Receita anula isenção fiscal que governo Bolsonaro deu a líderes religiosos

Ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Reuters

Por Octavio Guedes

O Secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, suspendeu uma decisão do governo Bolsonaro que garantiu isenção tributária sobre salários de ministros de confissão religiosa, como pastores. A decisão veio por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).

O Ato Declaratório Interpretativo que concedeu o benefício foi assinado por Julio César Vieira Gomes, às vésperas da eleição de 2022. Julio César é o mesmo que esteve envolvido na tentativa de liberação das joias dadas que o ex-presidente Jair Bolsonaro tentou incorporar ao seu patrimônio.

A concessão da isenção aos líderes religiosos foi considerada atípica porque não passou pelo crivo da subsecretaria de tributação da Receita.

O Tribunal de Contas da União também estava investigando o procedimento de Julio Cesar.

Decisaão publicada no Diário Oficial suspente decisão do governo Bolsonaro sobre isenção tributária de líderes religiosos. — Foto: Reprodução
Decisão publicada no Diário Oficial suspende decisão do governo Bolsonaro sobre isenção tributária de líderes religiosos. — Foto: Reprodução

Repercussão na Bancada Evangélica

O deputado da Frente Evangélica Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) disse ao blog que o fim isenção de IR para pastores “é prato cheio” para fazer campanha contra o governo e alegou perseguição.

“É uma prova do que sempre falamos: o governo Lula persegue os segmentos religiosos. Estão sustando o ato declaratório do ex-secretário da Receita, para que cada auditor interprete a lei como quiser, voltando à velha fábrica de multas. Faz um absurdo desses e depois quer se aproximar de evangélicos”.

Um dos líderes da Frente Evangélica, Sóstenes é também o 2º vice-presidente da Câmara dos Deputados. O parlamentar prometeu responder ao governo Lula.

“Terão cada vez mais nosso distanciamento e nós iremos fazer campanha contrária a esses governos. Isso é prato cheio para nós evangélicos. Vou fazer um vídeo agora para espalhar e mostra que o PT persegue o segmento religioso”.

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Apesar de críticas de petistas a Múcio e militares, Lula vive melhor fase com Forças Armadas

Lula e o ministro da Defesa José Múcio (à dir.). Foto: Ricardo Stuckert/PR

Por Valdo Cruz

Apesar das constantes críticas de petistas ao desempenho de José Múcio Monteiro e de militares, defendendo um enquadramento da área, o presidente Lula discorda desses ataques e está na melhor fase de convivência com seu ministro da Defesa e as Forças Armadas.

E já deixou claro internamente que aprova o trabalho de Múcio, que atuou para pacificar o clima entre as forças, mesmo em meio aos comentários negativos.

Além disso, Lula tem dito que os próprios militares defendem a punição de integrantes das Forças Armadas envolvidos nos atos golpistas.

Exército, Marinha e Força Aérea já informaram o Palácio do Planalto que tomaram todas as medidas relacionadas a seus integrantes citados em ilegalidades, e que estão sob investigação militar. Alguns já foram até punidos.

Em relação aos que estão sendo investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a cúpula das Forças Armadas diz aguardar o resultado das investigações. Depois, vai tomar as medidas internas relacionadas a eles, segundo a responsabilidade de cada um.

O STF decidiu que os militares que participaram dos atos golpistas de 8 de janeiro serão investigados pela corte e não pela Justiça Militar.

O Exército sabe que nomes de novos militares, além dos já revelados, podem surgir nas investigações da Polícia Federal. A PF segue apurando os atos golpistas, e novas operações da Lesa Pátria vão ocorrer.

Os investigadores, por exemplo, estão identificando os integrantes do grupo camuflado que atuou na invasão e depredação dos prédios públicos em Brasília durante os ataques golpistas.

A suspeita é que o grupo, que usava máscaras e luvas, seja formado por profissionais treinados para táticas de guerrilha. Esse grupo teria liderado a invasão e, logo depois, desapareceu da Esplanada dos Ministérios.

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Para não ser ‘atropelado’ pelo Legislativo, governo Lula se prepara para negociar reforma administrativa este ano

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante chegada a Nova Delhi (índia). Foto: Ricardo Stuckert

Por Valdo Cruz

Diante de sinais enviados pelo Congresso, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já se prepara para negociar uma possível reforma administrativa a partir da retomada dos trabalhos do Legislativo, em fevereiro.

A ideia é evitar que o governo seja “atropelado” pelo parlamento na discussão. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), quer abraçar a aprovação dessa reforma – que também conta com apoio no Senado.

Segundo assessores de Lula, se o governo não negociar, o Congresso vai aprovar sua versão da reforma mesmo assim. A proposta em tramitação é do governo Jair Bolsonaro e não tem apoio do PT.

Ministros do atual governo dizem que não vai ser suficiente o governo simplesmente fazer oposição ao texto e tentar barrá-lo. Na atual composição do Congresso, mais conservadora e liberal, o tema tem apoio amplo.

Na campanha em 2022, Lula chegou a prometer uma reforma administrativa para fazer frente a críticas do então candidato à reeleição Jair Bolsonaro.

Em 2023, o governo Lula conseguiu adiar esse debate no Congresso ao pautar outros temas mais urgentes, como a reforma tributária e o arcabouço fiscal. Com essa agenda superada, a Câmara comandada por Arthur Lira já voltou os olhos para a reforma administrativa.

Essa reforma vai na linha defendida pelo mercado de reduzir os gastos governamentais nas três esferas (federal, estadual e municipal).

Um assessor de Lula ouvido por esta reportagem diz concordar com a crítica recorrente de que, até agora, o governo só tratou de medidas para elevar a arrecadação – mas avançou pouco nas ideias para cortar gastos. O Executivo, segundo esse assessor, está sendo cobrado e terá que dar respostas.

O governo deve tentar, agora, aproveitar a votação da reforma administrativa para colocar um fim na farra dos salários milionários.

Já há propostas nesse sentido tramitando no Congresso, inclusive, com o apoio de Rodrigo Pacheco. A ideia entre aliados de Lula é aproveitar a discussão da reforma administrativa para incluir o fim dos supersalários no pacote.

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Líder do governo no Senado diz que MP da reoneração não será devolvida




Inscrições para o Concurso Unificado começam nesta sexta-feira (19)

As inscrições para o Concurso Público Nacional Unificado começam nesta sexta-feira (19). O certame vai selecionar, de uma só vez, 6.640 servidores para 21 órgãos públicos federais.

No ato da inscrição, feita exclusivamente pelo aplicativo Gov.br, será gerada uma Guia de Recolhimento da União (GRU), único mecanismo de pagamento que valerá para o concurso. O prazo segue até 9 de fevereiro.

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As provas serão aplicadas no dia 5 de maio em 220 cidades, distribuídas em todos os estados e no Distrito Federal. A taxa de inscrição será R$ 60 para vagas de nível médio e R$ 90 para vagas de nível superior.

Estão isentos candidatos que integram o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e que cursam ou cursaram faculdade com apoio do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) ou do Programa Universidade para Todos (ProUni), assim como doadores de medula óssea.
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, responsável pela condução do concurso, recomenda leitura cuidadosa dos editais, “potencializando as trajetórias profissionais e acadêmicas dos candidatos“.

Em nota, a pasta destacou que a proposta é democratizar o acesso aos quadros federais e permitir que candidatos alinhem suas vocações às oportunidades oferecidas.

Um dos destaques do certame é a possibilidade de utilizar as listas de classificação também para a ocupação de vagas em cargos temporários, sendo que, se o candidato aceitar um cargo temporário, continuará na lista de espera dos outros cargos. O concurso terá validade de 12 meses, podendo ser prorrogado por mais 12 meses.

“Pessoas aprovadas para cargos que, porventura, não sejam o da primeira opção selecionada no momento da inscrição, continuarão em lista de espera para o principal posto desejado”, reforçou o ministério.

Fonte: Agência Brasil




Governador João Azevêdo prioriza entrega de obras e diz que foco não é discussão sobre candidatura ao Senado

O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), reiterou nesta quinta-feira (18) seu compromisso com a administração e desenvolvimento do estado e deixou claro que não pretende antecipar discussões sobre as eleições de 2026, incluindo uma eventual pré-candidatura ao Senado Federal.

João enfatizou que, neste momento, o foco principal é a conclusão e entrega de obras estruturantes que beneficiarão o estado e ressaltou que as decisões relacionadas à eleição de 2026 serão tomadas no momento apropriado.

“2026 está longe. Nós temos que manter o foco é em entregar obras. E se tiver tudo pavimentado, asfaltado, como estão as estradas, se estiver tudo organizado como estão ficando as escolas da Paraíba, aí a gente pode pensar e decidir na hora certa”, disse  o governador Azevêodo




Lula sanciona lei que prevê correção anual dos repasses do SUS

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Foto: TV Brasil

por Renato Machado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou na terça-feira (16) a lei que prevê a correção anual da tabela de serviços do SUS (Sistema Único de Saúde). A última revisão ocorreu em 2013, durante o governo de Dilma Rousseff (PT).

A proposta prevê que, em dezembro de cada ano, o governo federal deverá estabelecer um índice para corrigir os valores que são repassados para os entes federados e para as instituições de saúde.

A lei foi sancionada durante audiência fechada no Palácio do Planalto, com a presença do vice Geraldo Alckmin (PSB), do secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger do Nascimento Barbosa, dos ministros Paulo Pimenta (Secom) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais), parlamentares e representantes do setor de saúde.

Não houve vetos.

A nova legislação altera a Lei Orgânica da Saúde, de 1990, para determinar que os valores para a remuneração dos serviços de saúde deverão ser revistos no mês de dezembro de cada ano para vigorar nos 12 meses seguintes. Ela afirma que eles devem “ser suficientes para o pagamento dos custos, a garantia da qualidade do atendimento e a manutenção do equilíbrio econômico-financeiro”.

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João sanciona LOA 2024 e revisão do PPA 2024-2027 com vetos a emendas parlamentares; SAIBA QUAIS

Foto: reprodução/youtube alpb

O governador João Azevêdo (PSB) sancionou, com vetos a algumas emendas parlamentares, a Lei Orçamentária Anual 2024 e a revisão do Plano Plurianual 2024-2027. As duas peças, que guiam a execução do orçamento da Paraíba, foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (16).

A LOA estima despesas e receitas para este ano no montante de R$ 19,42 bilhões, um aumento de 10% em relação ao que está sendo executado ano passado. As áreas que vão receber mais recursos são Educação R$ 4.111.208.524,00 (25,76% da Receita Corrente Líquida) e R$ 1.951.067.408,00 em Saúde (12.22% da Receita Corrente Líquida).

Para este ano, os deputados conseguiram ampliar de 0,7% para 0,8% o usufruto do orçamento estadual para destinar como emendas impositivas. Assim, a partir do próximo ano, cada um dos 36 parlamentares terá direito em torno de R$ 3,5 milhões, a depender a receita estadual. Dessa parcela, 50% deve ser exclusivamente para a Saúde.

Vetos do governador

O governador, no entanto, vetou uma série de emendas parlamentares. A maioria por motivos técnicos como ausência de indicação da meta ou por estar incompatível com o Plano Plurianual 2024-2027.

Há também uma veto a uma emenda que seria destinada Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), para implantação de uma campus na região do Vale do Piancó, no sertão do estado. A proposta foi vetada devido à autonomia técnica, administrativa e financeira da entidade.

Confira as emendas vetadas:

1 – As Emendas de Meta de n.º s 75, 76, 77, 78, 79, 80, 81, 82, 83, 84, 85, 86, 529, 532, 535 e 537, devem ser vetadas por Ausência de Indicação de Meta Quantitativa.

2 – A Emenda de Meta de nº 339 propõe meta para Implantação do campus da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) na região do Vale do Piancó, no sertão do estado. O veto se
impõe pelo fato da entidade possuir autonomia técnica, administrativa e financeira e os investimentos propostos Emenda não estarem previstos no programa de expansão da UEPB. Ademais, a inclusão desta emenda contraria o inciso I do § 3º do art. 166 da Carta Magna e inciso I do § 3º do art. 169 da Constituição do Estado, por não constar do Plano Plurianual 2024-2027, não podendo por tanto ser acatada.

3 – A Emenda de Meta de nº 531 propõe meta para Instalação Casa de Acolhimento Provisório de Mulheres em situação de Violência no município de Cajazeiras. O veto se impõe, pois, a
inclusão desta emenda contraria o inciso I do § 3º do art. 166 da Carta Magna e inciso I do § 3º do art.169 da Constituição do Estado, por não constar do Plano Plurianual 2024-2027.

4 – A Emenda de Meta de nº 534 propõe meta para Instalação de Unidade de Serviço de Hemodinâmica no Complexo Hospitalar do Hospital Regional de Cajazeiras. O veto se impõe, pois,
a inclusão desta emenda contraria o inciso I do § 3º do art. 166 da Carta Magna e inciso I do § 3º do art.169 da Constituição do Estado, por não constar do Plano Plurianual 2024-2027.

5 – A Emenda de Meta de nº 536 propõe meta para Ampliação da maternidade Doutor Deodato Cartaxo do Complexo Hospitalar do Hospital Regional de Cajazeiras. O veto se impõe,
pois, a inclusão desta emenda contraria o inciso I do § 3º do art. 166 da Carta Magna e inciso I do § 3ºdo art. 169 da Constituição do Estado, por não constar do Plano Plurianual 2024-2027.

6 – A Emenda de Meta de nº 545 propõe meta para Construção e instalação do Centro de Assistência ao portador de transtorno do espectro autista no município de Cajazeiras. O veto se impõe, pois, a inclusão desta emenda contraria o inciso I do § 3º do art. 166 da Carta Magna e inciso I do § 3º do art. 169 da Constituição do Estado, por não constar do Plano Plurianual 2024-2027.

7 – A Emenda de Meta de nº 839 propõe meta para Dar efetividade à Lei nº 11.449/2019 com a criação do Conselho Estadual de Economia Solidária e de Fundo Estadual de Apoio
à Economia Solidária. O veto se impõe, pois, a inclusão desta emenda contraria o inciso I do § 3º do art.166 da Carta Magna e inciso I do § 3º do art. 169 da Constituição do Estado, por não constar do Plano Plurianual 2024-2027.

8 – A Emenda de Apropriação de nº 130 propõe recurso para transferir os recursos acima elencados para a Prefeitura Municipal de Puxinanã-PB para aquisição de 01 (um) veículo Strada
Cabine dupla. O veto se impõe pelo fato do objeto da emenda estar em desacordo com a legislação do FDE, conforme art. 1º da Lei nº 3.916/1977.

9 – A Emenda de Apropriação de nº 305 propõe recurso para transferir os recursos acima discriminados para o Município de Boqueirão – PB para execução da rede de abastecimento de
água do Bento de Cima, Bento de Baixo. O veto se impõe pelo fato do objeto da emenda estar em desacordo com a legislação do FDE, conforme art. 1º da Lei nº 3.916/1977.

10 – A Emenda de Apropriação de nº 456 propõe recurso para transferir, mediante convênio ou instrumento congênere, para a FUNDAB – FUNDAÇÃO BENEFICENTE PARAIBANA,
entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ nº 48.892.462/0001-97, localizada na Rua Severino Teixeira Lima, 146 – Centro – Itaporanga-PB, os valores acima indicados, para custeio das ações como: manutenção e locação de máquinas, realizadas pela referida entidade. O veto se impõe pelo fato do objeto da emenda estar em desacordo com a legislação do FDE, conforme art. 1º da Lei nº 3.916/1977.

11 – A Emenda de Apropriação de nº 466 propõe recurso para transferir, mediante convênio ou instrumento congênere, para a FUNDAB – FUNDAÇÃO BENEFICENTE PARAIBANA,
entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ nº 48.892.462/0001-97, localizada na Rua Severino Teixeira Lima, 146 – Centro – Itaporanga-PB, os valores acima indicados, para custeio das ações como: pagamentos de serviços, funcionários e operadores de máquinas realizadas pela referida entidade. O veto se impõe pelo fato do objeto da emenda estar em desacordo com a legislação do FDE, conforme art. 1º da Lei nº 3.916/1977.

12 – A Emenda de Apropriação de nº 516 propõe recurso para transferir, mediante convênio ou instrumento congênere, para a Colônia de Pescadores e Aquicultores de Marí Pedro Soares da Silva, entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 20.428.049/00001-57, localizada Sítio Olho D’água de Mari, Mari-PB, os recursos acima citados para construção da sede própria da referida entidade. O veto se impõe pelo fato do objeto da emenda estar em desacordo com a legislação do FDE, conforme art. 1º da Lei nº 3.916/1977.

13 – A Emenda de Apropriação de nº 585 propõe recurso para transferir, mediante convênio ou instrumento congênere, o valor de R$ 20.000,00, para a Associação dos Agricultores e
Agricultoras do Assentamento José Moreira da Silva, com CNPJ Nº 18.946.934/0001-86, localizada no assentamento José Moreira, na cidade de Taperoá-PB, para o custeio das atividades prestadas pela entidade. O veto se impõe pelo fato do objeto da emenda estar em desacordo com a legislação do FDE, conforme art. 1º da Lei nº 3.916/1977.

14 – A Emenda de Apropriação de nº 714 propõe recurso para transferir, mediante convênio ou instrumento congênere, para ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO AOS ANIMAIS DE REMÍGIO, entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 26.895.059/0001-89, localizada na SÍTIO QUEIMADAS S/N, Remígio (PB), os recursos acima citados, para custeio de suas atividades fins. O veto se impõe pelo fato do objeto da emenda estar em desacordo com a legislação do FDE, conforme art. 1º da Lei nº 3.916/1977.

15 – A Emenda de Apropriação de nº 746 propõe recurso para transferir, mediante convênio ou instrumento congênere, para Associação Comunitária Rural do Sítio Taboleiro Redondo,
entidade sem fins lucrativos, inscrito no CNPJ Nº 02.580.373-0001-04, localizado no Sítio Taboleiro Redondo, S/N, Zona Rural do Município de Pombal/PB, os recursos acima citados, destinado à Construção da Sede. O veto se impõe pelo fato do objeto da emenda estar em desacordo com a legislação do FDE, conforme art. 1º da Lei nº 3.916/1977.

16 – A Emenda de Apropriação de nº 755 propõe recurso para transferir, mediante convênio ou instrumento congênere, para ASSOCIACAO PROTETORA DOS ANIMAIS PATINHAS
NA AREIA – APAPA, entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 43.239.265/0001-50, localizada na Rua Professor Antônio Benvindo, 29, Centro, Areia (PB), CEP 58397-000, os recursos acima citados, para custeio de suas atividades fins. O veto se impõe pelo fato do objeto da emenda estar em desacordo com a legislação do FDE, conforme art. 1º da Lei nº 3.916/1977.

17 – A Emenda de Apropriação de nº 770 propõe recurso para transferir mediante convênio ou instrumento congênere, para Associação Rural do Sítio Cabeça do Boi II, entidade sem
fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 27.662.962/0001-62, localizado no Sítio Cabeça de Boi, S/N, Zona Rural. CEP: 58550- Prata– PB, os recursos acima citados, destinado a implementar sistemas de abastecimento de água na zona rural contribuindo assim para geração de renda na região. O veto se impõe por erro técnico na definição do órgão destinatário do recurso, pois há incompatibilidade entre a Meta Específica e os objetivos do FDE, disciplinados na Lei nº 3.916/1977.

18 – A Emenda de Apropriação de nº 773 propõe recurso para transferir mediante convênio ou instrumento congênere, para Associação Comunitária de Várzea Grande e Uruçu – ACOVGU, entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 02.937.014/0001-61, localizado no Sitio Urucu, Nº S/N no bairro Zona Rural em São João do Cariri – PB, CEP 58590-000, os recursos acima citados, destinado a implementar sistemas de abastecimento de água na zona rural contribuindo assim para geração de renda na região. O veto se impõe por erro técnico na definição do órgão destinatário do recurso, pois há incompatibilidade entre a Meta Específica e os objetivos do FDE, disciplinados na Lei nº 3.916/1977.

19 – A Emenda de Apropriação de nº 778 propõe recurso para transferir mediante convênio ou instrumento congênere, para Colônia de Pescadores e Aquicultores Z-47, entidade sem
fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 11.412.176/0001-77, localizado Sítio Campos, SN Zona Rural – Caraúbas – PB CEP 58595-000, os recursos acima citados, à reforma da sede da Colônia. O veto se impõe pelo fato do objeto da emenda estar em desacordo com a legislação do FDE, conforme art. 1º da Lei nº 3.916/1977.

20 – A Emenda de Apropriação de nº 779 propõe recurso para Transferir mediante convênio ou instrumento congênere, para Associação Comunitária e dos Usuários de Água dos Sítios Salão, Lagoa da Serra e adjacências, entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 01.899.944/0001-05, localizado no Sitio Salão, SN -Zona Rural – Serra Branca – PB – CEP 58580-000, os recursos acima citados, destinados a implementar sistemas de abastecimento de água na zona rural contribuindo assim para geração de renda na região. O veto se impõe por erro técnico na definição do órgão destinatário do recurso, pois há incompatibilidade entre a Meta Específica e os objetivos do FDE, disciplinados na Lei nº 3.916/1977.

21 – A Emenda de Apropriação de nº 782 propõe recurso para transferir mediante convênio ou instrumento congênere, para Associação dos Assentados do Assentamento dos Dez – ASDEZ, entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 03.956. 820/0001-40, localizado no Assentamento dos Dez, Zona Rural, CEP: 58500-000 – Monteiro – PB, os recursos acima citados, destinados a implementar sistemas de abastecimento de água na zona rural contribuindo assim para geração de renda na região. O veto se impõe por erro técnico na definição do órgão destinatário do recurso, pois há incompatibilidade entre a Meta Específica e os objetivos do FDE, disciplinados na Lei nº 3.916/1977.

22 – A Emenda de Apropriação de nº 785 propõe recurso para transferir mediante convênio ou instrumento congênere, para Colônia de Pescadores de Soledade, entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 06.798.424/0001-20, localizado Rua Manoel Fernandes de Lima, SN – São Jose – Soledade – PB – CEP 58155-000, os recursos acima citados, a implementar sistemas de abastecimento de água na zona rural contribuindo assim para geração de renda na região. O veto se impõe por erro técnico na definição do órgão destinatário do recurso, pois há incompatibilidade entre a Meta Específica e os objetivos do FDE, disciplinados na Lei nº 3.916/1977.

23 – A Emenda de Apropriação de nº 786 propõe recurso para transferir mediante convênio ou instrumento congênere, para Cooperativa da Agricultura Familiar do Cariri – COAFAM,
entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 32.551.912/0001-48, localizado no Sitio Poco das Pedras, SN, Zona Rural, São João do Cariri/PB – CEP 58590-000, os recursos acima citados, destinados a implementar sistemas de abastecimento de água na zona rural contribuindo assim para geração de renda na região. O veto se impõe por erro técnico na definição do órgão destinatário do recurso, pois há incompatibilidade entre a Meta Específica e os objetivos do FDE, disciplinados na Lei nº 3.916/1977.

24 – A Emenda de Apropriação de nº 791 propõe recurso para transferir mediante convênio ou instrumento congênere, para Associação Comunitária de Desenvolvimento do Ligeiro –
ACODEL, entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 24.223.109/0001-56, localizado no Sítio Ligeiro de Cima, S/N, Zona Rural. CEP: 58580-Serra Branca – PB, os recursos acima citados, destinados a implementar sistemas de abastecimento de água na zona rural contribuindo assim para geração de renda na região. O veto se impõe por erro técnico na definição do órgão destinatário do recurso, pois há incompatibilidade entre a Meta Específica e os objetivos do FDE, disciplinados na Lei nº 3.916/1977.

25 – A Emenda de Apropriação de nº 792 propõe recurso para transferir mediante convênio ou instrumento congênere, para Associação dos Moradores e Usuários de Águas da Bacia do
Sumé/PB – AMUABAS, entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 41.211.830/0001-45, localizado no Sitio Pitombeira, Nº S/N no bairro Zona Rural em Sumé – PB, CEP 58540-000, os recursos acima citados, destinado implementar sistemas de abastecimento de água na zona rural contribuindo assim para geração de renda na região. O veto se impõe por erro técnico na definição do órgão destinatário do recurso, pois há incompatibilidade entre a Meta Específica e os objetivos do FDE, disciplinados na Lei nº 3.916/1977.

26 – A Emenda de Apropriação de nº 794 propõe recurso para transferir mediante convênio ou instrumento congênere, para Associação de Desenvolvimento Comunitário Rural de Barrigudas dos Queiroz – ADCRBQ, entidade sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ Nº 01.294.078/0001-29, localizado no Sitio Barriguda dos Queiroz, S/N Zona Rural – Caraúbas – PB CEP 58595-000, os recursos acima citados, à Construção da sede da entidade. O veto se impõe pelo fato do objeto da emenda estar em desacordo com a legislação do FDE, conforme art. 1º da Lei nº 3.916/1977.

27 – A Emenda de Apropriação de nº 862 propõe recurso para transferir, mediante convênio ou instrumento congênere, os recursos acima elencados para o Hospital Regional de Itabaiana,
para aquisição de equipamento hospitalar. O veto se impõe por erro Técnico na indicação da Modalidade de Aplicação, pois conforme disposto no Manual Técnico de Orçamento para o exercício 2024, a modalidade 50 deve ser utilizada para identificar Transferência a Instituições Privadas se Fins Lucrativos, quando deveria ter indicado a Modalidade de Aplicação 90 – Aplicação Direta.

www.reporteriedoferreira.com.br/Jornal da Paraiba




Uso ilegal de inteligência artificial pode ser crime contra o Estado Democrático de Direito, alerta Lewandowski

Ricardo Lewandowski. Foto: Reprodução

Por Valdo Cruz

As eleições municipais deste ano nem começaram, mas a inteligência artificial já está em campo e pode colocar em risco a lisura da votação. Mais um desafio para o futuro ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.

Ele promete atuar em conjunto com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e alerta que o uso ilegal dessas ferramentas pode ser crime contra o Estado Democrático de Direito.

“Nós vamos trabalhar em estreita colaboração com o TSE, especialmente por meio da Polícia Federal para prevenir e reprimir o uso da inteligência artificial para fraudar as eleições, o que pode, inclusive, configurar crime contra o Estado Democrático de Direito”, diz o novo ministro, que toma posse em fevereiro e está na fase de montagem da equipe.

O uso ilegal da inteligência artificial não é um desafio apenas do Ministério da Justiça e do Judiciário. O Congresso também precisa regular as redes sociais.

O relator do projeto das “fake news”, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), diz que está com tudo pronto para que os deputados votem a proposta neste primeiro semestre, que precede as eleições municipais.

No ano passado, a pressão das plataformas digitais fez a Câmara dos Deputados recuar e desistir de votar o projeto.

Neste ano, não só por conta das eleições municipais, mas também por causa dos efeitos nocivos sobre adolescentes e crianças, deputados voltaram a defender que o projeto seja apreciado pelo plenário da Câmara dos Deputados.

O Brasil, que está na presidência do G20, também quer debater no grupo a regulação das redes sociais. A União Europeia já fez o seu dever de casa e definiu as responsabilidades das plataformas digitais em relação à disseminação de fake news.

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Governador anuncia aumento de 5% nos salários dos servidores da Paraíba

Anúncio do reajuste foi feito durante o programa Conversa com o Governador, na Rádio Tabajara, nesta segunda-feira,15

Governador, João Azevêdo, Reajuste, Aumento

Governador anuncia aumento de 5% nos salários dos servidores da Paraíba

Anúncio do reajuste foi feito durante o programa Conversa com o Governador, na Rádio Tabajara.

Governador, João Azevêdo, Reajuste, Aumento

Reajuste foi anunciado pelo governador João Azevêdo (Foto: YouTube)

O governador João Azevêdo (PSB) anunciou, nesta segunda-feira (15), que os servidores do Estado vão ter um reajuste de 5 % nas remunerações. O anúncio foi feito durante o programa Conversa com o Governador, na Rádio Tabajara.

O  governador falou que o aumento será linear para todos os servidores ativos, inativos, aposentados, pensionistas e contratados.

“Já concluímos os estudos dentro daquilo que é possível o estado cumprir e continuar honrando os pagamentos e as datas. A cada ano diversas pautas temos que cumprir. No caso específico, em janeiro atualizamos o valor do salário e vamos trabalhar para que o menor salário pago ao servidor seja o mínimo. Estamos dando aumento linear de 5%, para todos, sejam efetivos, contratados, aposentados e pensionistas”, afirmou o governador

O governador falou que o reajuste vai ter um impacto anual de R$ 450 milhões na folha de orçamento do Estado. João Azevêdo também ponderou que o reajuste está acima da inflação registrada em 2023, que foi de 4,62%.