Neste domingo,9 Cemitérios de João Pessoa não estarão abertos

Ainda como forma de medida preventiva ao novo coronavírus, neste domingo (9), Dia dos Pais, os cemitérios públicos e privados da Capital não estarão abertos à visitação. Desde o dia 31 de março que, de forma antecipada, os velórios foram suspensos, como forma de evitar aglomerações. Assim como ocorreu no Dia das Mães, os cemitérios permanecerão fechados.

A orientação é de que as famílias evitem se dirigir ao local e que façam as suas homenagens em casa, evitando aglomerações. “Sabemos o significado da data para muitos, no entanto o momento ainda é de prevenção. Contamos com a compreensão da população para que neste domingo, façam suas orações em casa. O objetivo é garantir que não haja aglomeração, o que seria inevitável se abríssemos os cemitérios na data. Como ocorre no Dia das Mães e Dia de Finados, esses locais ficam lotados e precisamos estar vigilantes quanto às medidas de prevenção à Covid-19”, explicou Zennedy Bezerra, secretário de Desenvolvimento Urbano.

As celebrações nestes espaços estão suspensas desde o mês de março, quando a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) divulgou os protocolos de saúde a ser seguidos nos cemitérios. Seguindo as orientações publicadas em decreto municipal, sepultamentos de pessoas que não foram vítimas da Covid-19 podem contar com a presença de, no máximo, dez pessoas. No caso de vítimas da doença, apenas uma pessoa é permitida. O atendimento ao público segue acontecendo em horário reduzido, das 9h às 16h. Já a parte de sepultamento está sendo realizada conforme a demanda, a qualquer hora do dia.

Em João Pessoa, os cemitérios públicos recebem serviços de higienização e de zeladoria permanentes. Os profissionais atuam com equipamentos de proteção individual (EPIs) e foram capacitados para lidar com sepultamentos da doença. “A nossa preocupação neste momento é também para não expor os visitantes e também quem trabalha nos cemitérios, que vem cumprindo um papel essencial neste período de pandemia”, explicou Zennedy Bezerra.




‘Com Cícero fica mais fácil montar bancada de vereadores’, diz Corujinha

 

Foto: Marketing e Mídias Digitais da Arapuan

O vereador e presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, João Corujinha (PP), nesta sexta-feira (07), avaliou a importância do ex-senador Cícero Lucena ser o pré-candidato do partido ao cargo de prefeito da capital paraibanas nas eleições de 2020.

“Com Cícero fica mais fácil montar a bancada, ele ajuda para um partido como o PP ter um nome como o dele porque tem o voto de legenda que pode ajudar, por até mesmo eleger um parlamentar”, declarou.

Em entrevista ao Rede Verdade, da TV Arapuan, Corujinha reafirmou que a decisão interna é que a legenda saia com candidato próprio. “Todo partido quer ter candidatura própria e quando você divulga muito o nome de um candidato a prefeito tem muita gente que vota na legenda”.




Polícia Civil prende casal e apreende droga que seria distribuída na região de Ingá

A Polícia Civil da Paraíba, através do trabalho investigativo realizado pela Delegacia de Ingá, prendeu nesta quinta-feira, 6, um homem e uma mulher suspeitos de serem responsáveis pelo tráfico de drogas na região.

“Após intensa investigação, os agentes abordaram uma jovem que estava transportando um pacote com uma substância prensada semelhante a maconha, sendo a mesma utilizada como mula do tráfico de drogas. Após a abordagem foi constatado que a mesma deveria entregar o pacote para outra pessoa”, informou a delegada de Ingá, Maria do Socorro Fausto.

Ao ser abordada pelos policiais a mulher confessou o crime e garantiu que estava fazendo apenas o transporte da droga. Um detalhe que chamou a atenção da Polícia foi que ela usava uma tornozeleira eletrônica, pois já respondia processo por tráfico de drogas.

“Diante dessa constatação e das declarações da jovem, nossa equipe continuou as diligências até identificar e chegar ao responsável pela droga. Ambos foram presos e conduzidos para a Delegacia, onde foram autuados, e o material apreendido para ser encaminhado para a perícia”,
destacou a delegada.

Os presos foram conduzidos para a unidade prisional e agora estão à disposição da Justiça. A população pode colaborar com a Polícia Civil fazendo denúncias através do número 197. A ligação é gratuita e identidade do denunciante ou da denunciante será mantida em absoluto sigilo.

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Assessoria de Comunicação




Dois homens são mortos em Pirpirituba-Pb; uma das vítimas estava com mulher e filha

O ataque aconteceu no início da noite desta quinta-feira (6), na cidade de Pirpirituba, à 104 km. de João Pessoa.


Foto: Redes sociais 

Dois homens foram mortos em um ataque a tiros que aconteceu no início da noite desta quinta-feira (6), na cidade de Pirpirituba, no interior da Paraíba. O crime aconteceu em via pública, por volta das 18h30.

Segundo as primeiras informações levantadas pela polícia no local, dois homens  não identificados chegaram e atiraram contra um outro que estaria na companhia da mulher e da filha. Em seguida, a dupla teria atirado contra um outro homem. Ambos morreram no local.

De acordo com informações de testemunhas, uma das vítimas, identificada como Rony, teria sido morto por engano. O alvo seria o outro homem que ainda tentou correr, foi alcançado e morto pelos atiradores, que fugiram em seguida.

A Polícia Militar isolou a área até a chegada da perícia e dos investigadores. A versão dada pelas testemunhas não foi confirmada pela polícia, que vai colher mais informações e confrontar provas para chegar a uma conclusão.

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Bolsonaro ao falar de 100 mil mortes por Covid-19: “Vamos tocar a vida e buscar uma maneira de se safar”

 

247 – Perto de chegar ao registro de 100 mil mortos por Covid-19, o Brasil viu na noite desta quinta-feira (6) Jair Bolsonaro dizer mais uma atrocidade e demonstrar total desprezo às vítimas da pandemia do coronavírus no Brasil. Durante live transmitida nas redes sociais, ao lado do ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, Bolsonaro falou em “tocar a vida” e “buscar uma maneira de se safar” quando citou os óbitos.

“Lamento a todas as mortes, já tá chegando nos 100.000, talvez hoje. Vamos tocar a vida e buscar uma maneira de se safar desse problema”, declarou Bolsonaro, depois que Pazuello  comparou a Covid-19 com o HIV e disse que temos que nos adaptar ao coronavírus. “O HIV continua existindo, e a maioria se trata”, disse o ministro da Saúde. “E vida que segue”, completou.

Mais uma vez, Bolsonaro levou uma caixa de Cloroquina, medicamento cuja eficácia não é comprovada pela ciência no tratamento de Covid-19, para fazer propaganda na live.

Assista ao trecho:

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O Ministério da Educação autoriza Instituições federais de ensino técnico manter aulas à distância até 31 de dezembro

O Ministério da Educação (MEC) publicou portaria que autoriza instituições federais de ensino médio técnico e profissional a suspenderem as aulas presenciais até 31 de dezembro deste ano, por conta da pandemia da Covid-19. Segundo o documento, que foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (4) esses estabelecimentos vão poder optar pelas aulas remotas durante o período ou pela reposição da carga horária.

De acordo com a portaria, “as instituições que optarem por suspender as aulas poderão alterar os seus calendários escolares, inclusive os de recessos e de férias”. Além disso, segundo o documento, “será de responsabilidade das instituições a definição das atividades curriculares a serem substituídas, a disponibilização de ferramentas e materiais, as orientações e o apoio para o acompanhamento e o desenvolvimento dos estudantes, bem como a realização de avaliações.

Em junho, o Ministério da Educação publicou portaria com teor semelhante, mas que tratava da autorização para que universidades federais ofertem o ensino à distância até o final deste ano.




Márcia Lucena (PSB) posa para foto e exibe tornozeleira eletrônica

Enquanto o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) fez o possível e impossível para retirar as constrangedoras tornozeleiras eletrônicas, até que conseguiu a autorização, nessa quarta-feira (5), do ministro do STF, Gilmar Mendes, a prefeita de Conde, Márcia Lucena (PSB), parece estar bem resolvida quanto ao uso do equipamento.

É que sem apresentar, aparentemente, nenhum incômodo, a socialista fez questão de posar para fotos com a tornozeleira e exibir nas redes sociais. “As marcas da Calvário” são motivos de orgulho para aqueles que, sem nenhum pudor, fazem questão de exibi-las como se fossem um troféu.

Vale ressaltar que o ex-governador Ricardo Coutinho, Márcia Lucena, Estela Bezerra, Cida Ramos, Coriolano Coutinho, Gilberto Carneiro, Waldson Souza e demais integrantes da quadrilha girassol tiveram, essa semana, os bens, no valor total de R$ 134 milhões, bloqueados pelo Tribunal de Justiça da Paraíba.

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Processo eleitoral da Capital é discutido por Maranhão e Cartaxo em reunião

O senador José Maranhão (MDB) e o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), se reuniram nesta quinta-feira (6), para discutir o processo eleitoral em João Pessoa. É o primeiro encontro entre as duas lideranças políticas após o afastamento político em 2018, quando Maranhão decidiu não apoiar a pré-candidatura ao Governo do Estado e lançou-se candidato contra João Azevêdo e Lucélio Cartaxo.

O prefeito  já declarou, publicamente, que  as discussões sobre alianças em João Pessoa se dariam em torno do apoio ao nome da pré-candidata do PV, Edilma Freire e do modelo de gestão implementado na capital. Já o MDB tem a pré-candidatura de Nilvan Ferreira, que aparece bem posicionado e até liderando a disputa em algumas pesquisas de intenção de votos na capital.

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Ministério da Justiça se recusa a entregar dossiê dos antifascistas ao STF

 

“A atividade de Inteligência dedica-se a produzir conhecimentos para assessorar o processo decisório das autoridades públicas. Assim, é dever dizer que não há qualquer procedimento investigativo instaurado contra qualquer pessoa específica no âmbito da Seopi”, informou o ministério, que se recusou a entregar os dossiês sobre “movimentos antifascistas” ao STF

André Mendonça e Carmen Lúcia (Foto: Agência Brasil)

 

247 – Em informe endereçado à ministra do STF Carmen Lúcia nesta quinta-feira (6), o Ministério da Justiça além de não negar a existência de dossiês sobre os “movimentos antifascistas”, se recusou se recusou a enviar ao STF (Supremo Tribunal Federal) cópia dos tais dossiês feito pelo setor de inteligência da sua pasta sobre os policiais antifascismo e quatro “formadores de opinião”.

A pasta justificou não poder compartilhar dados de inteligência produzidas pela sua Secretaria de Operações Integradas (Seopi). “Não seria menos catastrófico abrir-se o acesso ao Poder Judiciário a relatórios de inteligência”, alega o ministério.

O ministro André Mendonça anexou pareceres que falam na suposta necessidade de preservar o sigilo de documentação produzida pelo Ministério – novamente, sem negar nem confirmar a existência do relatório.

“A mera possibilidade de que essas informações exorbitem os canais de inteligência e sejam escrutinadas por outros atores internos da República Federativa do Brasil – ainda que, em princípio, circunscrito ao âmbito do Supremo Tribunal Federal – já constitui circunstância apta a tisnar a reputação internacional do país e a impingir-lhe a pecha de ambiente inseguro para o trânsito de relatórios estratégicos”, diz um dos documentos encaminhados por Mendonça.

“A atividade de Inteligência dedica-se a produzir conhecimentos para assessorar o processo decisório das autoridades públicas. Assim, é dever dizer que não há qualquer procedimento investigativo instaurado contra qualquer pessoa específica no âmbito da Seopi, muito menos com caráter penal ou policial. Noutras palavras, não compete à Seopi produzir ‘dossiê’ contra nenhum cidadão e nem mesmo instaurar procedimentos de cunho inquisitorial”, reforçou a pasta.

O comunicado ainda afirma que a produção de relatórios é “atividade essencial para a segurança do Estado e dos cidadãos”, mas que nenhuma secretaria do órgão “se coloca à serviço de grupos, ideologias e objetivos mutáveis e sujeito às conjunturas político-partidárias”.

O recado enviado ao Supremo foi feito em resposta ao pedido de esclarecimentos por parte da ministra Carmen Lúcia sobre um dossiê elaborado pela Seopi contra 579 servidores federais e estaduais.

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Bolsonaro tentou dar um golpe militar em maio, revela revista

 

Presidente tentou articular um golpe jurídico-militar contra o STF

Reprodução/Instagram

Bolsonaro organizou um golpe militar frustrado ao lado dos ministros militares

Uma reportagem da jornalista Monica Gugliano, colaboradora do Valor Econômico , publicada na edição de agosto da revista Piauí revelou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) elaborou um plano com os ministros de Estado para intervir no STF (Supremo Tribunal Federal), por meio de um golpe militar. 

 

A reportagem ouviu quatro fontes sob condição de anonimato, dentre elas duas pessoas que participaram do encontro de elaboração do plano, que confirmaram que durante uma reunião no dia 22 de maio de 2020 o presidente da República, apoiado pelos ministros militares Walter Braga Netto, ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos e Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, afirmou: ” vou intervir !”.

Segundo a reportagem, Bolsonaro estaria desconfortável e irritado com um conversa que ocorreu entre o decano Celso de Mello, do STF, e a Procuradoria-Geral da República sobre a decisão de mandar apreender ou não os celulares do presidente e do seu filho Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). Jair teria dito que não entregaria o celular, mesmo se a justiça ordenasse. “Só se eu fosse um rato para entregar meu celular para ele”, disse.

A reunião se estendeu e outros ministros participaram da organização do golpe militar, foram eles André Mendonça (Justiça) e Fernando Azevedo (Defesa), além de José Levi, titular da Advocacia-Geral da União. A ideia do golpe militar avaliada pela alta cúpula do governo federal girou entorno de invadir o Supremo, destituir os 11 ministros que exercem o cargo atualmente e substituí-los por nomes indicados pelo presidente da República que pudessem colocar “em ordem aquilo (STF)”.

O texto diz ainda que o general Heleno tentou contemporizar e disse que ” não é momento para isso “. Os generais e o presidente pretendiam fazer um golpe jurídico para que não paracesse uma intervenção militar e não causasse efeitos danosos ao país, para isso se basearam no artigo 142 da Constituição – o artigo não prevê poder às Forças Armadas para atuar como poder moderador caso seja acionada por um dos três poderes em situações de violações dos demais, mas circula no meio militar esta interpretação.

A ideia do golpe foi descartada pelos ministros durante a reunião com base em dois argumentos: não havia ordem de apreensão do celular do presidente , apenas uma consulta foi feita e logo depois Celso de Mello arquivou o pedido, e ficou combinado que o ministro Augusto Heleno seria repsosnável por redigir uma nota pública de resposta ao STF sobre os supostos excessos . Texto que ficou conhecido como  “Nota à Nação Brasileira”, que causou comoção na época pelas frases ameaçadoras e pelo forte apelo a uma ruptura institucional.

“O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República alerta as autoridades constituídas que tal atitude é uma evidente tentativa de comprometer a harmonia entre os poderes e poderá ter consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional”, dizia a nota.

 Nota em atualização

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Ig