Botafogo-PB vira sobre o Sousa no Marizão e abre vantagem na final do Paraibano

Felipe Azevedo foi autor de um dos gols do Botafogo-PB — Foto: Divulgação – João Neto – Botafogo-PB

No estádio Marizão, Sousa e Botafogo-PB fizeram o jogo de ida das finais do Campeonato Paraibano de 2026 na tarde de domingo (15). De virada, o Belo venceu por 2×1 e abriu vantagem na busca pelo título de campeão estadual.

Sem contar com o zagueiro Yan Cristian, que se machucou no aquecimento, o Dino começou jogando, escalado por Alessandro Telles, com Moisés, Iranilson, Hebert Cristian, Marcelo Duarte, Gilmar; Mateus Guimarães, Felipe Jacaré, Diego Viana, Mateuzinho; Kiko e Bambam.

O Sousa abriu o placar aos 36 minutos do primeiro tempo com Marcelo Duarte, de cabeça, após saída errada do goleiro Luiz Daniel. O Botafogo-PB reagiu no segundo tempo e empatou aos 19 minutos com Felipe Azevedo, depois de bate e rebate na área.

Hatamoto marcou o gol da virada aos 41 minutos da etapa final após jogada de Erick pela direita e finalização na marca do pênalti.

O Botafogo-PB pode empatar no jogo de volta, no sábado (21/3), para conquistar o título estadual, que não vence desde 2019. Se o Sousa ganhar por um gol de diferença, a decisão será nos pênaltis.




PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Breve relato do poder municipal em João Pessoa Sérgio Botelho*

PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Breve relato do poder municipal em João Pessoa
Sérgio Botelho*
– Na crônica desta sexta-feira, 13, ao falar sobre a Praça Rio Branco — de vocação cívica permanente —, abordei um aspecto particular do poder nas cidades dos tempos da Colônia e do Império: o governo municipal ficava a cargo dos membros das Câmaras (na Colônia, vereadores e funcionários com funções específicas, inclusive judiciais, no Império, vereadores, excluída a função judicial).
Essa configuração colegiada, no governo das cidades somente mudou após a Constituição de 1891, a primeira da República, que deu autonomia aos estados para criar municípios e nomear seus administradores, os intendentes. Um quadro que não se alterou muito após a Revolução de 1930, quando os prefeitos continuaram a ser nomeados pelos governadores.
Somente após 1945, com o fim do Estado Novo, é que houve eleição direta para prefeito. Então, no pleito de 12 de outubro de 1947 foi eleito de forma direta, pela primeira vez em toda a sua história, o primeiro prefeito democrático de João Pessoa.
O primeiro eleito para o cargo pelo voto popular foi Osvaldo Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, que já havia sido prefeito nomeado na época da ditadura varguista. Até a eleição de 1947, houve 25 gestões, exercidas por intendentes ou por prefeitos nomeados, contando da Proclamação da República.
A partir daí, contando com Osvaldo, João Pessoa teve apenas cinco prefeitos eleitos até o Golpe de 1964, sendo o último deles Domingos Mendonça Neto. Em 1985, rompendo o ciclo, foi eleito diretamente o médico Antônio Carneiro Arnaud.
Desde Carneiro Arnaud, já se vão mais de 40 anos, foram nove os prefeitos eleitos pelo povo, alguns deles beneficiados pela reeleição. Um deles, Carlos Mangueira, foi eleito vice-prefeito e assumiu no lugar do titular, Wilson Braga, que se afastou para disputar o governo do Estado.
(Sobre a lista de intendentes e prefeitos, com respectivos tempos de mandato, me vali de informações da Wikipedia; sobre a gestão municipal, do trabalho Câmaras Municipais, do Arquivo Nacional, assinado por Angélica Ricci Camargo).
*Sérgio Botelho é jornalista e escritor
(Os textos destinam-se, sobretudo, às redes sociais, onde o espaço é limitado; por isso, tenho o hábito de guardar as fontes utilizadas. A partir de agora, porém, sacrificarei ainda mais a extensão das postagens para incluí-las, ao menos as mais relevantes).
www.reporteriedoferreira.com.br  /Sergio Botelho- jo9rnalista, poeta, escritor



Vigilante é executado a tiros durante assalto em João  Pessoa

Um vigilante Antônio Manoel da Silva Filho, de 60,foi morto a tiros durante um assalto na madrugada deste domingo (15), em uma construção no bairro de Gramame, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Civil, os criminosos invadiram o local com o objetivo de roubar a arma da vítima.

Segundo informações , um grupo de aproximadamente cerca de onze homens armados participaram da ação criminosa. O grupo invadiu a obra, localizada na Rua Poeta Antônio Pereira Sobrinho, e durante o assalto o vigilante foi atingido por dois disparos na região do abdômen. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

A vítima foi identificada como Antônio Manoel da Silva Filho, de 60 anos.

Ainda conforme a polícia, outro vigilante chegou ao local para assumir o turno de trabalho no momento em que o crime estava acontecendo. Ao perceber a ação dos suspeitos, ele conseguiu se esconder e acionou ajuda.

Equipes da Polícia Civil estiveram no local e iniciaram as investigações para identificar e localizar os responsáveis pelo crime.




Funcionário que sinalizava rodovia é atropelado por viatura da Polícia na BR-230, em São Mamede Pb

O acidente foi registrado por volta das 6h50, conforme informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Um trabalhador morreu após ser atropelado por uma viatura da Polícia Civil na manhã deste sábado (14), no km 303 da BR-230, no município de São Mamede, no Sertão da Paraíba. O acidente foi registrado por volta das 6h50, conforme informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

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A vítima foi identificada como Agnaldo da Costa Pires, de 40 anos. Ele atuava em uma empresa prestadora de serviços ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e realizava a sinalização da rodovia durante trabalhos de manutenção no trecho.

Segundo as informações iniciais, o trabalhador estava na pista quando foi atingido pela viatura, que trafegava no sentido Santa Luzia–Patos. O motorista permaneceu no local após o atropelamento e acionou o socorro, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

O condutor foi submetido ao teste de alcoolemia, que apresentou resultado negativo. A perícia esteve no local para apurar as circunstâncias do acidente, e o corpo foi encaminhado ao Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Patos.




Semana de regularização para eleitores com título cancelado começa segunda (16)

Iniciativa busca evitar filas, prevenindo a sobrecarga nos postos de atendimento e cartórios eleitorais, até 6 de maio

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A Justiça Eleitoral paraibana começa, na próxima segunda-feira (16), a Semana de Regularização da Situação Eleitoral voltada a eleitores com o título cancelado. A iniciativa, realizada pela Coordenadoria de Gestão do Cadastro e Direitos Políticos (Cogecad), busca evitar filas e prevenir a sobrecarga nos postos de atendimento ao eleitor e nos cartórios eleitorais na reta final do alistamento eleitoral, cujo prazo se encerra em 6 de maio.

A Semana de Regularização, que encerra no dia 20 de março, visa estimular a regularização de eleitores que se encontram com o título cancelado, seja por ausência a três eleições consecutivas ou por revisão de eleitorado, bem como daqueles que ainda não realizaram a coleta biométrica ou possuem multas eleitorais pendentes.

A meta é alcançar um aumento de 10% na quantidade de regularizações durante o período da campanha, concentrando esforços nos 283.102 eleitores com títulos cancelados.

O cancelamento do título ocasiona diversos prejuízos ao cidadão, como a impossibilidade de assumir cargo público por meio de concurso, de solicitar empréstimo bancário, a irregularidade no CPF e o impedimento de realizar a primeira matrícula em universidade.

O coordenador da Cogecad, Charles Oliveira, enfatiza que o TRE-PB planejou diversas campanhas para prevenir a alta demanda de eleitores nas últimas semanas antes do fechamento do cadastro eleitoral. “No Brasil, é uma questão cultural: as pessoas sempre deixam tudo para a última hora. Portanto, estamos realizando diversas estratégias para antecipar o atendimento desses eleitores, a fim de reduzir o número de filas”, explicou.

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Foto de arquivo/2024

Documentos necessários

Os eleitores com pendência em João Pessoa devem procurar a Central de Atendimento ao Eleitor, localizada por trás do Shopping Tambiá. Já os cidadãos de outros municípios devem dirigir-se aos cartórios eleitorais para regularizar sua situação eleitoral. Não é preciso agendamento; basta levar documento oficial com foto e comprovante de residência.

/saragomes/ascom/tre-pb/




MPF pede condenação de Ratinho e SBT por falas contra Erika Hilton

O Ministério Público Federal (MPF) protocolou na Justiça uma ação de danos morais coletivos contra o apresentador Carlos Massa, conhecido como Ratinho, e o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). O órgão acusa Ratinho de praticar discurso transfóbico contra a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP).

Na quarta-feira (11), durante seu programa no SBT, Ratinho questionou a eleição de Erika para a função de presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.

“Não achei muito justo, não. Com tanta mulher, por que vai dar para uma mulher trans? A Erika Hilton. Ela não é mulher, ela é trans”, disse.

O MPF pede que o apresentador e o SBT sejam condenados ao pagamento de R$ 10 milhões em danos coletivos e solicita que a emissora retire imediatamente a fala de Ratinho das redes sociais e do site da emissora.

O promotor responsável pelo caso ainda pediu que o apresentador seja condenado a publicar uma retratação.

Após a divulgação do comentário de Ratinho, a deputada informou que também entrou com um processo contra o apresentador.

Outro lado

Em nota à imprensa, o SBT afirmou que as declarações não representam a opinião da emissora.

“O SBT repudia qualquer tipo de discriminação e preconceito, que são o oposto dos princípios e valores da empresa. As declarações do apresentador Ratinho, expressadas ao vivo ontem em seu programa, não representam a opinião da emissora e estão sendo analisadas pela direção da empresa, que tratará do tema internamente a fim de que nossos valores sejam respeitados por todos os colaboradores”, disse a emissora.

 

 

Por Agência Brasil

Foto: Lula Marques/Agência Brasil




BBB 2026; Ana Paula volta a superar 50% na preferência do público

Votalhada: vantagem confortável da sister ao prêmio, enquanto Jonas passa Cowboy e segue como principal adversário

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Ana Paula Renault
Reprodução/Globo

Ana Paula Renault

A nova parcial da enquete do Votalhada sobre quem deve vencer o Big Brother Brasil 26 indica que o favoritismo de Ana Paula segue cada vez mais consolidado. No votação das 15 desta sexta-feira, a sister aparece novamente acima da marca simbólica dos 50%, ampliando sua vantagem na disputa e reforçando o cenário que já vinha sendo desenhado nas medições anteriores.

Na atualização mais recente, Ana Paula soma 52,32% da preferência do público. O número representa crescimento em relação à parcial anterior do levantamento do Votalhada, quando registrava 47,61%. Ao ultrapassar novamente a metade dos votos, a sister amplia a distância para os concorrentes e fortalece sua posição como principal favorita ao prêmio da temporada.

Quem segue na segunda colocação consolidada do Votalhada é Jonas Sulzbach, com 22,28% das intenções de voto. O participante mantém uma base consistente de apoio e continua sendo o único nome que aparece relativamente próximo da líder, sustentando-se como o principal perseguidor na corrida pelo favoritismo entre o público. Mais atrás, Alberto Cowboy ocupa a terceira posição com 12,59%, permanecendo isolado no posto mesmo após um leve recuo em relação à parcial anterior.

O grupo intermediário aparece bem distante da disputa direta pela liderança: Chaiany soma 3,67%, seguida por Milena, com 3,10%, e Juliano Floss, que registra 1,72%. O levantamento reforça um cenário de vantagem confortável para Ana Paula, enquanto os demais participantes ainda tentam reduzir a distância na reta decisiva do jogo.

 




Cícero Lucena inaugura o Centro Municipal de Nefrologia




Arquidiocese da Paraíba realiza 12ª edição das ’24 Horas Para o Senhor’




Caso da mulher na mala em Manaíra;  vítima era médica francesa e namorado é encontrado morto

 


A mulher encontrada morta dentro de uma mala e com o corpo carbonizado no bairro de Manaíra, em João Pessoa, na última quarta-feira (11), foi identificada como Chantal Etiennette Dechaume, médica francesa aposentada de 73 anos.

De acordo com a Polícia Civil da Paraíba, o principal suspeito do crime é o namorado da vítima, Altamiro Rocha dos Santos, de 59 anos, natural de Canoas (RS), que foi encontrado morto no dia seguinte ao crime, na quinta-feira (12), no bairro João Agripino, também na capital paraibana.

As investigações apontam que o caso é tratado como feminicídio.

Segundo a apuração policial, Chantal veio morar em João Pessoa antes da pandemia e mantinha um relacionamento com Altamiro desde aquele período.

Conforme as investigações, a médica francesa ajudava financeiramente o companheiro, que vivia com recursos provenientes da aposentadoria dela, recebida em euros.

Ainda de acordo com a polícia, a vítima pretendia encerrar o relacionamento, possivelmente devido ao envolvimento do homem com drogas,  circunstância que pode ter motivado o crime.

O corpo de Chantal foi encontrado dentro de uma mala e parcialmente carbonizado em Manaíra.

A Polícia Civil aponta que Altamiro teria cometido o assassinato, mas não foi ele quem ateou fogo no corpo da vítima.

Imagens de câmeras de segurança mostram um homem em situação de rua, que teria aceitado incendiar o corpo em troca de drogas, após acordo com o suspeito do feminicídio. Esse homem ainda não foi localizado pelas autoridades.


Suspeito foi encontrado morto no dia seguinte

Na manhã da quinta-feira (12), moradores encontraram o corpo de um homem com mãos e pés amarrados no bairro João Agripino.

A vítima foi posteriormente identificada como Altamiro Rocha dos Santos, principal suspeito do assassinato da médica.

De acordo com a delegada Maria das Dores, o corpo apresentava uma lesão profunda no pescoço, caracterizada como esgorjamento.

“Ele apresentava uma lesão profunda no pescoço. Estava com as mãos e os pés amarrados e não apresentava outras lesões”, informou a delegada.

Possível envolvimento de facção criminosa

A polícia acredita que a morte de Altamiro pode ter relação com integrantes de uma facção criminosa, que não teriam gostado da repercussão do crime na região.

A suspeita é de que o grupo teria reagido ao crime por ele ter atraído forte presença policial para a região de Manaíra

O caso é tratado como feminicídio e, apesar de a autoria da morte da mulher ser considerada esclarecida, as investigações continuam para identificar o responsável por incendiar o corpo e esclarecer a morte do suspeito.