Azevedo destaca presença do estado em CG com obras, ações e elenca investimentos em áreas estruturantes
O governador e candidato à reeleição, João Azevêdo (PSB), destacou, nesta quinta-feira (1), os investimentos da gestão estadual em Campina Grande. Em entrevista à Campina FM, o gestor também ressaltou as ações do governo na infraestrutura, saúde, educação, ciência e tecnologia e desenvolvimento econômico, resultado de uma gestão fiscal eficiente.
Na ocasião, o chefe do Executivo estadual evidenciou que o nível de investimento na Rainha da Borborema supera R$ 1 bilhão. “Isso demonstra a atenção do governo com a cidade, com ações na saúde, seja com o Hospital de Clínicas, com a implantação do serviço de hemodinâmica no Hospital de Trauma e o Opera Paraíba, que zerou a fila de espera por cirurgias eletivas. Destinamos R$ 2 milhões para os barraqueiros do São João de Campina, investimentos em segurança e obras do Centro Integrado de Comando e Controle, Centro de Convenções, Arco Metropolitano Leste, dentre outras ações que atestam a presença do governo na cidade”, falou.
Ele também elencou os avanços da Paraíba em infraestrutura, gerando emprego e renda e trazendo melhoria na mobilidade urbana. “São estradas importantes, 177 travessias urbanas nos municípios, resultado da nossa capacidade de investimento e de uma gestão fiscal eficiente”, comentou.
Na área da ciência e tecnologia, João citou investimentos de R$ 170 milhões em 152 editais abertos pela Fapesq. “Nós incentivamos a pesquisa, bolsas de mestrado, doutorado e estamos colocando a Paraíba no circuito da pesquisa de espacial com investimentos de R$ 13 milhões com o radiotelescópio Bingo, no município de Aguiar”, falou.
O governador citou as ações na educação que levaram a Paraíba a ser reconhecida em nível nacional. “Fomos premiados com o melhor ensino remoto durante a pandemia porque tivemos a capacidade de nos reinventar, distribuímos 260 mil chips para os alunos, notebooks para os professores, estamos disponibilizando o nosso sistema de tecnologia para 222 municípios da Paraíba, valorizamos o servidor com o pagamento do piso, estamos incorporando a bolsa desempenho e estabelecemos a abertura de um canal de diálogo”, declarou.
Por fim, o gestor mencionou a eficiência da gestão fiscal. “Nós temos o rating A pela Secretaria do Tesouro Nacional, temos um ambiente de negócios favorável para a atração de novas empresas, o que tem gerado um saldo positivo de emprego mês a mês, concedemos incentivos fiscais em diversos produtos e vamos seguir avançando”, concluiu.
Cássio provoca início da briga direta pela 2ª vaga para o 2º turno se
Coube ao ex-governador e ex-senador Cássio Cunha Lima (PSDB) a tarefa de provocar o início da inevitável nova fase da campanha para governador na Paraíba, que é da disputa direta pela segunda vaga para o eventual segundo turno do pleito estadual.
Com três pesquisas desenhando basicamente o mesmo cenário e faltando pouco mais de um mês para a votação em primeiro turno, Cássio parece ter se incomodado com o quadro da campanha que coloca os candidatos Nilvan Ferreira (PL), Pedro Cunha Lima (PSDB) e Veneziano Vital do Rego (MDB) em pé de igualdade, com índices entre 12% e 16%, com ligeiras variações entre eles.
Pode-se dizer que Cássio foi movido pela experiência ou, talvez, empurrado pelo velho jeito de fazer campanha na Paraíba, que sempre foi na base da desconstrução do obstáculo mais à vista no caminho; o instinto paternal também pode ter agido, mas não há como negar que o pai de Pedro percebeu que seria urgentemente necessário fazer algo para descolar os três um do outro, lógico que de forma a beneficiar o filho.
Qual a jogada de Cássio, então? Tentar enfraquecer Nilvan, reduzindo sua expectativa de sucesso num eventual segundo turno. Ele seria o mais frágil, já que teria sido derrotado em situação semelhante (segundo turno das eleições de João Pessoa) e estaria sendo escolhido como o adversário ideal pelo esquema do governador João Azevedo. Foi esse o tom da mensagem enviada por Cássio aos correligionários.
É possível que Cássio tenha enxergado que Nilvan e Veneziano dispõem de cartas que Pedro não tem, que são os apoios externos de Bolsonaro e Lula, respectivamente. Pode até ser que o potencial de transferência de voto para os dois já esteja se esgarçando, mas verdade é que Pedro só pode contar com seu discurso e as forças próprias do grupo Cunha Lima, já um tanto encolhidas e desguarnecidas. Neste contexto, Cássio propõe criar o atalho da perspectiva de poder. Com o imaginário de reunir mais chances de vencer, Pedro pode atrair mais apoios já agora.
Nilvan confrontou Cássio afirmando que não é fraco”, que tem o apoio de Bolsonaro, que assumiu toda resistência na Paraíba, inclusive o enfrentamento a Ricardo Coutinho, e que o ex-senador já sabe que é ele quem vai para o segundo turno. Por isso fez o áudio sobre sua suposta fragilidade.
Quem entende um pouquinho de campanha eleitoral sabe que esse é apenas um primeiro round. Essa disputa deverá se acirrar nos próximos dias. Nilvan, Pedro e Veneziano não vão disputar a vaga do segundo turno como se fosse um jogo de comadres. Vem barulho por aí.
Blog de Opinião
Justiça manda Nilvan Ferreira apagar vídeo com ataques a João Azevêdo das redes sociais
O juiz federal Rogério Roberto Gonçalves de Abreu, auxiliar da propaganda eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), determinou na noite desta terça-feira (30) que o candidato Nilvan Ferreira (PL) apague vídeo publicado nas redes sociais com ataques ao governador João Azevêdo (PSB). Caso não cumpra a decisão, Nilvan terá que pagar multa de R$ 5 mil por dia.
No vídeo, Nilvan Ferreira se refere a João Azevêdo como “governador que desvia dinheiro da saúde”.
O magistrado atendeu pedido feito pela Coligação Juntos pela Paraíba que reúne o PSB e outros partidos.
“Apesar da liberdade de expressão obter especial proteção constitucional na república, entendo que nenhum princípio é absoluto e, no caso sob análise, foram ultrapassados os limites do debate político com a publicação de conteúdo ofensivo em desfavor do segundo representante”, diz o magistrado em seu despacho.
Ele alerta para perigo de dano irreparável caso a publicação continue nas redes sociais.
“A fumaça do bom direito (plausibilidade do direito invocado) está na comprovação da existência das publicações descritas e referidas na petição inicial e a constatação do conteúdo (transcrito) que se lhe atribui, bem como as normas da legislação eleitoral que autorizam a atuação da justiça eleitoral, a requerimento do ofendido, em casos de
ofensa à honra, imagem e dignidade por motivos eleitorais. O perigo de dano irreparável consiste no incontestável potencial para a perpetuação e a intensificação da lesão aos valores e direitos acima referidos, pertinentes à dignidade e à personalidade, caso a postagem continue acessível nas redes sociais, servindo a cópias e repasses sem controle”, disse ainda o magistrado.
Partido de Bolsonaro, PL entra em ‘erupção’ na Paraíba e salve-se quem puder…
Brigas internas têm relação com distribuição do fundo eleitoral
O clima é de guerra dentro do partido do presidente Jair Bolsonaro na Paraíba, o PL. Semana passada o Blog já havia noticiado insatisfações de alguns dos candidatos ao Legislativo estadual e à Câmara Federal com o presidente da legenda, deputado Wellington Roberto. Eles se queixam da falta de divisão igualitária dos recursos do fundo eleitoral.
Mas a temperatura elevou-se ainda mais no fim de semana. O clima é de tumulto generalizado mesmo. As chamas partem de praticamente todos os lados.
Os deputados Wallber Virgolino e Cabo Gilberto voltaram a trocar farpas publicamente. O candidato deputado federal, Caio da Federal, também fez críticas a Gilberto.
Candidato a governador, Nilvan tem evitado entrar na onda. Mas nos bastidores aliados dele também reclamam da falta de apoio da direção partidária no Estado. Leia-se: reclamam de Wellington Roberto.
Veja tambémApós ‘polêmica’ sobre multas, MPE dá parecer pelo deferimento do registro de candidatura de Veneziano
Por outro lado, Wellington não tem demonstrado preocupação em dar explicações. O filho, Bruno Roberto, candidato ao Senado, fez campanha ‘solo’ no fim de semana em algumas cidades do Estado
www.reporteriedoferreira.com.br/Jornal da Paraiba
Pesquisa Ipec: João tem 32%, Pedro 16%, Nilvan 15%, e Veneziano, 14%
Foto: Montagem/Divulgação
Pesquisa do Ipec divulgada nesta segunda-feira (29) pela TV Cabo Branco revela os índices de intenção de voto para o cargo de governador da Paraíba. O candidato do PSB, João Azevêdo, lidera a disputa com 32% das intenções de voto.
A pesquisa ouviu 800 pessoas entre os dias 26 a 28 de agosto de 2022 em 36 municípios paraibanos. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) sob o número PB04909/2022 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo Nº BR-05400/2022.
Esta é a primeira pesquisa de intenção de voto do instituto com eleitores da Paraíba. Foram apresentados como candidatos: Adjany Simplicio (PSOL), Adriano Trajano (PCO), Antônio Nascimento (PSTU), João Azevêdo (PSB), Major Fábio (PRTB), Nilvan Ferreira (PL), Pedro Cunha Lima (PSDB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB).
Pesquisa com intenção de voto para o governo do estado da Paraíba, em 29 de agosto de 2022 — Foto: IPEC/Divulgação
Pesquisa com intenção de voto para o governo do estado da Paraíba, em 29 de agosto de 2022 — Foto: IPEC/Divulgação
A crise foi deflagrada no partido do presidente Jair Bolsonaro na Paraíba, o PL.
Analistas políticos comentam , que candidatos a deputados do Partido Liberal estão seriamente revoltados e demonstram insatisfação com a falta de recursos para trabalhares durante o pleito eleitoral
Há fortes comentários no meio político, o deputado federal Wellington Roberto, dono do partido na Paraíba, não repassou até agora a verba do fundo eleitoral.
Um movimento de desistência de vários candidatos está sendo cogitado e pode acontecer a qualquer momento.caso o problema não seja resolvido
O filho do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o Queiroguinha, anunciou desistência na semana passada. O motivo não foi revelado, mas teria relação com fundão.
Lideranças do PL manifestam preocupação com o problema e, temem que a crise venha atingir em cheio a campanha do candidato a governador Nilvan Ferreira e respingar negativamente na campanha do presidente Bolsonaro aqui na Paraíba
Hospital da Unimed se recusa a pagar o piso nacional de enfermagem e ameaça demissão em massa
O Hospital Unimed de João Pessoa se recusa a pagar o piso nacional de enfermeiros e técnicos de enfermagem, – neste sábado (27), um grupo de profissionais que trabalham naquela unidade hospitalar. Mais do que isso, a direção do hospital ameaça demissão em massa.
Diante da pressão, os funcionários conseguiram após várias tentativas agendar uma reunião entre a categoria e a direção do hospital para discutir o assunto em questão – piso salarial. O encontro acontecerá na segunda-feira (29).
Enfermeiros e técnicos informaram que o hospital se recusa, também, a pagar o terço de férias. Se compromete, apenas, pagar 20% do salário antigo, e quando o funcionário retornar do gozo de férias.
Lei
Os profissionais destacam que no dia 5 de agosto de 2022, entrou em vigor a Lei Federal nº 14.434, que alterou a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, para instituir o piso salarial do Enfermeiro, do Técnico de Enfermagem, do Auxiliar de Enfermagem e da Parteira.
Bolsonaro é principal alvo e Lula evita confrontos em primeiro debate
Reprodução/Twitter/BandNews FM
Os candidatos ficaram em um estúdio sem platéia
O primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República teve tom elevado dos candidatos menos favorecidos nas pesquisas. Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Luiz Felipe d’Ávila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) elegeram Jair Bolsonaro (PL), segundo colocado nos levantamentos, como principal alvo de ataques.
Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera as intenções de voto, esteve no foco do atual presidente. No entanto, teve tom mais comedido e evitou o confronto direto sempre que pode. Diferentemente do desempenho durante a sabatina do “Jornal Nacional”, o candidato petista se apresentou mais morno, sem entrar na pilha de seu principal adversário.
O clima tenso de dentro do estúdio, que não tinha plateia, se estendeu para os outros ambientes da Band. Na sala onde os assessores acompanhavam o confronto, os deputados André Janones (Avante), da equipe de Lula, e Ricardo Salles (PL) bateram boca .
Mas a principal marca do debate foi o ataque às mulheres. Bolsonaro foi ofensivo com a jornalista Vera Magalhães . “Acho que você dorme pensando em mim, você tem alguma paixão por mim”, disse o chefe do Executivo. Logo na sequência, foi grosseiro com a senadora Simone Tebet. A partir daí, o papel das mulheres na sociedade pautou as discussões, o que não foi favorável para o atual presidente.
Coube também a Tebet e Soraya Thronicke os ataques mais contundentes à gestão Bolsonaro, provocando os momentos de maior repercussão nas redes sociais.
O debate
Logo de cara, os candidatos tiveram um minuto e meio para responder perguntas programáticas. Felipe d’Ávila e Soraya falaram sobre os gastos públicos. Simone Tebet e Bolsonaro foram questionados sobre o conflito entre os poderes.
A candidata do MDB falou que o Brasil tem um presidente que ataca a democracia e, para pacificar as instituições, é preciso trocar o chefe do executivo. Bolsonaro justificou que não falta respeito da parte dele, mas é o Judiciário que, nas palavras dele, quer interferir no Executivo.
A última pergunta foi sobre melhorar a educação, principalmente em razão da pandemia de covid-19. Lula aproveitou para criticar a atual gestão do MEC. Já Ciro foi além. “Os problemas brasileiros não nasceram agora, o descuido com a educação parece ser um projeto de governo.”
Confronto direto
O primeiro embate direto aconteceu entre Bolsonaro e Lula. O atual presidente perguntou sobre a corrupção na Petrobras. O líder petista sorriu e disse que sabia que viria essa pergunta. “Citar números que são mentirosos não compensa na TV”. O atual presidente rebateu acusando a gestão petista de ser a mais corrupta da história. “O país que eu deixei é um país que o povo tem saudade”, devolveu Lula.
Na sequência, Ciro Gomes questionou Bolsonaro sobre a declaração de que no Brasil não tinha gente passando fome . “Qualquer pessoa que conhece o Brasil, que não tenha trocado o coração por uma pedra, sabe que a fome está nos lares”, enfatizou. O presidente não comentou sobre a frase, mas enfatizou os números do Auxílio Brasil, programa de transferência de renda.
Quando questionada sobre saúde por Soraya Thronicke, Simone Tebet lembrou da participação na CPI da Covid-19 e atacou a gestão federal da pandemia. “Eu não vi o presidente pegar a moto dele e ir a um hospital abraçar uma mãe que perdeu um filho. Eu vi escândalo de corrupção na compra de vacinas”, atacou.
Reprodução/Band – 28.08.2022
Lula e Bolsonaro duelaram diretamente pela primeira vez na campanha
Na vez de perguntar, Lula questionou Felipe D’Avilla sobre meio ambiente. Na réplica, aproveitou para criticar o atual governo, sem chance de Bolsonaro se defender. “Nenhum empresário sério vai fazer queimada ou destruir os biomas brasileiros. Entretanto, temos gente do governo que até incentiva. Tivemos ministro que falou ‘deixa a boiada passar'”.
Em uma dobradinha sobre educação, Simone Tebet citou o escândalo de corrupção com pastores no Ministério da Educação. Soraya Tronick disse que Empresa Brasil de Comunicação (EBC) foi usada para fazer campanha ao presidente da República durante a pandemia em vez de ter programas educativos.
Perguntas de jornalistas
No início do segundo bloco, Bolsonaro foi questionado sobre a manutenção do Auxílio Brasil de R$ 600 no próximo ano. O atual presidente disse que o valor se aproxima do “mínitmo necessário para a pessoa sobreviver” e garantiu que a continuidade do programa será dentro da responsabilidade fiscal. Bolsonaro fez ataques diretos ao PT, dizendo que o partido é “contra os pobres”.
Em seu comentário, Lula afirmou que Bolsonaro “cita números absurdos, que nem ele acredita” e destacou que o orçamento para o Auxílio Brasil de R$ 600 não consta na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023. “Esse governo está dando certo. A economia está bombando”, disse Bolsonaro.
Na sequência, Ciro Gomes foi perguntado sobre vacinação. Antes da resposta, o presidenciável disse estar chocado com a fala de Bolsonaro e acusou os candidatos do PT e do PL de estarem “produzindo ódio”.
Reprodução/Band
Ciro reagiu enquanto Bolsonaro atacava a jornalista Vera Magalhães
Bolsonaro, que deveria comentar a fala de Ciro, criticou a jornalista Vera Magalhães, autora da pergunta, e a acusou de estar tomando partido no debate. “Você é uma vergonha para o jornalismo”, atacou o presidente. Na sequência, mirou em Simone Tebet. “Você foi uma vergonha na CPI.”
Ciro Gomes foi perguntado se apoiaria Lula no segundo turno. Os dois candidatos tiveram um confronto direto. “O crescimento econômico do PT é mediocre”, disse Ciro, afirmando que Bolsonaro é fruto da insatisfação das pessoas com os governos petistas. Lula, por sua vez, atacou a viagem do opositor para Paris no segundo turno das eleições de 2018, quando Bolsonaro e Haddad disputavam o pleito.
Soraya Thronicke foi questionada sobre como garantir o estado laico e o respeito a todas as religiões. A senadora do União Brasil aproveitou a oportunidade para reprovar a conduta de Bolsonaro com a jornalista Vera Magalhães. “Quando homens são tchuthucas com outros homens e com mulheres viram tigrões, eu fico muito chateada.”
Em tom mais firme, a candidata garantiu que não tinha tempo para brigar, mas que poderia começar a fazer denúncias durante o debate caso a discussão continuasse. “Reforce a minha segurança, delegado”, disse no microfone. Apesar da cena, a senadora não fez nenhuma acusação nova contra algum dos participantes.
Novos confrontos
O último bloco começou com Simone Tebet questionando o tratamento que Bolsonaro dá as mulheres. Ela cita que o presidente, quando deputado, “defendeu assassinos e torturadores” e votou contra direitos das empregadas domésticas”. “Eu mesma ja fui vítima da violência política de seus ministros”, disse a senadora.
Na resposta, Bolsonaro citou frases como “chega de vitimismo”, “somos todos iguais” e “não fica aqui fazendo joguinho de mimimi”. “A grande parte das mulheres no Brasil me ama”, alegou o presidente.
Soraya Thronicke perguntou Lula sobre plano econômico. O petista citou que pegou um “país quebrado” e elencou feitos como redução da dívida pública, inflação na meta e criação de emprego. O ex-presidente ainda destacou a necessidade de uma reforma tributária no País. “O seu mundo lindo só existe nos comerciais”, atacou a senadora. “Os seus economistas estão mofados”, completou.
Lula rebateu: “A senhora não lembra, mas o seu motorista lembra, o seu jardineiro lembra, a sua empregada doméstica lembra. O pobre neste país vai voltar a ser respeitado”.
Reprodução/TV Band – 28.08.2022
Simone Tebet foi uma das mais atuantes nas críticas ao atual governo
Bolsonaro escolheu Ciro para falar sobre política para mulheres e os dois deixaram a discussão política de lado. O candidato do PDT lembrou em sua resposta que o atual presidente já disse que teve uma filha mulher por “uma fraquejada” e citou a agressão a Vera Magalhães. A réplica veio no mesmo nível. “Você falou que a missão mais importante da sua esposa era dormir contigo”, retrucou o presidente. “Eu vim de uma cultura machista e aprendi. Você que não aprende nunca”, devolveu Ciro.
Lula questionou Tebet se houve negligência do atual governo na compra de vacinas durante a pandemia. A candidata do MDB citou que teve corrupção e completou: “Este governo tem esquemas de corrupção como teve o de vossa excelência”.
Última rodada
A primeira pergunta da última rodada de questionamento de jornalistas foi sobre armamento. Ciro disse que arma “só serve para matar” e lembrou quando Bolsonaro, armado, foi assaltado e teve o revolver levado pelo bandido. Já Soraya Thronicke disse que no meio rural elas são “aceitáveis”.
Sobre a composição de quadro de ministros diversos, Lula não quis se comprometer. Já Simone Tebet defendeu a equiparidade de homens e mulheres e garantiu ainda a presença de negros governo.
Por fim, Felipe D’Avila e Bolsonaro responderam sobre a criação de políticas públicas contra violência sexual e feminicídio.
Considerações finais
O primeiro a falar foi Ciro Gomes. “Minha luta não é contra nenhum deles. É contra o modelo econômico. É deprimente um país como nosso ficar discutindo quem é mais corrupto, quem é menos corrupto.”
Lula começou sua fala se solidarizando com Vera Magalhães e Simone Tebet, alvos de ataques do presidente da república. Ele afirmou que “não entra no campo da promessa fácil” e não falaria sobre as obras públicas de seu governo para não “humilhar” Bolsonaro.
Já o candidato a reeleição aproveitou o tempo para atacar mais uma vez o PT, se referindo a Lula por “ex-presidiário”. “Desculpem os outros candidatos, mas as eleições estão polarizadas”, disse.
Simone Tebet destacou sua trajetória e a candidata a vice, Mara Gabrilli. “Eu tenho experiência política. Eu sou ficha-limpa. Eu sou mãe. Eu e Mara, juntas, com alma de uma mulher e coração de uma mãe”.
Soraya Thronicke aproveitou o tempo para exaltar, mais uma vez, o candidato a vice, Marcos Cintra. “Temos um projeto estruturante, um projeto real que pode ser aplicado imediatamente”.
Por fim, Felipe D’Avila criticou a polarização política. “Para mudar o Brasil, nós precisamos de um projeto de país. Nós precisamos de gente competente”, finalizou.
O evento aconteceu na sede da TV Bandeirantes, no bairro do Morumbi, zona sul de São Paulo (SP). O debate foi organizado por um pool de veículos de comunicação, incluindo, além da Band, Folha de S.Paulo, Portal UOL e TV Cultura.
www.reporteriedoferreira.com.br / Ig
João Azevêdo destaca investimentos no Cariri durante eventos de campanha em vários municípios da região
O governador e candidato à reeleição João Azevêdo (PSB) comandou, ao lado do candidato a vice-governador Lucas Ribeiro (Progressistas) e da candidata à senadora Pollyanna Dutra (PSB), uma série de atividades de campanha pelo Cariri paraibano, neste sábado (27). Após largada em Gurjão, a caravana seguiu pelas cidades de São João do Cariri, Serra Branca e Coxixola.
Durante passagem pelos municípios, João destacou investimentos pelo Governo do Estado de mais de R$ 101 milhões em Gurjão, São João do Cariri, Serra Branca e Coxixola, ao longo dos últimos três anos e oito meses.
O candidato destacou que é fácil dialogar com o povo do Cariri e anda de cabeça erguida, pois tem serviço prestado à população. “Venho dialogar aqui, pois tenho ações para vocês, jamais viria aqui sem nada. E a coisa que mais me dá orgulho como homem público é andar por essa Paraíba e ver as transformações que proporcionamos. Esse estado de hoje é muito diferente e muito melhor, evidentemente, do que pegamos quatro anos atrás. São estradas, escolas, convênios para creches, hospitais, Opera Paraíba, Tá Na Mesa, enfrentamento à pandemia nota 10 pelo Ipea, e tantas e tantas coisas. Por isso conto com vocês para seguirmos juntos mudando a Paraíba e construindo o estado do futuro”, afirmou João.
“Eu sou a senadora de João. Estou nesta chapa para representar a força da mulher, da sertaneja, que cuida de toda família e ainda cuida do seu povo através da política. Estarei em Brasília auxiliando nosso governador João para seguir realizando transformações sociais no nosso estado. Por isso, conto com a confiança de vocês, com sua vontade uniremos forças e votaremos 400 no dia 2 de outubro. É Pollyanna, a senadora do povo e de João”, disse Pollyanna.
O governador foi recepcionado pelo prefeito Zé Elias, em Gurjão, pelo prefeito Souzinha, em Serra Branca, e pelo prefeito Nelsinho Honorato, em Coxixola.
Investimentos
O município de Gurjão foi beneficiado com convênios para construção de creche, ginásio de esporte e restauração de 12 km da PB-176, que será iniciada nos próximos dias.
Em São João do Cariri, o Governo da Paraíba executou as obras de pavimentação de 2,9 km do acesso à Comunidade de Malhada da Roça, reforma e ampliação da Escola Estadual José Leal Ramos, firmou convênios com a prefeitura para a construção de uma creche para 100 crianças e reforma das Unidades de Saúde das comunidades rurais de Uruçu, Malhada da Roça e Poço de Pedras.
Serra Branca foi contemplada com o programa Tá na Mesa, travessia urbana, além de parcerias com a gestão municipal para reforma das Escolas Municipais Ana de Queiroz Torreão, Joaquim Dias Borba, José Romão de Jesus e Amara Cavalcante Wanderley, construção de creche e quadra poliesportiva e custeio do Hospital Geral Municipal.
Em Coxixola, o governo executou a terceira etapa do Sistema Adutor do Congo e investe recursos para construção de creche, escola municipal com seis salas de aula e unidades habitacionais.
João e Cícero caminham no bairro do Cristo levando multidão às ruas
O governador e candidato à reeleição João Azevêdo (PSB) comandou a Caminhada 40 no bairro Cristo, em João Pessoa, que levou uma multidão às ruas na noite desta quarta-feira (24). O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressistas), e o vice Leo Bezerra (PSB), estiveram acompanhando João.
Uma multidão acompanhou o governador, que foi recepcionado pelos moradores do bairro nas portas das casas. Na caminhada, ainda aconteceu um adesivaço 40, colorindo de amarelo as ruas do bairro Cristo.
João já investiu mais de R$ 15,9 milhões no bairro Cristo, e a população reconheceu esse trabalho. Obras como a reforma e ampliação da Escola Estadual José Lins do Rêgo, a reforma e ampliação da Escola Estadual Professor Orlando Cavalcanti Gomes, a reforma do Instituto de Polícia Científica, além da implantação do banco de alimentos da Empasa.
“É um momento muito feliz estar aqui no Cristo, andar por essas ruas e sentir o apoio e alegria de vocês. Não tem discurso, é mais uma agradecimento pela presença incrível de vocês. E, claro, um pedido: vamos seguir com esse projeto que vem transformando a Paraíba. Para isso, preciso de vocês, no dia 2 de outubro é votar 40. Já fizemos muito e faremos muito mais por esse bairro maravilhoso da nossa Capital”, afirmou João.