A edição 2026 da Via Folia terá espaço para o público infantil

Via Folia 2026 terá Bell Marques, Cláudia Leitte, É o Tchan e Taty Girl em João Pessoa – Foto: Arquivo

A programação do pré-carnaval de João Pessoa em 2026 foi divulgada no início da noite dessa segunda-feira. Entre as atrações anunciadas estão Bell Marques, Claudia Leitte, É o Tchan, Taty Girl, além de outros artistas que fazem parte do circuito Via Folia.

A cantora Claudia Leitte será a principal atração do Bloco das Virgens, enquanto que Bell Marques agitará o público no Bloco Vumbora.

A lista de atrações também inclui o grupo É o Tchan, a cantora Taty Girl, além de Luiz Caldas. O público infantil também terá espaço garantido com apresentações do Mundo Bita, enquanto Michele Andrade completa a diversidade de estilos confirmados para a festa.

Apesar da divulgação dos artistas, a organização ainda não detalhou oficialmente as datas nem a ordem das apresentações de cada atração.

Também estão confirmados É o Tchan e Taty Girl, embora as datas das apresentações ainda não tenham sido divulgadas pela organização. A programação completa do evento, com dias e horários de cada atração, deve ser anunciada nos próximos dias.

O pré-carnaval de João Pessoa também contará com Solange Almeida, Ricardo Chaves, Henry Freitas, Juzé, Pagode do Meu Agrado, Michele Andrade, Liss Albuquerque e Mestre Fuba.

A edição 2026 da Via Folia terá espaço para o público infantil. O bloco Muriçoquinhas vai contar com apresentação do Mundo Bita, ampliando a diversidade da programação.

 




MPPB convoca reunião para tratar sobre lançamento de esgoto nas praias de Tambaú, Manaíra e Bessa

O Ministério Público da Paraíba  (MPPB), divulgou nota nesta segunda-feira (5), informando que vai se reunir com representantes das secretarias de Meio Ambiente e Infraestrutura da prefeitura de João Pessoa, da Sudema e da Cagepa na manhã da pprõxima quinta-feira (08).

Ainda segundo a nota, a reunião  conduzida pelo procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans, e pela promotora de Justiça Cláudia Cabral. ?” Ao tomar conhecimento da agressão ao meio ambiente, em caráter emergencial, a instituição fez contato com os presidentes da Cagepa, Sudema e com o secretário do Meio Ambiente do município para tratar da situação”, explica o MPPB.

O órgão quer saber de quem é a responsabilidade pela agressão ao meio ambiente e o que vai ser feito para solucionar o problema, cobrando de cada ente a sua responsabilidade e a devida atuação, assim como a identificação dos responsáveis em todas as esferas, inclusive empresarial e governamental. Paralelamente, o engenheiro ambiental do Ministério Público está fazendo as inspeções nesses novos locais identificados para relatório técnico da situação, a fim de individualizar as responsabilidades de órgãos e envolvidos.

” Com essas informações, o MP decidirá os próximos passos a adotar sobre o caso, pela punição dos culpados e em defesa do meio ambiente e da população e pela resolutividade em definitivo desse grave problema”,finaliza a nota.




PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. O direito à memória Sérgio Botelho

PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. O direito à memória
Sérgio Botelho
– Num ambiente de tocante afetividade e destacada presença intelectual, a historiadora Lúcia de Fátima Guerra Ferreira lançou, nesta terça-feira, 30, na Fundação Casa de José Américo, a obra Memória e Verdade Sobre a Ditadura, com o expressivo subtítulo Raspando as Cores Para o Mofo Aparecer.
O livro inclui contributos importantes ao trabalho de Lúcia Guerra, a exemplo do marido Carmélio Reynaldo Ferreira e dos pesquisadores Waldir Porfírio da Silva, Maria de Nazaré Tavares Zenaide, Ana Paula Ferreira de Brito e Shara Raquel Silva Dutra de Medeiros.
Finda a parte de apresentação do livro, com as falas do presidente da FCJA, Fernando Moura, e da própria autora, o público assistiu a um breve filme em que era lembrada a figura de Afrânio Montenegro Guerra.
Pai da autora, Afrânio foi um baluarte na implantação do sistema de créditos e na aplicação do processamento computacional das matrículas na UFPB. Virou figura imprescindível quando se trata de escrever a história da instituição a partir dos anos 1970.
Encerradas as apresentações do livro e exibido o filme, uma surpresa ainda esperava a todos: o aniversário de Lúcia, com direito a bolo e parabéns. Depois, naturalmente, a sessão de autógrafos.
Ao autografar o meu exemplar, a autora escreveu o seguinte: “espero que este livro contribua nas suas pesquisas”. Assim motivado, ontem mesmo comecei a procurar ganchos para minhas crônicas diárias.
Não cheguei a ler o livro, porque não deu tempo ainda, mas passei uma larga vista sobre o seu conteúdo. De cara, encontrei dois daqueles ganchos que procurava, no capítulo sobre a ditadura na Paraíba: a Casa Margarida Maria Alves (2001), em Alagoa Grande, e o Memorial das Ligas e Lutas Camponesas (2006), em Sapé. Ações públicas ligadas ao inalienável direito dos povos à memória. Mas outros certamente existem.
Assim, nos dias 1 e 2 de janeiro de 2026, mais conhecidos como amanhã e depois de amanhã, escreverei sobre essas duas ações memoriais paraibanas, devidamente lembradas no livro, uma obra necessária a quem busca entender a história do país e, sobretudo, da Paraíba.

Sergio Botelho /historiadora Lúcia Guerra

Alegria. Momento em que a escritora e historiadora Lúcia Guerra autografa o meu exemplar do seu livro Memória e Verdade sobre a Ditadura, nesta terça-feira, 30, na Fundação Casa de José Américo. Imprescindivel obra sobre a recente história do Brasil e da Paraíba.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Sérgio Botelho- jornalista, poeta, escritor




A Democracia sob o risco da desinformação; Rui Leitao 

A Democracia sob o risco da desinformação; Rui Leitao

Chegamos ao ano de 2026, quando, em nosso país, serão realizadas eleições gerais. Cerca de 150 milhões de brasileiros terão a oportunidade de escolher seus representantes, tanto no Congresso Nacional (Senado e Câmara dos Deputados) quanto os governadores de Estado e o presidente da República. O Brasil se verá, mais uma vez, diante de um desafio que vem crescendo com o passar do tempo: o combate à desinformação.

Desde 2018, as eleições passaram a ser fortemente marcadas pela propagação de notícias falsas ou distorcidas em grupos de aplicativos de mensagens, com produção de conteúdos que demonstram evidente nível profissional e que são amplamente repassados por influenciadores digitais.

Torna-se necessário, portanto, destacar o quanto é fundamental que a sociedade civil se posicione no enfrentamento à desinformação e à corrupção eleitoral. O controle da disseminação das chamadas fake news não pode ser, exclusivamente, uma responsabilidade do Poder Judiciário. O sistema eleitoral precisa garantir que o eleitor não seja enganado justamente no momento em que decide em quem votar.

Percebe-se claramente que o objetivo dessas práticas é provocar medo, atacando a credibilidade dos adversários por meio do uso de temas conspiratórios. A utilização de informações falsas nesse período ocorre em diversos campos políticos, embora, em tempos recentes, tenha sido intensamente adotada pela extrema direita. É interessante observar o quanto essa política de desinformação tem apresentado refinamento e mudanças em suas técnicas e formatos. Os boatos e mentiras emergem com impressionante rapidez e força, conduzidos, especialmente, pelas plataformas digitais. As estratégias de manipulação eleitoral, mesmo adaptadas à era digital, ainda preservam práticas antigas de controle, semelhantes ao que se convencionou chamar de “voto de cabresto”.

O disparo sistemático de notícias falsas pode afetar a livre formação da vontade popular, sendo repetidas à exaustão até alcançar o máximo de disseminação, aproveitando-se de brechas na regulamentação e da lentidão dos processos jurídicos. O desinteresse pela verdade factual e a interpretação seletiva dos fatos, orientadas por valores pessoais, crenças e ideologias, contribuem para que essas ondas de desinformação sejam aceitas por parcelas significativas do eleitorado.

Contudo, é preciso considerar que as disputas de narrativas na política não autorizam práticas de difamação ou calúnia contra adversários. A desregulação das mídias digitais concorre, assim, para que o processo de desinformação se consolide como um grave problema para a preservação dos valores e princípios da democracia e do Estado Democrático de Direito.

Com a entrada em cena das inteligências artificiais generativas, a produção de informações falsas tende a dar um salto qualitativo. Fatos são distorcidos ou fabricados sem que haja tempo hábil para as devidas contraditas. A utilização de inteligência artificial nas propagandas eleitorais foi autorizada pelo Tribunal Superior Eleitoral, exigindo, no entanto, a veiculação de aviso explícito sobre seu uso.

Todo cuidado é pouco. As eleições deste ano são essenciais para a manutenção da democracia, garantindo que nossa representação política se estabeleça com equilíbrio entre as forças partidárias e ideológicas, de modo a impedir que continue a prevalecer um conjunto de ideias conservadoras e retrógradas que ameaçam o Estado Democrático de Direito.

www.reporteriedoferreira.com.br/Rui Leitão- advogado, jornalista, poeta, escritor




PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Museu Casa de Margarida Maria Alves Sérgio Botelho

PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Museu Casa de Margarida Maria Alves
Sérgio Botelho
– Entre os temas tratados pelo livro Memória e Verdade sobre a Ditadura, da historiadora, professora e pesquisadora Lúcia Guerra, se destaca a do direito ao não esquecimento, que visa guardar para a posteridade experiências marcantes numa determinada sociedade.
Nesse particular, merecem destaque os terríveis resultados das ações repressivas empreendidas pelo Estado brasileiro após o Golpe de 1964, como parte da política de aniquilamento da oposição ao regime.
Foi em meio ao estabelecimento de instrumentos de investigação sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, em 1995, já com o país redemocratizado desde 1988, da Comissão da Anistia, em 2001, e da Comissão Nacional da Verdade, em 2011, que a tese do direito à memória passou a ganhar escala, no Brasil.
Na Paraíba, a partir do trabalho da Comissão da Verdade ficaram entendidas como ações repressivas mais notáveis os assassinatos de Alfredo Nascimento e João Pedro Teixeira, em 1962, antes mesmo da instalação da ditadura, e os desaparecimentos de João Alfredo Dias e Pedro Inácio de Araújo, em 1964. Vale dizer, o conjunto dos acontecimentos relacionados com a atuação das Ligas Camponesas. E já em 1983, o assassinato da sindicalista Margarida Maria Alves.
A primeira providência memorial, datada de 2001, celebrou Margarida, com a criação, em Alagoa Grande, sua terra natal, do Museu Casa de Margarida Maria Alves. Foi ali que a homenageada viveu na condição de presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.
O ato memorialista teve ao mesmo tempo escopos político e pedagógico. Político, porque cravou no centro urbano alagoa-grandense o marco material pretendido contra o esquecimento e a impunidade. Pedagógico, porque a casa-museu virou sala de aula para a cidade, um ponto onde é possível encontrar lembranças que ajudam a entender a luta por direitos no meio rural e o papel das mulheres nessa história.
No livro da professora Lúcia Guerra toda essa conjuntura é devidamente esmiunçada. Minhas crônicas memorialistas têm limite nos exíguos espaços para textos, nas redes sociais, e da pressa que têm as pessoas que nelas transitam.
www.reporteriedoferreira.com.br/ Sergio Botelho- jornalista, poeta, escritor



Feliz Ano Novo! Que o amor, a paz e a sabedoria estejam em nossas vidas durante 2026

Que este novo ano seja o tempo de renascimento para nossos sonhos e propósitos. Que a fé nos impulsione, a esperança nos alimente e o amor nos guie. A cada amanhecer, que possamos olhar para o horizonte com otimismo, certos de que os melhores dias ainda estão por vir. Que os desafios sejam encarados como oportunidades de crescimento e que as bênçãos se multipliquem em nossas vidas, trazendo abundância de paz e prosperidade.

 

Feliz e próspero Ano Novo!

 Um novo ano se inicia, e com ele, 365 novas chances de fazer diferente. Que em 2026 nossa fé seja inabalável, nossa esperança, contagiante, e nosso amor, transformador. Que saibamos encontrar força nas adversidades e motivos para agradecer em todos os momentos. Que Deus ilumine nossos passos e nos guie por um caminho de muita luz e sucesso.

 




A poética do amor atemporal em Chico Buarque; Rui Leitao

A poética do amor atemporal em Chico Buarque

São músicas como Futuros Amantes que fazem Chico Buarque ser considerado um gênio. A letra, construída como um poema belíssimo, fala do amor como algo eterno, perene, transcendental. Mesmo quando não é correspondido, o amor permanece para sempre e, quem sabe, um dia — ainda que milênios depois — poderá ser vivido por outras pessoas. Por isso, é atemporal. A canção data de 1993 e integra o álbum Paratodos.

“Não se afobe, não / Que nada é pra já / O amor não tem pressa”.
Chico começa aí a diferenciar o amor da paixão. A paixão é imediata, exige urgência, não sabe esperar. O amor, ao contrário, é paciente, resiste a tudo, inclusive ao tempo. Não adianta afobação: ele é sereno e perdura pela eternidade. A paixão relaciona-se ao desejo carnal; o amor, aos sentimentos da alma.

“Ele pode esperar em silêncio / Num fundo de armário / Na posta-restante / Milênios, milênios / No ar”.
Os amores, mesmo não correspondidos ou não vividos em sua plenitude, não conseguem morrer. Perpetuam-se, ficam guardados, à espera de que, no futuro, possam ser utilizados. Sua realização pode ser adiada, mas permanecem vivos por milênios, enquanto não consumidos.

“E quem sabe, então / O Rio será / Alguma cidade submersa”.
O compositor imagina o Rio de Janeiro, em tempos futuros, como uma cidade submersa, à semelhança da Atlântida, o continente perdido. Seus registros históricos ficariam debaixo d’água, intactos, preservados, à espera de pesquisadores dispostos a conhecer uma civilização desaparecida.

“Os escafandristas virão / Explorar sua casa / Seu quarto, suas coisas / Sua alma, desvãos”.
A cidade isolada e mergulhada passará a ser explorada por escafandristas, que vasculharão tudo e penetrarão nos espaços da intimidade, onde o amor nasceu e germinou. Buscarão, nos recantos mais escondidos, vestígios da vida e da alma, tentando encontrar aquilo que não se materializou, mas permaneceu como expectativa: o amor.

“Sábios em vão / Tentarão decifrar / O eco de antigas palavras / Fragmentos de cartas, poemas / Mentiras, retratos / Vestígios de estranha civilização”.
Por mais que tentem compreender, não conseguirão encontrar respostas. Seremos, para eles, uma civilização desconhecida, estranha. Os documentos narram histórias que não conseguem decifrar. Tudo se transforma em enigma indecifrável.

“Não se afobe, não / Que nada é pra já / Amores serão sempre amáveis”.
A precipitação é desnecessária, porque o amor, mesmo não vivido no tempo desejado, encontrará seu destino no momento oportuno. Se hoje não se efetiva, talvez daqui a milhões de anos seja alcançado e vivido por outro. O amor existe para ser exercido, vivido e aproveitado, ainda que em épocas distantes. “Amores serão sempre amáveis”: não se perdem com o passar dos anos.

“Futuros amantes, quiçá / Se amarão sem saber / Com o amor que eu um dia / Deixei pra você”.
Quem sabe, diz o eu lírico, o amor deixado em reserva — não correspondido, mas intacto em sua essência —, ofertado à pessoa amada em vida, seja vivido por outrem no futuro, sem que este perceba tratar-se de uma herança afetiva recebida.

www.reporteriedoferreira.com.br/  Rui Leitão- advogado, jornalista, poeta, escritor




Confira o que abre e o que fecha neste Ano Novo em João Pessoa

Serviços e órgãos públicos terão o funcionamento suspenso ou parcialmente suspenso em João Pessoa
Feriado
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Devido ao feriado de Ano Novo, serviços e órgãos públicos terão o funcionamento suspenso ou parcialmente suspenso em João Pessoa durante os próximos dias.

Confira os horários de funcionamento dos comércios de serviços em João Pessoa:

Shoppings

  • Shopping Manaíra e Mangabeira:
    31/12: 10h às 19h
    01/01: 12h às 22h (alimentação e lazer)
  • Shopping Tambiá:
    31/12: 09h às 18h (cinema segue de acordo com as sessões)
    01/01: Fechado
  • Mag Shopping:
    31/12: lojas das 09h às 19h e praça de alimentação das 10h às 19h
    01/01: praça de alimentação das 11:30h às 22h, cinema funciona a partir das 15h

Comércio
31/12: até as 18h, podendo haver fechamento antecipado a critério de cada lojista
01/01: Fechado

Governo da Paraíba e Prefeitura de João Pessoa
Ponto facultativo nos dias 31/12 e 02/01

Recesso forensse: 20/12 até 06/01
TJPB, MPPM, TRE: funcionando em regime de plantão

Bancos
Não haverá expediente e atendimento ao público nos dias 31/12 e 01/01

Parque Arruda Câmara (Bica)
01/01: Fechado




Andar com Deus: Uma Jornada de Fé e Intimidade Espiritual

LIS  MENEZES FIGUEIREDO

Andar com Deus é uma expressão que descreve a jornada de fé e intimidade espiritual de um indivíduo. É um convite para caminhar em comunhão com o Criador, buscando Sua presença e orientação em todas as áreas da vida. Neste artigo, exploraremos o significado de andar com Deus, os benefícios dessa jornada e algumas dicas práticas para fortalecer a sua caminhada espiritual.

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Celebrar o Natal é crer na força do amor, é isto que transforma o homem e o mundo. Feliz Natal!

O Natal é um convite para celebrar a vida com leveza e gratidão, espalhando mensagens curtas que carregam em si o poder de desejar paz e alegria. Em meio à correria do fim de ano, palavras simples podem aquecer corações, fortalecer laços e transformar pequenos gestos em lembranças inesquecíveis de amor e união.