Marcelo Queiroga é vaiado em evento e chama manifestantes de covardes
Fonte: Reprodução
O ministro da Saúde de Jair Bolsonaro (PL), Marcelo Queiroga, foi vaiado ao realizar a abertura de congresso em Aracaju, capital de Segipe, nesta quinta-feira (3). Queiroga é um dos convidados do 8º Congresso Norte/Nordeste de Secretarias Municipais de Saúde, evento que reúne secretários de Saúde de todo o país.
As informações são da coluna Painel da Folha de São Paulo.
Em resposta aos protestos, o ministro chamou os presentes de covardes, disse que só sabem fazer bagunça e que ele não tem medo. A resposta fez com que as vaias se tornassem ainda mais intensas. Diversas pessoas deixaram o auditório do Centro de Convenções de Aracaju durante a fala do paraibano.
Marcelo Queiroga ficou triste de ser vaiado em evento, em Aracaju. Ninguém mandou ser aliado do pior presidente do país, inimigo número um da Saúde. Não adianta espernear, daqui a pouco governo Bolsonaro vai dar ADEUS!
Polícia Federal abre novas investigações sobre ameaças de morte contra Lula
A Polícia Federal já tem dez investigações em curso para apurar ameaças de mortes ao ex-presidente Lula (PT), eleito no último domingo (30) para o terceiro mandato à frente da Presidência da República.
Durante a campanha, a corporação já tinha aberto oito investigações. Nessa semana, foram mais dois pedidos de inquéritos sobre as ameaças.
De acordo com apuração feita pela Revista Veja, a PF mira um grupo de Rondônia, que promoveu uma vaquinha para “contratar um sniper e matar Lula com um tiro na cabeça”, e o prefeito de Iporá (GO), Naçoitan Leite, do União Brasil, que ameaçou “eliminar” Lula e Alexandre de Moraes.
A segurança do petista é feita por uma equipe da Polícia Federal chefiada pelo delegado Andrei Rodrigues.
Simone Tebet é ameaçada de morte e pede escolta da Polícia
Simone Tebet . FOTO: JFDIORIO/
Após declarar voto e fazer expressiva campanha no segundo turno para o presidente eleito Lula, do PT, a senadora Simone Tebet, do MDB, que concorreu ao pleito no primeiro turno, passou a ser alvo de bolsonaristas e a receber ataques e ameaças de morte pelas redes sociais. Nas úlimas semanas as ofensas se intensificaram.
As ações contra a integridade física da senadora, a obrigou a solicitar uma escolta permanente da Polícia Legislativa do Senado.
A assessoria de Tebet explicou ao Correio do Estado que após o primeiro turno das eleições, ela ficou sem segurança, pois equipe da Polícia Federal (PF) acompanhava ela enquanto candidata no primeiro turno, mas ficou restrita apenas enquanto concorria ao pleito.
“De fato a senadora solicitou segurança legislativa. Que é concedida ao parlamentar, mediante solicitação, para quando não estiver em Brasília”, disse a assessoria, que reiterou que as ameças mais agressivas ocorrem de maneira on-line.
Também foi confirmado que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, do PSD, autorizou a escolpa à Simone, que a partir de agora terá 24 horas de proteção onde quer que ela esteja.
Correio do Estado
Mourão afasta tese de ‘fraude’ na eleição: “Não adianta mais chorar”
Foto. Valter Capanato/Agência Brasil
“Não adianta mais chorar, nós perdemos o jogo”. A afirmação é do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Em entrevista ao jornal O Globo, Mourão afirmou nesta quarta-feira (02) que é preciso aceitar a derrota do bolsonarismo para o ex-presidente Lula (PT), eleito no último domingo (30) como presidente da República.
“Nós concordamos em participar de um jogo em que o outro jogador (Lula) não deveria estar jogando. Mas se a gente concordou, não há mais do que reclamar. A partir daí, não adianta mais chorar, nós perdemos o jogo”, disse Mourão.
Apoiadores de Bolsonaro bloqueiam rodovias desde a proclamação do resultado e apontam que a eleição foi fraudada. A tese é contestada pelo vice-presidente.
“Aceitamos participar do jogo. Não considero que houve fraude na eleição. Mas um jogador não deveria estar jogando. Essa é minha visão”, afirmou.
Mourão também fez uma avaliação sobre o pronunciamento do presidente sobre o resultado do pleito.
“Tranquilo, sereno. Ele não acusou o processo eleitoral, da forma que eu achei que acusaria, não acusou o opositor. Já está estendida a ponte para que a transição seja executada, pelo Ciro Nogueira e quem for de direito da chapa do Lula”, frisou.
Feirão Serasa; consumidor poderá negociar dívidas com até 99% de desconto
Foto: Agência Brasil
Para conter o novo recorde de inadimplência, começou nessa terça-feira (1º) o maior Feirão Serasa Limpa Nome já realizado no país. Com negociações disponíveis nos canais digitais da Serasa até 5 de dezembro, o Feirão 2022 traz um conjunto de novidades, como a possibilidade do pagamento via Pix e da baixa da negativação em até 24h e descontos que chegam a 99%.
O Feirão reúne o dobro de empresas do ano passado. São mais de 260 parceiros, como bancos, telefonia, varejo, universidades e outros segmentos que oferecem mais de 200 milhões de ofertas com descontos especiais em dívidas atrasadas ou negativadas que podem ser negociadas em até três minutos.
Confira como participar do Feirão:
1º Passo – Baixe o app:
Faça o download do aplicativo da Serasa no celular (disponível para Android e iOS), digite o seu CPF e preencha um breve cadastro. Ao acessar a plataforma, todas as informações financeiras do consumidor já aparecerão na tela.
2º Passo – Escolha a oferta:
Após selecionar a opção “Ver ofertas”, é possível verificar as condições oferecidas para pagamento com o desconto do Serasa Limpa Nome já aplicado. Basta clicar em uma das dívidas disponíveis e serão apresentadas as opções para renegociar cada débito.
3 º Passo – Revise e finalize o acordo:
Escolha a opção que desejar e a forma de pagamento de sua preferência. Caso opte pela opção do Pix, selecione o dia para vencimento e a quantidade de parcelas desejada. Depois, confirme as informações, revisando todas as condições apresentadas, e clique em “Fechar acordo”.
4º Passo – Faça o pagamento do acordo:
Ao fechar seu acordo, você deve realizar o pagamento de acordo com as condições definidas na etapa anterior. Para pagar com o Pix, clique em “Copiar chave Pix” e cole no aplicativo da instituição bancária para prosseguir.
Inadimplência
Os brasileiros que negociarem suas dívidas no Feirão deste ano contam com outra novidade: algumas empresas participantes oferecem o pagamento via Pix e a baixa da negativação em até 24 horas. Segundo Aline Maciel, Gerente da Serasa, “este é um grande atrativo para os consumidores que esperavam até 5 dias úteis para limparem o nome após o pagamento. Além disso, sabemos como o Pix foi bem recebido pela população”.
“As inúmeras novidades a favor da população, o número recorde de parceiros e de ofertas e a proximidade do 13º salário vão ajudar os brasileiros a quitar dívidas e começar o novo ano com nome limpo e crédito no mercado”, diz Aline.
Nas duas últimas edições do Feirão Serasa Limpa Nome, em novembro do ano passado e, de forma emergencial, em março deste ano, foram concedidos mais de R$ 15,7 bilhões em descontos, possibilitando que mais de 7,3 milhões de brasileiros conseguissem negociar suas dívidas atrasadas e negativadas.
Bolsonaro rompe silêncio, agradece votos e critica protestos
O presidente passou mais de 44 horas sem reconhecer o resultado das urnas
Reprodução/CNN
Bolsonaro durante pronunciamento nesta terça-feira (1)
O atual presidente Jair Bolsonaro (PL) se pronunciou, nesta quarta-feira (1), sobre o resultado do segundo turno das eleições 2022 . O mandatário foi derrotado pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva no último domingo (30) e passou mais de 44 horas sem realizar uma declaração sobre o pleito.
Antes de iniciar o discurso de duração de 2 minutos, Bolsonaro brincou: “Eles vão sentir falta da gente, né?”, direcionando a fala para o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.
O mandatário começou agradecendo os mais de 58 milhões de votos que teve no segundo turno.
“Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro”, disse o presidente.
Em seguida, o chefe do Executivo comentou sobre as manifestações que bloqueiam as estradas em vários estados do país.
“Os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral. As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedades, destruição de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir”.
Bolsonaro também disse que sempre jogou “dentro das quatro linhas da Constituição”.
“Sempre fui rotulado como antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição. Nunca falei em controlar ou censurar a mídia e as redes sociais. Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição”, continuou.
O pronunciamento ocorreu no Palácio da Alvorada, em Brasília, e conta com a presença do ministro da Justiça, Anderson Torres; o ministro da Ciência e Tecnologia, Paulo Alvim; o ministro da Educação, Victor Godoy; o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite; o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira; o ministro da Cidadania, Ronaldo Bento; a ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, Cristiane Brito; o ministro do Trabalho, José Carlos Oliveira; o ministro das Relações Exteriores, Carlos França; o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira; o ministro da Agricultura, Marcos Montes; o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga; o ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio; o ministro da Economia, Paulo Guedes e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.
Além dos ministros, os filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) também acompanharam o pai durante o discurso.
Momentos depois do resultado
O anúncio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarando que Lula é o novo presidente eleito ocorreu por volta das 20h de domingo. Bolsonaro se recolheu logo após a vitória do petista. O mandatário avisou para todos os aliados que não gostaria de visitas e só iria conversar com a equipe no dia seguinte.
Rovena Rosa/Agência Brasil
Lula em discruso momentos após ser eleito no domingo (30)
A segunda-feira (30) foi de expectativa do atual mandatário emitir uma nota, pronunciamento ou manifestação nas redes sociais sobre o pleito, o que não aconteceu.
Ele ainda se reuniu com ao menos oito ministros: Ciro Nogueira (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia), Fabio Faria (Comunicação), Paulo Sergio Nogueira (Defesa), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral), Carlos França (Relações Exteriores) e Bruno Bianco (Advocacia-Geral da União) durante a última segunda.
Dentre as pessoas mais próximas do presidente, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro , e o filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL) foram os primeiros a se pronunciar.
Na manhã de ontem, Michelle e o marido deixaram de se seguir no Instagram. Horas depois, ela esclareceu que Jair Bolsonaro não toma conta das redes sociais e que eles seguem juntos e unidos.
“Esclarecendo a matéria de hoje sobre o meu marido ter deixado de me seguir em seu Instagram, conforme o Jair explicou em várias ‘lives’, quem administra essa rede não é ele. Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando na alegria e na tristeza… Que Deus abençoe a nossa amada Nação!”, escreveu a primeira-dama.
Flávio Bolsonaro também se manifestou logo depois e agradeceu os votos no pai.
“Obrigado a cada um que nos ajudou a resgatar o patriotismo, que orou, rezou, foi para as ruas, deu seu suor pelo país que está dando certo e deu a Bolsonaro a maior votação de sua vida! Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil! Deus no comando!”, disse Flávio no Twitter.
Votos
Apesar da derrota, o chefe do Executivo brasileiro teve mais votos computados do que no segundo turno do ano de 2018, quando ele venceu Fernando Haddad (PT) para assumir o planalto.
O candidato do PL recebeu 58.206.354 votos em 2022 (49,10%). Há quatro anos, 57.797.487 brasileiros (53,13%) optaram por Bolsonaro no pleito eleitoral. Nestas eleições, Lula venceu com 60.345.999 de votos (50,9%), provocando a primeira derrota política do atual chefe do Executivo em sua carreira e interrompe uma trajetória de 33 anos na política.
Manifestações
Momentos após Bolsonaro perder as eleições, apoiadores do presidente bloquearam vias em vários estados do Brasil. Eles alegam fraude nas urnas, o que já foi descartado pelo TSE.
Reprodução/Twitter – 01.11.2022
Manifestação em Santa Catarina
A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais ( FenaPRF ) e os Sindicatos dos Policiais Rodoviários Federais disseram, nesta terça-feira (1), que o “silêncio” do presidente Jair Bolsonaro sobre a derrota nas eleições causou problemas na “pacificação do país” .
As manifestações causaram congestionamentos em diversos pontos do país, inclusive na entrada do aeroporto de Guarulhos. Vários voos tiveram que ser cancelados, o que resultou em prejuízos para empresas de aviação e também para milhares de brasileiros.
Na noite de ontem, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes autorizou o uso a PM nos Estados para conter as manifestações, diante da “omissão e inércia” da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Já nesta terça, o magistrado autorizou os policiais a prenderem em flagrante motoristas que estejam usando caminhões para bloquear as estradas e aplicação de multa diária de R$ 100 mil.
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Confederação dos caminhoneiros repudia bloqueios: ‘Antidemocrático’
Empresários do setor também se posicionam de forma contrária aos bloqueios de rodovias
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Brasil Econômico
Reprodução/Twitter – 01.11.2022
Manifestação em Santa Catarina
Associações que representam os caminhoneiros e empresas do setor se posicionaram de forma contrária aos bloqueios em rodovias em protesto à eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência da República.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), composta por 800 mil caminhoneiros autônomos e celetistas, afirmou em nota que “repudia veementemente o movimento antidemocrático organizado por grupos rivais bolsonaristas que bloquearam algumas rodovias”.
De acordo com a CNTTL, a alegação de que os bloqueios são realizados com o apoio da categoria é falsa. “A CNTTL e as suas entidades filiadas dos modais de transporte repudiam essa atitude e requerem que as autoridades competentes intervenham imediatamente”, diz a nota.
A confederação ainda afirma que as autoridades policiais estão “fazendo vista grossa” para os bloqueios, que prejudicam o transporte. “Os caminhoneiros autônomos e celetistas são vítimas desses bloqueios”, afirma a CNTTL.
A entidade ainda afirma que a luta dos caminhoneiros por mais direitos é permanente, mas que os protestos atuais não se tratam disso.
A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), que representa as empresas de transporte rodoviário de cargas, também se posicionou de forma contrária aos bloqueios.
“Sendo entidade de representação empresarial manifesta-se veementemente contra movimento grevista, de natureza política, que fere o direito de ir e vir de todos os cidadãos, criando obstáculos à circulação de veículos que prestam serviços essenciais ao abastecimento da população, em especial de gêneros de primeira necessidade, como medicamentos e alimentos”, diz a entidade.
Ministro Alexandre de Moraes autoriza PM a intervir em bloqueios, identificar manifestantes e multar
Caminhoneiros bloqueiam rodovias em todo país
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (1º) que as polícias militares dos estados desobstruam as estradas bloqueadas no país e identifiquem os responsáveis pelos bloqueios. Nesta segunda (31), o ministro já havia determinado às polícias que adotassem as medidas desnecessárias para desbloquear as vias. A maioria dos ministros do STF já votou por manter a decisão.
Segundo balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), há bloqueios em 227 rodovias federais. Desde o último domingo (30), apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) passaram a impedir o fluxo em vias por todo o país contra o resultado das eleições.
“As polícias militares dos Estados possuem plenas atribuições constitucionais e legais para atuar em face desses ilícitos, independentemente do lugar em que ocorram, seja em espaços públicos e rodovias federais, estaduais ou municipais, com a adoção das medidas necessárias e suficientes, a critério das autoridades responsáveis dos Poderes Executivos Estaduais, para a imediata desobstrução de todas as vias públicas que, ilicitamente, estejam com seu trânsito interrompido, com o resguardo da ordem no entorno e, principalmente, à segurança dos pedestres, motoristas, passageiros e dos próprios participantes do movimento ilegal que porventura venham a se posicionar em locais inapropriados nas rodovias”, escreveu o ministro na decisão.
Está autorizado que as PMs identifiquem eventuais caminhões utilizados para bloqueios, obstruções e/ou interrupções em causa; remetam os responsáveis imediatamente a juízo para aplicação de multa horária de R$ 100.000,00; e efetuem prisão em flagrante delito dos que estiverem praticando crimes.
Com 98,81% das urnas apuradas, Lula é eleito presidente de Brasil pela terceira vez
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente da República neste domingo (30) com aproximadamente 59.533.747 milhões de votos e 50,83% dos votos válidos, derrotando Jair Bolsonaro (PL), que recebeu cerca de 57.605.947 milhões de votos e 49,17% dos votos válidos.
Lula venceu Bolsonaro por uma diferença de mais de 1,5 milhão de votos. No primeiro turno do pleito, a diferença de Lula para Bolsonaro foi de mais de 6 milhões de votos.
Aos 77 anos, Lula sagrou-se pela terceira vez vitorioso no segundo turno da eleição presidencial, desta vez liderando um amplo arco de alianças formado por 10 partidos políticos, por representantes da sociedade civil e do capital e até por ex-adversários políticos. Esta concertação liderada por Lula assumiu como principais compromissos a defesa da democracia contra o autoritarismo, o combate à fome e a retomada do desenvolvimento com inclusão social da população.
A coligação Brasil da Esperança enfrentou uma campanha marcada pelo intenso uso da máquina pública e do poder econômico por Jair Bolsonaro, bem como pela disseminação de notícias falsas, por denúncias de coação de eleitores e inúmeros episódios de violência política envolvendo bolsonaristas.
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Justiça Eleitoral divulga calendário eleitoral com prazos e regras na reta final das eleições 2022
Os brasileiros se preparam para ir às urnas neste domingo (30) para escolher quem estará à frente, pelos próximos quatro anos, do Poder Executivo Federal e de governos de 12 estados. A fim de garantir a mais importante ferramenta da democracia – o voto –, a Justiça Eleitoral elaborou um calendário eleitoral detalhando uma série de prazos e regras que precisam ser observada por candidatos e eleitores nesta reta final das Eleições 2022.
Desde a madrugada de hoje (28), está proibida a realização de comícios. Hoje é também o último dia para a veiculação de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, bem como de propaganda em imprensa escrita e reprodução do material na internet.
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É também o último dia para a realização de debate em rádios e TVs. Eleitores não podem ser presos ou detidos, exceto em casos de flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável.
Pessoas que impeçam o direito de eleitores transitarem livremente também poderão ser presas. As duas medidas valem até 48 horas após o pleito do próximo domingo (30).
Amanhã (29), véspera do segundo turno, será o último dia para veiculação de propaganda eleitoral feita por meio de alto-falantes, amplificadores de som, distribuição de panfleto, caminhada, carreata ou passeata. No mesmo dia, serão definidas as seções eleitorais que serão submetidas a auditorias da votação eletrônica.
Segundo turno
O início da votação será às 8h e o término, às 17h, no horário de Brasília. Diferentemente do que ocorreu em eleições passadas, neste pleito, o horário de votação será uniformizado em todo o país. Ou seja, as regiões em que há fuso horário diferente vão seguir o horário de Brasília.
Com um sistema eleitoral eletrônico confiável e seguro, o Brasil dará início à apuração assim que as eleições terminarem no domingo, e a expectativa é de conhecer o resultado em poucas horas.