Vários açudes estão sangrando na Paraíba e Boqueirão ultrapassa sua capacidade

“O Sertão vai virar mar”. A frase proferida por Euclides da Cunha no livro “Os Sertões”, está se concretizando. As fortes chuvas que tem caído na Paraíba, tem molhado a terra, enchido rios, açudes e elevado consideravelmente a reserva hídrica do Estado. Com as cheias dos principais rios que cortam o Estado, como os rios Paraíba, Taperoá e Piancó, 41 açudes atingiram a capacidade máxima de armazenamento estão sangrando, conforme dados divulgados pela Agência Executiva de Gestão das Águas do estado (Aesa).

 

Entre os açudes que estão com mais de 100% da capacidade estão o reservatório de São Gonçalo, em Sousa, no Sertão, o açude Jatobá e a barragem da Farinha em Patos, o açude do Cordeiro, na cidade de Congo e do município de Camalaú, no Cariri da Paraíba. Já o reservatório de Camalaú, no Cariri, transbordou após 11 anos e está com um volume de 48.190.726 m³. As águas que jorraram desses mananciais seguem para o açude Epitácio Pessoa em Boqueirão.

 

O açude Jatobá sangrou na tarde desta quarta-feira, após 11 anos. Em meio a sangria, parede do sangradouro apresenta várias fissuras, preocupando a população da região, que fez o registro da situação. Apesar da estrutura precária do sangradouro do açude, o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) afirmou que o processo de escoamento ocasionado não compromete a estrutura do local. Porém, uma empresa já foi contratada para, posteriormente, realizar os reparos necessários.

 

O Jatobá, que já foi o principal açude no abastecimento da cidade de Patos, teve sua construção em 1952 no governo de José Américo e sangrou pela primeira vez no dia 25 de março de 1960.

A sangria proporciona sempre um espetáculo que inevitavelmente chama a atenção da população. As águas jorrando por cima dos paredões das barragens formam uma imensa cachoeira, e um espetáculo de beleza incomparável.

 

Segundo a Aesa, dos 134 açudes da Paraíba, 65 estão com capacidade superior a 20% do seu volume total, entre eles o Açude de Boqueirão, que acumula 63,72% de sua capacidade; a barragem Coremas, com 38,38%; Mãe-d’Água (38,12%) e Engenheiro Ávidos, em Cajazeiras (44,01%).

Mesmo com as chuvas e 15 açudes estão em situação crítica, com menos de 5% do volume. Entre os açudes que permanecem em situação crítica estão os reservatórios Capivara em Uiraúna, no Sertão, e Jandaia, em Bananeiras, no Brejo da Paraíba.

 

O açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, que abastece Campina Grande e região, amanheceu neste sábado (25) com 297.930.285 metros cúbicos e está com 63,86% de sua capacidade, de acordo com o Dnocs. Responsável por abastecer Campina Grande e mais 18 municípios do Compartimento da Borborema, Boqueirão está a menos de 4 metros para atingir o volume máximo e transbordar.

 

Com capacidade para armazenar 411,686 milhões de metros cúbicos de água, o manancial foi inaugurado em 16 de janeiro de 1957 e logo se transformou na principal fonte de abastecimento de Campina Grande.
Desde a inauguração, em 1957, Boqueirão sangrou 18 vezes, nos anos de 1967, 1968, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 198, 1984, 1985, 1986 1989. Depois ele passou 15 anos sem sangrar.

www.reporteriedoferreira.com.br     /Severino Lopes
PB Agora




20 governadores divulgam carta aberta em defesa da democracia

Documento declara apoio aos presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, por ataques de Bolsonaro e foi divulgado no dia em que o chefe do Planalto participou de um ato que pedia intervenção militar

Jair Bolsonaro; Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia no detalheJair Bolsonaro; Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia no detalhe (Foto: Alan Santos/PR | Agência Senado)Vinte governadores assinaram uma Carta Aberta em defesa da democracia em apoio ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), após ataques feitos por Jair Bolsonaro às duas lideranças do Congresso.

Para os signatários, as falas de Bolsonaro, que na sexta-feira 17 acusou o Congresso, STF e o governador João Doria (PSDB-SP) de articular um golpe contra ele, “afrontam princípios democráticos que fundamentam nossa nação”. O embate entre o Executivo, Congresso e os governadores tem sido principalmente por conta das regras do isolamento social para combater a disseminação do coronavírus.

“Nossa ação nos estados, no Distrito Federal e nos municípios tem sido pautada pelos indicativos da ciência, por orientação de profissionais da saúde e pela experiência de países que já enfrentaram etapas mais duras da pandemia, buscando nesse caso evitar escolhas malsucedidas e seguir as exitosas”, diz trecho da carta.

O documento foi assinado neste sábado 18, mas publicado neste domingo 19, dia em que Bolsonaro participou de um ato em Brasília em defesa da intervenção militar e do AI-5, dando ainda mais importância à carta.

Aos manifestantes, Bolsonaro discursou dizendo não querer “negociar nada”. “Estou aqui porque acredito em vocês”, afirmou, dizendo ainda que “acabou a época da patifaria” e que “é agora o povo no poder”.

20 governadores divulgam agora Carta Aberta em defesa da Democracia. Manifestamos também solidariedade aos presidentes da Câmara, @RodrigoMaia, e do Senado, @davialcolumbre, em face de declarações de Bolsonaro.

 

www.reporteriedoferreira.com.br Por Brasil 247



Vítima de Infarto morre Wilson Terroso de Sousa, ex-presidente da antiga ARENA e diretor da Rádio Tabajara

WILSON TERROSO DE SOUSA, JUNTO A SUA FAMÍLIA.

 

Faleceu neste sábado ( 25 )  Wilson Terroso de Sousa, vítima de infarto fulminante, segundo informações de amigos e familiares, o velório vai acontecer no Parque das Acácias, no Conjunto José Américo de Almeida e, o sepultamento vai acontecer as l5 hs.

QUEM FOI WILSON TERROSO DE SOUSA

Na década de 70 Presidente Municipal da extinta Arena ( Aliança Renovadora Nacional ) hoje PSDB
Trabalhou como Diretor de transportes na empresa DER-PB

 

Trabalhou como Secretário Chefe de Gabinete na empresa Prefeitura de João Pessoa

 

Trabalhou como Presidente Conselho na empresa Cinep – Companhia de Desenvolvimento da Paraíba

 

Trabalhou como Presidente CONSELHO ADMINISTRATIVO na empresa Rádio Tabajara

 

Trabalhou como Gerente Administratikvo na empresa Jornal A União

 

Trabalhou como sec. chefe de gabinete na empresa Prefeitura de João Pessoa

 

Estudou Economicas na instituição de ensino UFPB

 

Frequentou Lyceu Paraibano

 

Frequentou UFPB

 

Mora em João Pessoa

 

De João Pessoa

 

Casado

Mais informações em instantes

www.reporteriedoferreiras.com.br




Kim Jong Un estaria morto, segundo site internacional

De acordo com uma rede de transmissão de Hong Kong, Kim Jong Un pode estar morto. Uma revista japonesa informa que o homem-foguete da Coréia do Norte está em um “estado vegetativo” depois de ser submetido a uma cirurgia cardíaca no início deste mês.

Um vice-diretor da HKSTV Hong Kong Satellite Television, uma rede de transmissão apoiada por Pequim em Hong Kong, afirmou que Kim estava morto, citando uma “fonte muito sólida”. Seu post no aplicativo de mensagens chinês Weibo foi amplamente compartilhado nas mídias sociais, de acordo com um relatório do International Business Times.

Já outros relatórios não confirmados, atribuídos a fontes do partido em Pequim, disseram que uma operação para inserir um stent deu errado porque as mãos do cirurgião estavam tremendo muito.

 

 

 

Por Istoé




Proteção a Flávio Bolsonaro em rachadinha teria causado demissão na PF, diz site

Segundo o The Intercept Brasil, rachadinhas de Flávio Bolsonaro com Fabrício Queiroz financiaram e lucraram com prédios da milícia

queiroz e flávio bolsonaro
Reprodução

Rachadinhas de Flávio Bolsonaro com envolvimento de Queizo financiaram prédios da milícia e foram cruciais para queda de Moro

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, teria financiado e lucrado com a construção ilegal de prédios da milícia erguidos com dinheiro público, de acordo com informações do site The Intercept Brasil divulgadas neste sábado (25) e baseadas em documentos sigilosos e dados levantados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em investigação que corre sob sigilo.

A investigação, que preocupa a família Bolsonaro, fez com que os advogados de Flávio pedissem por nove vezes que o procedimento fosse suspenso. O andamento do processo, inclusive, é apontado pela publicação do Intercept Brasil como um dos motivos para a pressão de Bolsonaro ao então ministro Sergio Moro pela troca do comando da Polícia Federal no Rio, que também investiga o caso, e em Brasília.

Segundo afirmam ao site promotores e investigadores sob a condição de anonimato, o investimento para as construções de edifícios da milícia de três construtoras foi feito com dinheiro de “rachadinha” coletado no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio.

O inquérito do MP do Rio apura fatos de organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato (desvio de dinheiro público) pelo filho de Bolsonaro. Os investigadores dizem que foi realizado o cruzamento de informações bancárias de 86 pessoas suspeitas de envolvimento no esquema, voltado para beneficiar o mercado imobiliário da milícia .

Os dados da investigação revelariam que Flávio Bolsonaro receberia o lucro do investimento dos prédios por meio de repasses feitos pelo ex-assessor Fabrício Queiroz e pelo ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, executado em fevereiro .

O papel de “investidor” exercido por Flávio nas construções da milícia ajudaria a explicar a evolução patrimonial  do hoje senador, que teve um salto expressivo entre 2015 e 2017 com a aquisição de dois apartamentos no Rio de Janeiro, sendo um no bairro de Laranjeiras e outro em Copacabana, ambos na zona sul do Rio. Esses investimentos na milícia também permitiram ao filho de Bolsonaro comprar participação societária em franquia da loja de chocolates Kopenhagen, também alvo de investigações.

Flavio Bolsonaro, que entrou na vida política em 2002, dizia ter à época apenas um carro Gol 1.0, declarado com o valor de R$ 25,5 mil. Em 2018, em sua última declaração de bens, o senador disse ter R$ 1,74 milhão.

Segundo o Intercept , o esquema estava baseado em Queiroz , que é apontado como o articulador do esquema de rachadinhas , e confiscava em média 40% dos vencimentos dos servidores do gabinete de Flávio Bolsonaro, repassando parte do dinheiro ao ex-capitão do Bope, Adriano da Nóbrega, que seria o chefe do Escritório do Crime, milícia especializada em assassinatos encomendados.

O lucro com as obras e vendas dos prédios da milícia também seria dividido com Flávio Bolsonaro, por este ser o financiador do esquema usando dinheiro público, apontam as investigações.

 




Estive doente! doente de tudo; repórter iêdo ferreira

Estive doente! doente de tudo; repórter iêdo ferreira

Estive doente,doente de tudo

Doente dos olhos, da bôca, dos nervos até

Dos olhos que viram mulheres perfeitas

Da bôca que disse poemas em brasa

Dos nervos manchados de fumo e café

Estive doente, estou descansando

Não posso escrever

Eu quero um punhado de estrelas maduras

Eu quero a doçura do verbo viver

www.reporteriedoferreira.com.br      Autor desconhecido




Homens são executados  com tiros na cabeça na Grande João Pessoa

Dois homens foram assassinados a tiros durante a madrugada deste sábado (25), na Grande João Pessoa. De acordo com a Polícia Civil, o primeiro crime aconteceu no bairro Tibiri II, em Santa Rita, e o segundo, no Conjunto residencial José Américo. 

0  delegado Carlos Othon, responsável pelas investigações preliminares,  informou que a primeira vítima tem 25 anos e foi morta por volta 00h após ser atingida com dois tiros na região da cabeça, enquanto estava sentada na calçada próxima da sua residência. Ainda conforme o delegado, o segundo homem foi morto por volta de 3h, na comunidade Laranjeiras, também com um tiro na cabeça.
A polícia civil, já iniciou as investigações, tendo inclusive arrolado testemunhas a fim de serem ouvidas em procedimento policial, exames periciais foram realizados pelos policiais do IPC e os corpos já foram trasladados e levado para o DML. 



Ala militar do governo fica incomodada com presença de Bolsonaro em protesto

Presidente participou de manifestação neste domingo (19) em Brasília que pediu intervenção militar e fez críticas ao poderes Legislativo e Judiciário

Bolsonaro em ato pró AI-5

Foto: Reprodução/Internet

Bolsonaro em ato pró AI-5

A presença do presidente Jair Bolsonaro em um protesto em frente do Quartel General do Exército, em Brasília , que fez críticas aos poderes Legislativo e Judiciário e pediu intervenção militar neste domingo (19) causou incômodo na ala militar do governo federal.

A avaliação da cúpula ligada às Forças Armadas, segundo o coluna Gerson Camarotti, é que elas foram colocadas em posição de constrangimento por Bolsonaro.

O primeiro é que o presidente manifestou apoio a um ato declaradamente contra a democracia, defendendo inclusive o AI-5, ato institucional que tornou ainda mais repressora a ditadura militar no Brasil. Durante sua participação, Bolsonaro subiu na caçamba de uma caminhonete e fez críticas ao Congresso.

Já o segundo foi que Bolsonaro participou de uma aglomeração, coisa que autoridades sanitárias, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam que sejam evitdas. A medida é uma das formas de combater o avanço da Covid-19.

Além do núcleo militar, interlocutores mais próximos do presidente também externaram surpresa com o gesto dele e temem que esse tipo de conduta acabe aumentando o isolamento político dele.

www.reporteiedoferreira.com.br  Por ig




Aras pede que STF investigue Bolsonaro após fala de Sergio Moro

Procurador-geral da República decidiu pedir investigação após pronunciamento do ex-ministro nesta sexta (24) no qual ele pediu demissão

Augusto Aras e Jair Bolsonaro

Isac Nóbrega/PR

Augusto Aras e Jair Bolsonaro

O procurador-geral da República, Augusto Aras , pediu nesta sexta-feira (24) que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue o presidente Jair Bolsonaro após as falas do ex-ministro Sergio Moro durante pronunciamento no qual ele pediu demissão da pasta da Justiça e Segurança Pública.

O objetivo é apurar eventual ocorrência de crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.

“A dimensão dos episódios narrados revela a declaração de Ministro de Estado de atos que revelariam a prática de ilícitos, imputando a sua prática ao Presidente da República, o que, de outra sorte, poderia caracterizar igualmente o crime de denunciação caluniosa”, diz o procurador-geral.

“Indica-se, como diligência inicial, a oitiva de Sergio Fernando Moro, a fim de que apresente manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão. Uma vez instaurado o inquérito, e na certeza da diligência policial para o não perecimento de elementos probatórios, o procurador-geral da República reserva-se para acompanhar o apuratório e, se for o caso, oferecer denúncia”, completa Aras no pedido.

www.reporteriedoferreira.com.br / Ig




Bolsonaro diz que Moro tem compromisso com o ego e não com o Brasil

Sergio Moro pediu demissão na manhã desta sexta e afirmou em discurso de despedida que o presidente tentou interferir na Polícia Federal

Jair Bolsonaro

José Dias/PR

Jair Bolsonaro fez pronunciamento sobre saída de Moro

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que Moro tem “compromisso consigo próprio e com seu ego, e não com o Brasil”. “Uma coisa é admirar uma pessoa, outra é trabalhar com ela”, disse também o presidente. Ele falou ainda que Moro teria condicionado a troca do comando da PF a sua indicação para uma vaga do Supremo Tribunal Federal.

“Torci muito para dar certo”, disse Bolsonaro sobre a relação com Moro. O presidente também disse que “fica difícil a convivência com uma pessoa que pensa bastante diferente de você” e que a saída do ex-juiz vai “deslustrar sua ilustre biografia”, em referência ao

Bolsonaro convocou uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (24) após pronunciamento do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que após pedir demissão na manhã desta sexta afirmou que o presidente tentou interferir na atuação da Polícia Federal.

Sobre as acusações, Bolsonaro afirmou que nunca pediu para ter acesso a informações de investigações da Polícia Federal. Ele disse ainda que não precisa pedir a ninguém para trocar o comando da Polícia Federal. O presidente relembrou ainda da investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco, questionando se seria interferência na PF ele pedir para seu filho Carlos ir na portaria filmar o controle de entrada, referindo-se à suspeita de que um dos homens presos pelo crime teria estado em sua casa no dia do assassinato.

Depois de quase 40 minutos de fala, Bolsonaro começou a ler um pronunciamento, quando afirmou estar “decepcionado e surpreso com seu comportamento”. “Não se dignou a me procurar e preferiu uma coletiva de imprensa”, disse. “Desculpa, sr. ministro, mas o senhor não vai me chamar de mentiroso”, completou.

Demissão de Valeixo

Em seu pronunciamento, Bolsonaro reforçou que o próprio Valeixo pediu para sair do comando da Polícia Federal e que ao comunicar ao então ministro Sergio Moro que a exoneração seria publicada no Diário Oficial, Moro exigiu indicar o substituto. O presidente não teria aceitado a condição imposta pelo ex-juiz.

Segundo Bolsonaro, Moro teria imposto ainda uma outra condição para permanecer no governo. “Você pode trocar o comando, em novembro, quando eu for indicado para o Supremo Tribunal Federal”, teria dito o então ministro. “Isso é desmoralizante para mim”, completou Bolsonaro.

O presidente disso ainda: “Não posso aceitar minha autoridade confrontada por qualquer ministro. Assim como respeito a todos, espero o mesmo. Confiança é uma via de mão dupla”.

Facada

Em diversos momentos de sua fala, o presidente relembrou a facada da qual foi vítima durante a campanha eleitoral de 2018. Ele disse que “quase implorou” para que se apurasse “quem matou Jair Bolsonaro”. “Entre o meu caso e o da Marielle, o meu está muito mais fácil de solucionar”, completou, repetindo a referência à investigação do assassinato de Marielle.

Bolsonaro afirmou que enquanto estava no hospital se recuperando da facada, o então juiz federal Sergio Moro pediu para visitá-lo. Bolsonaro teria recusado a visita porque “não queria aproveitar do prestígio dele para conseguir a vitória no segundo turno”.

Em sua fala, Bolsonaro se dirigiu a Moro: “o senhor disse que tinha uma biografia a zelar, eu digo a vossa senhoria que eu tenho o Brasil a zelar”.

Ignorando a recomendação de distanciamento social para evitar a disseminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2), o presidente apareceu ladeado por quase todos os seus ministros. Apenas o ministro da Economia, Paulo Guedes, estava usando máscara de proteção.

Além dos ministros, o deputado Eduardo Bolsonaro  (PSL-SP) também estava ao lado do presidente, assim como o vice-presidente Hamilton Mourão.

Assista:

*Matéria em atualização.

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