LANÇAMENTO DO MEU LIVRO 85, “A TORRE É O MEU PAÍS”LANÇAMENTO DO MEU LIVRO 85, “A TORRE É O MEU PAÍS”; Gilvan de Brito
LANÇAMENTO DO MEU LIVRO 85, “A TORRE É O MEU PAÍS”LANÇAMENTO DO LIVRO 83º, ERÓTICO: “DELÍRIOS DE AFETIVIDADE” Por Gilvan de Brito
LANÇAMENTO DO LIVRO 83º, ERÓTICO: “DELÍRIOS DE AFETIVIDADE” Por Gilvan de Brito
NA ROTA DA DITADURA/ DAS REFORMAS AO GOLPE Por Gilvan de Brito
NA ROTA DA DITADURA/ DAS REFORMAS AO GOLPE Por Gilvan de BritoVEJA ESTE LIVRO, QUE GANHOU CINCO ESTRELAS; Gilvan de Brito
VEJA ESTE LIVRO, QUE GANHOU CINCO ESTRELASMAIS UM LANÇAMENTO: “UMA FORÇA ESTRANHA” Por Gilvan de Brito


LANÇAMENTO: “MOCIDADE, O ANJO TORTO”, TEATRO, 75º LIVRO PUBLICADO Por Gilvan de Brito
LANÇAMENTO: “MOCIDADE, O ANJO TORTO”, TEATRO, 75º LIVRO PUBLICADO.
Com a força viva de um documento político e histórico, este texto procura mostrar o anti-herói fiel às suas peripécias na busca da afirmação coletiva que o leva à tragédia individual. A peça, apesar do irreverente como o próprio personagem central, tem momentos de trasbordamentos de tristeza, emoção, alegria, euforia e revolta, enfatizando a capacidade de raciocínio dialético do público, questionando o significado histórico da liberdade e oscilando entre o humor ferino e a ironia grotesca. Procuramos mostrar um personagem melancólico diante da sociedade que não o reconhece ou pelo menos o compreende, mas que o tortura, humilha e massacra. A sua deficiência mental é estimulada pelo poder para tornar ofuscadas as suas verdades diante do povo. Mesmo assim ele luta desesperadamente para transformar, como um quixote do asfalto, o Estado absoluto no Estado de Direito, do ponto de vista liberalista, numa verdadeira batalha de palavras contra a força de uma sangrenta ditadura, do bem contra o mal, onde verifica-se que não há triunfo da luz sobre as trevas e nem prevalece a razão. A palavra, embora forte, perde o sentido, na boca do povo, que não sabe usá-la corretamente, para unir-se. O personagem principal, que representa a própria consciência do povo, não luta, choca-se contra todos e contra si mesmo, ao questionar uma sangrenta ditadura, e ter como amigo e protetor o delegado da ditadura, o governador João Agripino o que o deixa em posição inusitada diante do povo. Em especial o fenômeno de sua condição de ótimo orador, mesmo sendo semianalfabeto, empolgando plateias com suas duras críticas aos militares. eBook Kindle/ Amazon, Link B0FF2RTMZJ, 100 Páginas, $ 19.90
OUTRO LANÇAMENTO: “FAROL DO POVO”, LIVRO Nº 71; Gilvan de Brito

Gilvan de Brito
LADEIRA DOS TABAJARAS Por Gilvan de Brito

LADEIRA DOS TABAJARAS Por Gilvan de Brito
Na tarde de hoje o noticiário policial do Rio de Janeiro ocupou-se de uma intensa busca da polícia civil, tanto intensa quanto violenta, contra o assassino de um policial, que mobilizou as forças de segurança do Estado e culminou com a morte de cinco pessoas ligadas a grupos narcotraficantes, habitantes da Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana. A impetuosidade das cenas de guerra urbana e da violência, hoje tão comum no Rio de Janeiro, transportou-me àquele ambiente, na década de 70, quando estive na antiga Capital Federal do país à serviço, como jornalista. A Ladeira dos Tabajaras tem início em Copacabana, ao lado do Metrô, estação da rua Siqueira Campos, subindo em meio de uma favela vertical, até a parte alta do morro, na rua Real Grandeza, no bairro de Botafogo. No meio dos dois barros a favela dos Tabajaras, sobre os morros os morros São João Batista e Saudade, ambos cortados pela ladeira, sempre ocupada por marginais.
PONTO ZERO DA CIDADE Por Gilvan de Brito
