Dia do professor: data para cruciais reflexões Por Sérgio Botelho
Dia do professor: data para cruciais reflexões
Dia do professor: data para cruciais reflexões
O MOVIMENTO GOLPISTA NÃO MORREU Por Rui Leitao
É preciso que continuemos atentos e fortes. A vitória eleitoral conquistada no ano passado não nos dá a tranquilidade de que as ameaças à democracia desapareceram por completo. O delírio golpista continua aceso. Os conspiradores seguem na espreita, intimidando os democratas brasileiros. Vencemos uma batalha, mas ainda não ganhamos a guerra. O fascismo trabalha sua reorganização.
Têm aversão ao debate ético. Apelam para as mentiras na busca incessante de tentar desgastar um governo que está dando certo. Embora inelegível, o ex-presidente ainda consegue ser ouvido pelos que pensam como ele. Seus apoiadores, apesar das evidências da prática de crimes, recusam aceitar os fatos incontestáveis como verdadeiros. Parte do seu público se mantém fiel. As pautas cheias de ódio e preconceito retomam os discursos nas redes sociais, com o espalhamento desenfreado da desinformação.
Os grupos extremistas não foram exterminados. É bom lembrar que o Congresso eleito nas eleições do ano passado tem um perfil ideologicamente bem mais conservador do que o das legislaturas pretéritas, obrigando um presidente progressista a fazer concessões que possam garantir a governabilidade. Nele encontramos parlamentares que promovem a cizânia, líderes medíocres que não sabem viver numa democracia. Desrespeitam a ciência, defendem pautas retrógradas e não aceitam a pluralidade de pensamento.
Uma direita histérica, radical, mas barulhenta, insiste em atacar as instituições democráticas e republicanas. A nossa sorte é que são desqualificados, culturalmente despreparados, incapazes de desenvolver um debate de ideias com racionalidade. Quem pensa diferente deles não é patriota, nem cristão, é comunista, segundo definem. Estamos, então, diante da luta da civilização contra a barbárie.
Ainda que o principal líder da extrema direita brasileira tenha se desidratado, não dá para deixar de reconhecer que em torno de 25 % dos brasileiros ainda lhe devota fidelidade. Todavia, o golpismo é muito mais uma ação retórica do que um planejamento inteligente capaz de se efetivar. Mas essa possibilidade de ruptura fica sendo alimentada, até para que se mantenha o grupo mais fiel unido. É um movimento que gerou frutos em alguns setores da sociedade brasileira e levará décadas para que possamos respirar os ares da democracia inteiramente tranquilos, livres das ameaças golpistas.
www,reporteriedoferreira.com.br Por Rui Leitão- jornalista, advogado, poeta e escritor
“Uma mentira dita mil vezes torna-se verdade”. A equivocada frase foi dita pelo infame ministro da propaganda da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels, com o objetivo de enganar as massas para transformar o ditador Adolf Hitler em “mito”.
A frase de Goebbels é uma mentira, posto que a mentira dita mil vezes pode até enganar muita gente, mas nem todo mundo. E não engana por muito tempo, visto que a verdade sempre vem à tona.
Nunca é demais recorrer à história para saber que a frase foi fruto de um governo de extrema direita, que estabeleceu um regime de exceção na Alemanha, realidade que, ao final, levou o país à ruína.
Hitler chegou ao poder por vias democráticas, mas, como todo predador, ao atingir o seu objetivo, tratou logo de exterminar a democracia. Assim, o Führer deu um golpe e instalou um regime autocrático em seu país.
Na autocracia o poder do líder é absoluto e ilimitado, e o governo acaba por ter suas políticas confundidas com as ações pessoais do autocrata, como uma personalização do poder.
Voltando ao senhor Goebbels, confira outra infame frase por ele proferida:
“Enfiar na cabeça dura das massas a devoção a Hitler, como o Deus da nova Alemanha, tornou-se o meu objetivo único.”
Bumerangue
Assim como a moda – que vai e volta, tipo efeito bumerangue –, falsos líderes aparecem de quando em vez para desequilibrar a ordem vigente de um país a partir de ameaças às instituições democráticas. No entanto, como são medíocres, não prosperam. Assim revela a história!
Reflexão
A frase de Goebbels nos leva a refletir sobre as funções das mentiras ou notícias falsas tão disseminadas no governo do então presidente Jair Bolsonaro. Este sequer foi autêntico, visto que imitou os infames já defenestrados pela história, a exemplo de Goebbels, com as mentiras, e de Mussolini, com as motociatas.
No governo Bolsonaro, as mentiras que se apresentavam nas mídias sociais seguiam a mesma linha propagandística de Goebbels; fazia o uso da glorificação da violência e da discriminação das minorias.
Um breve histórico das mentiras nazifascistas mostra que elas estavam ancoradas na fé e no mito, que serviam às neuroses e psicoses de seus líderes.
Em tempo
Em tempo, a sociedade se organizou para contraditar as fakes News, todas desmentidas pela ciência e pelo jornalismo sério.
Por Walter Nogueira- Jornalista
PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS
Publicado no jornal A UNIÃO edição de hoje:
ENVELHECER COM DIGNIDADE Por Rui Leitao
O planeta Terra tem 13,9 % da sua população formada por pessoas com mais de 60 anos. No Brasil é de 15,1 %. Em 2030, o número de idosos deve superar o de crianças e adolescentes de zero a quatorze anos. Há, portanto, uma evolução etária que precisa ser encarada pelas políticas públicas. Em 2003, no seu primeiro mandato, o presidente Lula, promulgou o Estatuto da Pessoa Idosa, assegurando direitos básicos para as pessoas com mais de 60 anos. Foi a primeira iniciativa de governo em nosso país com o propósito de atender, de forma justa e adequada, essa parcela crescente e numerosa do povo brasileiro. Mas a forma de proteção designada à população idosa, como garantia legal, já estava incluída na Constituição Federal de 1988.
O que preocupa é a evidência de que esse grupo de idosos se concentra na população mais empobrecida do país, cidadãos e cidadãs destituídos de quase todos os direitos de cidadania. Vivem, então, numa condição de vulnerabilidade que requer novas perspectivas sociais, econômicas e ambientais, contra o preconceito e a exclusão. É preciso combater a desumanização do envelhecimento, exigindo tratamento prioritário e preferencial nos mais diversos aspectos da vida cotidiana. Normas protetivas que devem ter sua efetividade máxima alcançada, reconhecendo que a população idosa é detentora de direitos civis, políticos, individuais, sociais e culturais, colocando-a como protagonista de sua própria vida e responsável por suas próprias escolhas.
É necessário acabar com o entendimento de que a “velhice” seja associada a algum diagnóstico de doença O preconceito da idade, o etarismo, é um estigma inaceitável nos tempos atuais. Envelhecer com dignidade é um direito que deve ser garantido, em sendo um processo natural da vida que precisa ser encarado com atenção e respeito. Lamentável que nem todo mundo pense assim. O que vemos é uma realidade cruel em que se configura descaso da sociedade e, até mesmo, da própria família.
O envelhecimento deve ser analisado alem da dimensão biológica, mas com o olhar voltado para seus aspectos sócio-políticos, culturais e históricos. A participação social da pessoa idosa no processo democrático, oferece empoderamento no processo decisório e de controle das políticas públicas. Para alcançar a longevidade é preciso estar bem consigo mesmo, continuar vivendo num permanente aprendizado, cuidar da saúde física e mental, estabelecer boas relações sociais e procurar construir uma situação financeira tranquila, sem permitir que a idade biológica interfira na idade psicológica, fazendo com que se consiga reduzir os efeitos indesejáveis do envelhecimento físico.
No primeiro dia de outubro, no Brasil, se comemora o Dia Nacional do Idoso. Que a data possa, a cada ano, despertar a reflexão de que é possível fazer valer o que dispõe o Estatuto da Pessoa Idosa quando estabelece que “ao idoso sejam garantidas todas as oportunidades e facilidades para a preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade”.
Por Rui Leitão, Jornalista, advogado, poeta e escritor
PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. O velho prédio da PRI-4 e o sucesso de seu auditório
PARAYBA E SUAS HISTÓRIAS. Grupo Escolar Isabel Maria das Neves Porwww.reporteriedoferreira.com.br

PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Lyceu Paraibano
A HISTÓRIA DE UMA MÚSICA Por Gilvan de Brito
em Fotos da linha do tempo
Foi então anunciado como atração Livardo Alves cantando o hino da AABE. No sábado centenas de pessoas, entre funcionários, ex-funcionários e foliões compareceram à festa, que foi um verdadeiro sucesso. Os presentes queriam adquirir uma cópia do disco, mas não deu para atender a todos, porque tínhamos apenas pouco mais de 90 unidades. Na semana seguinte colocamos numa loja e o disco esgotou-se, exigindo nova prensagem, quando incluímos outras três músicas que já estavam no acetato desde o ano anterior. Foi, realmente, uma maratona, para