploads/sites/34/2021/08/parte-2-ALEGA%C3%87%C3%95ES-FINAIS-Opera%C3%A7%C3%A3o-Famintos-AP-0801826-86.2020.4.05.8201.pdf

Confira a íntegra das alegações – Parte 3

http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/plenopoder/wp-content/uploads/sites/34/2021/08/parte-3-ALEGA%C3%87%C3%95ES-FINAIS-Opera%C3%A7%C3%A3o-Famintos-AP-0801826-86.2020.4.05.8201.pdf

Confira a íntegra das alegações – Parte 4

http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/plenopoder/wp-content/uploads/sites/34/2021/08/parte-4-ALEGA%C3%87%C3%95ES-FINAIS-Opera%C3%A7%C3%A3o-Famintos-AP-0801826-86.2020.4.05.8201.pdf

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Bolsonaro participa de desfile com tanques de guerra em frente ao Planalto

Sob pressão, o presidente da República esteve presente no controverso desfile de tanques de guerra e veículos blindados no Planalto

Por

Agência O Globo

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Presidente Jair Bolsonaro participa de desfile militar em frente ao Palácio do Planalto
Reprodução

Presidente Jair Bolsonaro participa de desfile militar em frente ao Palácio do Planalto

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) recebe nesta terça-feira um comboio de blindados e outros veículos militares na rampa do Palácio do Planalto. A demonstração de força dos militares, combinada com o presidente da República, acontece no dia que a Câmara irá votar a proposta de adoção do voto impresso no país . A tentativa do governo é vista pela oposição como tentativa para intimidar e pressionar os parlamentares e foi criticada até mesmo por aliados de Bolsonaro.

Participam do evento, junto com Bolsonaro, os três comandantes militares e do ministro da Defesa, Braga Neto, e ministros civis. Deputados ligados às Forças Armadas também compareceram. Entre eles estão, Ciro Nogueira (Casa Civil), Milton Ribeiro (Educação), Anderson Torres (Justiça), Gilson Machado (Turismo) e Onyx Lorenzoni (Trabalho).

Entre os parlamentares presentes está o líder do governo, deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), que será ouvido pela CPI da Covid. Barros teria sido citado pelo próprio Bolsonaro numa conversa com o deputado Luis Miranda (DEM-DF) que denunciara haver suspeitas de irregularidades no processo de negociação para compra da vacina Covaxin no Ministério da Saúde.

O comboio passou em frente ao Planalto. Um militar desceu de um jipe, subiu a rampa e entregou a Bolsonaro um convite para participar de operação militar marcada para a próxima semana. Entre os veículos militares, havia blindados, tanques, caminhões e jipes.

O pretexto da presença desses blindados na Esplanada numa data fora de qualquer celebração militar é que semana que vem ocorre a “Operação Formosa”, um treinamento militar que ocorre todo ano nessa cidade de Goiás. Bolsonaro recebeu o convite no alto da rampa para acompanhar esse treino, que irá contar com 2,5 mil militares das três forças.

Após a repercussão negativa desse ato militar, Bolsonaro fez convite público, na noite de ontem, aos presidentes dos tribunais superiores. A oposição tentou barrar o desfile dos blindados, mas o ministro Dias Toffoli, do STF, negou pedido desses partidos para que o ato fosse suspenso.

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Agência O Globo

 




Reforma eleitoral: Entenda o que muda no texto aprovado pela Câmara

Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou, por 22 votos a 11, o relatório da deputada Renata Abreu (Podemos-SP) referente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 125/11Comissão Especial aprovou o relatório da deputada Renata Abreu

Reprodução/Câmara dos Deputados

Comissão Especial aprovou o relatório da deputada Renata Abreu

A retomada das coligações partidárias para eleições proporcionais e a instituição do voto preferencial, que acaba com o sistema de segundo turno, estão entre as principais mudanças da  reforma eleitoral apresentadas pela relatora Renata Abreu (Podemos-SP) na noite desta segunda-feira na comissão especial. A deputada protocolou uma complementação de voto para submeter a apreciação ainda nesta segunda.

A deputada manteve a proposta de adoção do sistema do distritão misto para a eleição de deputados. Ela também ampliou o mecanismo de ‘peso dois’ na contagem dos votos para a Câmara entre 2022 e 2030, para fins de distribuição entre os partidos dos recursos do fundo partidário e fundo eleitoral.

Na versão anterior do relatório, essa medida assegurava que o voto dados a candidatas mulheres daria ao partido direito a mais recursos. Na nova versão o benefício também passou a ser aplicado no caso de candidatos negros.

As mudanças foram feitas para tentar ampliar a adesão dos partidos ao texto, após diversos pedidos de alteração feitos pelos deputados.

A nova versão permite a retomada das coligações para as eleições proporcionais. A votação para vereadores em 2020 foi o primeiro pleito a proibir as coligações, fruto da minirreforma eleitoral de 2017. O texto analisado pela comissão retoma o modelo tal qual existia anteriormente.

Na complementação de voto, a deputada disse que a mudança foi tomada porque resolveu “prestigiar a autonomia partidária e autorizar que os partidos decidam a forma de se coligarem, seja nas eleições majoritárias, seja nas proporcionais”.

O texto incluiu a possibilidade de voto preferencial para as eleições para presidente, governador e prefeito, que só valeria para 2024. O eleitor poderá escolher cinco candidatos para o Executivo, em ordem de preferência.

“Na contagem de votos são aferidas as opções dos eleitores até que algum candidato reúna a maioria absoluta dos votos. Assim, facilita-se a eleição dos que reúnem maior apoio e menor rejeição”, justificou a deputada em seu novo relatório.

Esse sistema de voto preferencial é fruto de uma emenda do partido Novo e, na prática, acaba com o sistema de 2º turno.

“Não é que ele acaba com o segundo turno. Na prática ele faz o primeiro, o segundo, o terceiro e o quarto turno e um turno só. É um sistema extremamente inteligente porque a rejeição conta e os candidatos terão que fazer propostas muito melhores”, afirmou a deputada.

Polêmica na versão anterior do relatório, Renata Abreu modificou seu parecer para propor a adoção do chamado “distritão misto” como sistema para a eleição de deputados federais e estaduais nas eleições de 2022.

“O distritão misto é exatamente igual ao que é hoje, mas com uma diferença: metade das vagas são os mais votados do estado e a outra metade é proporcional de lista aberta. A lógica acaba com o puxador de voto, que se elege na vaga do distritão, e desconta o voto da proporcional”, defendeu Renata durante a sessão.

O novo parecer da relatoria foi protocolado na noite desta segunda-feira, pouco antes do início da sessão da comissão especial. Deputados votaram requerimento para a retirada do texto da pauta da comissão, mas a iniciativa foi derrotada.

www.reporteriedoferreira.com.br   Por Agência O Globo




CCJ da Assembleia Legislativa da PB aprova projeto de combate ao Cyberbullying na Paraíba

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, em reunião por videoconferência realizada nessa segunda-feira (9), o projeto de lei 3057/2021 de autoria do presidente da Casa, Adriano Galdino, que cria o Programa Estadual de Combate ao Cyberbullying Lucas Santos.

O projeto consiste em ações educativas direcionadas ao público escolar, com ênfase nos estudantes dos ensinos fundamental e médio da rede pública estadual e privada. A lei assegura às vítimas de cyberbullying acesso prioritário aos serviços públicos de assistência médica, social, psicológica e jurídica, que poderão ser oferecidos por meio de parcerias e convênios.

A proposta homenageia Lucas Santos, jovem de 16 anos, filho da cantora paraibana Walkyria Santos, ex-vocalista da banda Magníficos, que foi mais uma vítima do cyberbullying.

Durante a reunião também foram aprovadas três Medidas Provisórias (MP), encaminhadas pelo Governo do Estado. Entre elas, a MP 298/2021, que dispõe sobre redução de multa e juros relacionados aos processos de execução de débitos não tributários do Poder Executivo, e a 300/2021, que institui o Programa Celso Furtado de Inovação Educacional e Desenvolvimento Regional.

A terceira MP aprovada foi a 299/2021, também de autoria do Governo do Estado, que dispõe sobre a reestruturação do Conselho Estadual de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (CACS-FUNDEB-PB).

Também foi aprovada a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 32/2021, do governador do Estado, que inclui a inovação entre as atividades a serem fomentadas pelo Estado da Paraíba, ao lado da ciência e da tecnologia.

A CCJ também aprovou o projeto de lei 2993/2021, do deputado Ricardo Barbosa, que institui o documento de identidade funcional em formato digital para policiais militares, policiais civis e demais agentes de segurança pública do Estado da Paraíba.

Além disso, também foi aprovado projeto de lei 2972/2021, do deputado Wallber Virgulino, que institui a Política de Prevenção e Atendimento à Gravidez na Infância, Adolescência e Juventude.

Participaram da reunião os deputados Júnior Araújo, Estela Bezerra, Anderson Monteiro, Wallber Virgulino, Jutay Meneses, Hervázio Bezerra e o presidente da CJJ, Ricardo Barbosa.

 




Governador inspeciona Sistema de Abastecimento de Água e visita obras em Areia e Alagoa Grande

João Azevêdo inspeciona Sistema de Abastecimento de Água e visita obras em Areia e Alagoa GrandeO governador João Azevêdo inspecionou, nesta sexta-feira (6), o Sistema de Abastecimento de Água do Distrito de Mata Limpa e visitou as obras da Estação de Tratamento de Esgotos, em Areia. Logo após, o chefe do Executivo Estadual foi até Alagoa Grande, onde vistoriou as obras da Escola Estadual Oswaldo Trigueiro de Albuquerque Melo. Estiveram presentes prefeitos, auxiliares do Governo e os deputados estaduais Adriano Galdino (presidente da Assembleia Legislativa), Doda de Tião, Inácio Falcão, João Gonçalves, Bosco Carneiro, Ricardo Barbosa e Raniery Paulino, entre outras autoridades.

Em Areia, o governador afirmou que o Sistema de Abastecimento de Água do Distrito de Mata Limpa vai facilitar a vida dos moradores. “Esse é um pleito importante que estará entregue à população na próxima sexta-feira. É um prazer trazer água que representa mais saúde e qualidade de vida para o povo”, disse.

A prefeita de Areia, Silvia Farias, ressaltou a importância das ações na cidade. “Areia e o povo de Mata Limpa agradecem ao Governo pelas obras. Em breve, Mata Limpa terá a questão do abastecimento resolvido e que venham mais parcerias trazendo benefícios para o povo”, declarou.

João Azevêdo inspeciona Sistema de Abastecimento de Água e visita obras em Areia e Alagoa Grande

O Sistema de Abastecimento de Água do Distrito de Mata Limpa beneficia cerca de 1.800 pessoas e recebeu mais de R$ 2 milhões de investimento. Contempla uma Interligação no Sistema de Abastecimento de Água da cidade de Areia; uma Estação Elevatória de Água Tratada; 2.916 metros de Adutora de Água Tratada em tubulação de Ferro Dúctil e PVC, com diâmetro 100mm; um Reservatório elevado com volume de 200 metros cúbicos; 1.813,00 metros de Rede de distribuição em tubos PVC, com diâmetros de 50, 75 e 100mm e 450 ligações domiciliares.

Já o Sistema de Esgotamento Sanitário vai beneficiar a zona urbana de Areia e tem investimento de R$ 18 milhões. Contempla um Novo módulo da Estação Tratamento de Esgoto 01 (ETE 01); Construção da Estação de Tratamento de Esgotos 02 (ETE 02); quatro Estações Elevatórias de Esgotos (EEE’s); 3.891,63 metros de Emissário de Recalque; 762,37 metros de Emissário por Gravidade; 13.955,76 metros de Rede Coletora de Esgotos e 2.995 Ligações Domiciliares de Esgotos.

A previsão é que a obra seja concluída no primeiro semestre do próximo ano. “Está na reta final da obra. E aí Areia será uma cidade cem por cento saneada. Dotar esta cidade de esgotamento sanitário e sistema de abastecimento de água vai trazer muito desenvolvimento para o município”, comentou o governador.

Em Alagoa Grande – A agenda de compromissos do governador teve continuidade com a vistoria às obras da Escola Oswaldo Trigueiro de Albuquerque Melo, em Alagoa Grande, que representa R$ 1,3 milhão de investimento.

João Azevêdo inspeciona Sistema de Abastecimento de Água e visita obras em Areia e Alagoa Grande

“É uma escola bonita e bem estruturada. Estamos tratando de educação e só ela permite que os jovens alcancem seus objetivos. Estamos fazendo com que a educação da Paraíba esteja em outro patamar, isso mostra o respeito que temos por este segmento”, ressaltou João Azevêdo.

O prefeito de Alagoa Grande, Antônio Sobrinho, parabenizou o Governo pela obra que está sendo concluída. “A Escola está ficando excelente para atender os estudantes da nossa cidade. Agradeço em nome da população por esta ação”, falou.

“Esta é mais uma escola que ganha um padrão de qualidade. Já havíamos entregue o ginásio pelo programa Bom de Bola e estamos nesta outra etapa com implantação de laboratórios e outras ações”, pontuou a superintendente de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan), Simone Guimarães.

João Azevêdo inspeciona Sistema de Abastecimento de Água e visita obras em Areia e Alagoa Grande

A obra contempla a construção de Laboratório (Mod 2), laboratório seco e laboratório molhado, almoxarifado, depósito, cozinha, reservatórios elevado e enterrado, bateria de banheiros, além da manutenção da Escola (seis salas de aula, secretaria, diretoria, sala de professores, banheiros, muro de contorno, passarela coberta de acesso, estacionamento e outros).

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I Maratona Internacional e outros eventos esportivos consta do calendário anunciado por Cícero Lucena

Cícero Lucena lança calendário de eventos esportivos e anuncia I Maratona Internacional de João PessoaO prefeito Cícero Lucena e o vice-prefeito Leo Bezerra lançaram, na manhã dessa sexta-feira (6), um grande calendário esportivo que será realizado durante todo o segundo semestre deste ano. Na ocasião foram anunciados eventos em diversas modalidades, entre eles a I Maratona Internacional de João Pessoa.

“Este é um programa que pretende impulsionar o esporte na cidade de João Pessoa e desenvolver uma série de fatores que estão a ele atrelados. A população vai ter a oportunidade de assistir diversas modalidades presencialmente e ainda vamos atrair visitantes que queiram competir. Fora o incentivo à prática do esporte e a oportunidade de inspirar talentos que podem se tornar grandes atletas”, afirmou o prefeito.

O calendário envolve atividades nas modalidades de futebol, ciclismo, natação, canoagem, corrida e-sports, esportes radicais, jiu jitsu, entre outros. As provas serão iniciadas no próximo dia 8 de agosto, com a Corrida dos Assessores, e encerradas no dia 19 de dezembro com a Maratona de Águas Abertas.

Entre os eventos anunciados estão a Copinha João Pessoa de Futsal, a Copa do Brasil de Paraciclismo, o Jampa Beach Games (que envolve diversos esportes de praia) o Grand Fondo João Pessoa (corrida de ciclismo de tradição internacional), o Campeonato de Canoagem no Mar, a Copa João Pessoa de BMX e o JP International Pró de Jiu Jitsu.

O secretário municipal da Juventude, Esporte e Recreação, Kaio Márcio, falou sobre a busca de uma variedade de esportes na programação. “Pensamos muito no esporte como uma mistura de atividades e a ideia era oferecer um pouco de cada coisa. Infelizmente não conseguimos abraçar tudo, por ser um calendário curto, mas foi possível trazer uma grande variedade”, afirmou.

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Dia dos pais com amor

Neste domingo, 8, comemorei o Dia dos Pais ao lado dos meus filhos, Lillyane Rachel e Iedo Júnior, em Lucena, faltando apenas a Livia Nilcethe. Que alegria e felicidade celebrar esta data com tanto amor.

Feliz dia dos pais a todos que tem a oportunidade de viver esse momento tão sublime e toda a solidariedade a quem não tem a mesma chance.

É importante lembrar que o homem não nasce pai, ele se torna pai. Esse é um processo de aprendizado, que acontece a cada dia desde a descoberta da gestação. Por isso, é importante dar a ele a chance de aprender e se redescobrir a cada dia, para que possa estabelecer com o filho um vínculo cheio de amor e aproveitar a paternidade da melhor maneira possível.

Ser pai é ter nas mãos a missão mais nobre do mundo: educar um filho. vida “obrigado, eu te amo!” Ser pai é ser amigo, companheiro e estar presente em todas as etapas da vida do seu filho. Você instruindo a criança com seus bons conselhos e eu cuidando dela com amor de mãe.

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