Como unir PDT e PT na PB se Carlos Lupi diz que descontentes com Ciro devem sair do partido?

A direção do PT na Paraíba, conforme notas da imprensa, anuncia conversas diretas entre a presidente nacional do partido, deputado Gleisi Hoffmann, e a vice-governadora da Paraíba, Lígia Feliciano, para tratar da candidatura da segunda ao Governo da Paraíba.

A ideia é de formação de uma frente de centro-esquerda que envolveria o PT, PDT, PCdoB, PV, etc. Lígia parece que efetivamente quer ser candidata e com o apoio de muitos partidos, inclusive o PT de Lula.

A pergunta que se impõe é a seguinte: existe possibilidade de um palanque com Ciro Gomes e Lula na Paraíba?

Na Paraíba, as coisas parecem fáceis. Não haveria maiores problemas para uma coligação. Parece a vontade das lideranças mais à esquerda.

Nacionalmente, contudo, existem barreiras a serem superadas. A principal delas é Ciro Gomes, candidato à presidência da República pelo PDT, partido de Lígia Feliciano.

Ciro havia adotado a estratégia de bater em Lula e Bolsonaro, apresentando um como coisa do passado e o outro como o grave problema do país atual, para tentar conquistar votos de quem não quer votar nos dois extremos da polarização política brasileira. Algumas vezes, bateu mais pesado em Lula e acabou criando problemas com o PT.

O problema da estratégia de Ciro é que o aparecimento da candidatura do ex-juiz Sérgio Moro praticamente encerra a possibilidade de conquistas de votos dos bolsonaristas arrependidos. Moro tem mais a ver com eleitores com pensamento mais conservadores.

Sobraria a Ciro tentar buscar votos do centro e de eleitores de centro-esquerda. Mas aí tem a candidatura do governador de São Paulo, João Dória, que tem se assumido como candidato de centro. Resta, então, tentar avançar sobre eleitores de posições de centro-esquerda, que, no vácuo, tendem a votar em Lula. O último caminho é mesmo tentar descontruir o candidato petista. Só que não se faz isso sem críticas. Neste caso, podem vir novos confrontos entre Ciro e o PT.

Pior é que não existe esse clima de cordialidade que os dirigentes paraibanos tentam passar. Na quinta-feira, o jornal o Globo registrou uma fala do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, declarando firme que os descontentes com Ciro deveriam sair do partido. No PDT, suspeita-se que existe, no PT, um movimento para solapar a candidatura de Ciro.

Nesse clima, as articulações na Paraíba podem melindrar Ciro Gomes e a direção nacional pedetista. Mas, registre-se, que há muitas apostas na candidatura de Lígia Feliciano, apesar dos atritos entre Lula e Ciro.




STF determina obrigatoriedade do passaporte da vacina para viajantes

Decisão contraria portaria editada na última semana, que abria a possibilidade de quarentena para quem não apresentasse comprovante

Comprovante de vacinação será obrigatório para todos que entrarem no Brasil
Divulgação: Governo de São Paulo

Comprovante de vacinação será obrigatório para todos que entrarem no Brasil

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou hoje a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacinação para todos os viajantes que vierem ao Brasil vindos do exterior.

A decisão é fruto de uma ação movida pela Rede Sustentabilidade. Até então, a portaria editada pelo governo Bolsonaro – que só entra em vigor no próximo dia 18 de dezembro – abria a possibilidade para que não vacinados cumprissem cinco dias de quarentena. As informações são da coluna de Mônica Bergamo, na Folha.

Para o ministro, o tema é de extrema urgência em razão do período de alta nas viagens durante as festas de fim de ano e o verão, e pelo risco de, segundo a coluna, o país se tornar um destino antivacina.

Estão isentados da apresentação do comprovante apenas aqueles dispensados por razões médicas, ou que venham de países que comprovadamente não tenham doses disponíveis ou por razão humanitária excepcional.

A decisão deve ser enviada para referendo em sessão extraordinária em Plenário Virtual da Corte.

 




Cícero Lucena mantém agenda com “consórcio metropolitano” na Colômbia

 

Cícero Lucena mantém agenda com “consórcio metropolitano” na Colômbia

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, esteve reunido nesta sexta-feira (10) com o diretor da Área Metropolitana Valle Aburrá, Juan David. Com características semelhantes a de um consórcio metropolitano, a Área Metropolitana tem como objetivo a construção de uma região articulada apoiada pelo planejamento do uso do solo para torná-lo ambientalmente sustentável.

“Funciona basicamente como um consórcio, mas com receitas próprias, planejamento, elaboração de projetos na área de mobilidade, meio ambiente, escolas, hospitais e espaços públicos, sempre procurando equilibrar a região metropolitana, levando o social para não haver sobrecarga sobre uma das cidades”, explicou Cícero Lucena.

Cícero Lucena mantém agenda com “consórcio metropolitano” na Colômbia

O prefeito foi recebido ainda pelo cônsul do Brasil em Medellin, Sérgio Escobar, que revelou conhecer e gostar muito de João Pessoa.




URGENTE: Réus do caso Boate Kiss são condenados

Do alto à esq. em sentido horário, Elissandro Spohr, Mauro Hoffmann, Marcelo de Jesus dos Santos e Luciano Bonilha

Após 10 dias de julgamento e quase nove anos de espera, o condenou os quatro réus acusados pelo incêndio na boate Kiss, que matou 242 pessoas e deixou outras 636 feridas. O corpo de jurados foi formado por seis homens e uma mulher.

Foram sentenciados os dois sócios da boate, Elissandro Callegaro Spohr, conhecido por Kiko, e Mauro Londero Hoffmann. Além de dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, o produtor Luciano Bonilha Leão e o vocalista, Marcelo de Jesus dos Santos. As penas ainda estão sendo lidas pelo juiz Orlando Faccini Neto.

“No caso como o presente, é preciso referir que se está diante da morte de 242 pessoas, circunstância que, na órbita do dolo eventual, já encerra imensa gravidade”, disse o juiz Orlando Faccini Neto. Inicialmente, o julgamento tinha previsão de durar cerca de 15 dias, mas a dispensa de testemunhas acabou encurtando a fase de depoimentos.

Condenados no caso Boate Kiss

  • Elissandro Spohr, sócio da boate: condenado a 22 anos e seis meses de prisão
  • Mauro Hoffmann, sócio da boate: condenado a 19 anos e seis meses de prisão
  • Marcelo de Jesus, vocalista da banda: condenado a 18 anos de prisão
  • Luciano Bonilha, auxiliar da banda: condenado a 18 anos de prisão

O incêndio na madrugada de 27 de janeiro de 2013 em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, deixou 242 pessoas mortas e outras 636 feridas. As vítimas, em sua maioria, eram jovens estudantes com idades entre 17 e 30 anos, moradores da cidade universitária.




Alckmin pode se filiar ao Solidariedade para ser vice na chapa de Lula em 2022

De saída do PSDB, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin disse a aliados que não quer ser um “peso” para nenhum partido e estuda, agora, a possibilidade de migrar para o Solidariedade, a fim de fazer dobradinha com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2022. Alckmin ainda negocia com o PSB, mas as exigências feitas pela legenda para aceitá-lo como vice na chapa de Lula ao Palácio do Planalto têm provocado mal-estar antes mesmo do casamento de papel passado.

A filiação ao Solidariedade surgiu como alternativa e vem sendo tratada com sigilo. Após participar nesta quarta-feira do 9º Congresso da Força Sindical – braço do Solidariedade -, Lula foi questionado por antigos companheiros de sindicalismo, a portas fechadas, se a aliança com Alckmin para 2022 era mesmo um desejo a ser perseguido.

“Ele foi bom governador em São Paulo e compor chapa com ele será bom para o Brasil. Continuem articulando. Eu quero”, respondeu o ex-presidente, de acordo com relatos de três participantes do encontro.

Cinco dias antes, na sexta-feira, Lula havia se reunido com Alckmin na casa do ex-secretário Gabriel Chalita, em São Paulo, com a presença do ex-prefeito Fernando Haddad, pré-candidato do PT ao governo paulista. A conversa, como não poderia deixar de ser, passou por ácidas críticas ao governo de Jair Bolsonaro. Nessas ocasiões, Lula só poupa o presidente do Banco Central, Roberto Campos Netto, por quem tem simpatia.

O PT já começou a montar a coordenação da campanha. O publicitário baiano Raul Rabelo, que em 2018 assinou o programa de TV de Haddad, ao lado de Otávio Antunes, é agora o nome mais cotado para ser o marqueteiro de Lula.

Interessado em ser vice na chapa, Alckmin tem dito que o PSB jogou à mesa exigências muito difíceis para fechar o acordo. O partido quer, por exemplo, que o PT apoie seus candidatos aos governos de São Paulo, Rio, Espírito Santo, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Acre. A cúpula petista já avisou o PSB que não aceita abrir mão de Haddad em São Paulo.

Diante dos obstáculos, amigos de Alckmin começaram a pressioná-lo para desistir da dobradinha com Lula e disputar o Palácio dos Bandeirantes pelo PSD de Gilberto Kassab. Ele ainda resiste.

Impasse

Foi nesse cenário de impasse que o deputado Alexandre Padilha (PT-SP) deu ao colega Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, a ideia de convidar Alckmin para se filiar. Lula incentivou o movimento. “Eu já tinha chamado o Alckmin lá atrás. Reafirmei agora o convite para ele entrar no Solidariedade, com o objetivo de ser candidato a vice do Lula. Se ele quiser, vou trabalhar para isso”, disse Paulinho ao Estadão/Broadcast.

A entrada de Alckmin como candidato a vice, porém, está longe de ser unanimidade no PT. “Para uma campanha aguerrida como a que será a de 2022, vamos ter um anestesista como vice?”, ironizou o deputado Rui Falcão (SP), ex-presidente do PT, numa referência à profissão do ex-governador. “O que Alckmin vai representar nessa malsinada aliança? Por acaso agora ele vai ser contra as privatizações?”, emendou Falcão, que integra a coordenação da campanha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

www.reporteriedoferreira.com.br    Autor: Vera Rosa  2021 Estadão




Desoneração da folha para 17 setores é prorrogada até 2023

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O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (9) o projeto de lei que prorroga por dois anos a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia (PL 2.541/2021). A medida, que se encerraria no fim do ano, valerá até o fim de 2023. O texto vai agora para sanção presidencial.

O projeto foi aprovado no mesmo formato como veio da Câmara dos Deputados, sem nenhuma alteração. O relator, senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), rejeitou pedidos dos senadores para incluir setores não contemplados, como a indústria naval e o turismo. Ele alegou a necessidade de garantir a renovação do instrumento antes do fim do ano — se o Senado tivesse feito mudanças, o texto voltaria para a Câmara.

— Estamos diante da iniquidade temporal. Estamos para ver exauridas as condições. O dia 31 de dezembro é o prazo fatal. Aqui poderíamos e haveríamos de fazer, no reconhecimento a essas demandas, as inserções de outros setores — disse Veneziano, assumindo o compromisso de apresentar uma proposição futura incluindo mais ramos da economia.

A desoneração da folha é um mecanismo que permite às empresas dos setores beneficiados pagarem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários. Essa permissão foi introduzida há 10 anos e há pelo menos oito já alcança todos os setores hoje incluídos. Pela legislação atual (Lei 12.546, de 2011), ela se esgotaria em 31 de dezembro deste ano.

Os setores alcançados pela medida são: calçados, call center, comunicação, confecção/vestuário, construção civil, empresas de construção e obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, TI (tecnologia da informação), TIC (tecnologia de comunicação), projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas.

Como forma de compensação pela prorrogação da desoneração, o projeto também aumenta em 1% a alíquota da Cofins-Importação. Segundo Veneziano, essa providência vai garantir um saldo fiscal positivo de cerca de R$ 2,5 bilhões. Outra regra do projeto aprovado é que o Executivo deverá estabelecer mecanismos permanentes de avaliação da efetividade da política de desoneração da folha de pagamento.

Durante a discussão da proposta, senadores criticaram as sucessivas prorrogações da desoneração da folha. Para eles, o ideal seria a promoção de uma reforma tributária que melhorasse as condições para as empresas de forma permanente.

O senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) parabenizou Veneziano pelo trabalho, mas questionou o impacto das desonerações temporárias sobre o planejamento das empresas.

— [Esses setores] são competitivos só durante o período da desoneração? E depois, como é que fica? O debate da reforma tributária tem que ser feito. Nós temos que levantar essa discussão e definir qual é a alíquota justa, qual é a contribuição justa para que os setores que mais empregam, que mais geram riqueza neste país, possam ser mais competitivos.

José Aníbal (PSDB-SP) rebateu o argumento de que a política de desoneração da folha gera empregos e promove a competitividade, criticando a ausência de estudos cuidadosos sobre o impacto dela sobre as contas públicas.

— Eu discordo de continuar com esse procedimento de prorrogações sucessivas. Os discursos se voltam, sobretudo, para os benefícios. E os custos? Esses custos privam o Estado brasileiro de fazer investimentos. Cadê a avaliação? — disse José Aníbal.

O senador Esperidião Amin (PP-SC) também chamou atenção para a necessidade de se avaliar a efetividade da medida, e elogiou a inclusão do dispositivo que exige do Executivo essa providência.

www.reporteriedoferreira.com.br   Agência Senado




Alckmin estuda suspender filiação ao PSB para facilitar aliança com Lula

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O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin pode se desfiliar do PSDB e ficar sem partido —adiando a decisão de entrar no PSB.

Alckmin está sendo aconselhado a seguir esse caminho para que sua candidatura a vice na chapa de Lula não fique atrelada a disputas regionais da legenda com o PT.

Mesmo com Alckmin fora do PSDB, Lula sinalizaria de forma ainda mais clara que deseja ter o ex-governador como vice em sua chapa, independentemente da legenda à qual ele vai se filiar.

Definido que o ex-governador será o candidato a vice-presidente, no PSB ou fora dele, as negociações do PT com os socialistas não envolveriam mais o nome dele em tentativas de acertos regionais. A aliança entre os dois seria facilitada.

Uma eventual filiação de Geraldo Alckmin à legenda não poderia mais, portanto, ser usada como trunfo por integrantes do PSB, ficando desvinculada das ambições de suas lideranças regionais. A aliança entre os dois seria facilitada.

Parte dos socialistas —entre eles o próprio presidente da legenda, Carlos Siqueira— tenta condicionar a filiação de Alckmin ao compromisso do PT de, em troca, apoiar candidatos do PSB aos governos estaduais de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Acre, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

O estado de São Paulo é o mais difícil de equacionar, já que o PT não pretende abrir mão da candidatura de Fernando Haddad ao Palácio dos Bandeirantes para apoiar o ex-vice-governador Mário França, do PSB, que também pretende se candidatar ao governo.

Em outros estados, a aliança é mais provável —e vital. Em Pernambuco, por exemplo, o partido necessitaria do apoio do PT para garantir a permanência no poder. No Rio de Janeiro, o candidato ao governo Marcelo Freixo conta com um acordo com os petistas e Lula em seu palanque para ficar mais perto da vitória.

 

Mônica Bergamo/Folho de S. Paulo




Prefeitura de João Pessoa serve de modelo em programa nacional de prevenção à corrupção

 

No Dia Internacional de Combate à Corrupção, celebrado nesta quinta-feira (9), a Prefeitura de João Pessoa reitera o compromisso em reforçar o enfrentamento à corrupção. A capital paraibana serve de modelo ao Programa Nacional de Prevenção à Corrupção (PNPC), participando com 30 organizações, dentre elas todas as secretarias do município, empresas públicas, autarquias e fundações.

O controlador-geral do município, Eudes Moacir Toscano Júnior, destacou que a luta contra a corrupção é um compromisso da atual gestão. “É indiscutível que a corrupção tem assolado o país, fato que nos impõe, não só no dia 9 de dezembro, mas diariamente, refletir institucionalmente e coletivamente acerca da necessária mudança de mentalidade sobre a preservação dos recursos públicos e seus fins, bem como sobre a atuação preventiva e repressiva da administração municipal neste processo de conscientização”, ressaltou.

As atividades de consultoria organizacional bem como as auditorias e os canais de ouvidoria da Secretaria Executiva Municipal da Transparência Pública (Setramp) tem funcionado em estreita sintonia nesse sentido, assegurando que os mecanismos de controle da gestão municipal vêm se aperfeiçoando a medida que fragilidades nas suas estruturações e operacionalizações demonstram a necessidade de maior ação no combate aos riscos que ameaçam o alcance dos objetivos dos programas e das atividades que buscam o bem comum do cidadão pessoense.

De acordo com o secretário executivo da Transparência Pública e atual presidente do Conselho Municipal de Transparência Pública e Combate à Corrupção, Rafael Costa, entre os objetivos da transparência constam o de formular, debater e sugerir medidas de combate à corrupção, à improbidade administrativa e à impunidade, por meio do aperfeiçoamento dos métodos e sistemas de controle e incremento da transparência na administração pública municipal, ao viabilizar a participação social e o monitoramento junto à administração pública imprimindo mudanças de mentalidade e atitude no campo da sociedade e do poder público no trato dos interesses coletivos.

Demonstrando o pioneirismo da Prefeitura Municipal, foi criada em julho de 2021, a Secretaria Executiva de Integridade, Governança e Prevenção à Corrupção (Seig). Para o secretário da pasta, Kleber Marques, tal atitude se traduz como “um ato firme do chefe do Poder Executivo, demonstrando que o exemplo deve vir de cima”, declarou.

Marques completou destacando que João Pessoa é uma das primeiras capitais do país a ter uma secretaria exclusiva para prevenir a corrupção. “Com a criação de uma secretaria executiva, norteadora das políticas de integridade, governança e prevenção à corrupção, a capital paraibana sai na frente e avança na busca por um país mais justo e íntegro para todos, sendo uma das primeiras capitais do Brasil a ter uma secretaria exclusiva para tratar do assunto”, afirmou.

E-Prevenção – O poder de compra do setor público como fator de risco à fraude e corrupção é a metodologia utilizada no município de João Pessoa e serve como instrumento para todo o Brasil. Através dela, utiliza-se o poder de compra como fator de risco e exposição à corrupção, dentre outras ferramentas. O método foi desenvolvido pelo secretário executivo de Integridade, Governança e Prevenção à Corrupção da Capital, Kleber Marques, a pedido do Tribunal de Contas da União (TCU). Utilizando essa metodologia já foram avaliados mais de R$ 1,5 bilhões, referentes ao poder de compra das organizações municipais.

Nações Unidas – A Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção foi assinada por diversos países em 9 de dezembro de 2003, na cidade de Mérida, no México. A ideia central é fortalecer a cooperação internacional para ampliar a prevenção e o combate à corrupção no mundo todo. Em referência a essa data, o 9 de dezembro foi então instituído como Dia Internacional de Combate à Corrupção, resultado de proposta feita pela delegação brasileira na Convenção de Mérida. No Brasil, é a Controladoria-Geral da União (CGU) que acompanha a implementação da convenção e de outros compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, que tenham como objetivo a prevenção e o combate à corrupção.




João Azêvedo faz balanço do Opera PB e anuncia próxima etapa do programa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O governador João Azevêdo (Cidadania) anuncia oficialmente, nesta quinta-feira (9), o cumprimento da meta do Programa Opera Paraíba, cuja previsão inicial era atingir 12 mil cirurgias até o fim deste mês.

A meta do programa é zerar a fila de espera das pessoas que aguardam há anos por uma cirurgia. O Opera Paraíba foi retomado em agosto deste ano, após a diminuição das internações causadas pela Covid-19.

Também deve anunciar a próxima etapa do programa para 2022.

As especialidades oferecidas são de cirurgia geral, ginecológica, urológica, oftalmológica e da otorrinolaringologia. Além do público adulto, o programa também passou a contemplar crianças e adolescentes.

www.reporteriedoferreira.com.br   /Blog Sony Lacerda




Primeira-dama da Paraíba visita obra do Hospital Padre Zé

Primeira-dama da Paraíba visita obra do Hospital Padre ZéA primeira-dama do Estado, Ana Maria Lins, esteve na tarde desta terça-feira (7) no Hospital Padre Zé, em João Pessoa, para visitar as obras do Acolhimento aos Enfermos. Com investimentos superiores a R$ 2,5 milhões, o espaço será muito importante para abrigar idosos que recebem alta e não têm onde ficar.

Construído por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), o Acolhimento dos Enfermos, que vai ganhar o nome da mãe do governador João Azevêdo, Odília Pereira Lins, terá 21 quartos nos três pavimentos, com capacidade de atender a 66 pessoas, inclusive acompanhantes.

Na ocasião, Ana Maria Lins ressaltou a importância do espaço no acolhimento aos idosos enfermos. “Essa obra nasce de uma dificuldade contada pelo padre Egídio de que, após a alta hospitalar, muitos idosos não tinham onde ficar. Levei essa necessidade até o governador João Azevêdo, que decidiu apoiar este projeto”, disse, destacando a homenagem à dona Odília Pereira Lins pelas ações sociais que realizou em vida.

Na oportunidade, o padre Egídio entregou à primeira-dama Ana Maria Lins os projetos desenvolvidos pela Ação Social Arquidiocesana (ASA) em parceria com o Governo do Estado, a exemplo do Prato Cheio e do Banho Cidadão e Migrantes Venezuelanos, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano e Secretaria de Estado da Saúde.

Já o padre Egídio Carvalho, presidente da Fundação Padre Zé, agradeceu o empenho da primeira-dama no projeto de construção do Acolhimento dos Enfermos do hospital. “É  uma obra de grande importância, já que vai abrigar idosos que, vindos do interior, não teriam onde ficar, o que acontece também quando recebem alta. Agradeço à primeira-dama pela sensibilidade e também ao governador João Azevêdo por ter entendido essa necessidade. Esperamos inaugurar esse espaço em março”, disse.

Primeira-dama da Paraíba visita obra do Hospital Padre Zé

Na oportunidade, o padre Egídio entregou à primeira-dama Ana Maria Lins os projetos desenvolvidos pela Ação Social Arquidiocesana (ASA) em parceria com o Governo do Estado, a exemplo do Prato Cheio e do Banho Cidadão e Migrantes Venezuelanos, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano e Secretaria de Estado da Saúde.
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