Brasil não adotará horário de verão pelo segundo ano consecutivo

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o Brasil não terá horário de verão pelo segundo ano consecutivo. O instrumento foi encerrado pelo presidente Jair Bolsonaro no ano passo após um estudo do próprio ministério apontar que com o fim da mudança o consumidor teria uma economia de R$ 100 milhões.

O Brasil teve horário de verão seguidamente entre os anos de 2008 e 2018, com o objetivo de economizar o consumo de energia em 10 estados que registram maior luminosidade entre outubro e fevereiro. No entanto, nos últimos anos, uma redução da economia gerada pela medida começou a percebida a partir de 2017, o que levou ao encerramento do horário de verão

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Agências




Damares pede “cadeia imediatamente” para Robinho

 

O jogador é condenado em primeira instância na Itália por violência sexual contra uma mulher embriagada. No estágio atual do processo, entretanto, Robinho não pode ser preso no Brasil

Robinho e Damares (Foto: Divulgação)

 A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, defendeu “cadeia imediatamente” para o jogador Robinho, nesta segunda-feira, 19. O jogador é condenado em primeira instância na Itália por violência sexual contra uma mulher embriagada.

No estágio atual do processo, entretanto, Robinho não pode ser preso no Brasil. Quando as possibilidades de recursos se esgotarem, se a condenação for mantida, Brasil e Itália deverão chegar a um acordo sobre o cumprimento da pena.

“Cadeia imediatamente, não tenho outra palavra para falar. Ainda cabe recurso, mas o vazamento dos áudios, gente. Querem mais o quê? Cadeia. Nenhum estuprador pode ser aplaudido. O cara quer voltar para o campo para posar como herói”, declarou.

www.reporteriedoferreira.com.br   Por  Brasil 247




Barroso determina afastamento de senador Chico Rodrigues por 90 dias

 

O ministro do Supremo Tribunal Federal determinou que o senador Chico Rodrigues seja afastado do cargo por 90 dias. O político foi alvo de busca e apreensão autorizada pelo ministro na quarta

Jane de Araújo/Agência Senado

Chico Rodrigues foi destituído do cargo de vice-líder do governo no Senado nesta quinta-feira (15).

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, determinou, nesta quinta-feira (15), que o senador  Chico Rodrigues, líder do governo no Senado, seja afastado do cargo por 90 dias.

A determinação de Barroso será enviada ao Senado, que vai dar a palavra final sobre o afastamento do parlamentar. O  senador foi alvo de operação da Polícia Federal autorizada pelo STF e deflagrada nesta última quarta-feira (14), em Roraima. Durante as buscas, o político foi flagrado com dinheiro na cueca.

Ao decidir pelo afastamento, o ministro aponta a “gravidade concreta” do caso e diz que Rodrigues deve ser impedido de utilizar o cargo para atrapalhar as investigações.

“A gravidade concreta dos delitos investigados também indica a necessidade de garantia da ordem pública: o Senador estaria se valendo de sua função parlamentar para desviar dinheiro destinado ao enfrentamento da maior pandemia dos últimos 100 anos, num momento de severa escassez de recursos públicos e em que o país já conta com mais de 150 mil mortos em decorrência da doença”, afirma Barroso.

Barroso, entretanto, negou pedido de prisão do parlamentar e de confinamento domiciliar. Para ele, contudo, o afastamento foi necessário.

“Diante da não configuração de situação de flagrância e da fundada dúvida sobre a possibilidade de decretação de prisão preventiva, impõe-se o afastamento do Senador da função parlamentar, de modo a impedir que se utilize de seu cargo para dificultar as investigações ou para, ainda mais grave, persistir no cometimento de delitos”, afirmou o ministro.

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Brasil não terá vacinação em massa em 2021, diz vice-diretora-geral da OMS

 

Mariângela Simão defendeu que os grupos prioritários recebam o imunizante no primeiro momento

Foto: Unaids/Divulgação

Mariângela Simão disse que o importante agora “é imunizar aqueles que precisam em todos os países”

A vice-diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mariângela Simão, afirmou, nesta terça-feira (13), que é possível “ter certeza” de que o Brasil não terá uma vacinação em massa contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) já em 2021.

“Não vai ter vacina suficiente no ano que vem para vacinar toda a população, então o que a OMS está orientando é que haja uma priorização de vacinar profissionais de saúde e pessoas acima de 65 anos ou que tenham alguma doença associada”, afirmou em entrevista à CNN Brasil.

Mariângela destacou ainda que “é razoável” imaginar que até o final de 2021, “com tudo correndo bem”, existam “duas ou três vacinas aprovadas” contra a Covid-19.

“Eu diria que 2022 é um ano que vamos ter mais vacinas porque a gente está com tanta vacina em desenvolvimento… É provável que a gente tenha ainda outras vacinas que cheguem no ano que vem provando serem seguras e eficazes”, pontuou.

A vice-diretora-geral da OMS defendeu que o importante, para o momento atual, não é imunizar todo mundo no país, mas sim “imunizar aqueles que precisam em todos os países”, concluiu.

Vacinas no Brasil

Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

Vacina desenvolvidas no Brasil

O  governador de São Paulo, João Doria (PSDB), assinou o acordo de compra de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac da empresa chinesa Sinovac. O contrato firmado prevê a entrega das  vacinas contra a Covid-19 até dezembro. 

A intenção do governo do estado é começar a campanha de vacinação em São Paulo em 15 de dezembro, caso a vacina CoronaVac seja aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Já o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, garantiu que  30 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca, estarão disponíveis no País a partir de janeiro. A nova data é um adiamento do cronograma inicial, que previa a chegada da primeira metade de unidades ainda em dezembro e a segunda no primeiro mês de 2021.

Ontem, a americana  Johnson & Johnson suspendeu temporariamente os ensaios clínicos de sua vacina contra o novo coronavírus “devido a uma doença inexplicada em um participante do estudo”, disse a empresa. A fase 3 da vacina da Johnson & Johnson começou a recrutar voluntários no fim de setembro principalmente nos Estados Unidos, mas também na Argentina, no Chile, na Colômbia, no México, no Peru, na África do Sul e também no Brasil.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) confirmou hoje que foi comunicada pela Johnson & Johnson sobre a paralisação dos testes e disse que o estudo “continuará interrompido” no Brasil até que o efeito adverso no voluntário seja explicado.

O Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF) e a Secretaria de Saúde da Bahia firmaram acordo para colaborar na  distribuição no Brasil de 50 milhões de doses da vacina russa Sputnik V contra o novo coronavírus.

Segundo comunicado enviado à imprensa, o fornecimento de vacinas ao Brasil está previsto para começar em novembro de 2020, sujeito à aprovação regulatória do governo brasileiro, que levará em consideração os resultados de um estudo de vacinação pós-registro —que está sendo feito com 40 mil pessoas em território russo.

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Entenda como funciona o financiamento de campanha para as eleições de 2020

 

Desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em 2015, vedar as doações eleitorais por empresas, o financiamento de campanha no Brasil passou a ser feito preponderantemente com recursos públicos, por meio do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), apelidado de Fundo Eleitoral.

Neste ano, o Congresso decidiu destinar R$ 2,03 bilhões em recursos públicos para o Fundo Eleitoral. A divisão do dinheiro entre os 33 partidos aptos a disputar a eleição é executada pela Justiça Eleitoral, que para isso leva em consideração critérios como o tamanho da bancada de cada legenda na Câmara e no Senado, entre outros.

Nas eleições municipais deste ano, o partido que tem direito à maior fatia é o PT, que pode utilizar cerca de R$ 201 milhões do Fundo Eleitoral para financiar a campanha de seus candidatos a vereador e prefeito. Em seguida vêm PSL (R$ 199 milhões) e MDB (R$ 148 milhões). A lista completa poder ser encontrada aqui.

Uma vez disponíveis os recursos, a divisão interna, o quanto que cada partido repassará a cada candidato, fica a critério das próprias agremiações, conforme prevê a legislação eleitoral. Os diretórios nacionais dos partidos tiveram um prazo para aprovar suas próprias regras de divisão e submetê-las à Justiça Eleitoral. Os critérios de cada legenda podem ser encontrados aqui.

Algumas condições, porém, devem ser observadas pelos dirigentes partidários. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, por exemplo, que o dinheiro seja dividido proporcionalmente entre os candidatos brancos e negros. Outra exigência das normas eleitorais é que no mínimo 30% dos recursos sejam repassados às candidaturas de mulheres, como meio de incentivar a participação feminina na política.

Financiamento privado

Isso não significa, contudo, que não há mais financiamento privado de campanhas, uma vez que é permitida às pessoas físicas fazerem doações a seus candidatos ou partidos de preferência. Nas eleições gerais de 2018, por exemplo, 19,4% das receitas eleitorais, o equivalente a R$ 1,1 bilhão, tiveram essa origem. Os próprios candidatos também podem bancar parte de suas próprias campanhas.

Há, contudo, limites e condições previstos na Lei da Eleições (9.504/1997) e nas normas eleitorais aprovadas pelo TSE, que devem ser observados com cuidado pelo candidato e pelo cidadão que pretende fazer uma doação.

Pela lei, o limite para o autofinanciamento é de 10% de tudo que o candidato pode gastar na campanha. No caso das doações por pessoas físicas, o limite é de 10% da renda bruta anual, conforme declarado à Receita Federal, referente ao ano-calendário de 2019.

Se o cidadão ceder a utilização de algum bem móvel ou imóvel, ou mesmo prestar serviços diretamente à campanha, o valor dessa doação estimado em dinheiro não entra no cálculo dos 10%. Esse valor estimado, porém, não pode ultrapassar R$ 40 mil.

O descumprimento dessas regras pode resultar em multas de até 100% do valor irregular gasto pela campanha. Em casos mais graves, as violações podem acarretar a cassação do diploma e a perda de mandato após a eleição.

Como doar

Para doar, são permitidas diferentes formas. Como medida para evitar a lavagem de dinheiro, as doações em dinheiro vivo estão limitadas a R$ 1.064,10 e devem ser feitas mediante depósito pessoal e identificado.

Valores maiores que essa quantia somente podem ser doados por transferência bancária entre a conta do doador e a do candidato, ou por meio de cheque cruzado e nominal. As doações precisam ser sempre identificadas com um CPF.

É possível ainda aderir a financiamentos coletivos (crowdfunding) de campanha, que podem ser promovidos pelos candidatos em plataformas pré-habilitadas pela Justiça Eleitoral para esse fim. O eleitor pode encontrar aqui a lista completa dos sites aprovados.

O partido político ou o candidato que receber a doação é obrigado a identificar na internet os nomes e os números dos CPFs de seus doadores, com os respectivos valores recebidos. Doações irregulares devem ser devolvidas e caso sejam utilizadas, podem levar à desaprovação das contas de campanha.

Em todos os casos, a data limite para fazer doações de campanha é o dia da própria eleição. Neste ano, o primeiro turno está marcado para 15 de novembro, e o segundo turno, para 29 de novembro.

Gastos e prestação de contas

A legislação eleitoral também impõe um limite a quanto um candidato pode gastar nas campanhas. O valor máximo para as eleições municipais deste ano, conforme calculado pela Justiça Eleitoral com base nos limites de 2016 e na inflação do período, varia por cargo e município. As quantias para cada cidade podem ser consultadas aqui.

Os candidatos são obrigados a atualizar, durante as eleições, todas as doações recebidas e também os gastos de campanha. As informações são atualizadas regularmente pela Justiça Eleitoral e disponibilizadas no sistema DivulgaCandContas. Dessa forma, qualquer eleitor pode acompanhar as receitas e as despesas das candidaturas.

Na plataforma é possível ainda saber quais as pessoas físicas que mais doam e os candidatos que mais gastam na eleição, além de obter informações sobre fornecedores e principais gastos no geral.

www.reporteriedoferreira.com.br  / Agência Brasil




Casos de coronavírus no mundo passam de 37 milhões

 

Mais de 1 milhão de pessoas perderam a vida na luta contra a covid-19 no mundo

Mais de 37,24 milhões de pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus em todo o mundo e 1.072.550 morreram, de acordo com contagem da Reuters. As infecções foram relatadas em mais de 210 países e territórios desde que os primeiros casos foram identificados na China em dezembro de 2019.

Foto: Reuters

A tabela a seguir lista os 50 principais países pelo número de casos relatados. Uma lista completa está disponível no link acima.

PAÍSES E TERRITÓRIOS TOTAL DE CASOS MORTES POR

MORTOS CONFIRMADOS 10 MIL

HABITANTES

Estados Unidos 213.778 7.691.846 6,54

Índia 108.334 7.053.806 0,8

Brasil 150.198 5.082.637 7,17

Rússia 22.597 1.298.718 1,56

Colômbia 27.660 902.747 5,57

Argentina 23.581 883.882 5,3

Espanha 32.929 861.112 7,04

Peru 33.223 846.088 10,18

México 83.642 814.328 6,63

França 32.645 712.336 4,87

África do Sul 17.673 690.896 3,06

Reino Unido 42.760 621.265 6,43

Irã 28.293 496.253 3,46

Chile 13.272 479.595 7,09

Iraque 9.790 400.124 2,55

Bangladesh 5.500 377.073 0,34

Itália 36.140 349.494 5,98

Filipinas 6.321 339.341 0,59

Arábia Saudita 5.018 338.944 1,49

Turquia 8.778 334,031 1,07

Indonésia 11.844 333.449 0,44

Alemanha 9.568 320.262 1,15

Paquistão 6.570 318.932 0,31

Israel 1.914 289.799 2,15

Ucrânia 4.972 261.034 1,11

Canadá 9.585 178.117 2,59

Holanda 6.567 168.280 3,81

Romênia 5.358 152.403 2,75

Marrocos 2.572 149.841 0,71

Bélgica 10.151 148.931 8,88

Equador 12.188 146.828 7,13

Bolívia 8.292 138.463 7,3

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Catar 219 127.778 0,79

Polônia 2.972 121.638 0,78

Panamá 2.482 119.666 5,94

República Dominicana 2.167 118.014 2,04

República Tcheca 948 114.005 0,89

Kuwait 655 110.568 1,58

Cazaquistão 1.746 108.757 0,96

Nepal 614 105.684 0,22

Emirados Árabes 443 105.133 0,46

Egito 6.040 104.387 0,61

Omã 1.009 104.129 2,09

Suécia 5.894 98.451 5,79

Guatemala 3.365 97.544 1,95

Japão 1.643 90.203 0,13

Costa Rica 1.076 87.439 2,15

Portugal 2.067 85.574 2,01

China Continental 4.634 85.557 0,03

Etiópia 1.277 83.429 0,12

Fonte: Cálculo da Reuters com base em declarações de ministérios da saúde e funcionários de governo até às 13h (horário de Brasília)

www.reporteriedoferreira.com.br / Terra




Marco Aurélio critica Fux sobre caso PCC: “não é superior aos demais”

Presidente do STF Luís Fux determinou a prisão do líder do PCC, André do Rap, solto no dia anterior por Marco Aurélio

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Divulgação

André de Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, solto neste sábado (10), é considerado foragido

O ministro Marco Aurélio criticou a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal ( STF ) Luiz Fux de mandar prender novamente o traficante André do Rap, apontado como chefe do PCC . Ele havia sido solto horas antes, no sábado (10), por determinação de Marco Aurélio , que disse que atuou no estrito cumprimento da lei.

Segundo Marco Aurélio , Fux quis “jogar para a turba” e ” dar circo a quem quer circo ” com a prisão do traficante. Para justificar sua decisão, Marco Aurélio cita um trecho do pacote anticrime, sancionado no final do ano passado, que determina que a prisão preventiva dura por 90 dias, podendo, com ato fundamentado, ser renovada.

“Processo para mim não tem capa . O que é lamentável é que se pratica no Supremo a autofagia . É péssimo para a instituição, que já está muito desgastada. Eu nunca vi a instituição tão desgastada, e essa autofagia leva ao descrédito”, disse ao GLOBO neste domingo.

Marco Aurélio citou o ministro Gilmar Mendes, que disse, há alguns dias, que o presidente do Supremo é um “coordenador” e não um superior dos outros ministros.

“Ele não é superior a quem quer que seja. Superior é o colegiado (conjunto dos ministros)”, afirmou.

Ainda que André do Rap tenha sido condenado em segunda instância, seu processo não transitou em julgado, diz o ministro. Por isso, sua decisão pela soltura do traficante seguiu o entendimento do STF do ano passado sobre prisão em segunda instância.

“Execução da pena pressupõe o trânsito em julgado, foi o que o Supremo Tribunal Federal. Não transitou, paciência. Enquanto não transitou em julgado a custódia é provisória, processual”, argumenta.

André do Rap deixou a penitenciária de Presidente Venceslau, em São Paulo, após a decisão de Marco Aurélio neste sábado. Após a ordem de prisão de Fux, que mandou prender o traficante a pedido da Procuradoria-Geral da República, ele é considerado foragido .

Marco Aurélio diz ainda que, “se há culpados” na história, é o Ministério Público e a Polícia Civil de São Paulo, que não representaram pedindo a renovação da prisão preventiva — de forma que sua manutenção seria ilegal, de acordo com o ministro.

“Se há culpado, é aquele que não renovou a custódia. O Ministério Público que não provocou essa renovação, a polícia, que também não representou pela renovação. Abomino o jeitinho brasileiro”, defendeu.

André do Rap estava preso desde o final de 2019 sem uma sentença condenatória definitiva. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou, em nota, que policiais dos departamentos Estadual de Investigações Criminais (DEIC), de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e de Operações Policiais Especiais (DOPE) estão em busca de André do Rap desde sábado.

www.reporteriedoferreira.com.br/ Ig




Sem máscara, Bolsonaro anda de moto no Guarujá, fala com apoiadores e aglomera

Bolsoaro provocou aglomeração ao para para tirar fotos com simpatizantes

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O Dia

Sem máscara, Bolsonaro passeia de moto pela orla do Guarujá e cumprimenta simpatizantes

Sem máscara, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) passeou de moto pela orla do Guarujá, no litoral sul paulista, neste sábado (10), causando aglomerações  ao conversar e tirar fotos com apoiadores em um quiosque, onde também comeu uma banana. Conforme mostra o vídeo publicado no canal online Foco do Brasil, que acompanha a rotina do presidente , Bolsonaro foi abordado por pessoas neste quiosque, e a maioria delas estava sem máscaras. Veja o vídeo!

“Eu não mandei ninguém ficar em casa”, disse o presidente, enquanto ria, em um dos momentos da gravação. Ele estava vestido com uma camisa branca da seleção brasileira. Em plena pandemia, a praia visitada por Bolsonaro estava cheia de banhistas.

www.reporteriedoferreira.com.br  Por O Dia 




Sara Giromini grava vídeo em protesto contra Bolsonaro e Damares; assista

 

A extremista Sara Giromini usou suas redes sociais para criticar a falta de apoio de integrantes do governo federal e da ministra de Direitos Humanos, Damares Alves, desde que foi presa, em junho. Investigada no inquérito que apura a realização de manifestações antidemocráticas no Brasil, a extremista está em prisão domiciliar usando tornozeleira eletrônica.

Em um vídeo publicado em seus stories no Instagram, aos prantos, ela relata estar se sentindo desamparada. A publicação está entre os assuntos mais comentados no Twitter nesta segunda-feira.

– Muita gente me pergunta o que foi feito, quem nos apoiou. Da parte do Ministério de Direitos Humanos, nada foi feito. E nem da mãe amiga Damares. Nenhuma visita, nada – falou.Bolsonaro;

Damares;

Ministro;

Alexandre de Morais;

Sara relacionou os problemas emocionais por que vem passando com suas desilusões políticas. Antes de ser presa, a militante era a líder do grupo de apoio ao presidente ‘300 do Brasil’.

– Quando você luta por algo que você acredita, você está disposta a dar a vida. Mas quando você vê aquilo que você acredita indo na contramão do que você luta, você entra em parafuso. (…) Tem horas que eu só queria gritar para alguém me ajudar, mas não existe esse alguém. Eu vou ter que levantar e resolver os meus problemas. E não tem Bolsonaro para ajudar, não tem Damares para ajudar – afirmou.

O desabafo acontece após uma foto do presidente abraçado com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli viralizar na internet. Bolsonaro se reuniu neste a sábado com o ministro, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e Kassio Marques, seu indicado para o STF.

Em um texto publicano no Facebook, a extremista comentou a imagem:

‘Que inveja eu tenho do Toffoli. Ele pelo menos ganhou um abraço do Bolsonaro’.

Na postagem, ela mais uma vez critica a ministra Damares, que antes chamava de mãe.

‘Sou a filha que Damares abortou. O ofício que meus advogados protocolaram no Ministério dos Direitos Humanos no dia 17 de Junho sobre a prisão política está jogado lá, nem olharam, tampouco responderam’, escreveu.

Segundo Sara, a orientação dentro do ministério é exonerar todas as pessoas que tiveram contato com ela.

‘A praga do Bolsonaro não é a esquerda, é a loirinha que causou tentando defendê-lo. (…) Não reconheço Bolsonaro. Não sei mais quem ele é. O homem que eu decidi entregar meu destino e vida para proteger um legado conservador’, afirmou a extremista.

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Lava-Jato critica Bolsonaro e cita ‘forças poderosas’ contra a operação

 

Integrantes da força-tarefa de Curitiba afirmaram que a fala do presidente indica desconhecimento

‘Acabei com a Lava Jato, porque não há mais corrupção no governo’, diz Bolsonaro

Os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato de Curitiba criticaram a fala do presidente Jair Bolsonaro, que disse ter acabado com a operação porque não há mais corrupção no governo federal .

Em nota publicada nesta quinta-feira (8), os integrantes do Ministério Público Federal (MPF) afirmaram que a fala do presidente indica desconhecimento sobre os trabalhos e a necessidade de sua continuidade.

“Sobretudo, reforça a percepção sobre a ausência de efetivo comprometimento com o fortalecimento dos mecanismos de combate à corrupção “, afirmaram os procuradores.

No comunicado, a Lava-Jato destacou que é uma operação conjunta de várias instituições do Estado e que ainda se faz necessária.

Os procuradores lembraram a deflagração da 76ª fase da operação nesta quarta-feira (7), quando houve a apreensão de quase R$ 4 milhões em espécie no endereço de um dos investigados.

“O apoio da sociedade, fonte primária do poder político, bem como a adesão efetiva e coerente de todos os Poderes da República, é fundamental para que esse esforço continue e tenha êxito”, afirmaram os integrantes da força-tarefa.

No comunicado, eles reforçaram o compromisso na busca da promoção de justiça, apesar do que chamaram de “forças poderosas” em sentido contrário.

A fala do presidente aconteceu em um evento no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (7). Bolsonaro disse ter “orgulho” da atuação do seu governo no combate à corrupção, mas acrescentou que “não é virtude, é obrigação”.

“Eu desconheço lobby para criar dificuldade para vender facilidade. Não existe. É um orgulho, uma satisfação que eu tenho, dizer a essa imprensa maravilhosa nossa que eu não quero acabar com a Lava-Jato. Eu acabei com a Lava-Jato, porque não tem mais corrupção no governo. Eu sei que isso não é virtude, é obrigação”, disse Bolsonaro, durante a cerimônia.

O discurso foi criticado pelo ex-ministro Sergio Moro , que foi responsável pelos processos da operação até deixar o cargo de juiz para assumir o Ministério da Justiça no governo Bolsonaro.

Moro rebateu mais tarde, sem citar a frase do presidente. O ex-ministro publicou nas suas redes sociais:

“As tentativas de acabar com a Lava Jato representam a volta da corrupção. É o triunfo da velha política e dos esquemas que destroem o Brasil e fragilizam a economia e a democracia. Esse filme é conhecido. Valerá a pena se transformar em uma criatura do pântano pelo poder?”.

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