18º LIVRO: ROMUALDO ROLIM, CEM ANOS: Por Gilvan de Brito

 

Estou publicando neste FACE, diariamente, a capa de cada um dos 140 livros de minha autoria ou com a minha participação, até a data da eleição. Quero mostrar a intimidade com as letras, exigência da Academia, para justificar a minha candidatura.

 

18º LIVRO: ROMUALDO ROLIM, CEM ANOS. Biografia do empresário da construção civil, Romualdo Rolim, escrita por Gilvan de Brito, seu cunhado. Qualidades: “Pessoa humana de muitas qualidades, onde o principal predicado é a dignidade como valor inerente, Romualdo Braga Rolim ainda apresenta outras características de sua personalidade, dentre elas a busca incessante da conquista de objetivos, honestidade, coerência de caráter e cordialidade. Isso, além de traços psicológicos cardeais e dominantes como a correção, o discernimento, a boa índole, as emoções e o temperamento.

Numa relação de semelhança é, fisicamente, forte como um touro -1,75 de altura e 80 quilos de peso, tem no rosto a aparência de uma escultura em mármore e o efeito do riso que se vê, sai-lhe apenas por um canto da boca, franzindo a face, o que lhe acentua o intenso azul dos olhos. Tem ascendência, em segunda geração, da raça natural do europeu (Rolim, português, do pai e Braga, também português, da mãe). Professa o catolicismo, embora não seja assíduo aos trabalhos litúrgicos da igreja de Roma.

O conjunto de caracteres revela a presença de um homem obstinado, de decisões resolutas, de grande influência de poder, voz firme e clareza verbal. É essa a estrutura que se firmou ao longo dos tempos, talvez modelada pela dureza enfrentada nos primeiros anos de existência, que lhe teria proporcionado a noção da própria individualidade. Inflexível, sim, mas, humanitário, sensível e dadivoso. No peito, bate um grande coração pelo que atestam os familiares e amigos mais próximos. Empresário vitorioso no ramo da construção de estradas de rodagem e outras atividades correlatas e produtos afins, Romualdo trabalhou até o dia em que lhe faltou autonomia física e mental.

No escritório, localizado no edifício Viña del Mar, no centro da cidade com vista para a Lagoa, ou numa longa mesa, à esquerda do Cabo Branco, no seu lar, destina boa parte do dia para tratar dos seus negócios imobiliários e industriais: loteamentos, britagem de pedras para fundações e asfaltamento, além dos projetos agropecuários. Com isso tem destinado valiosa contribuição através de impostos a economia dos municípios de João Pessoa, Cajazeiras e Mamanguape, por onde transitam seus negócios.” Este livro tem outra história que poderá ser oportunamente contada!

www.repoteriedoferreira.com.br /Por Gilvan de Brito, jornalista,advogado e escritor




A TELEVISÃO VAI MUDAR CONCEITOS E PADRÕES: Escrito Por Gilvan de Brito

 

A TELEVISÃO VAI MUDAR CONCEITOS E PADRÕES: Escrito Por Gilvan de Brito

O fenômeno dos CDs e DVDs vai em breve chegar à Televisão, que será pulverizada em pequenos canais de municípios, através de equipamentos baratíssimos e estúdios manipulados apenas por uma pessoa, como hoje ocorre com o rádio, para a transmissão de programas comunitários, locais, aliadas a alguns canais mais abrangentes. A TV, então, funcionará como as rádios comunitárias, de fundo de quintal, permitindo a divulgação de programas gravados e transmitidos por qualquer pessoa que possa reunir alguns reais para a instalação de meia dúzia de equipamentos de baixíssimos preços, sem a necessidade de antenas potentes com as de hoje, porque a transmissão será feita através da Internet.

Nestes 70 anos de comemoração da TV discute-se, em todo o mundo, as mudanças que vão alterar conceitos e padrões de seu funcionamento. No Brasil, presentemente, estão reunidas as principais autoridades do setor para discutir o futuro da TV. Os experts são: Carlos Henrique Schroder, diretor de criação & produção de conteúdo do Grupo Globo; José Félix, presidente da Claro Brasil; Maria Angela de Jesus, diretora de produções originais da Netflix no Brasil; Felipe Neto, um dos mais importantes youtubers brasileiros; Fabio Porchat, um dos criadores do Porta dos Fundos; Alberto Pecegueiro, diretor-geral da Globosat entre 1994 e 2019; Letícia Muhana, uma das criadoras dos canais de televisão a cabo GNT, GloboNews e Viva; e Gabriel Priolli, jornalista, crítico de TV e professor de comunicação.

A habilitação para a instalação dos equipamentos será autorizadas pelo Ministério das Comunicações. Quem viver verá. (foto: tela, microfone, mini-mesa de audio e som, teclado e receptor, os equipamentos que serão usados)

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ELEIÇÃO DA ACADEMIA PARAIBANA DE LETRAS: Escrito Por Gilvan de Bito

ELEIÇÃO DA ACADEMIA PARAIBANA DE LETRAS: Escrito Por Gilvan de Bito

Estou publicando neste FACE, diariamente, a capa de cada um dos 140 livros de minha autoria (com a respectiva sinopse), até a data da eleição. Quero mostrar a minha intimidade com as letras, exigência da Academia, para justificar a candidatura.

5º livro: “NÃO ME CHAMEM VANDRÉ”, 270p, Editora Patmos (pode ser encontrado na livraria Leitura, do shopping Manaíra).

Breve resumo:

QUEM VEM LÁ?

Este é um livro sobre o silencio, um livro que não emite qualquer som, de tão calado e de tão cabisbaixo, de tão triste e sombrio de choro, que vive a delirar sobre sua vida e até mesmo sobre seu nome, se camarada. “Quem sou eu?, o que estou fazendo aqui, para onde quero ir?” Um livro de perguntas sem respostas. Um livro que se propõe a perguntar sobre sua vida às paredes, quatro paredes de um apartamento no centro de São Paulo, numa penumbra em poeira, livros e jornais velhos, de quartos silenciosos e um fantasma que perambula pela casa como se nada fosse, um advogado aposentado, talvez, um artista desconhecido de si mesmo, em seu país, talvez. Um artista que “resolveu” quebrar todos os espelhos da casa para que nunca mais fosse encontrado. Um livro sobre o silencio guardado numa gaveta da história, história que começa em 12 de setembro de 1935 em João Pessoa e termina em 1968 em São Paulo, quando resolve mudar de nome, passando a se chamar Geraldo Pedrosa de Araujo Dias, um nome que até então ninguém sabia oficialmente existir. O artista Geraldo Vandré está situado nesse tempo quebrado, retempo, distempo por onde a cabeça de uma pessoa não consegue mais penetrar.

“NÃO ME CHAMEM VANDRÉ”, é um livro escrito pelo jornalista e escritor paraibano Gilvan de Brito, que ousa acender a luz sobre a história de um dos artistas paraibanos mais importantes e incisivos do Brasil nos últimos tempos, reconhecido em sua época (anos 60) até à atualidade, e que mesmo distante do cantor, compositor e advogado Geraldo Pedrosa (a quem, inclusive não conhece pessoalmente), consegue perceber e entender como personagem da história política e cultural do país, para sentar junto com ele, num encontro fictício (e todas as biografias não autorizadas soam como algo de “fronteira” entre a verdade dos fatos vividos publicamente e registrados pela história (imprensa, indústria cultural) , e a verdade de quem se deixa viver atrás da porta da história, e de como ele quer ser tratado, mesmo que contradiga o interesse popular formado e montado pela indústria cultural em tantas décadas.

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Gilvan de Brito, Jornalista, advogado e historiador.




AGRADECIMENTOS PELO APOIO:  Escrito Por Gilvan de Brito

AGRADECIMENTOS PELO APOIO:  Escrito Por Gilvan de Brito

 

Diante da informação de que decidi participar das eleições para uma cadeira da Academia Paraibana de Letras (APL), quero agradecer aos amigos e simpatizantes da minha escrita os apoios manifestados neste facebook nos últimos dias. Entre eles Eilzo Matos (membro da APL), Eitel Santiago, Walter Santos, Irapuan Sobral, Políbio Alves, Tião Lucena, Dida Fialho, Ivaldo Gomes, Edivaldo Teixeira de Carvalho, Glicério Maia, Rayssa Carneiro, Felix Di Láscio, Chico Lino Filho, Fátima Gaudêncio, Azulmi Limeira, Cristiane Oliveira, Cleudimar Ferreira, Djanete Oliveira, Carlos Gláucio de Farias, Carlos Rolim, Bruno Steimbach Silva e Sérgio Botelho, até anoite de ontem.

Meu amigo Irapuan Sobral, além do irrestrito apoio, escreveu um comentário para justificá-lo. Ei-lo:

‘Ad imortalitatem’

“Conheço Gil (Gilvan de Brito), com essa mesma fleugma que carrrega, há quase cinco décadas. E o conheci no Ponto de Cem Réis disputando doutas conversas abastecidas a café. Gil já era o ‘standard’ que permanece altivo e ativo à leitura dos que privam de sua amizade, desde as colunas dos jornais onde trabalhou. Naquela universidade popular (o pulmão da capital da Paraíba), estavam os grandes pautando o debate e, confesso, as minhas leituras. Depois, eu soube que Gil era parceiro musical de Livardo em nada menos que ‘Tá caindo água na bica’. Um frevo que foi sucesso, em todo o Brasil, em um carnaval no começo dos anos 70.

Aproximamo-nos tanto que me encarreguei (como reforço de feira) de vender um álbum duplo de Músicas da Paraíba, que Gil produziu numa época de extrema dificuldade para tamanha empreitada. A amizade com Gil, Livardo, Cleidson Tejo, Baú Calça Velha e Gonzaga entrou para o meu currículo – ainda que à revelia deles. Eram os tempos da opinião com conhecimento.

A convivência com Gil revelou, para além do jornalista do cotidiano e do compositor laureado em festivais (como Vale da Feira, com Zé Wagner), um estudioso meticuloso que se meteu em ensaios para desvendar, por exemplo, a itacoatiara do Ingá, puxando fios das estrelas e conexões com monumentos do mundo todo. Ultimamente, para não ser exaustivo e permitir que a curiosidade do leitor persiga as afirmações com a crítica particular, eu vi dele um trabalho sobre os anos da ditadura na Paraíba e outro sobre o acidente que ocorreu na Lagoa, parque central da capital, nos anos 70.

No teatro, eu vi o esforço dele para propor um manual de estruturação de peças, mas, e principalmente, algumas peças como ‘O anjo torto’, reencenando a vida de uma figura folclórica da Paraíba. Gil é pessoense da Torre. A Torre é um bairro misterioso na capital da Paraíba. É possível dizer que é o coração da cidade, porque de lá pulsam os rios arteriais que vão irrigar de cultura todos os locais. Essa origem ‘torrelândia’ inscreve Gil como um arguto observador da geografia e da antropologia do lugar. Não há um lapso de cena que não o remeta à memória ou a uma causa. Eu soube, pelo próprio, no perfil do Facebook, do seu interesse em tomar assento na confraria da academia de letras do estado. Não há espaço a contraditar o seu merecimento. Aliás, com o perdão dos acadêmicos: esse merecimento é recíproco. As academias são corporações que se notabilizam pelas escolhas que fazem, mas, também, pelas rejeições. Borges ironizou a ‘tradição nórdica’ de rejeitá-lo, dizendo que não confiaria numa academia que o tivesse por membro, mas, ao final de tudo, confessou que morreria feliz com a láurea.

A pretensão manifestada por Gil é, no dizer de uma linguagem de julgador: Procedente. Creio até que, se a academia fizesse a escolha sem a manifesta vontade do letrado, escolheria Gil. Entretanto, é exigida uma inscrição para validar a escolha: o que alguns fazem. O ato torna competitiva a imortalidade. Não sei se haverá disputa, nem se a academia toparia dispensar-se da presença de Gil, entre seus membros.”

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A TRAGÉDIA DA LAGOA : Escrito Por Gilvan de Brito

A TRAGÉDIA DA LAGOA :

Escrito Por Gilvan de Brito

 

Fui testemunha, no dia 24 de agosto de 1975, de uma das maiores tragédias que se abateram sobre a cidade de João Pessoa. Presenciei o naufrágio de um barco colocado pelo Exército, sem a segurança necessária do equipamento de salva-vidas, para circular nas águas da Lagoa do parque Solon de Lucena, durante uma semana. O barco – uma chata de transporte de material do Exército, nos rios – conduzia algo em torno de 60 pessoas de cada vez, num passeio para alegrar as crianças, com duração de 10 minutos, em comemoração da Semana do Soldado. Na última volta, num domingo às 17:10, grande número de crianças correu para ocupar uma vaga, provocando uma superlotação de aproximadamente 200 pessoas. O comandante da chata, um soldado do Exército, relutou durante alguns minutos para dar partida, mas terminou cedendo aos apelos das crianças e de alguns de seus pais, e tomou o caminho, no sentido horário. Partiu da localidade onde se inicia a avenida Getúlio Vargas (que por ironia do destino suicidara-se num dia 24 de agosto de 1954, como aquele, no Rio de Janeiro).

 

O barco saiu remoendo com o excessivo peso, passou perto do Cassino da Lagoa e seguiu, a uma distância de dez metros da orla. Quando se aproximava da rua Padre Meira, justamente onde se localizava o escoadouro subterrâneo de águas, destinadas ao Sanhauá (local mais profundo), começou a afundar,

lentamente. Corri e peguei meu carro, dirigi-me com urgência à rádio Tabajara, que funcionava onde hoje é o Forum, à rua da Palmeira, subi os degraus pulando de dois em dois, entrei na cabine e constatei que a emissora estava transmitindo o jogo de Campinense e C.S.A de Alagoas, diretamente de Campina Grande. Pedi a Geraldo Cavalcante para passar o som e dirigi-me diretamente ao Corpo de Bombeiros solicitando sua presença na Lagoa para salvar dezenas de pessoas que se afogavam após o naufrágio do barco, Os soldados, que ouviam o jogo (não existia celular) correram para uma camionete onde colocaram pequenos barcos movidos à motor e rumaram para a Lagoa.

 

Chegaram em 4 minutos (Bombeiros tinham a sede à rua Maciel Pinheiro, a 3 k do local do sinistro). Resultado, salvaram entre 80 a cem pessoas, retiradas das águas turvas da Lagoa. Ainda assim, morreram 35 antes de sua chegada (28 crianças e 6 adultos). Anos após resolvi contar a história num livro intitulado “Opus Diaboli” (depois de 33 anos), que foi premiado e publicado pela Funjope. Sobre este livro, o poeta e escritor Lau Siqueira, produziu um belíssimo comentário, destacando com a sua conhecida verve, aspectos da tragédia contadas na publicação:

“GILVAN DE BRITO E SUA OPUS DIABOLI”

Texto publicado no Jornal da Paraíba em 21.10.12

Por Lau Siqueira

“As tragédias cumprem um papel determinante no destino dos povos. Na Paraíba nunca foi diferente. Afinal, foi uma tragédia que determinou o nome atual da capital João Pessoa. Alguns acontecimentos vão se distanciando, caminhando para o esquecimento, mas, jamais ficarão impunes diante da história. Os fatos ocorridos do dia 24 de agosto de 1975 (em comemoração ao Dia do Soldado) na Lagoa do Parque Solon de Lucena exigiam um relato de fôlego há 36 anos. Foram trinta e cinco mortos. Entre os quais vinte e nove crianças. No triste cenário, uma embarcação do Exército Brasileiro que afundou nas águas da nossa Lagoa. O livro “Opus Diaboli – A Lagoa e outras tragédias”, do jornalista e escritor paraibano Gilvan de Brito busca mover o moinho do tempo com esta e outras águas passadas.

 

Os militares que governavam o país com mão de ferro foram os protagonistas desta tragédia anunciada. A irresponsabilidade esteve no comando do triste espetáculo. Mais de cento e cinquenta pessoas equilibravam-se numa embarcação com capacidade para pouco mais de sessenta pessoas sentadas. Gilvan de Brito estava lá quando tudo aconteceu e até fez a cobertura jornalística. Com sua larga experiência de redação e reconhecido talento de escritor e dramaturgo, soube como ninguém registrar neste livro um fato que se tornou inesquecível para os pessoenses.

 

Em “Opus Diaboli – A Lagoa e outras tragédias” Gilvan estabeleceu um marco simbólico. Apenas este resgate já teria um imenso valor histórico e literário. Todavia, o espírito inquieto e investigativo do autor foi buscar a demarcação de outras tristezas. O primeiro registro foi em 1501, quando Américo Vespúcio narrou a antropofagia cometida pelos índios de Baía da Traição contra três marinheiros. A chacina dos 600 habitantes de Tracunhaém pelos índios potiguaras também faz parte de uma coletânea de fatos que sangraram a história desta Paraíba velha de guerra.

 

Publicado com recursos do Fundo Municipal de Cultura – FMC, o livro de Gilvan é marcado por um diálogo denso entre a percepção aguda do repórter e a magia criadora do escritor. É desta forma que o pulsar da história nos arrasta página por página. Como bem diz o jornalista Jackson Bandeira no posfácio da obra, “sem este livro estaria faltando alguma coisa na historiografia paraibana”. Essa capacidade de conjugar o melhor jornalismo com o talento literário reafirma o escritor de Opus Diaboli na galeria dos autores paraibanos imprescindíveis. Aqueles que traduzem a pulsação das ruas e as razões do que nem sempre interessa como notícia. Até mesmo a agonia dos que perderam entes queridos naquela tarde sorumbática foi lembrada neste relâmpago da memória. Enfim, um livro que vale a pena ser lido.”

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Gilvan de Brito, Jornalista, Advogado e Escritor.




O FIM DA HUMANIDADE: Escrito Por Gilvan de Brito

O FIM DA HUMANIDADE: Escrito Por Gilvan de Brito

 

Muito interessante as previsões para o próximo século que dão como possíveis eventos da natureza que poderão levar ao fim da humanidade, na Terra. Isso acontecendo, nossos bisnetos poderiam ser fatalmente atingidos de uma forma direta em todo o planeta, com acontecimentos conhecidos e desconhecidos. Dentre estes se colocam a queda de meteoros ou cometas, uma explosão em cadeia de todos os vulcões que existem em torno de 1,500 no círculo de fogo e terremotos (com os respectivos tsunamis) do oceano Pacífico (Chile, Argentina e Peru, ao nosso redor possuem quase 300 e no território brasileiro, mesmo fora desse círculo, tem o vulcão mais antigo do mundo, adormecido, próximo ao rio Tapajós). Uma dessas duas catástrofes foi responsável pela extinção dos dinossauros e outros grandes animais que habitavam a Terra antes dos humanos, em tempos idos.

 

Além dessas catástrofes, 90% de outros eventos poderão ocorrer com a culpa atribuída ao homo-sapiens, cuja inteligência desenvolveu equipamentos para facilitarem nossa vida, mas que poderão se transformar numa faca de dois gumes, contribuindo para o seu fim. O eminente virologista australiano Frank Fenner foi outro que também previu , a exemplo de Frijof Capra, (publicado ontem aqui) o fim da raça humana, no próximo século, devido à superpopulação, poluição, destruição ambiental e mudanças climáticas, além de outros choques ambientais provocados pelas 450 usinas nucleares existentes no mundo, a exemplo de Chernobil, atingindo o ecossistema do planeta; fim da camada de ozônio.

 

Também sobreviveriam viajando pelo espaço as transmissões através de ondas magnéticas (TV e rádio) que poderiam chegar a algum planeta distante, habitado. Apenas os micróbios sobreviveriam consumindo o plástico deixado, que poderiam voltar a desenvolver-se em milhões de anos, criando algum tipo de vida. São previsões, mas que poderão acontecer. Só o tempo dirá.

www.reporteriedoferreira.com.br   Gilvan de Brito- Jornalista, advogado e escritor




O FIM DA HUMANIDADE: Por Gilvan de Brito 

O FIM DA HUMANIDADE: Por Gilvan de Brito
Muito interessante as previsões para o próximo século que dão como possíveis eventos da natureza que poderão levar ao fim da humanidade, na Terra. Isso acontecendo, nossos bisnetos poderiam ser fatalmente atingidos de uma forma direta em todo o planeta, com acontecimentos conhecidos e desconhecidos. Dentre estes se colocam a queda de meteoros ou cometas, uma explosão em cadeia de todos os vulcões que existem em torno de 1,500 no círculo de fogo e terremotos (com os respectivos tsunamis) do oceano Pacífico (Chile, Argentina e Peru, ao nosso redor possuem quase 300 e no território brasileiro, mesmo fora desse círculo, tem o vulcão mais antigo do mundo, adormecido, próximo ao rio Tapajós).
Uma dessas duas catástrofes foi responsável pela extinção dos dinossauros e outros grandes animais que habitavam a Terra antes dos humanos, em tempos idos. Além dessas catástrofes, 90% de outros eventos poderão ocorrer com a culpa atribuída ao homo-sapiens, cuja inteligência desenvolveu equipamentos para facilitarem nossa vida, mas que poderão se transformar numa faca de dois gumes, contribuindo para o seu fim.
O eminente virologista australiano Frank Fenner foi outro que também previu , a exemplo de Frijof Capra, (publicado ontem aqui) o fim da raça humana, no próximo século, devido à superpopulação, poluição, destruição ambiental e mudanças climáticas, além de outros choques ambientais provocados pelas 450 usinas nucleares existentes no mundo, a exemplo de Chernobil, atingindo o ecossistema do planeta; fim da camada de ozônio. Também sobreviveriam viajando pelo espaço as transmissões através de ondas magnéticas (TV e rádio) que poderiam chegar a algum planeta distante, habitado. Apenas os micróbios sobreviveriam consumindo o plástico deixado, que poderiam voltar a desenvolver-se em milhões de anos, criando algum tipo de vida. São previsões, mas que poderão acontecer. Só o tempo dirá.
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Gilvan de Brito, Jornalista, advogado e escritor.



RICARDO TORNOZELEIRA: Por Eilzo Nogueira Matos / Gilvan de Brito

RICARDO TORNOZELEIRA – ATÉ´QUE ENFIM FOI APANHADO EM CULPA. – ASSALTO NA PARAIBA SUPERA O DE CESAR CABRAL NO RIO DE JANEIRO.- Calvário: desembargador ordena sequestro de valores de implicados
3 DE AGOSTO DE 2020
Eilzo Nogueira Matos está com Gilvan de Brito

Relator da Operação Calvário no Tribunal de Justiça da Paraíba, o desembargador Ricardo Vital de Almeida determinou o sequestro de dinheiro, valores e ativos financeiros, através do Sistema Bacen-Jud, no valor de R$ 134,200 milhões, de pelo menos 30 investigados no…

 

no âmbito da Operação, entre os quais o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB). De conformidade com o Ministério Público, o “esquema criminoso nutria-se da prática de diversos crimes, como de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, peculato, dentre outros, notadamente interligados às atividades das organizações sociais na saúde e à adoção de inelegibilidades licitatórias ou a fraude destas na Educação, sempre visando a obtenção de vantagens ilícitas por seus integrantes, em detrimento das reais necessidades da coletividade”.

 

O FATO QUE INSINUAVA RICARDO TORNOZELEIRA COMO FENÔMENO NA POLÍTICA PARAIBANA, – OITO ANOS PREFEITO E OITO COMO GOVERNADOR,- SOBRANCEIRO FACE A DISPLICÊNCIA DA JUSTIÇA EM CIENTIFICÁ-LO DE SUA SUBMISSÃO AO RITO PROCESSUAL DE APURAÇÃO DE CULPA E APLICAÇÃO DE PENAS EM CENTENAS DE FEITOS EM QUE FIGURA COMO REU E INVESTIGADO POR CRIME CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, FOI INTERROMPIDO. A CENA MUDOU COM NOVOS TITULARES DO JUDICIÁRIO PARAIBANO. JUIZES E DESEMBARGADORES, MEMBROS DO MINISTÉRIO PÚBLICO HONRAM E DESAGRAVAM A SOCIEDADE PARAIBANA HUMILHADA. A SONOLÊNCIA JUDICANTE QUE LHE PERMITIU PAIRAR SOBRANCEIRO FOI DESPERTADA PELA CONSCIÊNCIA DO SENSO DO DEVER. A HISTÓRIA REGISTRARÁ ESTE FATO VERGONHOSO NO RELACIONAMENTO ENTRE OS PODERES DO ESTADO QUE PERDUROU DEZESSEIS ANOS

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BOLSONARO NO TRIBUNAL DE HAIA: Escrito Por Gilvan de Brito 

BOLSONARO NO TRIBUNAL DE HAIA: Escrito Por Gilvan de Brito
Por deixar de indicar um ministro da saúde durante dois meses, na fase crucial da Pandemia; colocar em risco a saúde da população promovendo aglomerações sem uso de máscaras e por fazer propaganda de medicamento como a hidroxicloraquina, sem eficácia no tratamento da doença, o presidente Bolsonaro foi denunciado ao Tribunal Internacional Penal de Haia por falhas graves e mortais contra a doença.
A denúncia foi feita por um grupo de entidades sindicais brasileiras, hoje, pela crise que elevou a um nível crítico as condições sanitárias do país, que já se aproxima das 90 mil mortes por coronavírus, “por uma postura negligente e irresponsável.”
O diretor da Uni-Americas, entidade dos trabalhadores da saúde que amparou o pedido, Márcio Monzante, disse que “Buscar a Corte Penal Internacional é uma medida drástica, mas os brasileiros enfrentam uma situação extremamente difícil”. Acrescentou que Bolsonaro deveria ser responsabilizado e considerado culpado por sua insensível atuação frente à pandemia e por se recusar a proteger os trabalhadores da saúde”. O Estatuto de Roma, define os crimes considerados internacionais, como o genocídio e a tortura.
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A TRISTE ROTINA DA COVID: Escrito Por Gilvan de Brito 

A TRISTE ROTINA DA COVID: Escrito Por Gilvan de Brito
Acordo a que horas não sei, porque o quarto não tem luz (por costume). E então fico pensando: será manhã, tarde ou noite? Não dá para saber. Vou tentando acostumar o olhar no lusco-fusco do ambiente para tentar conhecer as horas: são sete horas, vejo no decodificador da TV. Aí então vem mais uma indagação: da manhã ou da noite? E o pensamento continua a mil por hora, perguntando-me coisas que não posso responder. Só uma coisa é certa: preciso me levantar par matar a charada daquele dia. Será mesmos dia ou já começou a noite? Continuo sem saber de nada.
Então sinto que estou na cama, e isso é bom, porque eu começo a dormir na rede e depois da hora do mijo, lá pelas 4 da madrugada, eu passo para a cama. Mas as vezes acontece o contrário, começo pela cama. Então fico na mesma: manhã ou noite. E então vem o som do liquidificador em movimento e o gosto da abacatada obrigatória da hora do café toma conta do sabor na abobada palatina. Ah, então devemos estar pela manhã, hora, do meu abacate que tomo um copázio desde criança e o que acredito, me faz ter vida longa.
Com essa conclusão a meio caminho, levanto-me, corro para o computador, como faço todos os dias, para iniciar o expediente matinal (são doze a quinze horas por dia em três turnos). Já estou diante do computador ligando a máquina, quando chega a abacatada para por as ideias no lugar. Vou tomando a vitamina enquanto leio as manchetes da Folha de São Paulo para tomar conta do dia, no Brasil e no mundo. Paraíba, nem pensar. Paraíba só pelo Face para saber quem está vivo e quem morreu, ou para escrever essas garatujas que eu posto quase que diariamente. Então a primeira manchete: mortos pela Covid, mil e tarará. E então vem logo à mente: cadê o ministro da Saúde? General cuida da estupidez da guerra, mas quando a guerra tem um inimigo oculto, é hora do comando da inteligência civil.
“Segunda manchete: Justiça condena 19 militares por fraudes em licitações que envolveram festa em motel”, parecendo um retorno à ditadura, só que desta vez eles não podem esconder quando se vive numa democracia. Terceira manchete: “Proposta de reforma tributária do governo tem cheiro de naftalina!” Então, dá para ver que “Tudo como dantes, no quartel de Abrantes, como diziam os portugueses ante o esperado ataque de Napoleão. Numa hora de terra arrasada, pois, como esta que nos acomete, precisamos d e um governante capaz de pensar num pós-pandemia. Basta de manchetes, vou mesmo dar continuidade às minhas memórias, que estou escrevendo.
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