Após desastres, Enem é suspenso em Rio Bonito do Iguaçu (PR)

Tornado que destruiu cidade danificou severamente escolas em que ocorreriam as provas no domingo (09)

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Dois colégios que teriam aplicação do Enem no domingo (09) sofreram danos causados pelo tornado
Divulgação/Governo do Paraná

Dois colégios que teriam aplicação do Enem no domingo (09) sofreram danos causados pelo tornado

Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) informou na manhã deste sábado (08) a suspensão da aplicação do Enem 2025 no município de Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do estado, em razão dos danos provocados pelo tornado na noite de sexta (07). Os impactos dos ventos e chuvas fortes danificaram as estruturas de dois colégios em que as provas iriam ocorrer.

Entenda:  Tornado destrói cidade no Paraná: 6 mortos e mais de 750 feridos

Conforme protocolo do Inep para situações de força maior, todos os participantes afetados terão direito à reaplicação do exame, em nova data que será definida e informada oficialmente pelo Instituto após avaliação técnica das condições locais.

Colégios danificados

O governo estadual informou que duas instituições estaduais do município, o Colégio Estadual Ludovica Safraider e o Colégio Estadual Ireno Alves, sofreram danos estruturais causados pela  passagem do tornado e estão passando por vistoria.

Equipes de engenheiros do Fundepar (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional) atuam desde as primeiras horas da manhã de sábado na avaliação e contabilização dos danos, com o objetivo de orientar as medidas emergenciais que deverão ser adotadas.

O secretário de Estado da Educação, Roni Miranda, entrou em contato com o presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), que se colocou à disposição para colaborar com o Estado na definição das soluções referentes ao exame e no apoio aos estudantes prejudicados.

O fenômeno também provocou colapsos estruturais, danos à malha viária e interrupções no fornecimento de energia elétrica, deixando parte da população no escuro. Até o momento, o estado registra seis mortes e 750 feridos. Entre as vítimas fatais está uma adolescente de 14 anos, que morreu após ser atingida por escombros.




Reunião entre integrantes do GRUPO GPC e representes do Governo, vem repercutindo positivamente

A reunião entre representes  da Polícia Civil do Estado da Paraíba,  o Secretário da Administração e o Delegado Geral,  está sendo recebida com aplausos e parabéns por parte de todos os integrantes do GRUPO GPC, que segundo eles, reconhecem os esforços empreendidos por todas as lideranças, em particular pelo Dr. Antonio Erivaldo de Souza, considerado um verdadeiro baluarte em prol da defesa dos policiais civil.

A reunião aconteceu nessa  quinta-feira, 06 , o presidente do SINDAOPCPB, Charles Lustosa, Antonio Erivaldo – Sindspol, participaram dessa importantíssima  reunião na Secretaria de Administração (SEAD) com Tibério Limeira e o Delegado-Geral Dr. André Rabelo, para tratar de pautas fundamentais para a Polícia Civil da Paraíba.

Entre os temas debatidos:
✅ Conclusão do texto base da Lei Orgânica, finalizando os trabalhos da comissão especial designada pela Delegacia-Geral;
✅ Atualização e reforma do PCCR;
✅ Retomada da pauta do subsídio, com recomposição salarial e incorporação da última parcela da Bolsa Desempenho a partir de janeiro de 2026;
✅ Recomposição salarial da base com percentual diferenciado;
✅ Paridade e Integralidade, garantindo aposentadoria com dignidade — um tema que não pode mais ser adiado.

O presidente Charles Lustosa saiu otimista com a abertura ao diálogo, bem como Antonio Erivaldo de Souza,  e com as discussões colocadas à mesa, o mesmo a com o Dr. Antonio Erivaldo de Souza, que trem lutado insistentemente junto as autoridades buscando uma solução para resolver em  todos os sentidos os benefícios da polícia civil, principalmente no que tange a paridade e integralidade dos vencimentos dos  policiais civis do Estado da Paraíba.

Com a aprovação da nova Lei Orgânica, a expectativa é que a Polícia Civil da Paraíba avance para um novo patamar, moderno, produtivo e eficiente, em sintonia com as demais Polícias Civis do país, potencializando ainda mais um trabalho exitoso realizado pelo atual corpo da PCPB.

Agora, o foco é o reconhecimento salarial e a dignidade na aposentadoria — compromissos fundamentais com quem dedica a vida à investigação e à segurança pública.

Pense num negócio pra render, essa tal de Lei Orgânica, quando se o governador quisesse já mandaria implantar o subsídio de que ele tem conhecimento. É vontade política que não há.
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CMJP rejeita projeto sobre despesas públicas associadas a invasões e ocupações




João Azevêdo trata de fortalecimento do programa PAA-Leite no Ministério do Desenvolvimento




STF forma maioria para manter condenação de Bolsonaro

Com votos de Alexandre de Moraes, relator, Flávio Dino e Cristiano Zanin, recurso da defesa do ex-presidente foi rejeitado

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no julgamento de 11 de setembro
STF

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no julgamento de 11 de setembro

A  Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF)  formou maioria para rejeitar o recurso da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e manter sua condenação a 27 anos e 3 meses de prisão.

Além de Alexandre de Moraes, relator, também votaram nesse sentido os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin, no julgamento que começou nesta sexta-feira (7).

Sete condenados no julgamento dia 11 de setembro, entre eles Bolsonaro, réus do chamado núcleo 1 ou núcleo crucial da trama golpista, utilizaram os chamados embargos de declaração para questionar suas condenações.

Os ministros julgam no plenário virtual e os votos podem ser inseridos no sistema eletrônico até o dia 14 de novembro.

A defesa do ex-presidente alega omissões, contradições e obscuridades nos votos que o condenaram a 27 anos e 3 meses, em regime fechado. Também alega falta de provas que o relacionem Bolsonaro ao plano para matar autoridades, o plano Punhal Verde e Amarelo. 

Os votos

Relator do caso, Alexandre de Moraes foi o primeiro a votar e rejeitar o recurso, afirmando que não há qualquer omissão no cálculo da pena aplicada ao ex-presidente. Segundo ele, os fundamentos da condenação foram expostos de forma clara e detalhada.

Na sequência, votou Flávio Dino, que seguiu o voto de Moraes, alegando que todas as questões apresentadas pela defesa já tinham sido examinadas no julgamento principal e nas fases anteriores do processo.

Na sequência, apresentou seu voto, também rejeitando o recurso, o ministro Cristiano Zanin.

Ele justificou sua posição alegando que o Ministério Públic o deve ter legitimidade para promover a liquidação e execução coletiva das sentenças genéricas que versem sobre direitos individuais homogêneos, sempre que houver interesse social e quando for possível realizar a liquidação sem a necessidade de dados ou documentos adicionais das vítimas.

O ministro ressaltou que a interpretação restritiva da legislação, que exigiria liquidações individuais em todos os casos, “cria entraves desarrazoados para a tutela efetiva dos direitos das vítimas e compromete a eficiência da jurisdição”.

“A liquidação coletiva é instrumento de racionalização e de justiça social. Ela evita que cada vítima tenha de ingressar individualmente com ações, o que tornaria o processo ineficaz e desigual. O Ministério Público, ao agir de forma coletiva, garante que a reparação chegue a todos, sobretudo aos mais vulneráveis”, afirmou Zanin em seu voto.

Falta votar a ministra Carmem Lúcia.  Como Luiz Fux mudou para a Segunda Turma, o colegiado está com apenas quatro ministros.

Além de Bolsonaro, também tiveram os recursos negados o ex-ministro e candidato a vice-presidente na chapa de 2022, Walter Braga Netto;  Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;  Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);  Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa e Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Mauro Cid , ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, assinou delação premiada durante as investigações e não recorreu da condenação. Ele já cumpre a pena em regime aberto e tirou a tornozeleira eletrônica.

Desfecho

Para que os condenados iniciem cumprimento de pena, a Turma precisa rejeitar os embargos e ainda dar espaço para o que se chama de segundos embargos.

Só após a publicação do acórdão da decisão e do trânsito em julgado, eles poderão iniciar a execução de suas penas.

Atualmente, Bolsonaro está em prisão domiciliar cautelar em função de outra investigação, a do inquérito que apura coação, com o filho deputado federal  Eduardo Bolsonaro (PL/SP), no caso do tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil.

A expectativa é que o ex-presidente inicie a execução de sua pena em regime fechado, no presídio da Papuda, em Brasília, ou em uma sala especial na Polícia Federal. A decisão final será de Alexandre de Moraes.

Os demais condenados são militares e delegados da Polícia Federal e poderão cumprir as penas em quartéis das Forças Armadas ou em alas especiais da própria Papuda.




Gaeco denuncia juiz da Paraíba e advogados por esquema de manipulação judicial e lavagem de dinheiro

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba apresentou denúncia ao Tribunal de Justiça contra o juiz Glauco Coutinho Marques (foto), da Vara Única de Gurinhém, e os advogados Hilton Souto Maior Neto, Henrique Souto Maior Muniz de Albuquerque, Luis Henrique de Amorim Santos e Armando Palhares Silva Júnior. Segundo a investigação, os denunciados integrariam um esquema de manipulação sistemática do Sistema de Justiça, destinado à obtenção de vantagens financeiras ilícitas.

A ação é um desdobramento da Operação Retomada, que apura a atuação de uma organização criminosa que utilizava associações formalmente constituídas, mas sem funcionamento real, para ajuizar ações em massa em comarcas específicas, com o objetivo de direcionar processos a juízes previamente influenciados.

De acordo com o Gaeco, a comarca de Gurinhém foi escolhida como base estratégica da atuação do grupo. O juiz Glauco Coutinho Marques teria sistematicamente proferido decisões favoráveis às demandas ligadas ao grupo, muitas delas em prazos considerados atípicos — algumas minutos após a distribuição dos processos, sem oitiva do Ministério Público e, em alguns casos, sob segredo de Justiça.

Intermediação e influência direta

A denúncia aponta Hilton Souto Maior Neto como o principal articulador do esquema.

O advogado era descrito como responsável por “fazer a ponte” entre advogados do grupo e o magistrado, sendo procurado para intervir diretamente em processos a fim de conseguir decisões favoráveis.

Mensagens obtidas pela investigação mostram orientação expressa para que demandas fossem tratadas com Hilton antes de chegar ao juiz. Há diversas conversas nos autos expondo combinação entre os outros advogados para que Hilton intermediasse o diálogo com o “MM”, referência ao meritíssimo, ou seja, o juiz Glauco Marques. Há, ainda, combinações de valores a serem oferecidos em troca dos “favores” jurídicos e até uma espécie de barganha para oferecer um valor abaixo do que os advogados imaginavam que atenderia a Hilton, como estratégia para reduzir o “preço” do “serviço”.

Em um dos episódios destacados, a interferência teria resultado na expedição célere de um alvará de soltura em um processo criminal, menos de uma hora após a solicitação mediada por Hilton.

Atuação também fora de Gurinhém

A investigação afirma que a atuação irregular do magistrado não se restringiu à comarca onde era titular.

No município de Sapé, durante substituição, o juiz teria homologado acordo em processo de inventário arquivado, sem presença de todos os herdeiros e beneficiando diretamente Hilton Souto Maior, que era interessado na aquisição de terras envolvidas na sucessão.

O ato foi posteriormente anulado pelo juiz titular e confirmado pelo Tribunal de Justiça, após apontamento de violações às garantias processuais e ao contraditório.

Lavagem de capitais e ocultação patrimonial

Além das suspeitas de corrupção, a denúncia sustenta que os investigados utilizaram mecanismos de dissimulação financeira para ocultar pagamentos e benefícios decorrentes das decisões judiciais, caracterizando lavagem de dinheiro.

Histórico e contexto

O documento do Ministério Público menciona que o juiz já responde a outras ações penais por fraudes e desvio de recursos públicos, relativas a período anterior à magistratura, afirmando que há padrão de conduta indicativo de atuação voltada à obtenção de vantagens ilícitas.

Próximos passos

A denúncia agora será analisada pelo Tribunal de Justiça da Paraíba.

Se recebida, o processo seguirá para instrução criminal, com possibilida de oitivas de testemunhas e coleta de novas provas. O juiz Glauco Coutinho já está afastado das funções por determinação do TJ da Paraíba.

Até o momento da publicação desta reportagem, não havia manifestação pública dos denunciados.

Parlamentopb




ELEIÇÕES 2026: Cícero lidera disputa para governador da Paraíba, aponta pesquisa

A nova rodada da pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Índice em parceria exclusiva com o Blog do Márcio Rangel mostra o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), na liderança da corrida pelo Governo do Estado nas eleições de 2026. No cenário estimulado, Cícero aparece com 33,1% das intenções de voto entre os paraibanos.

Em seguida, 17,7% dos entrevistados afirmaram não saber ou não responderam (NS/NR). O ex-senador Pedro Cunha Lima (PSDB) surge com 12,6%, seguido pelo vice-governador Lucas Ribeiro (PP), que aparece com 12,0% das preferências.

Outros 10,3% disseram que não votariam em nenhum dos nomes apresentados. Já o senador Efraim Filho (União Brasil) registra 9,2%, enquanto o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos), aparece com 5,1%.

Cenário estimulado para governador

Nome Percentual (%)

Cícero 33,1%

NS/NR 17,7%

Pedro Cunha Lima 12,6%

Lucas Ribeiro 12,0%

Nenhum 10,3%

Efraim Filho 9,2%

Adriano Galdino 5,1%

A pesquisa é quantitativa, de caráter estimulado, com 1.065 entrevistas presenciais realizadas entre 1, 2 e 3 de novembro de 2025, em municípios de todas as regiões da Paraíba.

• Margem de erro: até 3 pontos percentuais

• Nível de confiança: 95%

• Amostragem: por conglomerados em três etapas, com cotas de sexo e faixa etária

• Fonte demográfica: Censo IBGE 2010/2022

• Controle de autenticidade: geolocalização e gravação das entrevistas

O Blog do Márcio Rangel e o Instituto Índice irão divulgar, ao longo dos próximos meses, novas rodadas de pesquisas, acompanhando as mudanças no cenário político até as eleições de 2026.

www.reporteriedoferreira,com.br/Blog do Márcio Rangel




Comissão do Senado aprova nova faixa de isenção do IR

Projeto amplia isenção para rendas até R$ 5 mil e cria imposto mínimo para alta renda

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Renan Calheiros, presidente da CAE
Geraldo Magela/ Agência Senado

Renan Calheiros, presidente da CAE

CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (5), o projeto que altera a tributação do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física).

A proposta amplia a faixa de isenção para rendimentos de até R$ 5 mil mensais e cria um imposto mínimo para contribuintes de alta renda. A votação ocorreu de forma simbólica e unânime.

O texto, relatado pelo senador Renan Calheiros (MDB), mantém a redação aprovada pela Câmara dos Deputados no início de outubro, estratégia que evita o retorno da matéria à Casa de origem e acelera a tramitação.

Segundo Renan, “a decisão de preservar o conteúdo aprovado pelos deputados garante agilidade na entrega de uma política fiscal mais equilibrada e justa”.

O projeto segue agora para o plenário do Senado, onde a expectativa é de aprovação ainda hoje, antes de ser encaminhado à sanção presidencial.

A ampliação da isenção para rendimentos mensais de até R$ 5 mil — ou R$ 60 mil anuais — representa uma das principais promessas de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Caso sancionada, a medida passará a valer a partir de 1º de janeiro do ano que vem, com impacto na declaração do imposto referente ao ano seguinte.

Atualmente, a faixa de isenção alcança quem recebe até R$ 3.036 mensais, equivalente a dois salários mínimos. Com a nova regra, cerca de 25 milhões de contribuintes de baixa e média renda deixarão de pagar imposto de renda.

Para quem ganha entre R$ 5.001 e R$ 7.350, o projeto estabelece um desconto regressivo, reduzindo gradualmente a carga tributária. Acima desse limite, não haverá mudanças nas alíquotas atuais, que variam de 7,5% a 27,5%.

Para compensar a perda estimada de arrecadação — calculada entre R$ 26 bilhões e R$ 31,2 bilhões no ano que vem —, o projeto cria um “imposto mínimo” sobre rendas anuais acima de R$ 600 mil, o equivalente a R$ 50 mil por mês.

A nova tributação será progressiva e poderá chegar a até 10% sobre ganhos que excedam R$ 1,2 milhão ao ano.

Estudos técnicos apontam que, atualmente, contribuintes de alta renda pagam, em média, apenas 2,5% de IR efetivo sobre seus rendimentos totais. Com o novo modelo, o governo projeta arrecadar R$ 15,2 bilhões adicionais no ano que vem.

Outras medidas complementares incluem a tributação de lucros e dividendos apurados até o fim deste ano e propostas paralelas para elevar impostos sobre casas de apostas, bancos e fintechs.

Essas ações podem somar até R$ 18 bilhões em receitas extras nos próximos três anos.

Texto vai para a plenária do Senado

Com a aprovação final, o governo espera cumprir uma das metas fiscais mais simbólicas da gestão e viabilizar o início da nova tabela do imposto ainda dentro do atual mandato.

O Palácio do Planalto classifica o projeto como um “trunfo político e social” para o próximo ciclo eleitoral, por combinar alívio tributário à base da pirâmide e aumento da arrecadação sobre rendas mais altas.

Se aprovado sem alterações no plenário, o texto seguirá diretamente para sanção presidencial.




Acidente grave entre Soledade e Campina Grande deixa cinco mortos; seis veículos envolvidos

Acidente grave entre Soledade e Campina Grande deixa cinco mortos; seis veículos envolvidos

Acidente grave entre Soledade e Campina Grande deixa cinco mortos; seis veículos envolvidos

Um grave acidente registrado na manhã desta segunda-feira, 03 de novembro, na BR-230, no trecho que liga os municípios de Soledade e Campina Grande, resultou na morte de cinco pessoas. A colisão envolveu seis veículos, quatro carros de passeio e dois caminhões e provocou grande comoção na região do Cariri e do Agreste paraibano.

De acordo com as primeiras informações apuradas pelo Blog do Jordan Bezerra, todas as vítimas fatais estavam a bordo de um veículo Chevrolet Spin, que seguia de Juazeirinho. A identidade das vítimas ainda não havia sido divulgada até o fechamento desta matéria, mas as equipes de resgate confirmaram que não houve sobreviventes entre os ocupantes do carro.

A dinâmica do acidente ainda está sendo investigada pelas autoridades. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) isolou a área para o trabalho da perícia e controle do trânsito, que ficou lento por várias horas devido à gravidade da ocorrência e ao número de veículos envolvidos.

Equipes do Samu, Corpo de Bombeiros e PRF foram acionadas para prestar socorro e organizar o fluxo de veículos. Testemunhas relataram um cenário de destruição e forte impacto entre os automóveis, o que pode indicar que a colisão ocorreu em cadeia, possivelmente após uma ultrapassagem perigosa ou redução brusca na pista, hipótese que ainda será analisada pelos peritos.

A tragédia gerou grande comoção em Juazeirinho, de onde eram os ocupantes da Spin. Moradores e familiares aguardam informações oficiais sobre a liberação dos corpos e detalhes do velório e sepultamento.

O Blog do Jordan Bezerra segue acompanhando o caso para trazer atualizações sobre as causas do acidente e a identidade das vítimas.

www.reporteriedoferreira.com.br/ Blog do Jordan Bezerra




Empresário morre em acidente com portas de ferro, Motociclista morre após bater em caminhão

 

Empresário morre em acidente com portas de ferro e vidro dentro do própria loja

Empresário morre em acidente com portas de ferro e vidro dentro do própria loja

Empresário morre em acidente com portas de ferro e vidro dentro do própria loja

Um empresário morreu em acidente um acidente envolvendo portas de alumínio dentro do própria loja.  A loja ficava localizada na saída de Pombal para Paulista, no Sertão da ParaíbaFrancinaldo Andrade de Sousa, tinha 44 anos e era conhecido pelo apelido de “Naldinho”.

Portas de ferro e vidro que caíram sobre ele dentro do estabelecimento. Ele foi socorrido consciente e orientado, mas com fortes dores na região do abdome.

Após receber os primeiros socorros no local, ele foi encaminhado ao Hospital Regional de Pombal (HRP), onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu durante a tarde.

Segundo a própria vítima relatou antes de perder a consciência, o acidente ocorreu quando ele tentava retirar uma porta que estava atrás de outras. As que estavam na frente acabaram caindo sobre ele.

Motociclista morre após bater em caminhão entre Alhandra a Caaporã

Motociclista morre após bater em caminhão

Motociclista morre após bater em caminhão

Na madrugada deste domingo (2), um motociclista faleceu após colidir com um caminhão na rodovia estadual que conecta Alhandra a Caaporã, no Litoral Sul da Paraíba.

O acidente ocorreu nas proximidades da comunidade Cupissura.

O homem estava indo para casa após o trabalho e, segundo as primeiras informações da polícia, não estava usando capacete. Ainda não se sabe o que causou a colisão entre os veículos.