Bolsonaro anuncia reforma ministerial em março e Queiroga pode deixar governo para ser candidato na Paraíba

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesse sábado (08) que prepara uma reforma ministerial para março. Segundo ele, ao menos 12 chefes de ministérios devem ser substituídos no comando de suas pastas por causa das eleições 2022.

“No momento não tem [reforma ministerial]. Vou fazer ali no final de março, 12 devem sair, mas acho que dificilmente saem antes da hora. Vou querer que saiam um dia antes do limite máximo. Já começamos a pensar em nomes, alguns já estão mais que certos”, disse.

A perspectiva é de que 12 ministros deverão deixar seus postos para concorrerem a cargos nas eleições deste ano, dentre eles o paraibano Marcelo Queiroga, ministro da Saúde desde março de 2021. O nome do médico é cotado para uma candidatura ao Governo da Paraíba com o apadrinhamento do presidente da República, garantindo a união da direita e centro-direita no estado e palanque para a campanha de reeleição de Bolsonaro.

De acordo com a Lei eleitoral, integrantes do Poder Executivo deixem seus cargos pelo menos seis meses antes do pleito eleitoral. Se isso se confirmar, quase metade do primeiro escalão do governo federal, atualmente com 23 ministros, será substituído na reforma ministerial deste ano.

Além de Queiroga, também devem deixar os cargos para concorrer nas eleições os ministros Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública), Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), Fábio Faria (Comunicações), Flávia Arruda (Secretaria de Governo), Gilson Machado (Turismo), João Roma (Cidadania), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura).

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João Azevêdo apresenta prestação de contas do Governo nesta segunda-feira

O governador João Azevêdo apresentará a prestação de contas do Governo do Estado. A solenidade acontecerá nesta segunda-feira (10), às 10h, no Teatro Paulo Pontes, no Espaço Cultural, em João Pessoa.

O gestor fará um balanço dos investimentos feitos nas diversas áreas, a exemplo de infraestrutura, saúde, educação e segurança.

Após a prestação de contas em forma de vídeo e de uma publicação impressa, o governador concederá uma entrevista à imprensa.

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Bolsonaro recua e veta programa de renegociação de R$ 50 bi de dívidas de micro e pequenas empresas

 

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O presidente Jair Bolsonaro recuou e vetou integralmente o Projeto de Lei Complementar nº 46, de 2021, que instituia o Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp)”, que permitiria a renegociação de R$ 50 bilhões dívidas para pequenas empresas que se enquadrem nos regimes Simples e Microempreendedor Individual (MEI).

Publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, o veto é justificado por inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público.

A decisão representa uma vitória do Ministério da Economia e uma reviravolta no posicionamento do presidente, que na noite de quinta-feira, antes do início da transmissão de sua live pelas redes sociais, aparentemente sem saber que estava sendo gravado, demonstrou irritação com o alerta feito pela equipe econômica para que vetasse o projeto de lei.

O dia de ontem foi marcado por idas e vindas. Pela manhã, a tendência era o veto total do projeto.

Após a repercussão negativa desta notícia, o cenário mudou e a previsão era que Bolsonaro sancionasse a lei, vetando apenas o artigo que permitirá que empresas que não tiveram queda de faturamento na pandemia aderissem ao programa.

Integrantes do Ministério da Economia e do Palácio do Planalto confirmaram, sob sigilo, que está era a tendência por volta das 21h de quinta-feira. Porém, na decisão final decorado sobre a matéria, que teria de ser avaliada pelo presidente até a noite de ontem, a decisão foi outra.

O programa de parcelamento de dívidas tem potencial para a renegociação de R$ 50 bilhões que o governo cobra de empreendedores individuais e de micro e pequenas empresas.

 

O Globo




PT pretende reverter reforma trabalhista, privatizações e teto de gastos aprovados por Temer e Bolsonaro

 

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Após o encontro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Espanha, Pedro Sánchez, em novembro de 2021, a indicação é de que o Partido dos Trabalhadores pode imitar o país e desfazer a reforma trabalhista no Brasil. Para o PT, esta não é a única revisão de medida econômica que a sigla discute adotar caso volte ao poder. Importantes integrantes da legenda também avaliam atuar para reverter outras propostas aprovadas nos governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, como o programa de privatizações de estatais – que pouco avançou – e o teto de gastos, principal âncora fiscal da economia.

Segundo reportagem do Estadão, Uma ala do partido defende incluir na lista do “revogaço petista” a autonomia do Banco Central, aprovado no ano passado pelo Congresso, mas essa discussão ainda está num estágio menos amadurecido.

Líder nas pesquisas de intenção de votos, Lula já tem dado sinais claros de que pretende mudar a orientação liberal que foi dada pelos governos Temer e Bolsonaro. O primeiro movimento claro foi feito em relação a uma revisão da reforma trabalhista, aproveitando o que vem sendo feito nesse sentido pelo governo da Espanha.

“É importante que os brasileiros acompanhem de perto o que está acontecendo na reforma trabalhista da Espanha, onde o presidente Pedro Sanchez está trabalhando para recuperar direitos dos trabalhadores”, escreveu Lula nas suas redes sociais, colocando na rua o debate em torno da revisão de medidas liberais.

É importante que os brasileiros acompanhem de perto o que está acontecendo na Reforma Trabalhista da Espanha, onde o presidente Pedro Sanchez está trabalhando para recuperar direitos dos trabalhadores.https://t.co/c4vH9SNXxH

— Lula (@LulaOficial) January 4, 2022

O presidente da Espanha, Pedro Sánchez, agradeceu Lula pela sua postagem nesta quinta-feira, 6. “Obrigado, Lula, por reconhecer este novo modelo de legislação trabalhista que vai garantir os direitos de todos”, declarou Sánchez no Twitter.

Este es un logro colectivo de España, un compromiso del Gobierno y ejemplo de que, con diálogo y acuerdos, podemos construir un país más justo y solidario.
Gracias, @LulaOficial, por reconocer este nuevo modelo de legislación laboral que garantizará los derechos de todos y todas. https://t.co/nw7oxAQ59K

— Pedro Sánchez (@sanchezcastejon) January 6, 2022

A discussão é polêmica e provocou reações contrárias. O deputado licenciado Rodrigo Maia (sem partido-RJ), que presidiu a Câmara durante a votação da reforma trabalhista, avaliou que o ponto que gera esse interesse de rever a medida está na discussão sobre a volta de financiamento dos sindicatos, que historicamente formam a base de apoio do PT.

“Ao mesmo tempo que defendem revogar a reforma trabalhista daqui, defendem o modelo econômico da China, que não dá direito nenhum aos trabalhadores”, afirmou Maia. “Grande parte da legislação trabalhista antiga gerava uma massa de advogados na Justiça do Trabalho. Isso não resolvia para ninguém”, completou o parlamentar, que atualmente ocupa uma secretaria no governo de São Paulo, comandado por João Doria (PSDB), pré-candidato ao Planalto.

Dentro da campanha do ex-presidente, a dúvida, agora, é a forma e o “timing” como essas discussões sobre a revisão liberal devem ser conduzidas e o quanto poderá ser ampliada sem afastar possíveis apoiadores com visão mais liberal. Ao mesmo tempo em que acena com o cavalo de pau na atual política econômica, o partido negocia a vaga de vice de Lula com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, que defendeu essas pautas enquanto esteve nas fileiras do PSDB.

Na discussão sobre a autonomia do Banco Central, a bancada do PT na Câmara defende a revisão da medida. Mas setores importantes do partido avaliam que a discussão pode ser sensível demais. Para o deputado Carlos Zarattini (SP), a aprovação da autonomia do BC foi um erro porque pode deixar o presidente “de mãos amarradas”.

“Sou a favor da revisão. A gente não pode ter o presidente da República de mãos atadas. O Lula nunca interferiu na política do Banco Central nos oito anos que ficou lá, mas o Henrique Meirelles também nunca fez uma política antagônica à política de crescimento econômico. Só que pela forma que o atual presidente do BC atua, vai ser difícil. Porque ele não leva em conta a conjuntura do País e vai ficar no cargo mais dois anos”, disse o parlamentar. Conselheiros econômicos do ex-presidente, como o ex-prefeito Fernando Haddad, também já deram declarações no mesmo sentido.

Na prática, será o próprio Lula que definirá o rumo do discurso econômico da campanha. Até porque o ex-presidente não definiu nenhum nome para liderar a discussão sobre suas propostas na área – e não é certo nem que o faça. Hoje, segundo aliados, a ideia de Lula é ouvir avaliações e receber informações de economistas do PT, como Guido Mantega, Nelson Barbosa e Aloizio Mercadante, mas será ele quem dará a palavra final.

Lula já se manifestou publicamente em março do ano passado contra a autonomia do BC, antes da sua aprovação, mas sem mencionar que poderia rever a medida. “A quem interessa essa autonomia? Não interessa ao trabalhador que foi mandado embora da Ford, o presidente da CUT. Interessa ao sistema financeiro”, disse Lula em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos.

O atual presidente do BC, Roberto Campos Neto, foi nomeado segundo as novas regras em abril, e tem mandato até 31 de dezembro de 2024.

Enquanto isso, frear o programa de desestatizações e o fim do teto de gastos são temas consensuais dentro da campanha. Lula já se queixou publicamente da venda da BR Distribuidora e afirmou que pretende fortalecer a Petrobras, por exemplo.

Na revisão do teto de gastos, a discussão também está bastante avançada. Até porque o atual governo já avançou nessa regra no ano passado ao mudar a forma de cálculo, abrindo margem para poder gastar mais neste ano. “O governo deve coordenar um ambicioso plano de investimentos públicos e privados, gerando muitos empregos! Tchau teto dos gastos, totalmente desmoralizado por Bolsonaro. A política fiscal tem de servir aos interesses do país e do povo”, afirmou a presidente do partido, deputada Gleisi Hoffmann (PR), em postagem no Twitter.

Em outra publicação, ela acusa o presidente e o Ministro da Economia Paulo Guedes de beneficiar instituições financeiras em detrimento da população, através da redução da Contribuição Social, que deve ser revertida em lucro líquido neste ano.

Enquanto o povo segue pagando altos impostos, bancos, seguradoras e financeiras foram beneficiadas por Bolsonaro e Guedes e terão redução da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido a partir desse ano. É o governo mais desumano da história, um Robin Hood às avessas.

— Gleisi Hoffmann (@gleisi) January 5, 2022

Nova regra aprovada na Espanha restringe trabalho temporário

Em dezembro passado, presidente da Espanha, Pedro Sánchez, eleito por uma coalizão de esquerda, obteve sucesso em uma articulação para extinguir a legislação que regulamentava o mercado de trabalho no país.

As novas regras trabalhistas aprovadas pelo país desfazem medidas adotadas na reforma de 2012 e que foram apontadas como sem eficácia e responsáveis pela precarização do trabalho. O antigo modelo espanhol foi considerado uma espécie de base para a proposta de reforma trabalhista votada no Brasil em 2017, no governo de Michel Temer.

A principal alteração trata do fim do chamado sistema de modalidade de contrato por obra e serviço. Esse tipo de contrato foi criticado por manter boa parte dos trabalhadores no esquema de temporalidade. Ainda é possível fazer contratos por um tempo específico na Espanha, mas foram definidas várias restrições, como a garantia de aproveitar o trabalhador em outro serviço depois do fim do primeiro. Se isso não for feito, o trabalhador tem direito a uma compensação financeira.

Câmara

Em abril de 2017, após sessão que durou mais de dez horas, deputados aprovaram o texto-base da reforma trabalhista. Foram 296 votos a favor e 177 contra. No PT, a orientação da bancada foi votar contra a proposta.

Senado

Em julho daquele ano, o Senado aprovou reforma trabalhista proposta pelo governo de Michel Temer – foram 50 votos favoráveis, 26 contrários e uma abstenção.

Sanção

A reforma trabalhista foi sancionada em julho de 2017, pelo então presidente Michel Temer, sem vetos, em cerimônia no Palácio do Planalto. Na ocasião, Temer afirmou que, até então, “ninguém tinha a ousadia” de fazer a reforma.

Mudanças

A nova legislação alterou regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e passou a prever pontos que poderiam ser negociados entre empregadores e empregados e, em caso de acordo coletivo, passariam a ter força de lei.

 

Estadão 




Governo Bolsonaro desiste de exigir receita médica para vacinar crianças contra Covid

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Ministério da Saúde incluiu nesta quarta-feira (5) crianças entre 5 e 11 anos no plano nacional de vacinação contra a Covid-19, mas sem a exigência de prescrição médica, como havia antecipado o ministro Marcelo Queiroga em dezembro. O anúncio acontece em meio à pressão de especialistas, secretários de Saúde e governadores, que vinham cobrando agilidade do governo federal.

A vacinação do público infantil contra a Covid-19 foi aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) há quase três semanas, em 16 de dezembro de 2021. Para a tomada de decisão, a agência analisou um estudo feito com 2.250 crianças que comprovou que o imunizante da Pfizer é seguro e eficaz, com benefícios que superam os riscos.

Mas o Ministério da Saúde resolveu adiar a decisão de incluí-las na campanha nacional para esta quarta, depois de elaborar uma consulta pública — encerrada no domingo (2) — sobre o tema. No questionário, que recebeu críticas de sociedades médicas e científicas, a maioria dos participantes já havia rejeitado a obrigatoriedade de prescrição médica para vacinar crianças.

“Tivemos, senhores, 99.309 pessoas que participaram nesse curto intervalo de tempo no qual documento esteve para consulta pública. Sendo que a maioria se mostrou concordante com a não compulsoriedade da vacinação e a priorização das crianças com comorbidade. A maioria foi contrária à obrigatoriedade de prescrição médica no ato de vacinação”, disse ontem a secretária extraordinária de enfrentamento à covid-19, Rosana Leite de Melo.

Mesmo com o aval da Anvisa, o presidente Jair Bolsonaro (PL) já se manifestou contra a vacinação de crianças contra a Covid-19 em diversas ocasiões. Em 16 de dezembro, durante uma de suas lives semanais, ele anunciou ter pedido os nomes dos técnicos da agência responsáveis por aprovar a vacina ao público infantil, dizendo querer “divulgar o nome dessas pessoas”.

Três dias depois, durante conversa com apoiadores em Praia Grande (SP), Bolsonaro voltou a criticar a Anvisa, questionou supostos efeitos adversos da vacina — sem, no entanto, apresentar dados — e repetiu ser a favor da “liberdade” de não se vacinar, ainda que isso represente um risco a outras pessoas.

“Nem a tua [vacina] é obrigatória. É liberdade”, afirmou. “Criança é uma coisa muito séria. Não se sabe os possíveis efeitos adversos futuros. É inacreditável, desculpa aqui, o que a Anvisa fez. Inacreditável.”

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Paraíba aguarda definição de novo piso para anunciar reajuste na educação, diz João Azevêdo

O governador João Azevêdo (Cidadania) anunciou na tarde desta quinta-feira (06) o cumprimento integral do piso que for definido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Por meio de publicação no Twitter, Azevêdo disse que o Estado “aguarda a definição para determinar o reajuste para ativos e inativos”.

Mais cedo, João anunciou 100% da incorporação da bolsa desempenho ao salário em 48 meses, acrescidos a 10% de reajuste salarial que será implantado de forma imediata. Além disso, ficou definido um reajuste de 24% no auxílio-alimentação e um aumento no valor da hora do plantão extra que será de até 74,42% em dias normais e até 140,70% em datas especiais. Segundo o governador, os plantões agora terão 12 horas, não mais 24 horas.

Segundo o governador, o aumento linear ficou em 10% porque há uma previsão que outras categorias também sejam beneficiadas com reajustes.

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Oficiais da PM vão apresentar contraproposta com exigência de 100% da incorporação da Bolsa Desempenho

A Assembleia dos Oficiais da Polícia Militar da Paraíba terminou, por volta das 13h, desta quarta-feira (05), com a contraproposta para ser apresentada ao Governo da Paraíba que corresponde a solicitar 100% da incorporação da Bolsa Desempenho, em vez dos 80% oferecido pelo Governo da Paraíba, a ser pago também de forma escalonada.

Segundo o Coronel Francisco, que é o presidente do Clube dos Oficiais do Estado da Paraíba, a decisão aconteceu de forma colegiada e agora será apresentada ao governador João Azevêdo na reunião que acontecerá nesta quinta-feira (06).

“A Assembleia aconteceu de forma eclética, com representantes de todas as regiões porque o momento exige. Fica muito claro na grande discussão a preocupação com a paridade e a integralidade, esses dois pilares que sustentam o sistema de proteção dos militares em simetria com o das Forças Armadas. O aspecto da paridade e integralidade precisa ser alcançada e agora a gente precisa rever isso aí. Infelizmente a ALPB aprovou a lei a toque de caixa e isso nos prejudicou. Por isso a nossa proposta vai pairar principalmente nos 100% da Bolsa
Desempenho e amanhã, certamente vamos sentar de forma tranquila com o governador e conversar”, ressaltou.

Ainda segundo o Coronel Francisco, a tese de aumento de reajuste salarial de 10% para 20% ainda será estudada com os comandantes da PM porque o valor modifica um percentual entre os que estão na ativa e os que estão na inativa.

“Os detalhes serão construídos, mas o cenário de 100% da Bolsa Desempenho, de forma escalonada, é uma exigência legal, porque a Lei de Proteção Social já nos penalizou. Então nosso objetivo é cobrir a paridade e integralidade. A parte do reajuste salarial ainda será discutido junto aos comandantes gerais”, emendou.

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Incorporação da bolsa representa aumento de 61,47% para inativos e salário de R$ 4.090,87 para soldados da ativa

O anúncio do governador João Azevêdo de incorporar 80% da bolsa desempenho ao salário das forças de Segurança acrescidos de 10% de reajuste salarial representa um aumento de até 61,47% para os servidores inativos em três anos. Além disso, um soldado no exercício da profissão passa a receber, a partir deste mês, R$ 4.090,87 de remuneração, valor este que ainda se somará às horas extras, plantões e outros benefícios concedidos aos servidores.

A bolsa desempenho, que hoje representa 29,68% do salário total de um soldado e 38,04% do salário de um coronel, será reduzida a 5,61% para o soldado e 7,18% para o coronel, percentuais que serão reduzidos a cada reajuste salarial que for concedido ao longo dos próximos 36 meses, garantindo a tranquilidade dos integrantes das forças de Segurança no momento da aposentadoria.

“Essa é demonstração do respeito e da vontade do governador João Azevêdo de fazer justiça a homens e mulheres que fazem a Segurança Pública, corrigindo erros de gestões passadas, dando dignidade aos reformados e assegurando aos que estão em pleno exercício das atividades a certeza de que terão um futuro mais tranquilo, resultado do esforço de uma vida dedicada à população paraibana”, destacou o secretário de estado da Fazenda, Marialvo Laureano.

Nessa terça-feira (3), o governador João Azevêdo se reuniu com representantes das categorias das Polícias Militar, Civil e Corpo de Bombeiros, ocasião em que anunciou a incorporação de 80%  da bolsa desempenho ao salário ao longo de 36 meses, sendo 20% implantados de imediato neste início de ano. Ainda foi anunciado 10% de reajuste salarial com efeito imediato para todos os militares da Paraíba, beneficiando os servidores ativos e inativos.

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João também anuncia para polícia civil incorporação de 80% da bolsa e reajuste de 10%

O governador João Azevêdo se reuniu, na tarde desta terça-feira (4), na Granja Santana, em João Pessoa, com associações representativas da Polícia Civil, ocasião em que anunciou a incorporação de 80% da bolsa desempenho ao salário em 36 meses, sendo 20% implantado de imediato neste início de ano. Além disso, também foi anunciado 10% de reajuste salarial com efeito imediato para todo o efetivo ativo e inativo.

Na reunião ainda ficou definida a realização de estudos sugeridos pelas categoria que envolvem a equiparação do pagamento do risco de vida, por exemplo.

“Nós demos sequência à reunião que ocorreu pela manhã com representantes da Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros e apresentamos aos representantes da Polícia Civil a mesma proposta para os militares, trazendo dignidade para quem é aposentado e que precisa ter esse olhar atento do governo. Foi uma reunião extremamente produtiva, respeitosa e vamos avançar para que possamos fazer uma segurança cada vez melhor na Paraíba”, frisou o governador João Azevêdo.

O presidente da Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba (Aspol), Beethoven Silva, fez uma avaliação positiva da reunião. “Foi um momento oportuno. Tivemos de fato uma abertura de diálogo, o governo se mostrou sensível as nossas pautas. É importante ressaltar que essa ideia de trazer alento ao policial civil que está aposentado ou que está perto de se aposentar deve ser parabenizado por esta decisão”, comentou.

Participaram da reunião, Steferson Nogueira (Associação de Defesa das Prerrogativas dos Delegados – Adepdel) ; Germana Honório (Associação de Técnicos em Perícia e Necrotomistas da Polícia Civil – Atenepol); Clébio Gomes – (Associação dos Papiloscopistas Policiais Civis do Estado da Paraíba – Asppeb); Humberto Pontes (Sindicato dos Peritos Oficiais da Paraíba – Sindiperitos); Antônio Erivaldo (Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado da Paraíba – Sindspol)

Também estiveram presentes os secretários Jean Francisco Nunes (Segurança e da Defesa Social); Marialvo Laureano (Fazenda); Gilmar Martins (Planejamento, Orçamento e Gestão); Jacqueline Gusmão (Administração); Letácio Guedes (Controladoria Geral do Estado); André Rabelo (delegado geral da Polícia Civil); e Fábio Andrade (procurador geral do estado), além do presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino.

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Flurona chegou ao Brasil; saiba quais são os sintomas

O início de 2022 veio acompanhado de novidades em relação à pandemia da Covid- 19 que parecia dar sinal que estava controlada, pelo menos na mentalidade das pessoas.

Gente nas ruas sem máscara, casas de show lotadas, praias cheias, escolas ensaiando uma volta total. A ideia que velhos hábitos voltaram a fazer participar do cotidiano mostra que a nossa relação com a covid-19 tem mudado.

Sintomas iniciais

No início da pandemia, a OMS divulgou que os infectados apresentavam sintomas como febre, tosse seca, cansaço e perda do paladar ou do olfato. Só que o surgimento de mutações fez com que os sintomas também fosse mutando ao longo dos anos.

Hoje em dia, os sintomas tem características semelhantes à gripe sazonal

Imagina então a pandemia de Covid-19 com um novo surto de H3N2 .

A identificação dos casos é difícil porque são duas doenças respiratórias com sintomas semelhantes.

E para piorar tudo, no primeiro dia do ano, em Israel, foi identificado um caso de contágio simultâneo pela Covid-19 e pelo vírus Influenza em uma mulher grávida não vacinada. Os casos de Flurona ( nome flurona é uma junção entre Influenza (vírus da gripe) e coronavírus (vírus da Covid-19) foram detectados pela primeira vez nos Estados Unidos, durante o primeiro ano da pandemia de covid-19.

Falta de testagem pode piorar situação

Aqui no Brasil, Rio de Janeiro e Ceará identificaram os primeiros casos da infecção combinada. Mas especialista alertam que deve ser provável que muitos outros tenham sido infectados com os dois vírus, mas que ainda não foram diagnosticados.

Segundo o pneumologista Rodolfo Bacellar, a testagem aqui na Paraíba tem deixado a desejar. Se faz diagnóstico de exclusão apenas para a Covid-19 e não se faz testagem para influenza. O que pode esconder um grande número de pacientes com as duas infecções ou ainda, ao não se determinar o tipo de vírus que está em alta, prejudica-se a vacinação futura, visto que a vacina é feita a partir os tipos virais que circularam no último ano.

É importante esclarecer que detectar os dois vírus não significa que os vírus vão causar doenças. Além disso, a testagem como é feita, utilizando principalmente antígenos pode resultar em falsos negativos.

É ainda essencial dizer que o tratamento das duas doenças é diferente. Enquanto o corticoide é indicado para os casos mais sérios de Covid-19, seu uso pode ser muito prejudicial.  Por isso a recomendação  é que as pessoas devem fazer a testagem ao sentir febre, dor no corpo e coriza. O tratamento deve ser feito após os testes. Não é possível fazer o diagnóstico baseado apenas nos sintomas relatados.

Prevenção

A forma de prevenir  é a mesma para as duas doenças, com vacinas, uso de máscaras e evitar compartilhar copos e talheres.

Os sintomas de influenza são mais intensos nos primeiros dois dias de doença, já na Covid, os sintomas ficam mais intensos após o quinto dia de infecção.

Flurona: infecção conjunta de Covid-19 e Influeza provoca preocupação e é bem provável que os casos aumentem no Brasil. Por isso é importante estarmos alertas e investirmos sempre na prevenção como melhor forma de promover saúde.

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