Diretório do PDT em João Pessoa segue sem comando, mas situação pode ser resolvida na semana que vem, diz presidente do partido

Sigla era comandada, na Capital, pelo vereador Junio Leandro. Porém, o mandato provisório acabou no dia 4 deste mês e o partido não definiu como vai ficar a situação.

Marcos Ribeiro, presidente estadual do PDT na Paraíba (Foto: Reprodução)

O diretório do PDT em João Pessoa continua sem comando seis dias após o fim da vigência do órgão provisório que era encabeçado pelo vereador Junio Leandro, de João Pessoa. A situação, no entanto, pode ser resolvida até o fim da próxima semana, segundo o presidente estadual da legenda, Marcos Ribeiro.

Marcos Ribeiro falou que a decisão sobre o diretório da Capital está com a direção nacional do PDT, que tem a palavra final sobre os diretórios das capitais. Ribeiro também falou que, por ele, não há problema em uma possível continuidade de Junio Leandro.

“Na verdade, essa questão foi remetida para a [direção] nacional do partido. Ela tem uma resolução de que deve ser ouvida com relação às capitais. Se dependesse de mim não teria problema permanecer, mas a nacional vai definir essa situação até o fim da semana que vem”, concluiu Marcos Ribeiro

Em entrevista recente, Junio Leandro, que comandou o diretório até o dia 4 deste mês, admitiu que a situação do PDT em João Pessoa preocupa e que ele poderá sair da legenda caso a indefinição persista.

www.reporteriedoferreira.com.br/ Clickpb




PF apura se irmã de Neymar e Rivaldo colaboraram com atos golpistas

As suspeitas constam de que o craque e Rafaella Santos ajudaram a financiar a tentativa de golpe no dia 8 de janeiro

Por

|

PF apura se Rivaldo e irmã de Neymar ajudaram a financiar atos golpistas
Divulgação/Reprodução

PF apura se Rivaldo e irmã de Neymar ajudaram a financiar atos golpistas

O Supremo Tribunal Federal (STF) investiga há dois anos uma suposta milícia digital composta por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro que, de forma organizada, utiliza informações falsas para minar as instituições democráticas, promovendo ataques contra políticos, juízes e opositores por meio das redes sociais. Alguns dos acusados tiveram a prisão preventiva decretada, enquanto outros fugiram do Brasil para escapar da cadeia.

Uma das suspeitas em apuração é de que a depredação das sedes do STF, do Congresso e do Palácio do Planalto nos atos do dia 8 de janeiro foi planejada e incentivada por essa milícia, que, além de tudo, pode ter sido usada como canal para financiar a baderna — uma linha de apuração que está enredando novos personagens ao caso.

A Veja revelou nesta sexta-feira (10), que entre os suspeitos estão Rivaldo, ex-jogador da seleção brasileira, e Rafaella Santos, irmã de Neymar. Rivaldo teria colaborado com R$ 50 mil, mas não há evidências de que sua doação foi destinada à invasão e depredação de prédios públicos. Rafaella Santos, em uma rara manifestação política, expressou seu apoio a Bolsonaro após a vitória de Lula nas urnas.

Em depoimento, um membro das milícias digitais afirmou que Rafaella também fez doações. Os envolvidos negaram as acusações. Os advogados de Rivaldo afirmam a inocência de seu cliente, enquanto a assessoria da moça nega qualquer conhecimento ou repasse de recursos.

O cantor gospel Salomão Vieira, acusado de angariar doações para acampamentos golpistas em frente a quartéis do Exército, teria obtido contribuições de Rivaldo e Rafaella.

* Texto de Lívia Carvalho
Lívia Carvalho é estudante de Jornalismo e apaixonada por cultura pop. Antes de entrar no time da coluna, foi produtora, apresentadora e repórter no programa Edição Extra, da TV Gazeta. Siga Lívia Carvalho no Instagram: @liviasccarvalho




Veja como votou cada senador na reforma tributária

Por 53 a 24, reforma tributária é aprovada em 2° turno pelo Senado

Por

Brasil Econômico

|

Eduardo Braga
Moreira Mariz/Agência Senado

Eduardo Braga

O Senado aprovou em segundo turno nesta quarta-feira (8) a  reforma tributária do relator Eduardo Braga (MDB-AM). A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) agora voltará para a Câmara e, se aprovada, segue para sanção presidencial.

O texto foi aprovado por 53 a 24 nos dois turnos. Por se tratar de um PEC, eram necessários 49 votos (três quintos) dos 81 senadores para aprovação do texto.

Apesar da pressão da oposição, a composição de partidos do governo conseguiu aprovar o texto, considerado crucial para o mandato atual.

Principal partido de oposição, o PL teve apenas um voto a favor da proposta, do senador Eduardo Gomes (PL-TO).

Apesar de estar no governo no Ministério de Portos e Aeroportos, o Republicanos, partido do ministro Silvio Costa Filho, votou inteiro contra a proposta.

Por outro lado, dois partidos da base foram essenciais para a aprovação: os 11 senadores do MDB votaram a favor da reforma. No União Brasil, apenas Sergio Moro votou contra.

Veja como votou cada deputado:

Votaram a favor
MDB

  • Alessandro Vieira
  • Confúcio Moura
  • Eduardo Braga
  • Fernando Dueire
  • Fernando Farias
  • Giordano
  • Ivete da Silveira
  • Jader Barbalho
  • Marcelo Castro
  • Renan Calheiros
  • Veneziano Vital do Rêgo
  • Novo
  • Eduardo Girão

PDT

  • Leila Barros
  • Weverton

PL

  • Eduardo Gomes
  • Podemos
  • Carlos Viana
  • Rodrigo Cunha
  • Styvenson Valentim
  • Zequinha Marinho

PP

  • Ciro Nogueira
  • Laércio Oliveira

PSB

  • Ana Paula Lobato
  • Chico Rodrigues
  • Flávio Arns
  • Jorge Kajuru

PSD

  • Angelo Coronel
  • Daniella Ribeiro
  • Eliziane Gama
  • Jussara Lima
  • Lucas Barreto
  • Mara Gabrilli
  • Margareth Buzetti
  • Nelsinho Trad
  • Omar Aziz
  • Otto Alencar
  • Sérgio Petecão
  • Vanderlan Cardoso
  • Zenaide Maia

PSDB

  • Plínio Valério

PT

  • Augusta Brito
  • Beto Faro
  • Fabiano Contarato
  • Humberto Costa
  • Jaques Wagner
  • Paulo Paim
  • Rogério Carvalho
  • Teresa Leitão

Rede

  • Randolfe Rodrigues

União

  • Alan Rick
  • Davi Alcolumbre
  • Efraim Filho
  • Jayme Campos
  • Marcio Bittar
  • Professora Dorinha Seabra

Votaram contra
Novo

  • Eduardo Girão

PL

  • Astronauta Marcos Pontes
  • Carlos Portinho
  • Flávio Bolsonaro
  • Jaime Bagattoli
  • Jorge Seif
  • Magno Malta
  • Rogerio Marinho
  • Romário
  • Wellington Fagundes
  • Wilder Morais
  • Podemos
  • Marcos do Val
  • Oriovisto Guimarães
  • Soraya Thronicke

PP

  • Dr. Hiran
  • Esperidião Amin
  • Luis Carlos Heinze
  • Tereza Cristina

PSDB

  • Izalci Lucas

Republicanos

  • Cleitinho
  • Damares Alves
  • Hamilton Mourão
  • Mecias de Jesus

União

  • Sergio Moro

 

 




PGR recorre e pede para que o Supremo Tribunal Federal vete contribuição sindical retroativa

Órgão pede que a Corte fixe um entendimento que barre sindicatos de promoverem cobranças retroativas, defendendo a validade da contribuição só depois do julgamento da Corte.

Plenário do Supremo Tribunal Federal (Foto: Reprodução)

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu nesta terça-feira (7) da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que validou a cobrança de contribuição assistencial a sindicatos por todos os trabalhadores da categoria, mesmo os não sindicalizados.

O órgão pede que a Corte fixe um entendimento que barre sindicatos de promoverem cobranças retroativas, defendendo a validade da contribuição só depois do julgamento da Corte.

A PGR também quer que o Supremo defina que o valor da contribuição não pode ser estabelecido em patamares “abusivos”, e que o patrão não pode interferir na escolha do trabalhador em pagar ou não a contribuição.

O recurso é assinado pela procuradora-geral da República, Elizeta Ramos, e foi enviado ao STF a partir de solicitação do Ministério Público do Trabalho.

Recurso

Para a PGR, é preciso fixar que a contribuição só pode ser aplicada a partir do momento em que o STF decidiu pela validade do pagamento.

“No caso em análise, houve mudança no entendimento da Suprema Corte acerca da constitucionalidade da instituição de contribuição assistencial imposta a empregados da categoria não sindicalizados”, afirmou Elizeta Ramos. “Nesse sentido, a possibilidade de cobrança retroativa, diante da retificação da tese, violaria o princípio da segurança jurídica”, completou.

O órgão também defendeu que a tese sobre o caso tenha o esclarecimento de que é proibido ao empregador “interferir, seja por estímulo, seja por desestímulo, no exercício do direito de oposição pelos integrantes da categoria”.

Esse direito de oposição é o instrumento que permitiria ao trabalhador rejeitar o desconto da contribuição do salário.

Conforme a PGR, é preciso, também, estabelecer parâmetros sobre o valor da contribuição, já que a sua fixação em “patamares abusivos” poderia acarretar o enfraquecimento do sistema de proteção do trabalhador.

“Nota-se, assim, a importância de esclarecer que a contribuição assistencial deve ser fixada em patamar razoável, consoante o objeto da negociação”.
Entenda

Em setembro, o STF entendeu que é válida a cobrança da contribuição assistencial de todos os trabalhadores.

Essa cobrança precisa ser aprovada em acordo ou convenção coletivos. De acordo com a posição da maioria dos ministros, trabalhadores podem ter o direito de se opor ao pagamento dessa contribuição, formalizando que não querem ter esse desconto no salário.

A contribuição assistencial é destinada ao custeio de atividades de negociações coletivas do sindicato, como as tratativas com patrões por reajuste salarial ou pela extensão de benefícios, como auxílio-creche.

Os resultados e eventuais conquistas dessas negociações se estendem a toda a categoria, independentemente de o trabalhador ser sindicalizado ou não.

O julgamento no Supremo não tem relação com a contribuição sindical, também conhecida como “imposto sindical”, que deixou de ser obrigatória depois da Reforma Trabalhista, de 2017.

A tese vencedora de julgamento foi a seguinte:

“É constitucional a instituição, por acordo ou convenção coletivos, de contribuições assistenciais a serem impostas a todos os empregados da categoria, ainda que não sindicalizados, desde que assegurado o direito de oposição.”

Como funcionaria

De acordo com o entendimento dos ministros, a contribuição assistencial aos sindicatos poderá ser exigida de todos os trabalhadores – sindicalizados ou não.

Para instituir a cobrança, será preciso que ela conste nos acordos ou convenções coletivas que são firmados entre sindicatos de trabalhadores e de patrões. O texto desses acordos sempre precisa passar por aprovação dos empregados, que confirmam ou não o seu teor, em assembleia da categoria.

Uma vez instituída a cobrança, é preciso que a convenção coletiva estabeleça também como vai funcionar o direito do trabalhador se opor ao desconto do valor.

Normalmente, se estabelece um prazo de 10 dias para que o trabalhador manifeste seu desejo de não contribuir. Em geral, o empregado deve ir presencialmente ao sindicato para fazer isso.

Para quem não se opõe, o pagamento é feito diretamente pela empresa por meio de desconto na folha. Os valores recolhidos são repassados aos sindicatos. Pode ser uma contribuição mensal, mas a convenção coletiva pode estabelecer outra periodicidade.

O valor varia. Normalmente é de uma porcentagem do salário do trabalhador, com algum teto. Por exemplo, 1% da remuneração, com limite de R$ 50.




Fórum Cível de João Pessoa; o resultado do trabalho Feminino dá ótimos frutos

O reconhecimento é um dos principais drivers de engajamento para os profissionais. Por isso, a troca e o fomento ao elogio no trabalho pode aumentar a motivação das pessoas colaboradoras e melhorar o clima organizacional da equipe. Mas é comum que os profissionais tenham receio ou não saibam exatamente como elogiar seus colegas de trabalho.

 

1-ADVOGADA TAIS CASTRO 2-REPORTER Iêdo Ferreira 3-MIRIELEN RODRIGUES 4- ALANI CAROLAINE 5-MAYARA PEREIRA 6- MARIA ROSARIO LIMA SILVA ( DEFENSORA PÚBLICA)

Reflexo do empoderamento na profissão. Tais Castro, Mirielen Rodrigues, Alani Carolaine, Maiara Pereira, a Dra Maria do Rosário Lima e a Dra Marlene Cau representam a competência no exercício das funções somada a muita educação e cordialidade.

Elas compõem o quadro de profissionais da Energisa e do Fórum Civil de João Pessoa, localizado na Avenida João Machado, no bairro Jaguaribe.

As profissionais trabalham a fim de encontrar soluções para problemas que surgem aos cidadãos. A entrega no trabalho é pautada com respeito, talento e muita dedicação a fim de manter o tratamento de forma humana com todos os envolvidos.

A base da conduta profissional tem sido paciência de forma singela a fim de obter a resolução dos conflitos. Dessa forma, a postura dessa excelente equipe tende a beneficiar a sociedade paraibana.

REPORTER iêdo Ferreira 2- Dra.MARLENE CAU-SETOR ADMINISTRATIVO

“São mulheres pacientes que sabem lidar com problemas difíceis com muito profissionalismo. Vocês  não enxergam problemas, vocês encontram soluções. A sociedade paraibana agradece por serem  excelentes profissionais. Além de talentosas, vocês  são pessoas que se dedicam e usam o seus talentos para fazer todos crescerem. Fórum Cível de João Pessoa, parabéns! Energisa, parabéns por manter nos seus quadros funcionais essas estupendas, competentíssimas e afetuosas mulheres que formam o triple ‘Justiça, Problemas e Soluções’, pontua o repórter Iêdo Ferreira.

www.reporteriedoferreira.com.br




Pai de assessor do prefeito do Município de Lucena quebra calçada de vizinho

O radialista Iêdo Ferreira foi surpreendido neste Natal ao chegar em sua residência, no Município de Lucena, e se deparar com parte de sua calçada quebrada. O ocorrido seria um fato comum, não fosse o ato ter sido praticado por ordem do senhor Juarez Dornelas da Costa, vizinho do radialista.

De acordo com depoimentos de moradores da rua, o senhor Juarez Dornelas “invoca uma autoridade que não tem” e, por essa razão, se “acha fiscal da rua”, por ser ele (Juarez) pai de um filho assessor do prefeito municipal, Léo Bandeira, e tio de um fiscal de obras da Prefeitura.

Iêdo ressalta que tem consciência que a calçada, realmente, é do domínio da Edilidade. No entanto, o repórter informou que fez tudo com a anuência da Prefeitura. “Na hora que a gente faz a calçada, esta se torna benfeitoria, patrimônio da Prefeitura”, destaca.

De acordo com Iêdo, mesmo que a prefeitura tivesse decidido fazer a calçada da rua, de forma padronizada, por exemplo, era de se esperar um aviso prévio, um comunicado aos moradores ou mesmo uma reunião na rua. “Tenho certeza que era isso que iria ocorrer”, ressaltou.

O repórter enfatizou que o “crime praticado contara o patrimônio alheio não partiu da Edilidade, mas sim de um cidadão que “abusa de uma autoridade que não tem”.

A casa do repórter está situada à Rua João Monteiro Falcão, nº 487, Centro.
Invasão

O senhor Dornelas, como se não bastasse, colocou um calha de forma irregular em sua residência, a qual invade o terreno do repórter Iêdo. Resultado: a água da chuva que cai no telhado da casa de seu Juarez escorre para o terreno de Iêdo.




TSE julga Bolsonaro nesta quinta (9) por divulgação de notícias falsas

Como a pena não tem caráter cumulativo, Bolsonaro permanecerá oito anos inelegível mesmo que a maioria dos ministros vote a favor da nova condenação

Por

|

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Valter Campanato/Agência Brasil – 18/10/2023

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

O  Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avança, nesta quinta-feira (9), em outro processo que pode deixar  Jair Bolsonaro (PL) inelegível. O julgamento, com início previsto para às 10h em formato híbrido, analisa a divulgação de notícias falsas.

Mesmo que os ministros votem em maioria pela inelegibilidade, Bolsonaro permanecerá somente oito anos sem poder se candidatar. Isso porque o processo que torna inelegível não tem caráter cumulativo, prevalecendo a condenação primeira, que passou a contar a partir das últimas eleições, em 2022.

Esse é o terceiro processo de inelegibilidade de Jair Bolsonaro no TSE. No primeiro, em julho, foi  condenado a oito anos  (até 2030) sem poder se candidatar a cargos eletivos por prática de abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação durante reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada. O ministro-relator,  Benedito Gonçalves, apontou “conduta ilícita em benefício de sua candidatura à reeleição”.

No final de outubro, Bolsonaro foi condenado novamente por abuso de poder político e econômico nas comemorações do Bicentenário da Independência, realizadas no dia 7 de setembro de 2022 em Brasília e no Rio de Janeiro. Dessa vez, porém, foi condenado junto a  Walter Braga Netto, seu candidato à vice-presidência, que também deverá ficar longe de cargos eletivos por oito anos.

O Plenário ainda reconheceu, igualmente por maioria, a prática de conduta vedada a agente público, tipo de irregularidade que resultou na aplicação de multas no valor de R$ 425.640,00 a Bolsonaro e de R$ 212.820,00 a Braga Netto. Nos dois últimos julgamentos, os ministros  Raul Araújo e Nunes Marques votaram contra a inelegibilidade, abrindo divergência à decisão do relator Benedito Gonçalves.

A partir desta sexta (10), o ministro Araújo inicia seu mandato como corregedor-geral Eleitoral no TSE, substituindo Gonçalves, e deverá conduzir mais 9 ações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outras duas contra o atual presidente,  Luiz Inácio Lula da Silva (PT).




Câmara aprova projeto que proíbe presença de crianças na Parada Gay em JP

A Câmara Municipal de João Pessoa aprovou, na manhã desta terça-feira (06), o Projeto de Lei que proíbe a participação de crianças na Parada Gay. A proposta é de autoria do vereador Tarcício Jardim (PP). Segundo o parlamentar, a medida se faz necessária para porque os eventos “vêm ganhando tons desvirtuados”. O texto agora vai para análise do prefeito Cícero Lucena (PP).

Em entrevista à MaisTV, canal de vídeo do Portal MaisPB, Jardim disse as crianças não devem participar de eventos como a Parada Gay, para que elas não “sejam influenciadas com pautas que não devem ser vistas pelo público infantil”.

“As Paradas do Orgulho Gay inicialmente tinham o condão de expor a liberdade sexual de todos. Contudo, observamos nos dias atuais a desvirtuação deste importante movimento social, no qual a vulgarização e a agressão às famílias tradicionais, religiões, aqueles de opiniões politicas diferentes e, principalmente, a erotização precoce de crianças e adolescentes são as bandeiras mais expostas”, argumenta o parlamentar.

O vereador afirma que é preciso “condenar e proibir que neles sejam utilizadas as imagens de crianças, uma vez que estes ainda não possuem, em sua grande maioria, o discernimento necessário para entendimento definitivo sobre a sua opção sexual”.

 

Pelo texto, as empresas que organizam a Parada Gay e descumpram a legislação, caso ela entre em vigor, serão advertidas e poderão pagar multa de até  1.000 (mil) UFIR/JP Unidade Fiscal de Referência do Município de João Pessoa, em caso de reincidência.

 




Alexandre de Moraes atende pedido da PGR e manda PF analisar doações via Pix para Bolsonaro

Um relatório produzido pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão de combate à lavagem de dinheiro do governo federal, apontou que Bolsonaro recebeu R$ 17,2 milhões via Pix.

 

Parlamentares pediram ao STF que Bolsonaro fosse investigado no caso da “vaquinha” feita por seus apoiadores. (Foto: Reprodução/Marcos Corrêa/ Presidência da República)

 

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a um pedido feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e determinou que a Polícia Federal (PF) analise o caso das doações realizadas, via Pix, para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Conforme apurou o ClickPB, a informação foi divulgada pelo canal de TV CNN.

Um relatório produzido pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão de combate à lavagem de dinheiro do governo federal, apontou que Bolsonaro recebeu R$ 17,2 milhões via Pix em sua conta pessoal nos primeiros seis meses do ano. Parlamentares pediram ao STF que Bolsonaro fosse investigado no caso da “vaquinha” feita por seus apoiadores.

Em seu parecer ao STF, o subprocurador Carlos Frederico Santos defendeu que o caso fosse enviado para a PF para que os investigadores pudessem apurar se há conexão entre a “vaquinha” para o ex-presidente e o inquérito das milícias digitais, relatado por Moraes.

A PGR quer saber especialmente se as transações atípicas, noticiadas pelo Coaf à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do 8 de janeiro, foram realizadas por doadores envolvidos na organização criminosa investigada no inquérito das milícias digitais.

Os dados do Coaf mostram que entre 1º de janeiro e 4 de julho o ex-presidente recebeu mais de 769 mil transações por meio do Pix que totalizaram R$ 17.196.005,80. O valor corresponde à quase totalidade do movimentado pelo ex-presidente no período, de R$ 18.498.532,66.

O órgão de combate à lavagem de dinheiro afirma no relatório que as transações atípicas podem estar relacionadas à campanha de doações organizada por aliados de Bolsonaro com o objetivo de pagar as multas impostas ao ex-presidente ao longo dos últimos anos.

A vaquinha foi organizada para levantar dinheiro para que o ex-presidente pudesse arcar com o pagamento de multas aplicadas e eventuais novas punições por ter desrespeitado o uso obrigatório de máscara em espaços públicos durante o auge da pandemia do novo coronavírus.




Mais de 33,2 mil alunos faltaram ao primeiro dia de Enem na Paraíba

No primeiro dia, os estudantes fizeram as provas de linguagens; códigos e suas tecnologias; e ciências humanas e suas tecnologias, além da redação.

As provas foram realizadas em 55 municípios do estado (Foto: Reprodução)

Dos 124.519 mil alunos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na Paraíba, 33.249 faltaram ao primeiro dia de provas realizado nesse domingo (05), isso representa 26,7% do total dos que deveriam participar.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), as provas foram realizadas em 55 municípios do estado, em 374 locais, divididos 4.362 salas.

No primeiro dia, os estudantes fizeram as provas de linguagens; códigos e suas tecnologias; e ciências humanas e suas tecnologias, além da redação. Com cerca de 13,1% a mais de inscritos em 2023, o ministro da Educação comemorou o que chamou de reversão de tendência de queda de participação no exame, que é a principal forma de acesso para quem deseja uma vaga no ensino superior no país.

Na 25ª edição do exame, pela primeira vez, os gráficos e as figuras das provas foram impressos em formato colorido para facilitar às pessoas que são daltônicas ou tenham problemas de visão. O cartão-resposta também foi ampliado também para pessoas com alguma deficiência visual.